Notas iniciais
HEYYYY O/// Olha eu aqui lalalal. Feliz dia nacional do semideus pra vocês lalalaalal. Gente esse capitulo *----------------------* ta muito amor deuses! e o gif então? deus do céu eu tenho que casar comigo por escrever esse capitulo EHUEHUE Gente eu gostaria de me desculpar pela demora, mas olha estou aqui postando de madrugada, podia estar dormindo já que amanha tem escola e tudo mais... so que sou uma pessoa legal e vim postar. A falando nisso, eu demorei de postar porque tava em evento. e deuses! COMO TEM SEMIDEUS GATO NOS EVENTOS . cof cof controle-se MULIER. Bom mas foi completamente foda, e ka estou eu muito feliz com o evento, e muito fleiz com o capitulo. espero que gostemm e até lá embaixo.

— Pre-Precisamos conversar... — Ela falou. Seu rosto estava corado, e seus olhos pareciam marejados.

Thalia passou pela porta e mais uma vez o sensor vermelho piscou. “Aguarde isso pode levar algum tempo.” Uma voz anunciou, mas Nico nem ligou para tal acontecimento. Sentia seu coração dançar um break no peito.

“O que ela esta fazendo aqui? Por que agora? Por que não esta com Leo?” A cabeça de Nico estava a mil por hora. Estava muito abalado depois de tudo o que acontecera, não seria forte o suficiente para resistir a seus desejos, não estava forte o suficiente para resistir... Á ela.

Thalia levantou seus olhos até os dele. Aquele intenso azul estava em um tom claro e banhados pelas lagrimas, iam tão fixos nos de Nico e era como se Thalia lesse seus pensamentos. As bochechas dela estavam um pouco borradas pela maquiagem escura que escorrera, mas ainda assim era visível que estavam vermelhinhas. Thalia fungou passando á mão por elas, e só agora Nico notara o papel que ela tinha em uma das mãos.

— Droga. — Murmurou ela. — Odeio chorar...

Nico ainda observava calado sem entender muito bem o que acontecia. Que papel era aquele na mão dela?

— Precisamos conversar. — Thalia repetiu agora mais firme.

— Hã? — Tá isso foi meio mongo. Mas foi o máximo que conseguiu falar.

A menina manteve-se em silencio, respirou fundo, então começou a caminhar em direção á Nico. A cada passo era como se o coração do menino entrasse em pane, como se cada vez que Thalia chegava mais perto dele aumentasse ainda mais o ritmo de seus batimentos.

Quando ela já estava bem próxima, a fixa finalmente caiu para Nico e ele começou a recuar dando passos para trás. Mas Thalia continuou a caminhar em sua direção até ele não ter mais para onde fugir.

Chegou ao limite da sala, suas costas já encostadas na parede. Thalia parou a sua frente. Ela estava próxima... Muito próxima... Muito, muito próxima... Nico sentiu o ar fugir de seus pulmões, e se seu coração estava louco antes imagina agora.

A menina continuou parada a sua frente por alguns segundos, mas manteve seu olhar no chão e permaneceu calada. Nico já estava começando a ficar com medo quando Thalia finalmente falou algo. Mas tão baixo que ele nem se quer pode ouvir.

— O que? — Perguntou.

— Me beija... — Ela murmurou novamente.

Nico pode ouvir perfeitamente desta vez. Mas ainda assim não acreditava naquilo. Seus músculos ficaram tensos e ele não tinha uma resposta para dar a ela. Não conseguia falar nada, nem pensar em nada, estava com sua clássica cara de total idiota.

( . . . )

Leo olhou para porta e um sorriso surgiu em seus lábios ao ver quem estava ali.

— Ué... Por que saiu da festa?

— Pergunto o mesmo. — Calypso sorriu de lado, encostando-se ao corrimão da escada.

— Sei lá... Só não queria ficar lá e ver á Thalia correndo para os braços dele. — Leo falou voltando seu olhar ao céu novamente.

Ele... — Calypso repetiu imitando á voz do menino, que deixou um sorriso fugir.

— Você imita muito mal.

— Eu sei... — Choramingou.

Leo voltou os olhos á menina. — Mas e você, por que esta aqui?

— Nico estava mal.

Leo levantou uma das sobrancelhas. — Serio isso? O que ele tem?

— Não sei, ele disse que queria ficar só...

— Hum...

Os dois ficaram em silêncio por um tempo.

— Mas sabe... — A loira começou a falar, tentando cortar aquele silêncio estranho que se formara no ar. — Acho melhor assim, aqui fora as companhias são melhores... E é bem menos barulhento. — Ela sorriu docemente.

Leo devolveu o sorriso. — Mas você parecia tão animada, e se esforçou tanto na festa... Devia estar lá dentro aproveitando.

— E te deixar sozinho aqui? Nem pensar...

Leo arqueou as sobrancelhas á encarando.

Calypso arregalou os olhos ao notar o que acabara de falar.

— E... Quer dizer... — Pigarreou sem jeito. — Sabe... Não é legal deixar alguém que está sozinho ainda mais sozinho...

O menino á encarou com a testa franzida.

— Ah... Não foi isso que eu quis dizer. — Ela corou escondendo o rosto nas mãos. — Droga, só estou piorando tudo não é? — Suspirou. — Estava querendo dizer... Que você me ajudou, portanto devia aproveitar tanto quando eu.

Leo continuou a encarando com um olhar repreendedor. Até não conseguir mais conter o sorriso. Começou a gargalhar.

Calypso destampou os olhos. — Seu idiota... Estava brincando comigo?

— O que? Claro que não...

Ela mostrou á língua e cruzou os braços.

Leo sorriu ainda mais. — Sabe é só que... — Falou tentando se recuperar. — Você fica incrivelmente fofinha envergonhada. Se atrapalha com as palavras de uma forma tão meiga. — Falou com um sorriso de lado. Mas ele que logo fora substituído por um rosto completamente corado.

O rosto da menina ficou da mesma forma. Os dois cortaram contato visual urgentemente cara um olhando para o lado oposto do outro. E ficaram assim por algum tempo. Novamente em total silencio, ouvia-se só á musica que antes era tocada ao vivo na festa, agora substituída por eletrônica.

— Sabe... — Calypso falou fazendo Leo olhar novamente em sua direção. — Obrigada... — Sua voz tão baixa que Leo quase não pode escutar.

Ele sorriu. Sentia-se mais calmo, o peso em seu peito pareceu desaparecer por um instante.

— Só disse á verdade. — Calypso voltou os olhos a ele também. — E você estava certa sabe... Não é legal deixar alguém só ainda mais só.

Calypso fez um bico e cortou contato visual. — Idiota...

Leo gargalhou levantando-se dos degraus e caminhou até está do lado da menina, encostando-se ao corrimão também.

— Também estava certa sobre a outra coisa. — Falou enquanto amassava o papel que tinha no bolso. — Aqui as companhias são melhores. — Sorriu

Aquele sorriso perfeito. Que fazia o folego faltar á qualquer menina, aquele sorriso que lhe faz sentir completamente contagiado e da vontade de sorri também.

A menina sentiu seu rosto esquentar. Isso nunca havia acontecido antes, nem mesmo na época em que namorava Nico. Nunca havia se sentido tão confortável e ao mesmo tempo tão sem jeito perto de algum menino.

Ela nunca teve dificuldade para falar com garotos, nunca sentiu-se envergonhada ou algo do tipo. Mas com Leo era diferente, pouco tempo atrás ela havia notado isso. Vê Leo fazia suas pernas tremerem e suas mãos soarem, fazia seu coração dispara... Disparar incrivelmente rápido, como se fosse parar á qualquer momento.

Mas também sabia dos sentimentos de Leo por Thalia, havia decidido não se envolver entre os dois. Mas Leo estava tão sozinho naqueles degraus, seu rosto que sempre esbanja um sorriso estava serio, triste... Ela tinha que fazer alguma coisa, mas se arrependia amargamente dessa decisão agora. Toda á coragem que reuniu quando conversava com Nico fugira

A proximidade de Leo fazia sua pele formigar, seu ar faltar. Ela queria correr, correr o mais rápido possível dali... E era o que faria se Leo não a tirasse de seus pensamentos.

— Sabe... Eu queria saber... Por que você veio com Nico? — Ele tinha um bico nos lábios e seu rosto estava levemente avermelhado. — Não sabia que gostava dele...

Calypso sentiu uma vontade louca de sorrir naquele momento. “Leo estava com ciúmes?... Não, não pode ser...”

— Não sinto nada pelo Nico Leo. — Falou simplesmente. — Já senti, nós já namoramos... Mas passou, eu me apaixonei... — Seu rosto corou novamente. — Me apaixonei por outra pessoa.

Os olhos de Leo pareceram entristecer. Ele os desceu ao chão.

— Hum... Não sabia que gostava de alguém.

A loira sorriu divertida.

— Sim, eu gosto. Ele é um cara incrível, lindo, simpático e incrivelmente inteligente.

— Ele parece mesmo incrível. — Leo falou desanimado. Não sabia o porquê de se sentir daquela forma, gostava de Thalia... Não é?

—Sim ele é. — A voz da loira lhe tirou de seus pensamentos. — Ele é fofo sabe muito fofo.... E adora ajudar os amigos. Abre mão... Do próprio amor, para que ela seja feliz com outro...

Os olhos de Leo se arregalaram e ele os levou até os da menina. Que o encara com ternura.

— Sabe ele fica lindo de terno... É ainda mais lindo quando está vermelho. Ele adora concertar as coisas, e ás vezes é muito desastrado. Eu me aproximei dele e antes que pudesse notar... Já havia me apaixonado.

Leo sentiu seu coração acelerar. Sua boca se abriu e fechou diversas vezes na tentativa de falar algo, mas simplesmente não conseguia.

— Mas não há nada mais lindo nele... Do que seu sorriso. — Ela completou. — Quando ele sorri, e como se o mundo se tornasse melhor. O meu coração, ele... Fica mais leve, e isso me faz acreditar que... Que tudo é possível.

Quando se deu conta de tudo o que falou Calypso sentiu-se terrível, Leo a encarava perplexo. Como se pensasse em como lhe dar o fora.

— Há parece que falei muita besteira não? Eu já vou indo Leo. — A menina se virou, e tentou dar os passos mais rápidos para longe dai.

“Por que falei tudo aquilo? Nico estava certo eu... deveria ter ficado quieta na minha, agora ele vai me odiar... será que ele entendeu?” — Os pensamentos da menina foram cortados assim que á seguraram pelo pulso puxando-a para trás.

Calypso encarou á figura assustada, Leo estava a sua frente ofegante, seu rosto estava mais que vermelho e seus olhos estavam fixos na menina, com se estivesse pensando em mil coisas ao mesmo tempo.

— Espera eu... eu, eu acho que entendi. — Falou com um pouco de dificuldade, seu coração estava tão rápido que chegava a doer. — Eu também... Também acho que me apaixonei por outra pessoa.

Os olhos da loira entristeceram. Ele ia começar a falar de Thalia?

— Mas estou tão confuso e... — Ele escorregou suas mãos que antes estavam nos pulsos da loira, segurando suas mãos. — E me sinto melhor perto de você.

O coração da loira acelerou por um minuto.

— O-o que quer dizer?

— Quero dizer que... — Ele a puxou pelas mãos, fazendo-a se chocar contra seu corpo. — Que... — Sussurrou aproximando seus lábios dos dela.

Calypso sentiu seu coração á uns duzentos por hora. Tão acelerado que era como se fosse rasgar seu peito, e sair andando por ai. Suas pernas tremiam e sua cabeça ficou completamente embasada, ela podia sentir a respiração de Leo chocando-se contra seus lábios, o que mostrava ó quanto estavam próximos.

Os olhos de Leo a encaravam privando-a de qualquer movimento. Ele ia os fechando lentamente, e vinha aproximando seus rostos ainda mais... E mais... E mais... É era como se tudo a volta deles houvesse desaparecido no momento.

— Que acho que me apaixonei por você. — Sussurrou por fim, finalmente selando seus lábios aos dela.

Calypso sentiu seu corpo todo arrepiar, um calor desceu a seu ventre lhe dando calafrios. As mãos de Leo foram a sua cintura segurando delicadamente, prensando-a ainda mais contra ele. O menino logo pediu passagem com a língua, e á loira cedeu sem nem pensar duas vezes. Um gemido foi lançado de seus lábios aos dele.

Deuses! Leo beijava bem, incrivelmente bem...

As mãos da loira que até agora estavam sobre os ombros do menino, finalmente mexeram-se, subindo á nuca dele, ela agarrou ali entrelaçando seus dedos nos lindos cabelos cacheados dele, puxando-o para ainda mais perto. O cheiro de perfume de Leo dominava o ar, deixando-a ainda mais extasiada.

A falta de ar tonara-se insuportável, as mãos do menino afrouxaram sobre sua cintura, ele só as mantinha lá agora. Seus lábios se separaram vagarosamente dos dela. Os olhos de ambos abriram-se vagarosamente observando-se tímidos. O rosto dos dois estava completamente vermelho. As mãos de Calypso desceram da nuca do menino e voltaram a seus ombros. Eles se encaram por alguns segundos, suas testas coladas e suas respirações descompensadas, ambos com um largo sorriso no rosto.

— Uou... — Calypso murmurou ainda meio tonta. — O que foi isso?

— Isso é á prova que eu precisava, para ter certeza, de que estou completamente apaixonado por você. — Sussurrou aproximando-se da menina novamente.

A loira sentiu seu coração derreter, não podia colocar em palavras o quanto estava feliz. Seu rosto corou novamente, ela ficou na ponta dos pés encostando seus lábios aos de Leo novamente.

( . . . )

— Percy eu... Eu não estou me sentindo muito confortável, será que podemos ir para casa? — A loira perguntou chorosa, enquanto passava os olhos pela pista de dança, onde os caras olhavam descaradamente para ela. Mesmo tendo par.

— Claro minha linda. — Percy sorriu para ela, enquanto segurava sua mão fazendo-a girar.

— Por que estamos dançando assim em? Nem é musica lenta...

Percy sorriu. — E que eu queria um pretexto para poder te agarrar assim. — Sussurou puxando a loira de encontro a seu corpo.

Sua mão contornou a cintura dela com força.

— Queria poder sentir você perto... — Sussurrou no ouvido da menina, mas ao contrario do que todos pensam sua voz não soava safada. Soava fofa, muito fofa. Como um noivo falaria a sua esposa.

A loira sorriu passando os braços pelos ombros do menino, apoiando seu rosto no peito dele.

— Se quer ficar perto de mim, e só pedir. Eu não mordo.

— Que pena.

A loira sorriu lhe dando um tapa de leve. Ficaram dançando ao ritmo imaginário de Percy, já que não tocava uma musica lenta, na verdade tocava aquelas musicas de balada, e havia luzes piscando de todos os lados.

— Ei loira! Larga ele ai, vem dançar comigo vem! — Um menino provocou.

Percy mais uma vez fez aquela cara de “vou matar você” e o menino logo correu. Annabeth não pode deixar de sorrir.

— Sua cara de mal é assustadora.

— Isso é bom! Mantem os lobos longe.

Ela sorriu mais uma vez, afastando seu rosto do peito do menino.

— Vamos para casa vai... — A loira fez biquinho.

— Não precisa fazer biquinho sabe... Você pode me convencer facilmente. Com um beijo. — Percy fechou os olhos e fez um bico. Muito estranho por sinal.

Annabeth não pode deixar de sorrir, como estava com salto alto (um muito exagerado até) não precisava ficar na ponta dos pés para beijar o menino, simplesmente inclinou seu rosto sobre dele.

Seus lábios se tocaram lenta e carinhosamente, Percy era tão cuidadoso que parecia que tinha medo de quebrar á menina. Mas quando as mãos da loira arranharam delicadamente sua nuca á historia mudou. O corpo do menino tremeu como se passasse uma carga elétrica por ele, então suas mãos antes na cintura dela, desceram descaradamente segurando sua bunda. A loira arfou por um segundo, separando-se dele em busca de ar. Mas logo voltou a beija-lo.

As mãos de Percy subiam e desciam por seu corpo, Annabeth estava se controlando fortemente para não gemer ali.

— Percy! — Afirmou assim que separou-se do menino. — Vamos para casa... serio. Tipo. Agora.

O menino assentiu passando a língua pelos lábios, que estavam completamente convidativos naquela tonalidade de vermelho.

Ele separou-se um pouco da menina segurando-a pela mão. Os dois caminharam juntos até a mesa onde agora só havia Piper e Jason. Falaram para os dois que estavam indo embora, mas duvido muito que tenham escutado. Estavam ocupados demais se engolindo.

. . .

Assim que chegaram ao corredor da escola, viram uma cena... Hum, digamos assim, um pouco chocante? Se você considera um Leo agarrado uma Calypso contra o armário da escola chocante então sim... Uma coisa muito chocante.

Eles tentaram passar sem fazer barulho para não atrapalhar, mas algo me diz que nem um terremoto atrapalharia os dois. Quando chegaram ao estacionamento Percy soltou á mão de Annabeth por um momento, e afrouxou sua gravata respirando fundo.

— O que foi? — A loira perguntou preocupada.

— Hã? ha nada... — Ele tirou o terno que usava segurando em uma das mãos. — Só estou com calor... Muito, muito calor. — Essa ultima parte sussurrou.

A loira deu de ombros, voltando seus olhos para frente enquanto caminhavam pelo estacionamento em busca do carro.

— Você viu aquilo?

Aquilo? — Percy olhou em sua direção segurando sua mão novamente.

— Leo e Calypso! Eles estão juntos, o que quer dizer que seja lá qual foi seu plano deu certo.

— O que? Mas meu plano não envolvia juntar os dois.

— Não? Droga... Estava feliz por ter dado certo.

Percy sorriu.

— Mas Percy e aquilo que me falou... Sobre á Thalia estar sem memoria. — Annabeth franziu a testa. — O que quis dizer?

— Você não sabia?

— Sabia do que?

— Disso, do que rolou depois do acidente... Que á Thalia esqueceu completamente do Nico. Tipo literalmente falando.

Annabeth arregalou os olhos. — Não eu não sabia!

— Pensei que ela tinha te falado. — Percy deu de ombros.

Annabeth lhe deu um tapa no braço.

— Ai! O que foi isso?

— Se ela não se lembra como diabos vai me falar?

Percy encarou o nada um pouco pensativo.

— E faz sentido...

A loira deu um mínimo sorriso. — Deuses... Quer dizer que a Thalia não lembra mesmo do Nico?

O menino negou com a cabeça. — Not.

Ela encarou o horizonte, parecia um pouco abalada.

— Desculpe não te falar antes... Realmente achei que você já sabia.. — O menino parou de andar assim que chegou a seu carro.

A loira sorriu lhe dando um selinho. — Tudo bem, você é cabeça de alga as vezes... já me acostumei.

Ele devolveu o sorriso então abriu á porta para menina entrar. Assim que ela entrou, Percy deu á volta no carro entrando do outro lado.

— Próxima parada madame? — Ele á encarou enquanto jogava seu terno no banco de trás do carro.

— Minha casa, por favor.

— Como queira, — Ele fez um gesto com as mãos, então voltou os olhos para frente, dando partida no carro.

( . . . )

Depois de um tempo em silêncio Thalia finalmente notou que Nico não faria nada. Levou seus olhos ao menino que estava com uma cara de paisagem.

Ela bufou.

— E que eu... — Começou a falar. — Eu tenho sonhos com você, pensamentos com você... Quer dizer não pensamentos pervertidos. — Desviou o olhar por um momento. — Só ás vezes... — Essa parte murmurou baixinho. — Sabe, envolve armário de zeladores e bem... — Ela corou.

Nico ainda á encarava da mesma forma. Não entendia muito bem o que se passava depois do “me beija” e Thalia sempre fora péssima para explicar algo, ela cospe as palavras na velocidade de seu raciocínio, e o de Nico no momento estava muito lento para acompanhar.

A menina respirou fundo.

— O que estou querendo dizer... E que isso não é normal. Nico, eu sinto que falta algo, sinto que falta uma parte da minha historia, uma... Uma parte de mim. — Ela engoliu o seco encarando o menino, seus olhinhos brilhavam. — Uma parte que eu sei que esta com você... Ou melhor. — A menina esticou sua mão.

Abrindo-a lentamente revelando o papel sobre ela, aos poucos ele ia desamassando e abrindo, quando se abriu por completo Nico sentiu seu corpo todo travar. Ela estava com o coração... O coração que ele escrevera, mas... Mas como?

— Essa parte. É Você. Você é a parte que falta Nico... Para me fazer completa.

Nico sentiu seu rosto esquentar completamente, suas mãos tremiam, seu coração batia tão rápido e alto que ele conseguia ouvir.

— Quando chego perto de você... — Thalia tocou o rosto do menino escorregando o polegar por seus lábios. — Quando chego perto assim de você. Sinto minha pele formigar e é como se toda a minha força e sanidade... Fugisse aos poucos. Como se no momento nada mais importasse. O meu corpo... Ele implora por seu contato. E eu cansei, cansei de resistir okay, eu sinto algo muito forte por você. E sei que sente o mesmo por mim. Sei que cantou aquela musica para mim, sei que tivemos algo, sei que devia me lembrar mas... — Os olhos da menina ficaram cobertos de lagrimas. — Mas não lembro... — Sua voz falhou. — E quero que me fale agora... Por favor.

Nico não pode acreditar que aquilo estava mesmo acontecendo... Não podia acreditar que era real. Mesmo sem se lembrar de nada, Thalia sentia as mesmas coisas que ele.

— Então eu quero que me beije agora... Para ver se tudo isso passa, e eu entendo o que esta acontecendo comigo... Ou enlouqueço de vez.

Nico engoliu o seco, seu coração implorava para que ele a agarrasse, e depois de ouvir tudo isso... Tornou-se ainda mais tentador. Não podia acreditar, que mesmo sem memorias... Os sentimentos dela não mudaram.

Mas se seu coração mandava agarra-la seu cérebro mandava o extremo oposto. Mandava ele correr dalibe ficar o mais longe possível dela. Mas seu coração estava inquieto e feliz... Feliz como só estivera uma vez na vida. Que foi quando escuta-la dizer “Eu te amo” pela primeira vez.

Mas ele sabia, sabia que se beijasse Thalia agora, era mais que provável que ela se lembrasse de tudo.

O coração do menino apertou, era muita coisa em jogo. Mas ele ainda assim precisava daquilo, precisava dela, ou iria enlouquecer. Sentia que se negasse e corresse, nunca mais seria feliz. Era como se sua ultima chance de felicidade batesse na porta.

Mas não era justo... O justo era ela saber á verdade, toda á verdade. Chega de fugir.

— Eu te trai. — Nico falou sentindo sua garganta se rasgar com aquelas palavras que tanto tempo estiveram guardadas. — Tria você com sua amiga...

Thalia pareceu em choque, seus olhos ficaram sem foco por um segundo, e ela afastou-se de Nico dando um passo para trás.

— Nos namorávamos. Você confiou em mim. — O menino reprimiu as lagrimas. — Mas eu quebrei seu coração eu... Fiz o que prometi não fazer.

Thalia o encarava com uma expressão de pura dor, Nico sentiu seu coração se partir em dois.

— E eu me arrependo Thalia... Me arrependo todos os dias...

A respiração da menina tornou-se pesada e seus olhos derramaram á primeira lagrima.

— Foi um momento de fraqueza. Um estupido momento de fraqueza. — Nico murmurava com raiva. Mas não raiva da menina, raiva de si mesmo por ter feito aquilo.

Thalia lembrou-se da casa... Lembrou-se que a porta estava vazia, ela caminhou por todas as partes em busca de Nico, mas não o encontrava em lugar algum. Foi então que ouviu um barulho no quarto. Então resolveu caminhar até lá.

— Quando você me viu com ela...

Thalia lembrou-se da cena. Assim que abriu a porta do quarto... Ca-Calypso estava com Nico.

O coração da menina pareceu se partir, ela levou as mãos á cabeça sem acreditar.

— Você saiu correndo... E pode acreditar aquilo doeu Thalia, foi como se eu visse minha vida se esvaindo, parte dela correndo por ai. Sem rumo... Senti que uma parte de mim estava sumindo. — Nico falava agora entre soluços.

Thalia lembrou-se do olhar que ele lhe mandou. Um olhar de medo de pavor, e lembrou-se também da voz de Calypso... Aquela voz que lhe causava anciã, agora ela sabia ó por que. Ela sentia raiva, muita raiva, sentia raiva de si mesmo por ter confiado em Nico. Mas ainda assim sentia dor, seu coração pareceu quebrar em mil pedaços, e tudo que pode fazer foi fugir. Correu o mais rápido que pode da casa.

— Eu tentei ir atrás de você... Corri com tudo que pude, eu até cai da escada. Mas foi tarde de mais... Cheguei a tempo de vê-la em sua moto. Minha garganta ela... Pareceu se fechar, estava completamente tomado pelo pânico. Você estava indo embora... E eu era o culpado.

Thalia não sabia o porquê de ainda estar ali. Sentia-se estupida, estava se declarando ao mesmo cara novamente, o cara que partiu seu coração. Ela sentia suas pernas tremerem, levou as mãos até os olhos passando por eles.

— Foi naquele momento que eu descobrir Thalia... Que havia feito a maior merda da minha vida, corri até sua casa... Mas, mas você não estava lá. Depois de algumas horas te esperando sentado á sua porta... Resolvi te ligar.

As mãos de Thalia tremiam sobre seus olhos.

— Mas foi um cara quem atendeu... — Nico passou as mãos pelos cabelos enquanto apertava os olhos fazendo as lagrimas correrem por seu rosto. — Ele me falou... — O menino parou por conta do choro. — Me falou que você havia sofrido um acidente...

Agora tudo fazia sentido, Thalia lembrava perfeitamente de tudo... Tudo. O por que de acelerar sua moto, o por que de chorar tanto... o por que de não notar o carro e ser atingida em cheio. — Pode ouvir a voz de Apolo em sua cabeça. — E Nico?... Se lembra dele?... — A menina apertou seus olhos, queria fugir dali seu coração estava em pedaços mais uma vez.

— Naquele momento meu mundo caiu Thalia... Eu pensei que iria te perder. Mas me deram mais uma chance... Você está aqui. . Está aqui na minha frente, linda. Perfeita... E inteira. Comigo, não como eu queria, mas ao menos está aqui... Foi por isso que não te contei nada.

A cabeça da menina estava á mil, O que ela leu no papel, o que ela ouvira Apolo falar, seus sonhos, suas memorias... Tudo... Tudo passava e se remoía em sua cabeça

Tudo o que ela pode fazer foi fugir, virou-se mais que de imediato correndo até a porta da sala, mas assim que segurou á maçaneta foi impedida de continuar pela voz de Nico.

— Você me prometeu... — Ele murmurou. — Que ficaria ao meu lado... Lembra?

A menina virou em sua direção, e viu o dedo mindinho de Nico esticado para ela.

— Quebrar uma promessa de mindinho é o pior pecado do mundo... Lembra disso?

Thalia passou as mãos pelos olhos, fazendo sua maquiagem borrar ainda mais.

— Você quer vim falar de promessas? — Ela falou sua voz carregada de sarcasmo. — Logo você? Eu... Eu te entreguei meu coração Nico, você prometeu não me machucar, não me trair... Prometeu me proteger. — Thalia o encarou. — Você quebrou sua promessa... E eu odeio você.

Aquela palavra... Veio como uma bala de canhão em Nico, foi o nocaute, o golpe final... O que lhe deixou na lona, ouvir a boca que disse “Eu te amo” falar aquilo...era seu fim.

Nico abaixou seu dedo, e seu olhar foi para o chão.

— Mas eu... Me odeio ainda mais... — Thalia falou fazendo o menino olhar em sua direção. — Me odeio ainda mais por ainda assim amar você. — Ela afirmou, então correu até o menino.

Jogando-se em seus braços, Nico á segurou por puro reflexo. Thalia o pressionou contra a parede novamente, ficando na ponta dos pés e encostando seus lábios aos do menino. Seus lábios iam famintos sobre os dele, Nico retribuía da mesma forma, suas mãos apertavam com força a cintura dela, e as mãos de Thalia estavam em seus cabelos os bagunçando completamente enquanto suas línguas lutavam por espaço.

“ COMPATÍVEIS! COMPATÍVEIS!!” — A voz anunciava e á sala brilhou em um verde intenso.

O coração do menino parecia perdido... Nico não entendia o que acontecia ali, uma hora Thalia estava o xingando e dizendo que o odiava, e outra estava em seus braços. ó beijando, como ele tanto desejara em meses.

A falta de ar apertou os pulmões do menino, ele levou suas mãos até o rosto de Thalia segurando-o delicadamente enquanto seus lábios se afastavam receosos um do outro. Eles se afastaram lentamente, seus lábios se desgrudaram aos poucos, mas ainda mantinham-se próximo... Tocando-se um ao outro.

Notas finais
DEUSES!!! ME SEGURA QUE VOU MORRER ! *--* Compatíveis! BEIJO Thalico BEIJO Thalico *------* compatíveis! *-* ESSE GIF ! ESSE CAPITULO! ESSE NICO !!! ESSE TUDO!! AI DEUSES... LALALAL QUEM ESTA MEGA FELIZ? ALALALA ESSSA PESSOA AQUI ALALAALA. Bom meus amores é isso, eu estou saltitando a la filha de Afrodite mas foda-se adorei esse capitulo, e como sempre não revisei ele, então relevem os erros okay? depois reviso e conserto as tretar. COMENTEM MUITO PORQUE EU MEREÇO PORQUE SOU DE MAIS E MUITO LINDA E SEQSI, AGORA VOU DORMIR BOA NOITE E TIAU O/