Because I Love You .

51 Você já está exigindo muito do meu alto controle.


Notas iniciais
Olha eu aqui ! olha eu aqui... lalalala. Sentiram minha falta? Eu senti de vocês u.u GENTE DO CÉU me desculpem pela demora, e que meus parentes vieram me visitar ai ficaram na minha casa... Eu tive que dormir na casa do meu primo, ai não tinha pc lá... Eu estava escrevendo no not da minha mãe no sábado, mas ai o pessoal chegou e tive que sair para conversar com eles e tal. :v Mas eu estou aqui. ME AMEM ! UOU! Já estamos no capitulo 51 da fic!! é muita coisa meu povo u.u Ah! falando nisso, eu queria saber uma coisa. Vocês preferem que eu poste o resto dos capítulos da fic aqui. Ou crie uma segunda temporada? Vou logo falando... ainda falta alguns capítulos para acabar... alguns muitos ou alguns poucos? Alguns mais o menos HEUEHU Se for postar todos aqui a fic ficara muito, muito, muito grande mesmo... ME FALEM AI NOS COMENTARIOS O QUE QUEREM OKAY? E outra, eu ia continuar o Thalico de onde parou, mas todo vem me pedindo PERCABETH, PERCABETH, PERCABETH. Então eu finalmente trouxe Percabeth para vocês... me desculpem ai se não estiver muito bom, ou estiver com muito erros, eu não revisei... Espero que gostem e não esqueçam de falar okay?! Bye.

Assim que saíram da festa, Percy seguiu dirigindo até a casa de Annabeth. Os dois ficaram em total silencio durante todo o percurso. Por algum motivo Percy sentia-se incrivelmente nervoso, e sempre que olhava para loira sentia seu coração acelerar. Annabeth estava sentada bem ao seu lado, mas seus pensamentos pareciam estar a quilômetros de distancia dali. Seus olhos estavam fixos na janela e ela parecia se divertir enrolando uma das mexas de seu cabelo no dedo.

Percy agradecia mentalmente por ela estar tão distraída, assim poderia vez ou outra observá-la sem ser notado. Ainda não havia se acostumado com o quão diferente ela estava, aquilo lhe tirava do serio, toda vez que olhava para Annabeth não conseguia para de pensar no quanto ela era sexy. E esse tipo de pensamento nunca havia passado por sua cabeça antes... Quer dizer, ás vezes sim, mas era fácil de controlar. Só que agora era diferente, não conseguia pensar direito, sempre que olhava para ela era como se seu corpo inteiro entrasse em êxtase.

— Percy? — A menina franziu a testa enquanto o observava.

Percy deu um pulo voltando a encarar a pista.

— H-Hã?

— Você está bem? — Annabeth virou-se no banco, tocando seu ombro. Percy sentiu seu corpo todo arrepiar como se uma carga elétrica passasse por ele.

— Sim, sim, estou Ótimo. — Forçou um sorriso.

A loira franziu a testa, não parecia convencida daquilo. Mas apenas deu de ombros virando-se no banco e olhando para janela mais uma vez. Percy suspirou, parando o carro em um sinal vermelho. Seus olhos mais uma vez foram em direção à menina, observou-a novamente, descendo os olhos por seu corpo, até chegar a suas pernas. Annabeth as cruzava e ele pode jurar que aquilo tudo se movia em câmera lenta.

Perdeu-se completamente naquela cena e quando voltou a si suas mãos já iam em direção as coxas dela.

— Ainda está longe? — A loira perguntou, e Percy pegou a primeira coisa que viu pela frente para disfarçar. Um pacotinho de jujuba que estava no porta-luvas.

— Não, já estamos chegando. — Sorriu e abriu a embalagem colocando o doce na boca. No mesmo momento arrependeu-se de tal feito, aquilo tinha gosto de formiga.

— Hm okay... — A loira sorriu e voltou seus olhar a janela novamente.

Percy mais uma vez suspirou. Não podia se distrair por um segundo, ou acabaria fazendo uma grande merda. O sinal ficou verde novamente e ele voltou a dirigir o carro. . . . Assim que chegou em frente a casa de Annabeth Percy encostou o carro, estacionando em um dos cantos da rua.

A loira se espreguiçou no banco.

— Ahh... Essa viagem foi mais longa do que antes não?

Por algum motivo Percy havia pego o caminho mais longo para vim, mas nem mesmo ele sabia o por que.

— É né? Acho que foi porque estávamos entediados. — Tentou mudar de assunto.

— O que? Eu não estava entediada. — A loira sorriu. — Gosto de ficar com você, e digamos assim que você dificilmente deixa alguém entediado.

Percy sentiu seu coração acelerar mais uma vez. Contraiu os lábios tentando se controlar, mas aquele sorrisinho lindo que ela estava dando não permitiu. O menino soltou-se do cinto de segurança e inclinou seu corpo aproximando-se dela, segurandoseu rosto delicadamente com as mãos uma de cada lado, enquanto finalmente juntava seus lábios aos da loira. Annabeth deu um pequeno sorriso durante o beijo, mas logo retribuiu devidamente. O beijo durou apenas alguns segundos, logo Percy recuou, voltando a seu banco.

— P-Percy o que acha de conhecer minha casa? — Annabeth perguntou com um sorrisinho de lado. Ele encarou o rosto dela por alguns segundos ainda processando o que se passava ali, o rosto pálido da menina estava completamente corado.

— Sim. — Sorriu. — Eu adoraria.

Só agora se tocou de que nunca havia entrado na casa da menina, o máximo que fez foi ir até á porta. Por mais que não quisesse assumir aquilo o deixava um pouco nervoso.

— Então... Vamos. — A loira saiu do carro.

Percy ainda ficou parado um tempo tentando normalizar sua respiração. Suas mãos começaram a soar.

— Você vem? — Annabeth gritou já em frente à porta de sua casa.

— Sim, eu... Já vou... — Respirou fundo enquanto saia do carro.

Caminhou até estar do lado da menina bem a tempo dela abrir á porta. Annabeth entrou ligando uma das luzes da casa.

— Vem cabeça de alga pode entrar. — Sorriu.

— M-Mas não quero incomodar... Estou apresentável? — Falou enquanto mexia na gravata.

— Hã? — A loira franziu a testa.

— Sabe... Essa vai ser a primeira vez que encontro sua mãe.

E novamente a pele pálida da menina ficou completamente vermelha.

— Bem... Sobre isso... — Ela pegou uma das mechas de seu cabelo e colocou atrás da orelha. — Ela não está.

Percy ficou com cara de paisagem. E era quase visível a barra de “carregando” estampada na sua cara.

— Então por que viemos até aqui?

Annabeth revirou os olhos, pensou no que Thalia lhe disse. “Se Percy não tenta nada, por que você não toma a iniciativa?”

— Pra isso. — Ela caminhou alguns poucos passos e segurou Percy pela mão.

Puxando-o para dentro da casa, bateu a porta e continuou a puxa-lo subindo as escadas e seguindo pelo corredor. Percy simplesmente a seguia, enquanto observava o que conseguia pelo canto do olho. Pelo pouco que viu, deu para notar que a casa da menina era divina, bem á nível da melhor arquiteta do País.

Annabeth parou de puxa-lo assim que chegou em frente a uma porta. Ela era de um rosa bem claro, quase branco e tinha uma plaquinha presa a maçaneta escrito “Estou estudando não perturbe” — Não é isso que colocam nas portas de biblioteca? — Os pensamentos do menino foram cortados assim que a loira abriu a porta, puxando-o até o cômodo e a fechando-a logo em seguida.

Percy olhou para Annabeth que estava encostada a porta, sua expressão agora completamente diferente. Foi de um serio e determinado para um rosto rubro e tremulo. Ela estava realmente muito fofinha. Percy achou melhor parar de encara-la ou logo a atacaria novamente.

Parou de observa-la e olhou em volta. Não podia ver muito já que a luz estava desligada e só via o que a janela iluminava, mas ainda assim dava para notar imediatamente que aquele quarto era o de Annabeth.

As paredes eram de um tom bem claro de creme, quase completamente preenchida de fotos, em todas elas Annabeth segurava um troféu diferente. Mas não aqueles troféus de esporte, com toda a certeza ela não era do tipo esportista. Aqueles eram troféus de alguma escola ou algum campeonato de xadrez talvez?

Bem abaixo de todos aqueles porta-retratos estava uma grande estante branca que tomava praticamente toda a parede, completamente lotada de livros, e alguns dos troféus que estavam nas fotos também espalhados por ela, de forma que não tinha mais espaço, então alguns dos livros estavam encima de uma escrivaninha também branca, que tinha ao lado da cama.

Deuses aquela cama! — Como Percy não a notou antes? — Era simplesmente fantástica. O colchão era alto e estava coberto por um lençol de seda branco, na cabeceira dela havia uns cinco travesseiros todos muito bem organizados, e aos lados dela havia uma cortina branca com bordados de flores, como aquelas camas de princesa sabe?

Ele observou o quarto da menina ao todo, todas aquelas fotos com tantos prêmios e livros... Annabeth com toda a certeza não era o tipo de garota com quem Percy geralmente saia. E aquilo era o mais estranho. — Olhou para menina que ainda permanecia calada e corada com as costas contra a porta. Era estranho sentir assim tanta atração por ela, era estranho sentir seu estomago queimar e suas mãos soarem, era estranhos sentir-se assim tão nervoso. Era estranho temer dar um passo em falso e machuca-la... Tudo era tão estranho e novo que chegava a assustar.

— O seu quarto é lindo. — Falou sorrindo e á menina finalmente olhou em sua direção.

— Não achou ele meio... Nerd?

— Hã? Eu não disse isso... Ele é totalmente Nerd.

Annabeth emburrou a cara.

— Valeu pela sinceridade...

Percy sorriu então se aproximou, tocou o rosto dela delicadamente com uma das mãos. — Eu gosto. — Sussurrou enquanto alisava as bochechas dela com seu polegar. — Gosto disso em você. Gosto que seja assim...

Annabeth deu um pequeno sorriso e seu rosto ficou vermelho novamente. Então de repente fechou os olhos... Simplesmente isso, os fechou e deixou seus lábios entreabertos. Percy ficou encarando por uns cinco minutos até finalmente entender.

Aproximou seu rosto dela tocando seus lábios mais uma vez. Os braços da loira se envolveram em seu pescoço e as mãos do menino desceram por seu corpo, parando em sua cintura onde ele apertou. Annabeth suspirou inclinando-se sobre o ele virando-o e o empurrando, quando Percy se deu conta era ele quem estava encostado na porta.

Annabeth o abraçou com ainda mais força e sua língua se enroscou a do menino. Percy sentiu seu corpo arrepiar, podia sentir os seios fartos dela apertando-se contra seu peito. Ele engoliu o seco afastando-se no mesmo momento.

Ela pareceu confusa. — O que foi?

Foi á vez de Percy ficar vermelho.

— O que foi?... Nada, não foi nada. — Ele coçou a nuca então de repente encarou o relógio. — Deuses! Veja só! Já esta tão tarde... Acho melhor eu ir. — Virou-se para andar.

Mas Annabeth segurou sua mão antes que ele saísse.

— Por que... Por que faz isso Percy?

Ele virou o rosto em direção a Annabeth que fazia uma cara triste.

— Quer dizer você... Você sempre foge.

O rosto de Percy se tornou confuso mais uma vez. — O que?

— Você não me acha atraente é isso? — Ela fez um bico.

— O-O que? — O menino arregalou os olhos.

— Você... Não acha meu corpo bonito? — A loira encarou seu próprio corpo.

Percy parou alguns segundos e a observou dos pés a cabeça. Mordeu os lábios enquanto fazia.

— Se eu acho seu corpo bonito? Eu tenho que me controlar á todo momento para não agarrar você Annie. Cada vez que você chega perto de mim... Só o seu cheiro já é o suficiente para me deixar louco. Mas ai você dificulta tudo... Vem com esses olhos lindos e encantadores, e vem com essa boca... — Percy passou a língua sobre os lábios. — Essa boca perfeitamente desenhada e macia, que me causa calafrios a cada beijo...

Annabeth sentiu seu rosto queimar e ao mesmo tempo seu corpo se arrepiar. Aquele olhar de Percy... Tão devorador sobre ela... Um olhar que ela nunca havia recebido.

— E suas pernas Annabeth... Essas pernas que parecem ser tão macias e quentes. — Os olhos do menino subiram por seu corpo. — Sua cintura... Faz uma curva tão perfeita que parece até surreal. E pelos Deuses! Não quero nem comentar sobre os seios... Tudo em você é tão perfeito que... — Percy fez gestos com as mãos como se apertasse algo. A loira ficou da cor de um tomate e Percy pareceu notar. — Viu só... — Ele suspirou com um doce sorriso de lado. — Você é tão perfeita e delicada. É por isso que recuo Annabeth. Porque nunca gostei de alguém como gosto de você, eu não quero destruir isso, não quero forçar a barra... Te assustar ou te machucar de alguma forma. E acaba te perdendo, seria doloroso de mais.

Os dois se encararam por alguns segundos, como de costume em total silêncio.

— Não dá... — A loira murmurou com um olhar perplexo.

Percy engoliu o seco sentindo seu coração pesar. — N-não dá?

— Não dá mais! — Afirmou aproximando-se dele de uma vez, beijando-o novamente, em seguida separou-se rapidamente. — Olha eu tentei, juro pelos Deuses que tentei me controlar... Mas no dá. — Ela desceu a mão pelo peito do menino. — Você não vai forçar a barra, não vai me machucar por que... — Annabeth passou os dentes pelo pescoço dele. Percy como sempre parecia perdido. — Porque meu corpo queima sempre que chega perto de você... Porque eu quero você... E não posso mais esperar... — Ela sussurrou e mordiscou o lóbulo de sua orelha.

Annabeth não recebeu palavra nem uma em resposta. Recebeu algo bem melhor, as mãos do menino foram firmes segurando sua cintura, escorregaram até suas coxas e fizeram força lhe dando impulso, fazendo-a saltar. Ela recebeu a deixa, entrelaçou suas pernas na cintura de Percy. Enquanto ele descia as mãos até suas coxas novamente, onde apertou enquanto caminhava com a loira até a cama.

Seus lábios foram devoradores sobre os dela, e continuaram grudados durante todo o percurso. Separaram-se somente por um segundo quando Percy a jogou contra a cama, mas não deu sequer tempo para Annabeth digerir aquilo. Passou seu corpo sobre o dela apoiando-se sobre os braços e aproximou seus lábios voltando a beija-la. O coração da menina estava completamente acelerado, um calor queimava em seu ventre, e ela descontava tudo o que sentia apertando a camisa do menino. Percy separou seus lábios dos dela, e os desceu imediatamente a seu pescoço, esfregando-os contra a pele da menina.

— Você já está exigindo muito do meu alto controle Annabeth. — Sussurrou com uma voz rouca rente a seu ouvido. A loira sentiu seu corpo inteiro arrepiar. — Você fica me provocando... Com essas roupas... — Percy apoiou-se em somente uma mão enquanto descia a outra pela cintura da menina. — Essa meia... — Passou a mão por sua coxa, infiltrando-as na meia. — Sabe como tive que me controlar a noite toda? — As mãos do menino desceram por sua perna, lhe causando arrepios a cada toque. Annabeth somente arfou, seu rosto estava completamente vermelho, toda aquela timidez, não combinava nem um pouco com sua maquiagem pesada. Percy sorriu de lado enquanto encarava seu rosto corado.

— Do que está rindo?

— Nada... — Murmurou aproximando seu rosto do dela novamente.

Seus lábios se tocaram mais uma vez, Percy pediu passagem com a língua enquanto suas mãos continuavam a descer e subir pelas coxas da menina, apertando acariciando e vez ou outra arranhando. Annabeth subiu suas mãos agarrando os cabelos dele, enquanto o trazia para mais perto, seus lábios separaram-se dos de Percy por um segundo, em busca de ar, mas voltaram logo em seguida beijando-o com mais intensidade. Percy fechou seus olhos instantaneamente aproveitando a sensação. As mãozinhas da loira desceram dos cabelos dele e foram até sua camisa. Ela desabotoava os botões com incrível pratica enquanto seus lábios ainda estavam colados aos dele.

Assim que desabotoou toda a camisa, Annabeth separou seus lábios dos de Percy para observar a cena. Mordeu seu lábio inferior enquanto fazia. O físico de Percy era simplesmente delicioso, forte mas nem tanto, a quantia certa de músculos, e um abdome maravilhoso dividido em exatos quatro gominhos. Ver aquele corpo sobre o dela, com a respiração completamente descompensada, era com toda á certeza uma das cenas mais agradáveis que já vira.

Percy não deu muito tempo para a loira apreciar, voltou a beija-la quase de imediato, pressionando seu corpo contra o dela. Annabeth podia sentir o coração do menino batendo contra seu peito. Aquilo a deixou mais calma, mostrou que não era só ela quem estava nervosa ali.

As mãos da loira foram aos ombros dele empurrando as mangas da camisa para baixo, tirando-a por completo junto com sua gravata. Assim que o fez, atirou-a em um canto qualquer do quarto puxando o menino para perto novamente. Percy subiu suas mãos as tirando da cocha da menina, passando por sua cintura, e finalmente parando sem sua nuca, onde ele deu um leve puxão no cabelo dela, fazendo-a lançar a cabeça para trás e um gemido quase inaudível fugir de seus lábios. Aquele pequeno ruído ainda mais baixo que um sussurro foi o suficiente para tirar Percy do serio. Seus lábios separaram-se dos dela e desceram por seu rosto, beijando sua bochecha, mandíbula, e continuou a descer até encontrar seu pescoço. Onde ele começou a distribuir beijos, mordidas e chupões. Annabeth arfava e suas mãos arranhavam todo o abdome do menino em uma tentativa frustrada de se controlar.

Percy subiu seus lábios novamente pelo pescoço dela, dessa vez arrastando sua língua por toda a área até alcançar sua orelha onde ele mordeu delicadamente. Annabeth sentia seu corpo inteiro queimar, seus olhos se apertaram e um choque passou por todo seu corpo tornando impossível conter outro gemido, que escapou e foi como musica para os ouvidos de Percy.

— As coisas não estão justas aqui... — Ele sussurrou contra a pele da menina que se arrepiou ainda mais. — Você ainda está muito vestida... — Sua voz rouca fazia Annabeth se contorcer.

Aquele Percy fofo e meigo não parecia estar mais ali. E isso á deixava um pouco receosa.

As mãos dele escorregaram por sua cintura, indo em direção a suas costas. Ele passava a mão por toda a área em busca do zíper. Ao notar a dificuldade do menino Annabeth separou-se por um momento, como de costume Percy pareceu perdido. Ela sorriu revirando os olhos, então engatinhou pela cama sentando-se de costas para ele, puxou seus cabelos passando-os para um lado do pescoço deixando suas costas livres.

Percy pareceu um pouco bobo encarando aquela cena, a menina olhava de lado para ele, com sua nuca completamente livre e venerável. Ele engatinhou até ela, subindo as mãos até seus ombros, segurou ali com delicadeza, dando um pequeno beijinho em sua nuca, enquanto isso suas mãos escorregava pelas costas dela descendo o zíper.

Annabeth sentia seu coração tão acelerado que chegava a doer. Quando notou que o zíper já estava lá embaixo, fechou seus olhos com força sentindo a respiração de Percy em seu pescoço. Sentia não só seu rosto, mas seu corpo inteiro queimar como nunca antes.

As mãos do menino subiram a seus ombros mais uma vez e enquanto distribuía beijinhos no pescoço dela, ia escorregando as alças do vestido sobre seus braços. Annabeth podia sentir uma briza sobre suas costas, o que queria dizer tchau tchau vestido.

Percy abaixou seu rosto desferindo beijos nas costas da menina enquanto a virava em sua direção novamente. Assim que estava de frente para ele, Annabeth não tinha mais coragem para abrir seus olhos, sentia-se envergonhada. Queria cavar um buraco e enfiar sua cabeça nele.

Percy tocou seu rosto delicadamente tirando-a de seus pensamentos. Ela abriu os olhos e deu uma pequena espiadinha. O rosto do menino estava completamente vermelho, e ele contraria os lábios mantendo os olhos fixos nos dela. Como se temesse olhar para baixo.

A menina não pode deixar de sorrir. Lá estava o Percy fofo e meigo.

— Tudo bem... Você pode olhar. — Ela sorriu abraçando a cabeça do menino. Forçando-a contra seus seios — Se for você... Tudo bem. — Sussurrou enquanto afundava o rosto nos cabelos do menino.

As mãos de Percy abraçaram sua cintura, e pouco a pouco ia deitando-a na cama mais uma vez. Annabeth aconchegou-se entre os diversos travesseiros, e Percy finalmente parou para observa-la.

O vestido só havia descido até parte da cintura dela, mas já podia ver claramente seus seios fartos ainda cobertos pelo sutiã, e sua barriga lisa, linda e com a cintura mais perfeita que ele já vira.

Percy respirou fundo segurando o vestido e descendo o resto pelas pernas da menina. Quando finalmente conseguiu tirar jogou ele para trás. Voltando seus olhos para Annabeth. Sentiu seu coração parar por um segundo, sua garganta pareceu fechar e seu coração ficou completamente acelerado.

Aquela cena era com toda a certeza a cena mais perfeita que já vira em toda a sua vida. Á lingerie preta que ela usava dando um contraste perfeito com sua pele pálida, e combinando perfeitamente com sua meia que estava presa pela sita liga... Annabeth estava com a respiração pesada, o rosto corado, e as pernas ligeiramente cruzadas enquanto encarava o menino. Aquela cena ficaria gravada eternamente na cabeça de Percy.

— Pare de me encarar assim... Deuses que vergonha... — Ela murmurou enquanto cobria o rosto com um dos travesseiros.

Percy pareceu acordar de seu transe.

— Des-Desculpe e que... Você... É tão linda que... Argh, o que estou falando?

A loira destampou o rosto voltando a encarar o menino. Seus cabelos negros estavam desarrumados seus lábios estavam mais vermelhos que o normal seu rosto rubro, e seu peito subia e descia rapidamente.

— Me desculpe Annie, e que você me causa isso... Fazer algo assim com alguém que eu realmente amo e tão... Tão diferente. — Ele suspirou.

— Espera... Você o que? — A loira levantou-se de repente sentando novamente na cama. — Você...

Percy destampou os olhos encarando-a.

— Eu amo você Annabeth. — Ele sorriu de lado, e o rosto da menina ficou tão vermelho que parecia que ela entraria em combustão.

Um largo sorriso surgiu em seus lábios.

— Eu também amo você cabeça de alga... — Falou jogando-se nos braços do menino.

Percy a segurou entrelaçando os braços na cintura dela, enquanto voltava a beija-la, pouco a pouco ia deitando-a na cama novamente, passando seu corpo sobre o dela. Esse beijo era diferente de todos os outros. Não só com desejo e luxuria esse também tinha carinho, paixão... Amor.

Quando Annabeth já estava completamente deitada na cama novamente, Percy separou seus lábios dos dela, descendo-os por seu pescoço, enquanto suas mãos iam as costas da menina novamente, soltando o feixe de seu sutiã ( Ao menos isso ele conseguiu fazer ) Puxou com cuidado dos braços da menina, e finalmente pode ver o que tanto queria a meses.

Os seios dela eram ainda maiores do que ele imaginava, aquela pele branquinha e que aparentava ser tão macia despertou seus desejos mais ocultos. Percy aproximou seu rosto dali sem nem pensar duas vezes, afundando entre eles, sentindo o cheiro de Annabeth dominar o local, e de brinde ainda pode escutar um gemido baixo sair dos lábios dela.

As mãozinhas da menina foram a seus cabelos forçando seu rosto ainda mais contra ela. Percy deu um sorriso afastando-se um pouco, os observou mais uma vez, então aproximou-se novamente. Passando sua língua lentamente ao redor de um deles.

A loira soltou mais um gemido, e aquilo foi o sinal verde para Percy continuar.

Enquanto cuidava de um com a boca, hora lambendo, chupando ou passando delicadamente os dentes sobre ele. Sua mão cuidava do outro. Massageando e acariciando, levando a loira a loucura.

Seus gemidos saiam cada vez mais altos, Percy estava adorando aquilo... Ouvir-la gemer daquela forma era alucinante.

Uma de suas mãos soltou um dos seios da menina e desceu por sua barriga lisa, contornando seu umbigo. Annabeth deu uma pequena risadinha nesse momento e Percy não pode deixar de acompanha-la. A mão dele continuou a descer, e nesse momento Annabeth parou de sorrir, seu corpo inteiro ficou tenso.

Percy passou a língua por seu seio enquanto infiltrava sua mão na calcinha da menina, acariciando com cuidado aquela área, as mãos da loira apertaram com força o lençol e um gemido rouco fugiu de seus lábios, suas pernas se fecharam pressionando a mão do menino ainda mais contra ela.

— A-ai não... — Ela murmurou com um fio de voz.

Percy sorriu de lado. Movimentando seus dedos lentamente.

— Por que não?

A loira respirava cada vez com mais dificuldade.

— Por... por-que.. — Sempre que ela chegava perto de formular uma palavra Percy aumentava a velocidade com qual movia os dedos.

Annabeth rosnou frustrada e o menino sorriu mais uma vez. Era ótimo ver ela daquela forma, tão submissa e entregue.

Quando ambos os seios da menina já estavam sensíveis o suficiente, Percy separou seus lábios deles... Descendo-os pela barriga dela, seguindo o mesmo percurso que anteriormente fizera com a mão.

Annabeth via o menino descendo por sua barriga, lhe dando beijos e lambidas, chegando cada segundo mais próximo... Daquela área. Sentia seu ventre queimar, seus pulmões já não suportavam aquela tortura.

O menino finalmente chegou, levou as mãos á calcinha dela, descendo-a lentamente sobre suas pernas. Aproximou seu rosto dali, e a loira apertou os lençóis fechando os olhos com força, podia sentia a respiração do menino contra sua intimidade.

Ele sorriu mais uma vez passando a língua sobre os lábios, suas mãos apertaram as coxas dela e sua boca foi dominante sobre a intimidade da menina, dando passagem a sua língua que brincava com aquela área.

Annabeth gêmeo sofregamente, seus olhos se fecharam com força, suas mãos foram acima da cabeça e suas pernas tremeram.

Percy as segurou com mais força para que elas não atrapalhassem seu trabalho. Os gemidos da loira ficavam cada vez mais altos, e saia de seus lábios com mais frequência a cada segundo.

Aquilo estava o deixando louco. Seu coração estava eufórico e seu corpo queimava de desejo como nunca na vida. O corpo da menina começou a tremer mais que o normal, suas costas de arquearam da cama, seus lábios se abriram liberando um gemido alto e rouco. Suas mãos que antes apertavam com força o lençol, o soltou.

Percy observou aquela cena maravilhosa, só a ideia de saber que foi ele quem causou aquilo tudo em Annabeth...

— A-Agora é minha vez... — Ela murmurou tirando o menino de seus pensamentos.

Annabeth levantou-se rapidamente engatinhando sobre a cama até ele. Ai deuses... Era hoje que Percy tinha um ataque cardíaco. Aqueles olhos dela contornados daquela forma, aquele sorriso malicioso... Aquele corpo...

A loira parou a sua frente empurrando o menino que caiu deitado na cama, suas mãos foram ao zíper de sua calça, e ela tratou de abrir em alguns poucos segundos. Era visível que Percy estava muito excitado. A loira sentou-se encima das penas dele.

— Sabe Percy na minha escola... Todos tiravam sarro de mim... — Ela murmurava fazendo um biquinho. Algo na personalidade de Annabeth havia mudado seus olhos não estavam mais cinzentos estavam negros como a noite. — Eles falavam que meus seios eram grandes de mais... — Ela segurou os seios com ambas às mãos. — Falavam que não tinham nem uma utilidade... E eu sempre fui péssima nos esportes por conta deles.

Percy não sabia se olhava para o rosto dela, para os seios dela, para o corpo dela... Ou levava em consideração o fato dela estar sentada encima dele.

— S-serio?...

Ela assentiu. — Mas sabe... Anos depois eu descobri uma utilidade para eles. — A menina sorriu maliciosamente.

Percy sentiu seus pulmões pararem de funcionar. Como se respirava mesmo?

— Aé?... E qual é?

A menina aumentou ainda mais o sorriso, agachou-se com seu rosto próximo á ereção dele segurou seus seios em ambas as mãos e os pressionou contra o menino.

Percy soltou um gemido fechando os olhos com força.

— Anna- Annabeth...

Ela sorriu enquanto continuava com os movimentos.

— O que foi Percy?

O menino levou suas mãos aos cabelos enquanto murmurava coisas sem sentido. Os seios dela eram tão macios e ele podia sentir seus batimentos contra sua ereção.

— Isso é bom não é? — Annabeth observou o rosto do menino retorcido de prazer. — Eles servem bem pra isso não? — Continuou os movimentos, pressionando-os ainda mais contra o menino.

Percy não conseguia respirar direito... Não conseguia raciocinar direito... Nem falar nada.

— Agora quem está submisso a quem? — Ela sussurrou.

Mas Percy não tinha dito aquilo em voz alta tinha?... Será que ela lia mesmo pensamentos?

Ele reuniu suas forças, suas mãos soltaram o lençol e seguraram Annabeth pelos ombros, jogando-a na cama e assumindo a liderança novamente.

— Você está... — Ele sussurrou de volta, aproximando sua ereção da entrada dela.

O corpo da loira ficou todo tenso novamente. Suas mãos apertaram os ombros dele com força. Percy foi entrando vagarosamente sentindo as unhas dela descerem arranhando suas costas.

Annabeth jogou a cabeça contra os travesseiros sua respiração ficou pesada novamente, e seus olhos se fecharam enquanto suas unhas riscavam toda as costa do menino.

Ele queria muito tortura-la, queria ouvi-la pedir para aquilo, mas seu alto controle não funcionava com Annabeth, não conseguiu aguentar por muito tempo, logo foi aumentando a força e a velocidade das estocadas. E o quadril da menina remexia-se contra ele em resposta.

Percy inclinou seu corpo contra o dela aproximando sua boca dos seios da menina novamente, enquanto apoiava-se na outra mão. Os gemidos dos dois iam ficando cada vez mais altos, a respiração cada vez mais pesada, os sentidos cada vez mais confusos. O corpo da menina começou a tremer novamente. Suas mãos soltaram os ombros de Percy e voltaram a apertar os lençóis da cama.

— E-eu...

— É eu também... — O menino concordou, estocando com ainda mais velocidade.

O corpo de Annabeth tremeu por completo suas mãos prenderam-se as cortinas que havia na cama fazendo-as se soltaram. E com um ultimo gemido rouco os dois anunciaram que haviam chegado a seu limite.

O corpo de Percy ficou completamente mole, e ele despencou caindo do lado da menina. Os dois ficaram calados por alguns segundos só ouvia ambas as respirações aceleradas.

— Isso foi melhor... Do que eu imaginava.

Percy sorriu enquanto passava a língua pelos lábios, sua garganta estava seca, e seu corpo completamente esgotado.

— Concordo plenamente...

Os dois se encararam, e de repente começaram a sorrir. Toda aquela vergonha havia passado Percabeth não seria o casal fofo e inocente... Não mais.

Notas finais
( ͡° ͜ʖ ͡°) ( ͡° ͜ʖ ͡°) ( ͡° ͜ʖ ͡°) ( ͡° ͜ʖ ͡°)Esse gif ( ͡° ͜ʖ ͡°) ( ͡° ͜ʖ ͡°) ( ͡° ͜ʖ ͡°) HEUEHUEHE, Percabeth safadejnhos!! ( ͡° ͜ʖ ͡°) Aquele momento em que seu maior capitulo é um Hentai HEUHEUEH Perverção ( ͡° ͜ʖ ͡°) Bom gente é isso espero que tenham gostado do capitulo.. E me falem ai sobre a segunda temporada e tal. Desculpem-me pelos erros e não se esqueçam de comentar em?! LALALALA Fico por aqui LAALALA BYE ATÉ O PROXIMO O/