Notas iniciais
Meus leitores lindos, maravilhosos, totosos do meu coração! Chegamos a centésima review *--------------*
Muito, muito obrigada mesmo! Vocês são demais! Amo vocês!

Aquele era um beijo sangrento. Beyond tinha acabado de morder o pescoço do albino, a ponto de sangrar, só para roubar seus lábios violentamente depois. Já tinha rasgado as roupas brancas que outro vestia as tornando tão vermelho quanto o líquido rubro que escorria pelo queixo do outro.

— Por favor... P-Para... – a voz de Near saiu fraca o outro apenas sorriu cinicamente.

— Mas agora é a melhor parte! – abriu as pernas do outro, que com grande dificuldade as fechou – Ah, você tem razão! Precisa de preparação, não é?

Retirou sem piedade o facão que segurava as mão do menor, escutando quase emocionado o grito de River com um prazer inexplicável. O cabo da faca estava molhado com o sangue do albino, e o moreno o virou para cima.

— Não! – gritou Near ao perceber as intenções do outro – Seu monstro!

— Monstro? – perguntou o de olhos avermelhados de uma maneira quase infantil – Não, não! Você está errado. Você me prometeu diversão, e agora vamos nos divertir, só isso. E você quem machucou quem ama, então acho que você é o monstro aqui. – Nate mal teve tempo de ficar surpreso com a profundidade das palavras, pois sentiu que o outro abria suas pernas, usando da violência para mantê-las abertas, e algo duro demais sendo forçado contra sua entrada.

— AHHHHHHHHHHHH! – começou a chorar desconsoladamente, e a se debater.

E Beyond? Ele ria feito o maníaco que era, e movia o cabo da faca em movimentos de vai e vem dentro do outro, sem importar que seus dedos estivessem sendo cortados no processo. Estava adorando os gemidos do outro, e ficando excitado, já podia sentir sua própria ereção. Com uma mão, continuou o que estava fazendo, e com a outra liberou o próprio membro, começando a se masturbar. Porém sua própria mão logo não foi o bastante, jogou a faca no banco de trás, e entrou no outro com lentidão.

- Ahhhhhhh!

Não esperou para começar a se mover, bem devagar, como se esperasse que o outro fosse sentir prazer, começou a lamber cada machucado do mais novo, e sua língua parou no mamilo esquerdo dele, começou a chupar o broto rosado com delicadeza, enquanto sua mão ia em direção ao sexo do mesmo.

— Ahh... – o primeiro gemido de prazer saiu dos lábios finos de Near, ao sentir o prazer provocado pelo outro em sua intimidade.

— Hn... Você é bem masoquista, não? – começou a aumentar a velocidade.

E isso tudo era incompreensível. Como Nate River podia sentir prazer estando tão ferido? Seria pela repentina delicadeza do outro? Ou ele tinha enlouquecido? O mais provável, já que a loucura é uma doença contagiosa, como se manter sã nesse mundo de loucos?

A velocidade aumentava, os dois corpos conectados pareciam um só, se moviam em igualdade.

- Eu vou...! – o passivo gozou perdendo a consciência logo a seguir e o maior demorou um pouco mais antes de despejar sua semente no interior do mais novo, e depois disso enquanto se arrumava um pouco, começou a rir alto enquanto dirigia para longe dali. Agora tinha um coelho, como em Alice in Wonderland. Ah, como sua vida era mágica...

* * *

Matt’s POV

Eu estava praticamente correndo pelos corredores do hospital junto a Lawliet. Não conseguia acreditar nos meu próprio ouvidos quando o Sr.Yagami ligou para casa avisando que Raito, Mikami e... Mello estavam internados depois de algum incidente com fogo.

— Como eles estão?! O que aconteceu?! – perguntamos juntos eu e L.

— Se acalmem. As enfermeiras estão cuidando das queimaduras deles, então não podem entrar vê-los no momento. Vou explicar o que aconteceu, sentem-se.

— Eu prefiro ficar de pé – falou L.

— Eu também.

Soichiro suspirou e começou.

— Não sei nem como nem porque, mas Raito e Mikami foram parar dentro de um velho galpão abandonado, e ao que parece, estavam impossibilitados de sair quando algo ou alguém começou um incêndio e fugiu. Mas, de novo, não faço idéia do porque, Mihael estava lá bem a tempo de tirá-los dali. Mikami e meu filho saíram praticamente ilesos, mas Mihael... – meu coração se apertou – Ele teve queimaduras sérias no lado esquerdo do corpo, na parte do tronco e... Do rosto. – entrei em shock, eu precisava ver Mello, e precisava ver ele agora.

— Dr.Yagami – chamou Sayu – Já terminamos.

Mal falou e eu corri para dentro do quarto compartido, com um rápido olhar comprovei que Raito e Mikami estavam bem, com machucados apenas superficiais, pude então ir até Mello que estava desacordado numa cama mais afastada, parte de seu rosto estava enfaixado.

- Mello... – segurei sua mão e me deixei chorar. Como senti falta desse calor que só ele podia me proporcionar, e senti mais falta ainda de seu aperto firme e suave, como ele deu agora – M-Mello?

- Matt... Me desculpe, eu... – sua voz era fraca e suas palavras quase um código, provavelmente porque foi anestesiado.

- Não se importe com isso! Eu sei que você teve seus motivos, e eu te amo demais pra...

- Eu te amo – me interrompeu.

- Fiquei com tanto medo de te perder... – falei beijando as costas de sua mão, se soltá-la.

- A quanto tempo estamos de mãos dadas? – me perguntou.

- Como? – retruquei confuso.

- Apenas responda. – pediu tentado sorrir Já que não conseguia mover muito o rosto por causa da anestesia.

- Uns... Dez minutos?

- Então nossos corações batem iguais – sorri, lembrando da vez que ele me contou que se duas pessoas ficam de mãos dadas por cinco minutos, seus corações vão bater em igualdade.

- Sim – selei nossos lábios por um momento – Te amo.

- Eu também te amo... – fechou seus olhos. Provavelmente só acordou para dizer que estava bem, sorri e me deitei junto a ele, de maneira que não encostasse em suas queimaduras. Sonhei com nossa infância, e creio que Mello teve o mesmo sonho, pois murmrou “então vou ficar doente junto a você, Matty” entre sonhos.

Extra ~> Quando Matt ficou de cama...

A primeira vez que Mail pegou um resfriado muito forte, foi aos nove anos, ficou de cama por uma semana, e Annie cuidava dele maior parte do tempo, até que precisou dar uma saído por mantimentos, e deixou Mello junto ao ruivo, senão não sairia em paz.

O loiro por sua vez fazia de tudo para ajudar o doente, dando os remédios e comida, o cobrindo e etc. Matt estava preocupado já que o outro não se importava de chegar perto de si toda hora. Agora mesmo estava com a testa encostada à sua medindo a temperatura.

— Mel! Você não deve se aproximar muito de alguém doente. – se afastou um pouco.

— Não posso fazer nada, estou cuidando de você – voltou a colar suas testas, e o outro o empurrou levemente.

— Então não cuide!

- Eu vou cuidar sim!

- Não vai!

- Vou!

- Não vai!

- Vou!

- Mas você vai ficar doente como eu!

- Então vamos ficar doentes juntos, Matty! – dito isso beijou o outro de língua rapidamente, como se quisesse mesmo ficar doente.

— Mello! – o gamer corou e não disse mais nada, deixando que cuidasse de si.

No dia seguinte Mihael ficou de cama junto a Matt.

Notas finais
Então, o que acharam? *-* Essa fic ja esta ficando cansativa? Querem que acabe logo? Reviews?
Chu♥ Obrigado por lerem!