Beautiful Lie
15 Casa
Notas iniciais
Prometo fazer o próximo mais longo, e por um extra da infância do Mello e do Matt no final! +u+
Espero que gostem!
Dois meses se passaram desde que Mello fora internado, sessenta dias de co,pleta preocupação em que minha rotina era da escola para o hospital, e de casa para o hospital, e hoje finalmente ele seria liberado para ir para nosso “lar”. Os pais dele, que tinham ficado bem mais unidos depois do incidente, foram contra ele ficar em casa, mas os convencemos quando falamos que eles podiam vir a qualquer momento. E agora, nos encontrávamos deitados na cama assistindo um filme qualquer, o loiro fazia carinho na minha mão, com o mão boa.
– Matt – me chamou.
– Sim? – perguntei.
– Eu quero fazer amor com você.
Corei, e muito. O que era bem incrível, afinal eu já devia ter e acostumado com essas palavras que ele não deixava de dizer esses dias. Não podíamos fazer sexo por causa das queimaduras dele, e isso parecia o estar deixando louco. Não que eu gostasse da situação, sentia muita falta de me encaixar perfeitamente a seu corpo como se fossemos uma mesma alma se juntando.
– Mel, você sabe que não podemos... Tenho medo de te machucar...
Ele me olhou com cara de cão sem dono. Suspirei.
– Bom pelo menos eu posso... – senti meu rosto esquentar, e a malicia atravessou o seu olhar.
– Hey, Matty... – com o indicador, fez sinal para que eu me aproximasse. O fiz, e ele sussurrou algo em meu ouvido.
Meu rosto vai entrar em combustão de tão quente!
Eu estava muito envergonhado mas não podia negar isso a ele. Ou melhor, eu não conseguia.
Me sentei sobre suas pernas, que não tinham machucados, e comecei a tirar lentamente a camiseta, que vestia, fazendo o mesmo com o resto das peças que vestia, até ficar só de box, tremendo um pouco por causa do olhar penetrante do meu namorado, o tirei, ficando totalmente nu. Ele sorriu me incentivando a continuar.
Levei três dedos à boca de Mello, e ele começou a chupá-los de forma sensual, os mordiscando vez ou outra, quando estavam bem molhados ele parou e eu os lambi de maneira que eu realmente esperava que fosse sexy antes me inclinar levemente para trás deixando uma melhor visão de minha entrada e me auto-penetrar com o primeiro dedo lubrificado.
Fazer isso era realmente estranho, no começo eu não senti nenhum prazer, só dor, mas ao ver a ereção do chocólatra me senti estimulado, além de que ele começou a masturbar o meu membro com velocidade e maestria, não demorou muito e eu gozei.
Dei um beijo molhado em Mello, que acabou se tornando selvagem, até que escutei uma queixinha de dor, e parei de beijá-lo. Com muito cuidado tirei sua calça e comecei a masturbá-lo apenas com as mãos, ao pra poder ver por mais tempo sua expressão de prazer.
– Hm, Matty... – gemeu meu nome, e não agüentei a tentação e engoli de uma vez só seu sexo, distribuindo lambida pela extensão de sua intimidade, até que ele finalmente chegou ao clímax. Cai exausto a seu lado.
– Te amo... – murmurei antes de adormecer, em reposta ele acariciou meus cabelos.
* * *
No dia seguinte todos vieram nos visitar, Annie, Sr.Yagami, Raito e L. E então, empolgada Anne contou que ela e seu futuro marido iam se casar finalmente. Fiquei muito feliz pelos dois. A festa seria daqui um mês, numa casa de campo. O sonho da minha quase mãe finalmente se realizaria. E foi no meio dessa felicidade toda, enquanto eu servia o chá para todos, que o telefone tocou.
– Pode terminar de servir, Anne? Ah, e pegar a torta na geladeira? – perguntei.
– Claro querido – falou gentilmente e eu fui atender o telefone.
– Sim? – perguntei para o outro lado da linha.
– Eu gostaria de falar com o Sr.Jeevas, ele está? – uma voz feminina respondeu queria falar com meu pai, geralmente eu desligava nesse tipo de situação, mas por algum motivo eu senti que era algo realmente importante, que eu precisava saber sobre o que quer que fosse.
– Está falando com ele.
– Me desculpe, mas sei que não é ele, aquele imbecil nem mesmo teria atendido o telefone – o tom que usou foi hostil - Podia ser que você... Mail?! É você? – a mulher pareceu se emocionar, abandonando qualquer sentimento negativo. Estranhei a atitude.
– Sim, sou eu mesmo.
– Eu... – a voz agora era chorosa – Meu bebê... Eu... Nos veremos em breve!
E desligou o telefone. Fiquei bastante confuso com o que houve, mas decidi ignorar. Aquilo cheirava a problemas, e eu definitivamente não precisava de mais nenhum depois de tudo pelo que passei esses últimos meses.
Então, mesmo que sabendo lá no fundo que esse assunto me atingiria mais tarde, resolvi voltar para onde todos estavam, entrando novamente no meu mundinho perfeito.
* * *
O destino certamente é misterioso. A pessoa que você odeia hoje, pode ser especial para você amanhã, assim com quem diz te amar muito no presente, futuramente pode te trair. Milhões e milhões de coisas do nosso cotidiano, que parecem meras conhecidências, na verdade são obras do destino, mas claro, somente para quem crê nele. O que logo aconteceria com Mail Jeevas também seria causado por essa força desconhecida e incontrolável?
Notas finais
Chu♥♥♥
Ps: Somente por curiosidade, o que vocês acham sobre MPreg?
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