Notas iniciais
Oiie gnt,só passei para avisar que terá apenas mais 2 capítulos... esse é um capitulo programado, então não vou responder aos comentários de imediato, apenas quando eu voltar da fazenda... que será segunda! mas comentem gntt, vou ficar muito feliz em chegar da fazenda e responder vocês!

POV POSEIDON

Meu filho tinha ido embora, e eu estava na casa dos meninos ainda. Eu estava meio deprimido, mas consegui convencer Nico e Grover a me deixar ir morar sozinho. Comprei um apartamento no mesmo condomínio que meus irmãos e primos.

Por alguma razão todos meio que moravam perto um do outro. Estava arrumando minhas coisas quando a campainha tocou, me surpreendi em ver Athena na porta, ela tinha um bolo nas mãos.

– Olá, Peixinho – falou sorrindo, ela disse o meu apelido de quando era adolescente

– Oi, Corujinha – disse sorrindo – Quer entrar?

– Trouce um bolo – ela disse entrando – Soube que o Percy foi viajar o mundo trabalhando.

– Sim – falei, peguei dois pratos e talheres – Mas isso custou a felicidade do meu filho.

– Como assim? – perguntou sentando em um banquinho e cortando o bolo

– Annabeth não lhe disse? – perguntei – Ela terminou com ele para que meu filho aceitasse a proposta.

– Annabeth fez isso? – perguntou – Eu não falo muito com ela... mas mesmo assim me desculpo pelo comportamento dela.

– Não – falei e balancei a cabeça – Você não entendeu. Annabeth é uma ótima garota, sempre colocando os outros em primeiro plano. Ela fez isso porque agora é o auge da carreira do Percy. E se ele nunca mais conseguisse outra proposta igual?

Athena apenas continuou comendo sem me olhar nos olhos.

– Eu ia fazer o mesmo – resmungou baixo

– Eu sei – sorri de lado – Apesar de tudo, você não é uma pessoa ruim.

Ela revirou os olhos.

– Alguém tá te pagando pra vim aqui? – perguntei do nada

– O que? – pergunta engasgando – Poseidon! Claro que não!

Fiquei vermelho.

– Eu queria apenas ser sua amiga, mas vi que não dá – levantou e pegou sua bolça em cima da mesa

Foi engraçado que pareceu a mesma cena de quando terminamos nosso namoro. Ela furiosa comigo, indo embora enquanto eu continuava parado, digerindo o que tinha acontecido. Levantei e lhe puxei pelo braço, a fazendo dar uma volta brusca. Só que seu salto quebrou e ela caiu... em cima de mim.

Seus olhos estavam grudados nos meus, suas mãos no meu peitoral, já as minhas estavam na sua cintura. Como estávamos no chão, ela se levantou primeiro. E estendeu uma mão para mim.

– Você está bem? – perguntou

– Estou – respondi aceitando sua ajuda, mas eu tinha ficado um pouco tonto e quase cai

Athena me apoiou em seus ombros e me ajudou chegar ao sofá. Ela tinha um olhar preocupado.

– Vou te levar para o hospital – anunciou

– Eu estou bem – resmunguei

– Você tinha um enfermeiro – ela lembrou

– Demiti ele – anunciei

– Peixinho! – me repreendeu

– O cara não me deixava em paz – esclareci

Ela ajeitou umas almofadas, foi na cozinha e me trouce água.

– Você é muito idiota, Peixinho – disse

– Eu já estou bem – levantei, não estava mais tonto

– Mesmo assim, tem certeza que não é melhor ir ao hospital? – perguntou

– Passei muito tempo lá – respondi – De hospital quero distancia, Corujinha.

Ela sorriu, pegou sua bolça. Seu salto quebrado estava perto da porta. Ela foi até lá e pegou o salto, acenou para mim. Quando ela colocou a mão na maçaneta, simplesmente a puxei novamente, e lhe beijei. Ela retribuiu depois de um tempo.

Passei os beijos pelo seu pescoço e vi ela gemer baixinho. Ela me empurrou devagar no sofá e sentando no meu colo, e beijando meu pescoço. Tirei sua blusa social de dentro da saia e logo depois a joguei em algum lugar da casa. Athena também tirou minha blusa e tirou sua própria saia.

A virei para mim, ficando por cima, tirei minha calça, junto com a cueca. Athena me olhou sorrindo.

– Continua dotado, né Peixinho? – perguntou

Ri um pouco, a puxei para meu colo e tirei sua calcinha, e então a sentei no meu membro. E foi como voltar para casa depois de uma longa viagem, gemi seu nome no seu pescoço.

Depois de algum tempo, ela gozou, mas continuei estocando até gozar. Ela respirava pesadamente com o rosto na curva do meu pescoço. A abracei aproveitando a sensação.

– Eu ainda gosto de você – falou e me espantei com a declaração, como alguém podia gostar de mim depois de tudo que fiz?

– Não sou homem o bastante para você Corujinha – respondi meio triste – E eu nunca te esqueci, apesar de tudo.

Ela levantou o rosto e me olhou.

– Você não era homem o bastante na adolescência – respondeu – Não prestava nada, 1 dólar valia mais...

– Que romântica você né? – a corto rindo, ela toca meu rosto com as mãos

– Mas você mudou – ela terminou

Lhe beijei.

– Então fica comigo – falei e ela sorriu

– Pedido de namoro? – perguntou sorrindo de lado

– Claro que não – falei – Já estamos velhos para isso... Estou lhe pedindo em casamento...

Ela engasgou com o ar.

– Casamento? – perguntou

– Sim – falei como se fosse obvio – Mas o casamento só será quando Percy voltar, quero meu filho presente...

– Isso é serio? – perguntou

Lhe olhei nos olhos.

– Sim! – falei – Você não quer casar comigo?

Ela me olhou sorrindo.

– Claro que eu quero – respondeu e me beijou – Meus deuses, nunca imaginei isso acontecendo!

Eu ri lhe beijando. Athena se vestiu e disse que iria falar com Annabeth, pois sabia como era a filha e com toda certeza estava muito triste com o termino do namoro.

– Amanhã iremos comprar a aliança – disse lhe beijando – Não foi um pedido planejado.

– Nada é planejado meu bem – ela disse me beijando e saiu

Ri um pouco só. Quem diria que esse encontro começou com um bolo. Pensei no que Percy diria ‘comida unindo pessoas’, com toda certeza. Fiquei o resto do dia sorrindo para as paredes.

Notas finais
Então? Não teve Percy e Annabeth, mas teve Poseidon e Athena