Beautiful Disaster
15 Capitulo 15
Notas iniciais
POV ANNABETH
Sai com mais duas bolças enormes e joguei em cima da caminhonete preta brilhante da Thalia. Já estávamos de saída para a Chácara, que deveria ser somente entre mim e Percy, para matar nossa saudade, mas a tosca da Thalia se intrometeu.
Olhei para ela junto a Nico que falava que não era necessário todas essas bolças. Olhei para o lado e lá estava Percy encostado na sua picape branca, ele estava com uma blusa azul e um short preto e chinelos. Sorri de lado e o beijei.
– Vamos? – perguntou
– Claro – respondi
Thalia iria com Nico, Grover e Juliana (que nem se olhavam) já que o carro de Percy estava completamente cheia de comida. Fiquei superalegre com a noticia. Sim, sou uma obesa disfarçada.
E assim todos encaram nos carros e começamos a ir em direção a chácara de Athena Chase. Descobri recentemente que minha mãe tem uma fazenda meio que abandonada aqui perto, somente não abandonada porque iam faxineiros uma vez por mês.
Entrei no carro e liguei a rádio. Coloquei na faixa estrangeira e tocava uma musica brasileira. Dois Sorrisos da banda Móveis Coloniais de Acaju, cantei junto, errando um pouco no português.
– Fala fluentemente? – perguntou o Percy
– Um pouco – falei sorrindo, ir no Brasil era umas das únicas coisas que eu gostava de fazer com minha mãe – As vezes dou uma escorregadinha, mas é a vida.
– Só sei falar, alemão, sueco, francês...
Olhei para ele com ironia.
– Oh, eu só sei falar alemão, sueco e francês – imitei sua voz – Seu metido! Faz mais o que? Toca arpa por acaso?
– Se quer saber eu s..
– Cala a boca Perseu!
–- Eu ia dizer que sempre quis aprender!
Comecei a rir.
– Você é meio encotida com o Brasil né? – perguntou depois de um tempo
– Lá é maravilhoso! Porque lá, você encontra tantas culturas diferentes em um só lugar, e são tão diferentes e se dão tão bem! A comida é diferente, é agitado, e diferente disso tudo! – falei
– Dizem que as mulheres lá são uma beleza – ele disse, o olhei com raiva
– Vai lá vai, Perseu – falei fazendo bico
– Pena, que eu já tenho a mulher mais linda, chata, brilhante, teimosa e gostosa de todas – ele disse
Me virei para a porta. Parecia uma criança, um sorriso insistia em aparecer no meu rosto, o que me irritava. Percy apertou minha bochecha e colocou a mão na minha coxa, subindo a mão e encostando os dedos em minha intimidade.
– Vai ficar com raiva de mim agora? – perguntou me olhando, me perdi nos seus olhos verdes – Fica com raiva depois, nesse fim de semana vamos ficar juntinhos!
Gemi, porque seus dedos brincavam comigo e eu já estava molhada. Tirei sua mão e ele riu sem vergonha.
– Cale a boca e preste atenção na estrada, Cabeça de algas – falei
Depois de um tempo de viagem, nós chegamos na tal chácara. Era uma casa de três andares branca, com um jardim, ao longe podia se ver uma pequena casa parecida com a casa do Hobit. Tinha uma piscina no canto e tinha um caminho que se não me engano levava a uma cachoeira.
Entramos na casa e cada um foi para um quarto. Quando fechei a porta do quarto que dividiria com Percy, meu lindo e gostoso namorado me beija de um jeito muito malicioso. Enrolei minhas pernas ao redor do seu corpo e ele me levou para a cama, limpa e arrumada.
– Que saudades de você Sabidinha – ele disse passando as mãos no meu corpo inteiro – Você está muito gostosa com essa saia sabia?
– E sem a saia? Como fico? – perguntei
– Melhor impossível – ele disse
Ele passou o corpo sobre o meu e me beija maliciosamente, devagar e sexymente(NA: Não existe essa palavra né? Tá, agora existe), então suas mãos se depositaram na minha cintura e foram devagar descendo e tirando minha saia.
– Eu quero brincar com seu corpo lindo, bebê – falou com a voz grossa no meu ouvido
– Adoro brincar – respondi ofegante
Eu já não tinha saia, e Percy agora havia tirado minha blusa, me deixando de roupas intimas. Então em um movimento brusco, dou um giro o deixando por baixo e montei no seu quadril rebolando.
– Mas eu quero brincar primeiro – eu disse no seu ouvido, ele deu um gemido alto, e já sentia sua ereção – Senão não tem graça.
Tirei sua camiseta e continuei em cima do seu corpo rebolando, então beijo seu queixo que já nascia barba e pinicava minha boca e fui descendo os beijos por toda sua barriga até chegar no cós do short, o qual eu fiz questão de tirar junto com a cueca.
Seu membro pulou para frente, quase batendo no meu rosto. Olhei com malicia para Percy que me olhava sedento, acompanhando todos meus movimentos com os olhos verdes.
Peguei seu pênis e o coloquei no boca, e me sastifazendo com o gemido de Percy. Seu membro era muito grande, e devo dizer que o maior desde que iniciei mina vida sexual ativa, e não cabia tudo dentro da mina boca, então com o que não restava eu fazia movimentos de vai e vem.
Senti seu membro latejar dentro da minha boca e então acelerei meus movimentos e chupando com mais força, vendo seu corpo ficar muito tenso e depois relaxar e minha boca se encher com seu gozo.
Engoli devagar e limpei a com os dedos o que tinha se espalhado nos meus lábios e depois coloquei os dedos na boca, sentindo seu gosto. Tirei minha calcinha e o sutiã e sentei em cima do seu membro, rebolando devagar e beijando seu rosto.
– Você ainda me mata de prazer Sabidinha – falou, sua voz grossa
– Tenho que alimentar bem o gato, para ir procurar comida fora – respondi e mordi sua orelha
Seu pênis já estava em ponto de bala, mas ele não fez nada. Me deitou de barriga para cima e pernas abertas e me analisando. Então seu dedos se introduziram em mim. Arquei as costas com a surpresa.
– Acho que nunca vou cansar desse corpo – ele disse com a boca perto da minha vagina e soprando na mesma me causando arrepios – Você parece ser feita para mim.
– OoOh, Percy – arfei, eu queria dizer mais, mas com seus dedos brincando comigo não dava
Então senti sua língua quente dentro de mim, já sentia o orgasmo vindo. E então meus músculos relaxam e senti o liquido escorrer de mim, e a língua do meu lindo e gostoso namorado continuar brincar comigo.
Ele subiu novamente e beijou meus seios, indo para o direito e chupando com força e mordendo de leve. Quando o direito estava vermelho e sensível ele foi para o esquerdo, fazendo o mesmo serviço.
– Linda – falou quando me beijou de verdade
– Gostoso – respondi lhe beijando e agarrando sua nuca e enrolando minhas pernas na seu quadril e tocando nossas intimidade
– Safada – falou colocando a cabeça dentro de mim
– Eu sei que gosta – falei rebolando no seu pênis
Então ele começou a finalmente a se mexer direito. Aquilo me levava aos céus. Estávamos conectados, erámos apenas um neste momento, não tinha começo nem fim, erámos o que erámos.
Não tinha segredos entre nós agora. Percy apertou minha mão e apertou a levando para cima da minha cabeça. Já sentia o orgasmo vim novamente, e Percy acelerou os movimentos, então sem mais nem menos, ele gozou e dois segundos depois também chego ao meu ápice.
Percy me abraça apertado.
– Eu te amo Percy – falei, lhe abraçando
Ele apertou mais ainda o abraço.
– Eu também te amo, Sabidinha, e você nem sabe o quanto – falou
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