Notas iniciais
OI OI GENTÊÊ! Bem, eu já tinha falado que só faria hentai do Percy e Annabeth, mas se quiserem que eu mude isso só me avisem. Aí tem uma música que uma leitora pediu, bem, ela saiu das sombras só pra isso... brincadeira, mas CADÊ VOCÊ BABY, QUE NUNCA MAIS APARECEU? Tá mas eu disse para ela que não conhecia a banda, mas tenho certeza que já ouvi em algum lugar e eu gostei dessa musica ai que coloquei, além de outra que eu amo demais! bom boa leitura minhas lindas leitoras da Cris

POV GROVER

Eu estava no quarto do meio, entre o do Nico e o Percy, ou seja de um lado eu escuto a cama bater na parede, do outro gemidos altos. Então fiquei cansado de tudo aquilo e sai do quarto.

Estava muito calor e no caminho para fora da casa tirei minha camisa. Do lado da casa tinha uma piscina e um canteiro de flores. Fui até o canteiro, onde tinha algumas mudas para serem enterradas. Me lembrei de quando era criança e que meu passa tempo era ajudar nas plantações de um projeto do meio-ambiente.

Sentei no chão e peguei areia adubada e amacei nas mãos sentindo aquele cheiro maravilhoso. E depois que terminei de brincar com a areia, cavei um buraco com todo o cuidado.

– Oi, bebê flor? – peguei uma mudinha que já tinha uma flor azul – Você quer ficar mais bonita? – coloquei a muda perto do rosto como se pudesse ouvi-la, e me toquei como aquilo poderia ser considerado estranho – Claro né? Bem, vou te enterrar e você vai ficar mais bonita ainda.

Tirei o plástico e a enterrei com cuidado. Senti um olhar sobre mim, mas continuei com todos os cuidados com as mudinhas. Todas já cresciam uma florzinha e eram todas bonitinhas e delicadas. Pensei em como Juliana iria gostar disso.

– Não vou deixar nenhum bixinho intrometido comer vocês, minhas bebês – falei e sorri – Sou mais solitário do que imaginava – sussurrei – Estou falando com flores.

Levantei e limpei as mãos no short. Como estava calor mesmo, tirei o resto da roupa, ficando de sunga e fui para debaixo do chuveiro e então pulei na piscina. Quando emergi vi uma figura loira, de short branco e uma blusa azul olhando as flores.

– Gostou? – gritei, era a primeira vez que dirigia uma palavra para Juliana desde que terminamos o que não tinha começado

– Sim – ela disse, mas seus olhos fugiam de mim – Ficaram legais.

Ela sentou na beira da piscina, apenas com as pernas dentro da água. Não resisti e puxei suas longas pernas, a fazendo entrar dentro d´água. Ela dá um grito e joga água na minha cara, mas estava rindo alto.

– Tá gelado – falou

– Melhor do que nunca né? – falei rindo

– Você me paga – falou mas agora nadava

– Pode dizer o valor – respondi

Eu estava nadando de um lado da piscina e ela do outro.

– E como vão as coisas? – perguntou mudando de assunto

– Estão bem, eu acho – eu estava mentindo, e era culpa dela

– Porque ‘eu acho’? – perguntou

– Não sei, você só faz pergunta difíceis – resmunguei e ela riu – E como vão as coisas com Brady?

– Não vão – ela respondeu – O cara não merece o olho claro que tem.

– Sério? Queria não dizer que te avisei, mas te avisei – respondi com raiva – O que o babaca fez?

– Ah, nada de mais, ele só ficou com outra garota...

Sai da piscina com raiva.

– Que idiota – falei – Vou da uma lição nele.

– Porque se importa?

– Porque eu me importo com você – falei me virando e lhe encarando – Vai dizer que nunca notou?

Então ela fez a coisa mais improvável que já imaginei que fizesse. Ela saiu da piscina e me beijou. Não foi um beijo selvagem nem urgente, apenas um beijo calmo que matava a saudade. Agarrei sua cintura e ela colocou os braços ao redor do meu pescoço.

– Eu não ligo mais para ele. Porque você tem que ligar?

– Porque...

– Esquece isso – falou e saiu para dentro de casa

Fiquei sem entender e também fui trocar de roupa.

***

– Que tal brincarmos de Kaurakê? – perguntou Annabeth, estávamos na cozinha fazendo pizza

– Eu ia gostar – falou o Percy – Aquele joguinho de dançar também seria legal.

– Isso – falei – sim seria legal!

Eu fui conectar tudo e o primeiro que foi cantar foi Nico, que cantou a musica Photograph de Nickelback. Ele cantou toda a música e quando terminou, nós três nos olhamos e gritamos.

– CHARLE CHARLE, PULA LOGO ISSO QUE A SILENA VAI TE BATER! – gritamos juntos e as meninas ficaram sem entender

– O que? – perguntou Thalia

– Fizemos essa música de homenagem a dois amigos que morreram, eles eram namorados e um dia o Charles estava tão bêbado, e a Silena ia brigar com ele, então ajudamos ele a pular o muro para dormir na minha casa – Falou Nico – Foi engraçado porque ele mau conseguia andar, e por incrível que pareça, nós três falamos essa frase na mesma hora. Fizemos nosso grito de guerra desde então.

– Uau – falou Annabeth

– Eu canto a próxima – falei para quebrar o gelo

Coloquei para rodar no R U MINE de Arctic Monkeys. Eu comecei a cantar e Thalia começou a dançar com Nico, aconteceu o mesmo com Percy e Annabeth. E de vez meus olhos corriam para Juliana que mexia o corpo no ritmo da musica.

"She's a silver lining, lone ranger riding

Through an open space

In my mind when she's not right there beside me

I go crazy, cause here isn't where I wanna be

And satisfaction feels like a distant memory

And I can't help myself

All I wanna hear her say is "Are you mine?"

Well, are you mine?

Are you mine tomorrow?

Are you mine? Or just mine tonight?

Are you mine?

Are you mine tomorrow?

Or just mine tonight?

Ela é um raio de esperança, cavaleiro solitário cavalgando

Em um espaço aberto

Na minha mente quando ela não está ali ao meu lado

Eu fico louco, pois aqui não é onde eu quero estar

E a satisfação se parece com uma memória distante

E eu não posso me ajudar

Tudo que eu quero ouvi-la dizer é: "Você é meu?"

Bem, você é minha?

Você é minha amanhã?

Você é minha? Ou só é minha esta noite?

Você é minha?

Você é minha amanhã?

Ou só é minha esta noite?"

E assim foi, todos cantando e depois a gente foi para o joguinho da dança. Quando deu 3 da manhã, Percy e Annabeth foram “dormir” e Thalia e Nico também. Subi as escadas depois de um tempo e parei em frente a minha porta, porém outra porta, de frente para minha se abre.

– Você é meu? – perguntou, virei meu olhar devagar, Juliana estava com os cabelos meio desajeitados e de pijama, e nesse momento eu soube que mesmo não querendo, eu sempre fui dela

– Você sabe que sim – falei me aproximando – Mas você é minha?

– Você sabe...

Não deixei terminar, a puxei para mim a beijando. E assim, ela me puxa para dentro do quarto.

Notas finais
E então? FALEM COMIGO SENÃO FICO DEPRIMIDA E NÃO VOU CONSEGUIR ESCREVER AI SE EU NÃO CONSEGUIR ESCREVER VOCÊS FICAM SEM O QUE LER E EU FICO MAIS DEPRIMIDA AINDA AI ACABA. Eu sei que sou dramática, massssssss, é a vida. Bjjjs Babys