Beautiful Disaster
11 Capitulo 11
Notas iniciais
POV ANNABETH
Acordei e me vesti com uma blusa qualquer e um shortinho de pijama e desci as escadas em direção a cozinha, de onde saia um cheiro muito bom. Minha barriga ficou feliz com o cheiro. Muito feliz. Então me dou de cara com um homem de frente para o fogão.
Ele era forte, mas não tipo maromba, tipo gostoso. Percy estava só de calça moletom, e avental. Mordi o lábio aproveitando minha visão. Seu corpo era perfeito, com um bronzeado lindo, seus braços fortes, através do avental transparente podia ver os “gominhos” do seu abdômen e o “caminho da felicidade”.
Seu rosto era mais bonito ainda, fino e com feições meio fortes e delicadas. O cabelo negro parecia nunca ser domado e nem nunca ser, já que era aquela bagunça charmosa e seus lábios, perfeitamente esculpidos. Então seus olhos, um verde musgo que nunca vi na vida.
– Porque está me encarando Sabidinha? – perguntou me tirando do transe
– Analisando meu gostoso namorado – respondi sorrindo
– Já me chamaram muito disso – falou se gabando
– De namorado? – perguntei surpresa, ele não era do tipo namorar
– De gostoso – respondeu sorrindo de lado e piscou um olho enquanto eu revirava os meus
– Idiota – falei me aproximando dele e lhe beijando
– Admite que gosta de mim vai – ele diz convencido
– Dá pro gasto na hora H – falei sorrindo e sentando na mesa
– Você nunca me ofendeu tanto – ele disse magoado – Sou um Deus do sexo!
Ri deliciosamente disso. Principalmente porque era verdade. Mas isso não queria dizer que eu ia admitir um dia.
– Dá pro gasto – falei balançando minhas pernas no ar como uma criança
– E porque geme tanto hein? – ele disse se aproximando de mim e se abrigando nas minhas pernas – Como é que você fala? “Oh Perseu, isso aí, bem assim” – ele fez uma péssima imitação da minha voz
– Que imitação ruim mano – falei sorrindo marota
– Além de gostoso sou um ótimo imitador – respondeu me beijando
Os beijos já estavam ficando quentes quando a tia Afrodite entrou na cozinha e ficou petrificada na entrada nos encarando.
– O que vocês pensam que estão fazendo na minha cozinha? – perguntou
– Nada, tia – respondi, o Percy se afastou tão rápido de mim que quase cai da mesa
– Não era o que parecia – ela disse
– Desculpe, Senhorita Afrodite, nós estávamos apenas nos beijando. Não faríamos nada aqui – Percy falou rápido, quase tropeçando nas suas palavras
– Quero respeito nessa casa, ouviram? – ela me olhou depois para Percy, que estava muito vermelho – Aqui não é puteiro para treparem em cima da mesa, querem transar? Vão para um quarto e sem barulho!
Por mais que eu saiba que a tia Afrodite esteja magoada por nós quase transarmos em cima da mesa do café, podia ver um leve divertimento no seus olhos e ri internamente.
– Vou sair com a Juliana – ela disse e no mesmo momento Juliana desce as escadas pronta – E Thalia está dormindo. Juízo pelo amor de Deus, não quero criança correndo por aqui. Ainda não.
E assim elas saíram. E assim Percy e eu terminamos nosso café, que eram panquecas recheadas, porém meu namorado mantinha distancia de mim. Coloquei um filme para rodar e sentei do lado do Percy. Notei que ele não me abraçou.
– Qual o problema Perseu? – gritei praticamente
– Vai que sua tia entra ai do nada – ele disse medroso – Ou pior! Imagina se ela colocou câmeras para nos vigiar!
– Não viaja Percy – falei rindo da sua bobagem, as vezes ele parecia uma criança
– Tem certeza? – perguntou olhando para o canto
– Sim – falei lhe beijando, e passando meu corpo por cima do seu
Pequeno detalhe, ele ainda estava apenas de calça moletom. Passei minhas mãos pelo seu abdômen, enquanto suas mãos estavam uma em minha bunda e a outra na coxa. Puxei seus cabelos sem dó.
– Vamos pro quarto – Percy disse me carregando no colo – Não quero correr o risco da sua tia aparecer!
Então ele abre a porta com um chute, a fechando com outro. Ele me deixou na cama e se voltou para trancar a porta, e quando voltou para mim, seus olhos estavam selvagens, com luxuria, e desejo e vi paixão. E me entreguei aquele olhar.
Eu nunca tive muita paciência, então me despi rapidamente. Mas o Perseu, parecia guardar toda a calma do mundo, tanto que nem tirou o seu resto de roupa. Se deitou sobre mim e seus dedos brincaram comigo.
– Quem é o Deus do Sexo? – perguntou introduzindo dedos e tirando do meu interior
– É.. humm.. É.... – eu queria falar, mas estava direito até respirar quando ele brincava com meu corpo assim
– Me diz – ele fala sorrindo – Quero nomes!
– Voc-você – falei com dificuldade me deliciando com os movimentos dos seus dedos
– Como? – perguntou sorrindo de orelha a orelha
– Me fode agora ou vou fazer greve – respondi
Então Percy ri calmamente e tira sua própria roupa, colocando uma nova camisinha. Olhei para ele sedenta, precisava do seu toque, do seu beijo, precisava senti-lo dentro de mim. Mas ele parecia querer brincar comigo. Isso não é certo.
Ele se deitou sobre mim e segurou minha perna direita quase encostando no meu próprio peito. Ele introduziu a cabeça do seu pênis, mas então o tirou. E repetiu isso mil vezes até me deixar totalmente louca, realmente agora ele queria brincar.
– Quem é o deus do sexo? – perguntou mais uma vez
– Voce Percy, porra! É você! – gritei – Me fode direto!
E então ele entrou com tudo, estocando com força e me levando ao delírio. Principalmente porque ele era enorme e acho que nunca vou acostumar com seu tamanho. Senti-lo por dentro era outra coisa, estávamos ligados nesse momento. Era algo mais do que satisfazer “os prazeres da carne”. Era algo profundo. Tinha sentimento além de tesão. E nessa hora que vi que não estávamos fazendo sexo, estávamos fazendo amor.
Ele começou a ir com mais força e rapidez, e logo senti meu clímax chegando. Gozei melando todo seu membro e depois de umas duas ou três estocadas ele também gozou. Então seu corpo caiu sobre o meu cansado. Ele me abraçou e me beijou.
Só que, bem, eu ainda não tinha me satisfeito. Deixei minha mão traçar um pequeno caminho até seu pênis e tirar a camisinha e joga-la em algum canto do quarto. Terminei o beijo e olhei nos seus olhos.
– Trouce quantas camisinhas? – perguntei
– Essa era a ultima Bebê – falou com os olhos fechados
– Sorte a minha que tomo pílula né – falei massageando seu membro e sentindo ele ficar novamente duro
– Você ainda vai me matar – ele diz
– Você não é o deus do sexo? – perguntei fazendo biquinho
– Sou – ele se levantou, seu membro totalmente desperto – E você é ninfomaníaca.
– Tenho que ser ninfomaníaca pra acompanhar o deus do sexo – falei lhe jogando na cama e pegando seu membro nas minhas mãos
Peguei seu membro novamente duro e coloco na boca, chupando com força a cabeça e logo depois lambendo toda a estenção do seu membro, novamente o engolindo e fazendo movimentos de vai e vem com a mão no que não coube.
Senti mais uma vez que iria gozar, então coloquei seu membro entre meus peitos e comecei a fazer movimentos de vai e vem. Percy geme bastante alto, tenho certeza que a Thalia ouviu, e então me mela inteira, os meus seios, quanto meu rosto.
– Tá vendo Sabidinha – falou – Te enchi de porra.
– Mas eu gosto – falei sorrindo
Então o Percy me deita e pega uma toalha, começando a me limpar do pescoço até meus seios, onde esqueceu qual era a real função e começou a brincar com eles. Percy me olhou sorrindo.
– Esse dia vai ser longo!
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