Notas iniciais
Oieeeeeeeeeee gente! Atualizando como prometido nesse fim de semana :) Espero conseguir atualizar TNBTY até domingo. Aproveitem xxxxx

Após conversaram com o diretor do colégio de Olivia, Quinn e Santana se sentiam aliviada por ver que o mesmo demonstrou que não toleraria qualquer tipo de bullying contra Olivia. Que se fosse necessário faria sim uma reunião de pais, já que Olivia não era a única no colégio a ser filhas de pais gays. Apesar de Santana ter se alterado uma vez ou outra irritada com Natalie, o diretor lhes garantiu que está disposto a mostrar que em seu colégio ninguém seria tratado diferente por nada.

A latina não confiou 100% no que ouvia, mas depois de Quinn ter lhe acalmado, Santana percebeu que precisaria dar uma chance ou caso contrário, ela mesma tomaria uma atitude.

Ao buscarem a pequena mais tarde, Quinn e Santana conheceram Daniele, mãe de Bella, e diferente de Natalie, ambas tiveram ótima impressão de Daniele e era nítido ver o quanto ela estava encantada em conhecer as mães de Olivia, e se ofereceu para levá-las ao parque no dia seguinte para brincarem juntas.

Infelizmente Natalie não deixou que Chloe se aproximasse de suas amiguinhas sequer para se despedir. Santana fez questão de encarar todas as mães que as olhavam torto demonstrando que não tinha medo algum de nenhuma delas, até porque, elas quem deveriam ter medo de Santana Lopez.

Os pais de Brooklyn também conheceram Quinn, Santana e Daniele. Os dois eram simpáticos fazendo Santana se lembrar dos pais de Rachel. Leroy e Hiram sempre foram ótimos com sua amiga e a latina podia ver o quão aquele casal a sua frente amava o filho que tinha da mesma forma em que ela e sua esposa amavam suas duas filhas.

Olivia voltou feliz para casa com suas mães, contando sem parar sobre o seu dia com Bella, Brooklyn e até mesmo Chloe no qual contou a elas que seu pai, Peter, lhe disse para que ela não se afastasse de Olivia, para surpresa de suas mães. Era ótimo para Santana e Quinn ver o quão feliz a pequena estava. Era ótimo ver Olivia daquela forma, sem choramingar vou se irritar pelos cantos por ter acontecido algo ruim no colégio.

Enquanto Olivia e Santana tomavam banho, Quinn estava na cozinha preparando um bolo a pedido de sua caçula, quando a porta da frente se abriu e Fabray ouvia duas garotas rindo sem parar.

– Mmmm... – Charlotte mordia o canto de seus lábios, pousando a mão na cintura de Beth, levando seus lábios para o pescoço da mesma.

– Charlotte! – Beth começava a rir sem parar sentindo cócegas com as mordidas provocantes de sua namorada. – Charlie! – A garota falava suavemente, passando seus braços em volta da nuca de Charlotte, e ao invés de empurrá-la, Beth pressionava o corpo da morena contra o seu.

Quinn podia ouvi-las da cozinha e sorria ao ver que sua outra filha também parecia estar feliz. Depois de tudo o que suas duas filhas passaram, ambas mereciam ser felizes e Quinn esperava que essa felicidade não acabasse.

– Ah! Charlotte. – Beth gritou com Charlie jogando seu corpo no sofá, caindo em cima de sua namorada, com suas pernas uma no meio da outra, começando a depositar beijos suaves sobre o pescoço de Beth.

– Mmmm, gatinha... – Charlie sussurrava e no mesmo instante, Beth se moveu embaixo de sua namorada, fazendo-a olhar em seus olhos. – O que? – Charlie perguntava ao ver a cara surpresa de Beth.

– Você acabou de me chamar de gatinha? ­– Beth perguntava arqueando sua sobrancelha, se segurando para não rir.

– Não gostou? – Charlie fazia um bico adorável.

– Não, não é isso. É que...

– É estranho? – A morena fazia uma careta e Beth depositava um selinho demorado em seus lábios, pousando sua mão sobre a bochecha da mesma.

– Mhm, é estranho. – Beth sussurrava, percebendo que Charlie começava a ficar sem graça. – Mas, é um estranho bom. Eu gostei. – A loira sorria suavemente e agora as duas iniciavam um beijo lento e apaixonado.

Quinn balançava a cabeça ao ver o quão apaixonadas sua filha e Charlotte estavam, mas no mesmo instante, percebeu o silêncio que estava na sala e resolveu mostrar que elas não estavam sozinhas.

Assim que Quinn entrou na sala, agradeceu mentalmente por ter sido ela e não Santana ao encontrar o que estava acontecendo no sofá. Beth estava por baixo de Charlotte, enquanto as duas se beijavam intensamente e a mão da garota prendia em seus dedos algumas mechas escuras do cabelo de sua namorada. Já Charlotte, deslizava sua mão pela lateral do corpo de Beth apertando a cintura da mesma e pelo momento em que estavam, era como se ambas estivessem sozinhas e Quinn arqueava sua sobrancelha ao encontrar pela primeira vez sua filha no amasso com a namorada.

– Elizabeth Fabray-Lopez! – Quinn batia palma tirando as duas adolescentes de sua bolha, fazendo ambas se assustarem e Charlie pular de cima de Beth quase caindo do sofá, tentando se equilibrar em pé.

– M-mãe? – Beth arregalava os olhos ajeitando seu cabelo levantando encontrando Quinn de sobrancelha arqueada.

– Tia Q. – Charlie sorria sem graça, também ajeitando seu cabelo.

– Vocês duas tem muita sorte de não ter sido Santana a encontrar vocês dessa forma. – Quinn falava calmamente se segurando para não rir da cara de assustadas e embaraçadas das duas adolescentes a sua frente. — Ela teria feito vocês duas se separarem em menos de um segundo.

– Desculpa, tia Q. – Charlotte olhava para seus pés e depois para Beth.

– Nós... Mmm... Nós vamos para o meu quarto. – Beth falava suavemente, segurando na mão de Charlie e passando por Quinn.

– Quero essa porta aberta, Elizabeth! – Quinn gritou sem tirar os olhos das duas que subiam correndo as escadas, soltando finalmente a risada que estava segurando.

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– Não acredito que tia Q nos pegou daquele jeito. – Charlotte começava a rir tirando seu sapato e se deitando na cama de Beth.

– Antes ela do que minha mami. – Beth amarrava seu cabelo em um rabo de cavalo, tirando também seu sapato, colocando seu celular ao lado de sua cama, se deitando ao lado de Charlie, passando seu braço em volta da cintura da mesma.

– Phew... Ia ser pior se fosse a tia San. – Charlie se virava deitando de frente para Beth lhe abraçando.

– Com certeza. – Beth ria, encaixando seu rosto no pescoço de Charlie e ambas ficaram em silêncio por alguns segundos.

– Mmm... Eu estava pensando. – Charlie falava suavemente. – Dia dos namorados está chegando e... Mmmm... E seria bom se pudéssemos passar uma noite juntas. – A morena falava suave podendo sentir o corpo de sua namorada tenso contra o dela, imaginando exatamente do porque. – Digo, não dessa forma, mas seria ótimo sairmos para fazer algo. Essas coisas clichês. – Charlie tentava acalmar a garota.

– Claro, seria ótimo. – Beth respirava fundo. Ela ainda não estava preparada para qualquer outro tipo de intimidade com sua namorada, mas sabia que a mesma esperava ansiosa para isso. – Seria ótimo sairmos para jantar. – A loira falava sem jeito, afastando seu rosto do pescoço de Charlotte para olhar em seus olhos.

– Mhm. – Charlie respondia depositando um beijo na testa de Beth.

Charlotte sempre demonstrou respeitar e esperar por Beth, sabendo que cada um tinha o seu tempo. A loira adorava o modo como sua namorada lhe tratava carinhosamente e sempre a respeitou quando começavam a se tocar demais. Beth podia sentir o quanto Charlie era apaixonada por ela e sabia que queria esse tipo de intimidade com sua namorada, mas precisava apenas estar pronta para isso. Talvez até o dia dos namorados ela esteja, certo? Afinal ela ama Charlotte com todo seu coração e sabia que nunca se arrependeria caso se entregasse para a morena.

Beth olhava nos olhos de sua namorada, sorrindo apaixonada, depositando selinhos suaves e carinhosos contra os lábios da mesma, levando sua mão para a bochecha de Charlotte acariciando a pele macia da garota com seu polegar. Beth podia sentir que seu coração gritava pela morena. Gritava lhe dizendo que tudo ficaria bem, até porque, ela sente o quanto pode confiar em sua namorada e no quanto Charlotte cuidaria dela.

Talvez... Talvez, Beth faria uma ótima surpresa para sua namorada no dia dos namorados transformando um dia clichê em algo especial para ambas.

– Gatinha... – Charlie sussurrava contra os lábios de Beth a fazendo sorrir. – Quero te perguntar de uma coisa. – A morena falava carinhosa e Beth se afastava sem tirar os olhos de sua namorada. – Sobre o Lucas. — Charlotte comentava.

– O que tem o Lucas? – Beth se ajeitava em seu travesseiro dando atenção a sua namorada.

– Você contou a ele que estamos namorando? – A morena perguntava.

– Mmm, na verdade não, mas ele deve estar sabendo. Por que?

– Você reparou o modo como ele te olhava hoje na aula de inglês? – Charlie perguntava fazendo Beth franzir o cenho.

– Não, não reparei. Por que você está comentando sobre isso agora? – Beth perguntava confusa do porque Charlotte resolvia interromper o momento delas com isso.

– Porque me incomodou. – Charlie dava de ombros, começando a se sentar na cama. – Não gostei do modo como ele estava te olhando e não acho que ele te olhava de um jeito normal. – A garota arqueava sua sobrancelha e Beth a olhava de sobrancelhas arqueadas.

– Bom, eu não reparei e não me importo o modo como ele estava me olhando. – A loira se sentava, se colocando ao lado de sua namorada. – Deixei bem claro que seriamos só amigos e tenho certeza que ele já sabe sobre nós.

– Espero que ele tenha entendido o significado de “só amigos”, porque se ele te olhar daquele jeito de novo, eu juro que vou ficar muito irritada. – Charlotte cruzava seus braços, fazendo Beth sorrir ao ver sua namorada agindo tão ciumenta.

– Não se preocupe. Se ele não entendeu, faço questão de fazê-lo entender que eu quero só você. – Beth se aproximava depositando beijos suaves na bochecha de sua namorada. – Te amo, ciumenta. – A loira brincava e mesmo tentando se fazer de irritada, Charlotte sabia que não resistia o quão fofa sua namorada era e em segundos, seus braços estavam em volta da cintura da loira, enquanto se beijavam.

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– Então nos vemos amanhã. – Beth depositava outro selinho em Charlotte se despedindo de sua namorada.

– Até amanhã, gatinha. – Charlotte sorriu sussurrando seu novo apelido para Beth. – Tchau tia Q. Tchau tia San... – A morena se despedia das mães de Beth que estava na cozinha fazendo o jantar. – Tchau short stuff. – Charlotte passava por Olivia na sala, depositando um beijo na cabeça da mesma.

– Tchau Charlie. – Olivia sorria acenando e suas tias se despediam da cozinha.

– Até amanhã. – Charlotte fazia Beth rir se despedindo novamente da mesma ao abrir a porta. – Te amo.

– Também te amo. – Beth sorria. – Agora vai antes que tia Anna ligue aqui atrás de você.

– Me expulsando, Elizabeth?

– Não, mas não quero te meter em encrenca com sua mãe. – A loira rir baixo. – Boa noite, boo.

– Boa noite, bee. – Charlie mandou um beijo para Beth antes de ir até seu carro.

Após se despedir de sua namorada, Beth fechou a porta de sua casa indo se juntar a suas mães na cozinha se sentando no balcão, enquanto beliscava os pedaços de tomates que tanto ama e roubava das saladas de Santana.

– Adivinha quem vai à rádio na próxima semana? – Santana olhava para sua adolescente.

– Quem, mama?

– Uma cantora que você ama. – A latina brincava arqueando sua sobrancelha.

Beth ficou em silêncio por alguns segundos tentando adivinhar qual cantora seria, já que ela amava várias, mas duas delas eram suas preferidas, Ellie Goulding e Taylor Swift. A loira semicerrava os olhos olhando para sua mãe.

– Ellie Goulding? – Beth falava quase gritando e Santana agora assentia fazendo a garota gritar. – Ah meu Deus, mama! Você precisa me deixar ir até a rádio. Eu preciso vê-la. Tirar fotos... Ah meu Deus! – Beth falava empolgada fazendo suas mães rirem. – E-ela vai autografar meu violão! – A garota era literalmente uma fangirly por Ellie Goulding e ela não podia negar que seu amor pela cantora era maior do que seu amor por Taylor Swift.

– Wow, calma, bee. – Santana ria. – É claro que eu te levo, mijá. Só por favor, não me envergonhe. – A latina revirava os olhos provocando sua filha.

– Eu jamais faria isso, mama.

– Ah claro. – Agora era Quinn quem participava da conversa. – Da última vez que sua mami te levou na rádio para ver Bruno Mars, você quase teve um treco na frente do rapaz. Ficou muda, em choque... Deixou sua mami com cara de boba na frente dele. – Quinn começava a rir se lembrando da cara de choque de Beth naquele dia.

– E depois que saiu do choque quase pulou em cima dele. – Santana comentava também rindo da sua filha.

– Eu estava em choque, porque Bruno Mars é ótimo e sempre quis conhecê-lo. Ele estava na minha frente, em carne e osso... Foi difícil de acreditar. – Beth fazia um bico adorável.

– Só espero que você não entre em choque ao ver Ellie. – Santana ria suavemente, terminando de por a mesa. – Liv? O jantar está pronto. – A latina chamava por sua pequena que rapidamente entrava correndo na cozinha se sentando em uma das cadeiras em volta da mesa.

– Mamãe, o que você fez de gostoso? – A pequena perguntava com carinha de cansada.

– O seu favorito, pookie. Carne assada e suas deliciosas batatinhas. – Quinn sorria colocando as batatas assadas em forma de Pucca sobre a mesa. – Em formato de Pucca, graças à mamãe Tana.

– Vou comer várias Puccas. – Liv falava animada roubando uma batata com seu garfo.

– Cuidado, dork, está quente. – Beth se sentava ao lado de sua irmã. – Precisa assoprar ou então você vai queimar sua língua.

– Devagar, mi amor. – Santana colocava o prato de salada na mesa enquanto ela e Quinn se sentavam.

– Como foi seu dia, Liv? – Beth perguntava para sua irmã, enquanto todas começavam a se servir e logo a pequena disparava a falar o quão divertido foi seu dia com seus amiguinhos e com Bella.

Após o jantar, Liv e Beth estavam finalizando seus deveres do colégio quando a campainha tocou. Quinn estava em seu estúdio terminando uma de suas esculturas e Santana acompanhava sua caçula lhe ajudando nas atividades de matemática. Nenhuma das Lopezes pareceu se dispersar pela campainha até a mesma ser tocar pela terceira vez fazendo Beth largar seu laptop no sofá e se levantar.

A loira ajeitou seu rabo de cavalo antes de abrir a porta e ao olhar pelo olho mágico, franziu o cenho surpresa ao ver quem estava do lado de fora. Beth pareceu se perder por alguns segundos em seu pensamento antes de finalmente enfrentar a pessoa que esperava do lado de fora.

– Hey. – Beth falava educada sorrindo.

– Hey, Beth. – O garoto sorria empolgado lhe dando um beijo na bochecha a pegando de surpresa.

– Mmm... Lucas. Como vai? – A loira perguntava ainda confusa.

– Bem e você? – O garoto perguntou. – E-eu... Mmm, depois do dia em que conversamos pensei que talvez pudéssemos realmente tentar ser amigos. – Lucas falava suavemente e o tom de sua voz era sincero fazendo Beth sorrir.

– Claro. Te falei que ia adorar ser sua amiga, Lucas. – Beth sorria percebendo o quão desconfortável estava começando ficar a situação. – Mm, você gostaria de entrar? – A loira perguntava abrindo a porta.

– Na verdade vim te convidar para irmos tomar um sorvete ou um chocolate quente? – O garoto encontrava os olhos de Beth, inseguro de que talvez a mesma fosse lhe rejeitar. – Prometo que te trago antes das onze horas. – O garoto brincou a fazendo rir baixo.

– Claro, me deixa só pedir para minha mãe. Você pode entrar. – Beth insistiu e dessa vez Lucas entrou esperando que ela fechasse a porta e os dois fossem até a sala onde Santana estava no sofá com Olivia. – Mama. – Santana tirava sua atenção de Liv e ao ver quem estava ao lado de Beth, sua expressão no mesmo instante mudou, até porque, todos já sabiam que a latina não gostava de Lucas.

– Como vai Sra. Lopez? – Lucas perguntava educado. – Boa noite, Olivia.

– Oi. – Olivia sorria tirando sua atenção de seu livro por alguns segundos.

– Como vai, Lucas? – A latina perguntava arqueando sua sobrancelha, olhando confusa para sua filha.

– Mama, Lucas veio me convidar para irmos tomar um chocolate quente e conversamos. – Beth usava sua voz carinhosa ao pedir a permissão de sua mãe. Ela sempre usava esse tom de voz quando sabia que a possibilidade de sua mãe deixar era 0,0001%. – Tudo bem se eu for? Ele disse que me traz antes das onze. – A garota sorria sem tirar os olhos de sua mãe.

– Sim, senhora L. Prometo que a trarei de volta para casa a salvo antes mesmo de o relógio marcar onze horas. – Lucas tentava demonstrar não estar intimidado pelo olhar de Santana e tentava agir normalmente.

Beth sorria olhando para Santana esperando que sua mãe lhe deixasse ir. Ela realmente queria tentar amizade com Lucas, porque se sentia mal por ter lhe dando o fora daquela forma.

– É só um chocolate quente, mama. – Beth falava suavemente.

Santana sabia que algo não estava certo. A latina nunca gostou de Lucas e sentia que algo naquele garoto era errado. Talvez o modo como ele falava ou sorria. Ou o modo como ele se esforçava demais para ser educado. Algo a fazia não gostar dele e mesmo não sabendo o que era, Santana ainda tinha certeza que descobriria. A latina queria que sua filha ficasse longe do garoto, mas sabia que não podia impedi-la. O máximo que podia fazer era protegê-la se algo acontecesse e naquele momento, era um dos em que ela não podia impedi-la de sair para tomar um chocolate quente, até porque, os dois estavam tentando ser amigos, certo? Santana precisava confiar em Beth, mesmo seu terceiro olho lhe dizendo que não era uma boa ideia.

– Quero Elizabeth em casa antes das onze horas da noite, estamos entendidos, Lucas? – Santana perguntava usando seu tom de voz ameaçador.

– C-claro, senhora Lopez. – Lucas sorria se virando para Beth. – Eu espero você se trocar. – A garota sorriu agradecendo sua mãe mentalmente antes de correr para seu quarto e se trocar.

Santana olhava atenta para Lucas esperando não se arrepender em ter dito sim para sua filha, tentando confiar mais em Beth do que no seu instinto de mãe que lhe dizia para tomar cuidado. A latina sempre achou o garoto estranho, mas esperava que naquela noite ele não a surpreendesse e que trouxesse sua filha a salvo para casa.

Notas finais
Trouble, trouble. O que acham, hein? Lucas vai causar problema ou não? Drama? Sim ou não? Hahahaha me conhecem, né? Adoro um drama :( Espero que tenham gostado. Review? xxxxx