Beating Heart.
24 She's growing up
Notas iniciais
– Mmmm, é tão bom estar de volta no meu quarto. – Beth se jogava em sua cama, abraçando seu travesseiro.
Após comemorar até tarde o aniversário de sua mãe e sua recuperação, no dia seguinte, Beth, com a ajuda de suas mães e seus tios, fizeram novamente sua mudança para seu quarto no andar de cima. Santana hesitou em deixa-la voltar, mas com muita insistência, Beth conseguiu voltar para o quarto que tanto sentia falta.
– Seu quarto continua com o mesmo perfume de sempre. – Charlie comentava, ao se sentar em cima de sua namorada, com suas pernas em volta do quadril da mesma.
– Aquele outro quarto é tão... Vazio. – Beth fechava seus olhos, sentindo a massagem que Charlie iniciava em suas costas. – Aquelas paredes vazias... Ugh! Sem dúvidas é para hospedes e não para mim. Mmmm... – A garota gemia baixo, sentindo seu corpo relaxando. — Fico feliz de finalmente não depender mais das barras que mami instalou naquele banheiro.
– E eu fico feliz por você finalmente poder sentir suas lindas pernas. – Charlie sussurrava próximo ao ouvido de Beth, a fazendo se arrepiar. – Então... – A morena depositava um beijo na bochecha da namorada, deslizando suas mãos pelo ombro da mesma. – Mmmm, meus pais vão ficar fora essa noite. – Charlie falava suavemente, mordendo o canto de seus lábios.
– Ah, é? – Beth sentia seu estomago revirar ao imaginar o que Charlie sugeria em seguida.
– Mhm, e... Bom, estava pensando... – Charlie mordia o canto de sua bochecha, passando seus dedos suavemente pelo rosto de Beth. – Já que não tivemos nosso dia dos namorados como imaginamos, pensei de aproveitarmos que meus pais vão estar fora, e faço algo para jantarmos e podemos passar a noite juntas. – A morena sentia seu coração disparar. Ela não sabia se Beth concordaria, mas Charlie já tinha planejado uma noite como essa antes mesmo do acidente de sua namorada.
Beth sabia exatamente o que aquilo significava. Passar a noite na casa de Charlie significaria ter sua primeira noite com sua namorada. Um makeout no qual roupas não estariam entre elas e por mais que isso lhe deixasse nervosa e assustada, Beth sabia que podia confiar em Charlie e que tudo sem dúvidas seria perfeito.
– E quais seus planos? – Beth perguntava, ainda de olhos fechados.
– Podemos jantar e aproveitar o restante da noite juntas. – Charlie falava suavemente, depositando um beijo na bochecha de Beth.
– Ok. – Beth respondia, sentindo as borboletas em seu estômago agitadas. Ela sabia que não se arrependeria daquilo e tinha certeza que a noite seria especial.
– O-ok? – Charlie perguntava surpresa.
– Sim, boo, ok. Adorei sua ideia... – Beth agora se virava na cama, ficando de frente para Charlie, sem deixá-la sair da posição que estava. – Sei que independente do que aconteça, nossa noite vai ser perfeita. – A loira sorria, carinhosa, levando uma de suas mãos para a bochecha de Charlie.
– Ok. – Charlie sorria, depositando um selinho demorado nos lábios de Beth. – Então, e-eu vou preparar algo delicioso para jantarmos e . –
– Mmm, você vai preparar algo para jantarmos? – Beth semicerrava os olhos, sorrindo.
– Claro. Acredite ou não, mas minha mãe me ensinou algo delicioso e tenho certeza que você vai adorar.
– Por acaso, ela te ensinou a fazer ovo? Porque você sabe que isso não é nada delicioso. – Beth brincava, começando a rir.
– Há há, engraçadinha. – Charlie mostrava a língua, encaixando seu rosto no pescoço de Beth. – Não, boba, é feito com batatas e você vai adorar, porque senhorita Elizabeth adora batatas. – A morena mordia o pescoço de Beth, a fazendo se encolher.
– Tenho certeza que vou amar seja lá o que você fizer, gatinha. – Beth sussurrava, passando seus braços em volta do pescoço da namorada, lhe abraçando.
– Espero, porque farei algo delicioso e você vai amar cada minuto da nossa noite juntas. – Charlie continuava na mesma posição, depositando beijos suaves no pescoço de Beth.
– Tenho certeza disso. – A loira sussurrava e antes que pudessem começar outra sessão de makeout, uma batida na porta, as faziam apenas olhar na direção da mesma. – Está aberta.
– E precisa estar aberta. – Quinn entrava no quarto, carregando uma caixa e colocando no chão. – Você sabe que se fosse Santana entrando aqui, separaria vocês duas em milésimo de segundos não sabem? – Fabray falava com Beth, e Charlie sorria saindo de cima da namorada e se sentando na cama.
– Desculpa, tia Q.
– Está tudo bem, querida. – A loira sorria. – Só tome mais cuidado, está bem? Santana ainda não se acostumou com a ideia de Beth estar crescendo e vai demorar para que ela finalmente comece a pegar leve. – Quinn comentava e as duas adolescentes se olhavam.
– Mmm, bom, eu vou indo. – Charlie passava novamente por cima de Beth, fazendo-a rir, e depositando um selinho demorado em seus lábios. – Nos vemos mais tarde? – A morena sussurrava contra os lábios da mesma.
– Sim, nos vemos hoje a noite. – Beth depositava vários selinhos em sua namorada, antes da mesma se levantar.
– Tchau, tia Q. – Charlie passava por Quinn, depositando um beijo em sua bochecha.
– Tchau, Charlie.
– Tchau, bee... Te amo, gatinha! – Charlie falava alto, ao sair do quarto da namorada, a deixando a sós com Quinn.
– Bom, filha, já trouxemos tudo aqui para cima. – Quinn comentava, se sentando na beira da cama. – Suas férias começam quando?
– Mmm, temos só mais amanhã e aí finalmente acaba e só voltamos quando o verão acabar. – Beth respirava fundo, abrindo os braços em sua cama. – Não vejo a hora de poder entrar de férias e minhas únicas preocupações serem minhas sessões de terapia e fisioterapia.
– Oh, falando nisso, sua mami mandou o vídeo que Charlie gravou ontem para sua abuela, e eles todos ligaram aqui enlouquecidos. – Quinn falava sorrindo. – Sua abuela insistiu que fossemos visitá-la nesse verão.
– Imaginei que ela ficaria feliz. Achei até que a vovó Judy fosse desmaiar quando me visse andando. – Beth brincava, fazendo Quinn rir. – Seria ótimo passar uns dias em Los Angeles. Sinto falta das praias que tem por lá.
– Sua vó me surpreendeu. – Quinn assentia. – Será ótimo fugir dessa cidade um pouco. Bom, você precisa de alguma coisa? – Fabray sorria e Beth a olhava carinhosa. A garota podia ver no sorriso da mãe, o quanto estava diferente. O brilho que Quinn sempre teve parecia estar lá novamente e aquilo fazia o coração de Beth disparar.
Sem dizer nada a garota se levantou, passando seus braços pelo pescoço da mãe, lhe abraçando com força, surpreendendo Quinn.
– Whoa... – Quinn sorria, correspondendo ao abraço da filha. – O que foi, filha? – A loira perguntava carinhosa.
– Você está feliz. – Beth respondia. – Você está realmente feliz, mãe, e é bom ver seu sorriso novamente.
– Little one... – Quinn podia sentir seus olhos encherem de lágrimas, abraçando forte sua adolescente.
– Eu te amo, mãe. Se não fosse você e a mami, provavelmente eu ainda estaria em uma cadeira de rodas. – Beth escondia seu rosto no pescoço de Quinn, lhe abraçando com força.
– Eu também te amo, little one. Não faz ideia do quanto estamos orgulhosas pelo seu esforço, Beth. – Quinn falava carinhosa. – Nós estávamos com tanto medo, mas nunca deixamos de acreditar que você conseguiria.
– Eu sei, mãe, e agradeço por sempre terem acreditado em mim. – Beth depositava um beijo demorado na bochecha de Quinn, antes de soltá-la.
– E vamos sempre acreditar em você e em sua irmã, little one. – Quinn franzia o cenho, depositando um beijo na testa da filha. – Bom, vou descer, porque seus tios ainda estão lá embaixo. – Fabray se levantava, e antes que a mesma pudesse sair de seu quarto, Beth se lembrava do encontro que teria mais tarde. Com medo de suas mães intervirem, a garota sabia que precisava conversar com ambas. Afinal, Beth tinha liberdade com suas mães.
– Oh, mãe... Mmmm... E-eu preciso conversar com você e a mami.
– Oh... Ok, agora?
– Não, pode esperar até mais tarde. – Beth sorria, e sem dizer nada, Quinn apenas assentiu saindo do quarto.
Apesar de saber que sua noite com Charlie seria perfeita, Beth não podia negar que se sentia nervosa e ansiosa. A garota sabia que seja lá o que acontecesse, seria perfeito e seu nervosismo era apenas por imaginar que naquela noite, poderia perder sua virgindade.
Xxxx
– Tchau, minha monstinho. – Beth apertava Valerie em seu colo, se despedindo da pequena.
– Tchau, bee! – A pequena respondia, rindo nos braços de Beth.
– Vamos, Valerie, nós precisamos ir, princesa. – Puck chamava pela filha, se aproximando.
– Mas papai, a Liv vai também? – Valeria fazia um bico suave, enquanto Beth a colocava no chão.
– Vai. Vamos nós quatro passear no parque, está bem? – Puck respondia, pegando sua pequena filha no colo. – Dê tchau para suas tias e vamos, ok?
– Ok, papai. – A pequena assentia e logo todos se despediam.
Olivia se despediu de suas mães e irmã, pegando sua mochila antes de finalmente sair para passar o dia com seus tios.
– Céus, essa manhã foi muito corrido. – Quinn comentava, se sentando no sofá, esticando suas pernas sobre o mesmo.
– Mami foi a que mais trabalhou. – Beth deitava no sofá e Santana saia da cozinha, sentando ao lado de Quinn, colocando as pernas da mesma sobre as suas.
– Oh, isso foi mesmo. Eu e Puck trabalhamos mais do que todas vocês. – A latina apontava para suas duas loiras.
– Amor, eu e Rachel fizemos muita coisa.
– Sei. – A latina comentava, revirando os olhos, fazendo Quinn rir.
– Mmmm... – Beth se lembrava de que precisava conversa com suas mães e sabia que aquele seria o melhor momento. – E-eu... Mami, mãe... Hoje a noite, a Charlie me convidou para jantar com ela. – A garota falava suavemente, e suas mães a olhavam.
– Isso é ótimo, bee. – Santana comentava.
– Sim... Nós vamos jantar na casa dela, mas... Mmmm, os pais dela não vão estar lá, e vamos ter a casa só para nós duas e. –
– Wow, wow, wow... – Como suspeitava, Santana foi a primeira a interrompê-la. – Como assim Anna e Alex não vão estar lá?
– Mami, — Beth respirava fundo. – Nós tínhamos planejado isso muito antes do meu acidente. Seria uma noite só nossa no dia dos namorados, mas infelizmente, não deu certo. Não estou dizendo que eu e Charlie vamos passar a noite juntas dessa forma, porque não sei ainda se estou totalmente pronta para isso, mas seja lá o que acontecer, quero muito ter essa noite sozinha com ela. Será nossa comemoração do dia dos namorados. Finalmente vou poder sair com ela sem precisar da cadeira de rodas e, mami, eu sei que você fica preocupada, mas e-eu realmente quero ficar com a Charlie essa noite. E. –
– Filha, — Quinn falava calmamente, sorrindo, se ajeitando no sofá. – Respira e se acalma. Nós sabemos que vocês provavelmente devem estar ansiosas para aquilo acontecer, — A loira dava ênfase em sua palavra, e Beth podia sentir suas bochechas pegando fogo. – Mas antes que isso aconteça você precisa ter certeza, está bem? Nós confiamos em vocês duas, mas não quero que façam algo só por Louise já ter feito, ou até mesmo Charlie já ter feito. Queremos que você tenha o seu próprio tempo e faça quando estiver à vontade para isso. — Apesar de se sentir um pouco desconfortável com o assunto, Beth se sentia aliviada ao ouvir as palavras de Quinn.
– Olha, — Santana respirava fundo, e agora Beth prendia a respiração. – Já que estamos falando sobre sexo, você precisa ouvir algumas coisas.
– Mami...
– Acredite, mijá, é estranho ouvir seus pais lhe explicando, ou dando conselhos sobre sexo, mas nosso dever é te alertar dos perigos que existem. – A latina falava calmamente. – Não é só porque vocês são duas meninas que não podem transmitir doenças uma para a outra. Vocês precisam se cuidar. Vocês já têm dezesseis anos, e precisam de cuidados maiores do que simples rotinas a cada dois meses. Até hoje eu e sua mãe nos cuidamos com frequência, mijá, e sempre fazemos todos os tipos de exames, inclusive ginecológicos. Não pense que só porque são duas garotas, tudo é lindo e cor de rosa, porque não é. Os cuidados podem ser diferentes, mas a preocupação precisa ser a mesma. – Beth olhava envergonhada para sua mami, mas sabia que a mesma tinha razão. – Acredite, por mim, vocês fariam sexo só depois que casassem, mas eu seria uma hipócrita se fosse contra tudo isso, porque minha primeira vez foi com quinze anos, mas o que me preocupa, é sobre o que sua mãe falou, bee, não quero que você se arrependa. Nós duas, eu e sua mãe nos arrependemos muito da nossa primeira vez com nossos namoradinhos do colégio, e, quero que você tenha certeza absoluta de que é isso o que quer. De que Charlie é a garota certa. – Beth assentia. – Não estou nada feliz em saber disso, mas como disse, não posso ser contra ou impedir. É a sua vida, e se eu te proibir provavelmente você faria isso de qualquer jeito. – Assim que Santana terminou de falar, seus olhos estavam cheios de lágrimas e a sensação de saber que sua pequena bee estava crescendo, fazia seu estômago revirar e seu coração apertava.
– Mami... – Beth falava suavemente, percebendo as lágrimas nos olhos de Santana.
– Eu te amo, bee, e é difícil ver que você está crescendo e se tornando essa mulher incrível.
– Aww mami, — Beth sorria, se levantando e se sentando no colo de Santana, lhe abraçando. – Se estou me tornando uma mulher incrível é tudo graças a vocês. – A garota depositava um beijo na bochecha de Santana.
– Seja lá o que acontecer essa noite, filha, faça por estar apaixonada e não por se sentir pressionada. – Quinn pousava uma de suas mãos no joelho da filha, ao seu lado.
– Eu sei, mãe, e por mais estranho que seja conversar sobre isso com vocês, agradeço por sempre saberem o que dizer.
– Nós te amamos, ok? Nunca se esqueça disso, e apesar de ser difícil aceitar que nossa bebê está crescendo, precisamos ter na cabeça que um dia isso iria acontecer. – Quinn sorria.
– Obrigada, mãe.
– Só, por favor, não nos conte depois como foi. – Santana comentava, fazendo suas duas loiras rirem.
– Não, mami, essa parte ficará só entre eu e Charlie. – Beth passava seus dedos pela bochecha de Santana, secando as lágrimas que caíram. – Obrigada por tudo. Por serem compreensivas, por serem as melhores mães do mundo todo. Poucos filhos tem tamanha liberdade com os pais, e sou grata todos os dias por termos um relacionamento como esse. É difícil conversar sobre sexo tão abertamente com vocês, mas só o fato de vocês me previnirem, cuidarem de mim dessa forma, já é o suficiente para mostrar o quanto confiam em mim e prometo que não vou decepcioná-las. Ainda não sei se eu e Charlie vamos mesmo fazer algo a mais essa noite, mas prometo que se acontecer, farei pensando em mim. Farei só se tiver a certeza de que é isso o que quero. – Beth pausava, olhando para suas mães. – E-eu realmente amo a Charlie, e quero ter com ela o amor de vocês. Um amor sincero, transparente e lindo como o de vocês. Vocês são as pessoas que me espelho e sou muito orgulhosa das mães maravilhosas que tenho. Obrigada, mãe. Gracias, mami. – A garota sorria, depositando um beijo na bochecha de suas mães, que choravam emocionadas.
– Se você estiver fazendo tudo isso para te dar um passe livre para ter uma vida sexual ativa, acredite, não vai funcionar. – Santana brincava, rindo. – Nós também te amamos, mijá, e o fato de estar lhe dando um passe livre essa noite, não significa que vá acontecer sempre, está bem? Vocês duas precisam sempre respeitar a casa da tia Anna e aqui. Por favor, não haja como garotos adolescentes que vivem com tesão. – A latina revirava os olhos, e Beth ria.
– É, não haja como sua mami. – Quinn comentava, fazendo Beth rir ainda mais.
– Ah, meu Deus! – A garota gargalhava, e Santana arqueava sua sobrancelha, olhando para Quinn.
– Eu não sou assim.
– Ah, é sim. – Quinn assentia, e Beth olhava para Santana.
– Não sou, e não quero que Beth e Charlie fiquem agindo dessa forma.
– Pode deixar, mami, não vamos ser assim. – Beth ria, e fechava seus olhos, deitando a cabeça no ombro da mãe. – Céus, isso é tão estranho. Conversar com vocês sobre isso tão abertamente. Achei que seria constrangedor.
– Mijá, apesar de eu estar enlouquecendo por dentro com toda essa história. – Santana falava calmamente, fazendo Quinn rir. – Nós somos suas mães, mas você sempre terá liberdade para falar o que for preciso.
– Gracias, mami. – Beth sorria, e no mesmo instante, um sorriso malicioso aparecia em seus lábios. – Oh, mãe, acha que a mami estaria agindo assim se Charlie fosse um garoto?
– Sem dúvidas não. – Quinn começava a rir.
– Hey!
– Amor, você provavelmente estaria surtando. – Quinn falava suavemente.
– Tudo bem, mami. Está tudo bem. – Beth abraçava sua mãe, deitando a cabeça da mesma em seu peito.
– Isso é complô, mas tudo bem. – Santana sorria, dando um tapa suave no quadril da filha. – Olha, seja lá o que acontecer essa noite, apenas divirta-se, está bem? Não faça nada de errado, e tome cuidado.
– Gracias, mami.
– Bom, não sei vocês, mas vou tomar trocar de roupa e aproveitar aquela deliciosa piscina lá fora. – Quinn se levantava, indo em direção ao seu quarto.
– Mmm, mijá, acho que farei o mesmo. Você vem?
– Não, mami... – Beth saia do colo da mãe, tirando o celular do bolso e se deitando no sofá. – Vou ficar por aqui, talvez depois.
– Ok, bee. Se precisar de qualquer coisa é só nos chamar. – Santana dava um selinho na filha, antes de subir as escadas atrás de sua esposa.
Beth estava aliviada pela conversa que teve com suas mães. Ela não imaginou que tudo seria tão tranquilo daquela forma, e apesar de ter ficado com vergonha, se sentia mais calma com toda aquela situação e se sentia aliviada por não precisar esconder sobre sua suposta vida sexual de suas mães. Agora seu foco era a noite em que teria. Beth faria de sua primeira noite com Charlie algo perfeito. Sem dúvidas Beth teria uma noite inesquecível.
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