Be Free
30 Capítulo 30
Notas iniciais
Outros: Kathy engravidar
To pensando...
Lembram do pai dele, então to querendo fazer com que ele apareça mais. Talvez vocês comecem a detestar ele.
Boa leitura!!
Who is Peter?! Leem e saberão
Kathy está mais soltinha agora. Está começando a perder a timidez quando está sozinha com Ben
FlashBack On:
''Será que ele lembra? Quase um ano namorando. Talvez sim. Hoje eu me entrego a ele de corpo e alma. Sei que o que eu sinto por ele é forte e ele por mim. Os ''eu te amo'' trocados por ambos. Me despedir de minha mãe e fui fazer a surpresa para ele. Toquei, toquei e nada de alguém me atender. Ligo pro celular dele e cai na caixa postal. Onde ele está? Será que está ocupado? Toquei mais uma vez e nada. Esperei um pouco e toquei novamente. Percebi que a porta estava aberta. Essa mania dele de nã fechar a porta. Adentro a casa, sabendo que não iam ficar bravos pela minha intromissão. No corredor já, escuto certos barulhos vindo do quarto dele. Abro a porta e para minha tristeza, vejo a pior cena que já vi. A cena que fez meu coração se quebrar em milhões de pedacinhos.
- Peter?
Quando ele escuta minha voz, para o que está fazendo, sai de dentro da menina, que geme de frustração. Ele me olha assustado. E eu fico encarando-o com lágrimas nos olhos.
- Kathy, eu posso explicar. — ele já começa com a famosa frase clichê
Fico segundos tentando processar o que realmente estava acontecendo. Olhando para ele ali, nu em minha frente e a menina totalmente descabelada, eu filtro o que aconteceu.
- Acabou!
Foi a única palavra que conseguir dizer em meio as lágrimas que caíam. Tentei xingá-lo, mas o nó em minha garganta era maior. Ele disse que me amava. Os ''eu te amo'' dele pareciam tão reais, tão verdadeiros. Idiota, iludida eu sou.''
FlashBack Off
Custei a acreditar que era ele ali, na minha frente, tendo ainda a cara de pau de sorrir pra mim como se nada tivesse acontecido. Ash me olhou de boca aberta. Pelo olhar dela, eu percebi que ela estava tão surpresa quanto eu. Fazia um ano praticamente que não via ele.
- Quem é você? — perguntou Ben o encarando sem expressão alguma
- Alguém que não te interessa. — voltou o olhar para mim — Não vai falar que estava com saudades de mim, Kathy?
Ben me olha franzindo o cenho e volta seu olhar para Peter.
- Olha, acho que eu saber quem é você, me interessa e muito. Ainda mais quando você fica dando em cima da minha namorada. — retruca Ben
Peter arqueia a sobrancelha e fita Ben, que estava parado o encarando de punhos fechados. Enquanto Ash estava ao meu lado e Sam ao lado do amigo.
- Namorado? — pergunta com tom de surpresa — Não tenho ciúmes. — sorri provocante — Podemos dividir a boquinha gostosa dela.
Escuto Ash sussurrar um ''agora fudeu!'' E eu teria que concordar com ela. Peter havia provocado Ben, logo hoje, que ele não estava com o seu humor muito bom.
- Filho da puta! — gritou avançando em cima de Peter
Sam tentou segurar a tempo, mas não deu. Quando demos por fim, Ben já estava transferindo socos e mais socos no rosto de Peter. Os dois brigavam. Ben também recebia socos. Eles só pararam quando Sam conseguiu finalmente tirar Ben de cima do meu ex.
- Calma, amigo! — disse Sam tentando acalmar Ben que estava vermelho de tanta raiva — E você, cai fora! — gritou pra Peter que saiu rindo debochadamente
- Calma? Vai se fuder você também, Sam. — se soltou do amigo
Ben entrou no carro sem falar com ninguém. Depois de me sentar no banco ao lado dele e Sam e Ash atrás, ele deu partida. Fomos direto para a casa dele. Ele entrou com tudo e foi direto para seu quarto. Queria ir lá falar com ele, mas preferir deixá-lo um pouco sozinho para se acalmar. Eu, Ash e Sam, ficamos na sala arrumando as coisas. Separamos os filmes que iríamos ver. Sam foi fazer a pipoca, enquanto Ash o brigadeiro. Eu logo subir até o quarto, precisava falar com o meu namorado.
Bati na porta e ninguém abriu. Logo adentrei sem pedir e avistei-o estirado na cama, fitando o teto do quarto. Ele percebeu que alguém havia entrado, mas não deu-se nem o trabalho de verificar quem era.
- Ben? — o chamo e ele não me responde — Olha pra mim. — paro na frente da cama
Ele continua a fitar o teto, sem se mexer e nada. Menino teimoso! Em um ato de pura coragem, ando até ele e subo em cima dele, colocando ambas as pernas em cada lado de seu corpo. Sinto-o ficar tenso e soltar a respiração. Abaixei meu rosto na direção dele, que agora estava de olhos fechados. Ai ai...
- Olha pra mim. — peço e nada dele abrir — Ok. Não vai abrir? — ele não responde — Então, acho que não liga se eu fizer isso. — levo minha boca até sua orelha, onde eu mordo seu lóbulo — E isso. — beijo atrás da orelha — E isso. — rebolo contra seu corpo — E isso. — levo minha boca em direção a sua e passo minha língua em seus lábios
- Isso é sacanagem! — murmura com a voz rouca e baixa — Fazer isso com a língua é meu ponto fraco.
- Hm, bom saber. — passo novamente e ele abre a mesma e me beija
Em um piscar de olhos, ele está em cima de mim. Como ele fez isso? Queria saber. Ben é muito rápido quando o assunto é ''bora transar?'' Parece que ele é movido a isso. Um ninfomaníaco jovem.
- Quem era aquele? — pergunta ele em meio a beijos dados em meu pescoço
- Quem? — estava tão absorta pelo beijos dele, que perdi completamente o foco
- O abusado do estacionamento. — chupa de leve meu pescoço
- Meu ex. — falo em meio a gemidos
Ele para bruscamente e me encara.
- Ex? Eu não sabia que tinha um. Você nunca me falou.
- Achou que além de ser o primeiro a me levar para cama, era o primeiro a me beijar? — pergunto meio que o óbvio
Ele balança a cabeça.
- É que... Achei que os outros caras eram iguais a você. Aquele do estacionamento, parece um playboyzinho.
- Ele foi um cara igual a mim, mas mudou. Me arrependo de ter namorado com ele. E agradeço por ele ter me traído. Ia me entregar para ele no dia que descobrir isso. — falo com pesar na voz
Ben me beija castamente, ainda em cima de mim.
- Eu que agradeço por isso. Assim eu que tive a honra de deflorar a minha princesa. — sorri maliciosamente
- Idiota! — bato em seu ombro — Sabe o que é deflorar?
- Uma coisa que você perdeu, nessa caminha aqui e comigo. — puxa meu lábio para ele
Depois disso, descemos e encontramos Ash e Sam quase no mandando a ver no sofá da sala mesmo.
- Que merda! Já não basta o dia que pego meu irmão comendo uma loiro aí, tenho que ver vocês quase lá. — bufou — Por acaso, o meu sofá parece uma cama de motel?
- Jack já transou com alguma mulher aqui? — pergunta Sam
- Com homem que não foi. — dá de ombros e deita no outro sofá me puxando para fazer o mesmo.
- Eca, que nojo! — grita Sam — Quase comi minha namorada aí? — olha para Ash que estava corada e tentando não ri — Quantas vezes eu já deitei aí pra ver um filme. Até dormir. Acho que vou vomitar. — se joga no outro sofá da sala
O primeiro filme começa, uma comédia. Amizade Colorida. Quando a atriz fala ''porque não fazem um filme que conta o que acontece depois do beijo?'' e o outro ator fala ''e fazem. Se chama pornô''. Nessa hora nós quatro caímos na risada.
- Em falar nisso, bem que podíamos ver um filme pornô, né?! — pergunta Sam
Eu e Ash o encaramos, com a expressão ''é sério isso?''
- Eu topo! — responde Ben
Eu me viro para ele, que está rindo.
- Que é? — pergunta — Nunca viu?
Não respondo e continuo a assistir o filme.
Já estávamos no meio do segundo filme. Uma comédia também. Nome? Sexo sem compromisso.
- Quem escolheu os filmes? Não me lembro de ter separados esse. — disse
- Troquei na hora. — murmurou Sam
Já estava pegando no sono. A pipoca havia acabado, o brigadeiro também. Meus olhos iam se fechando lentamente.
- Ei, princesa. — me chama Ben perto do meu ouvido — Vamos para a cama? — pergunta e eu não respondo — Ok, vamos dormi aqui então.
Desliga a tv e depois disso só lembro do ''boa noite, Kathy'' de Ben.
Os dias passaram. Hoje era terça-feira. Estávamos os quatro sentados um perto do outro na sala, quando a diretora chega chamando nossa atenção.
- Temos aluno novo. Peter Kinner, entra.
Na hora, sinto Ben tensionar e eu estremecer. Ele sorri para todos, mas quando me acha sorri de um jeito diferente. Havia malícia ali. Ben percebe e bufa, o xingando baixinho de ''filho da puta''. Aperto sua mão na expectativa de acalmá-lo. Ele me olha e eu sorrio para ele. Ele me devolve o sorriso.
No intervalo, falo que vou até a sala, porque esqueci do meu celular. Ao pegá-lo, ouço a porta abrir e me deparar com Peter me olhando.
- Enfim sós. — murmura ele
- O que quer?
- Você!
Reviro os olhos ignorando ele mas quando passo, ou melhor, tento passar por ele, ele me puxa pelo braço, fazendo-me ficar de frente a ele.
- Atrapalho algo? —
Notas finais
Acho que a fic vai terminar agora não. Agradeçam ao Peter por ter entrado na história... kkkkkkkkk
Comentem gente!!
Valeu!!
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