Bad Reputation

4 Highway to Hell


Notas iniciais
OLÁ CARAI Chegay chegando, atualizando todas as minhas fics #aleluianey Queria agradecer os comentários ♥ vcs me inspiram mt Fiz esse cap gigante como forma de agradecimento ao número de favoritos, que aumentou também it's just this Fiquem com o cap

"Going down, party time, my friends are

gonna be there too... I'm on the highway to hell."

Era segunda-feira, próximo às seis da manhã.

Tive que acordar mais cedo não apenas para me despedir de Bobby, que teria que voltar ao trabalho, como também refazer minha mala, já que as aulas começariam nesta triste manhã.

A semana não passou rápido, confesso. Eu fiquei, durante esses dias, trancada em meu quarto, apenas tocando violão e me divertindo com jogos eletrônicos e bem de vez em quando, ia à casa de Thalia para matar o tempo. Uma vez ou outra eu saía do quarto para passear pelo jardim que havia no casarão, apenas para esfriar a cabeça. Eu procurava não dirigir palavra alguma à Reia e, inclusive, recusei algumas visitas de minha prima também.

Eu e a Thalia nos aproximamos um pouco. Ela dormiu vários dias comigo, já que eu não era um animal e precisava ter relações sociais. Thalia continuava a mesma garotinha que eu lembrava aos oito anos. Entretanto, minha prima, agora, estava sendo pouco evitada por mim, pois eu queria fazer uma leve chantagem emocional com Reia, por ter me tratado daquele jeito.

Thalia era muito gente boa e até sorri ao imaginar as crises de ciúmes que as gêmeas teriam ao saber que tinha formado uma nova amiga. Apesar da morena não concordar com certas atitudes minha, entendia o meu lado e até me encobertava certas vezes para eu sair de casa e ir ao encontro de Will, Luke ou Ethan. Thalia já havia namorado Luke e alertou-me para não esperar muito dele e me manter afastada, pois ele não era uma pessoa muito boa. Pobre Thalia, mal sabia que Luke e eu não sentíamos absolutamente nada um pelo outro. A punk sabia que eu ia até lá para ficar chapada com mais liberdade e pegar as minhas coisas, mas ela desconfiava que eu me envolvia com Luke porque sentia algo por ele.

Nesse meio tempo, eu havia visto, domingo, no caso ontem, meus tios Hera e Zeus, e Jason na casa deles aqui no condomínio. Meu avô Cronos ainda não tinha chego da viagem, o que eu agradeci mentalmente, visto que não aguentava uma Reia, quem dirá uma Reia junto com um Cronos. Meus tios foram simpáticos comigo e eu parei de evitar a morena e acabei ficando com ela na maior parte do tempo lá, já que Jason havia saído com uns amigos logo após nosso reencontro. Para a minha surpresa, Thalia também fumava às vezes e ora ou outra, tragávamos juntas para nos acalmar da ansiedade.

Minha prima me deu um uniforme que não a servia mais, vulgo da sétima ou oitava série. Aquele uniforme consistia em uma camisa branca justa de botões e saias, uma preta, outra xadrez e outra cinza. Nos dias frios, era autorizado o uso de calça jeans, entretanto a camisa teria que ser sempre aquela, junto com uma gravata ridícula. Eu já estava quase vomitando devido à tamanha frescura. Eu experimentei o uniforme, que, por sorte, serviu certinho em mim. Thalia era bem mais alta que eu, já que eu era uma anã de um metro e meio, ao passo que ela possuía quase seus um metro e setenta. Sejamos francos, Thalia possuía um corpo muito desenvolvido, que a deixava até com cara de mais velha, enquanto eu era uma anã com cara de criança. Crianças não usam drogas. Ok. O uniforme serviu em mim porque meu corpo era magro, diferente de todas as garotas que eu já havia visto em Bristol.

A maioria possuía coxas grossas, seios fartos e essas coisas. Não que meus seios sejam pequenos, pelo contrário, eles são até um pouco desproporcionais à minha estrutura estreita e pequena. Entretanto, o que acontecia era que meus quadris eram bem largos e eu possuía um bumbum grande até devido a isso, mas minhas coxas não eram grossas e torneadas como as de Thalia e das outras garotas e, por isso, eu sempre visava usar roupas que marcavam meus quadris ao invés de saias como essas do uniforme, que apenas exibiriam minhas pernas pouco finas.

Decidi, então, fazer uns leves ajustes ao uniforme no restante do domingo, para não me sentir tão inferior. Pesquisei alguns vídeos que ensinavam a ajustar roupas e achei uma máquina de costura no escritório que julguei ser de minha vó. Acinturei bem a camisa do uniforme, marcando exageradamente minha cintura, que por sorte, era muito fina, marcando meus seios também. As gêmeas viviam dizendo que eu poderia ser modelo devido ao corpo de boneca que elas alegavam que eu tinha, entretanto, eu sabia que no exato momento que fosse atrás de uma agência de modelos, todos gargalhariam ao ver meu tamanho. Deixei as saias mais presas à minha cintura fazendo uma pence. Não mudou muita coisa, mas agora meu quadril estava mais definido nas saias ainda curtas e rodadas, e a camisa estava mais ajustada.

Após me despedir de Bobby, com muita dor no coração, encarei minha triste realidade. As aulas começariam hoje e minha mala já estava quase pronta. Talvez, ficar longe de Reia seria até bom. Quer dizer, aquela porra é um colégio interno com regras, horários e uniforme, entretanto não ficaria uma freira em cima de mim 24 horas me mandando rezar. Eu teria até um quarto próprio. Além de que Luke e os garotos estariam lá para me oferecer tudo o que eu precisava. Eu acabei de finalizar minha mala rapidamente, uma vez que não havia desfeito muito desde que chegara. Vesti o uniforme, com a saia xadrez e, para aquele uniforme ficar mais a minha cara, utilizei minha meia calça arrastão que Luke, por sorte, não havia rasgado. Coloquei meus famosos all stars e aguardei por Thalia, já que, antes de ir oficialmente embora, Bobby nos levaria juntas ao segundo inferno.

— Aí meu Deus! — Thalia exclamou entrando no meu quarto com tudo, fazendo com que eu pulasse de susto. — Você está a cara da Mia!

— Que Mia, menina?

— A Mia do Rebelde! — ela dizia eufórica — Na verdade está mais para Roberta, por ser meio danadinha, mas em aparência é a Mia!

— Vai se foder, Thalia. — disse revirando os olhos — Você realmente assistia Rebelde?

— Claro! — disse rindo — E eu duvido que você não assistia.

Bufei e ela riu.

— Tá, talvez eu tenha assistido alguns capítulos aos dez anos...

— Eu sabia!

— Mas o suficiente para ver o quão ridículo era.

— Ah, cale a boca. Jamais repita isso! — ela disse fingindo estar ofendida. Bufei e revirei os olhos, mas acabei rindo com ela.

Thalia estava linda no uniforme, acho que até se colocasse uma burca a punk ficaria bonita.

— Você parece uma bonequinha, Annie. Já te falaram isso?

— Nem me fale, as gêmeas só diziam isso.

— Seu corpo lembra o da vó... — fiz uma careta, fingindo estar ofendida — Calma — ela riu — quando era mais nova, claro. Sabia que ela foi modelo? Ela fazia sucesso na adolescência dela.

Sorri um pouco para não ser tão mal educada, já que eu fiz uma cara de bunda. Eu ainda sentia raiva de Reia.

— Mas é sério. Eu me lembro na infância como você se achava pequenininha e não gostava do seu corpo. Mas saiba que é um diferencial no meio de tantas meninas iguais. Além de ser nanica, — mandei o dedo do meio — o que é fofo, — ela continuou e riu — você parece uma Barbie com esse cabelo e esse corpitcho. Você ainda o odeia, não é?

— Digamos que eu não me sinta bem... — confessei.

— Pois é este corpo que lhe faz única aqui. Queria eu ter esses quadris, garota. — ela fez uma dancinha e eu ri.

— Ok. Agora chega. Vamos, senhora psicóloga, quero fumar um maço inteiro antes de ter que ir à aula.

Thalia riu e saímos do meu quarto. Batemos na porta do quarto de Bobby para indicar que estávamos prontas e descemos as escadas, conversando animadamente até a sala principal sobre os amigos de Thalia. Ela alegava que eu me daria bem com Clarisse, que era uma menina briguenta e valentona do seu grupinho. Me animei. Eu poderia me juntar à Clarisse e dominar o mundo apenas batendo nas pessoas e fazendo-as de escrava.

Meus pensamentos sádicos foram interrompidos quando avistei minha avó na minha frente. Thalia disse que me esperaria no carro, arrastando Bobby junto com ela.

— Saiba, Annabeth, que eu faço isso para o seu bem. Eu amo você, querida. Sei que sua mãe errou ao te criar e eu não quero cometer o mesmo erro. Terei de ser enérgica com você, mas é porque eu realmente quero que saia dessa vida.

Ignorei suas palavras e saí da casa, dando-lhe apenas um aceno de mãos. Entrei no carro e Bobby partiu em direção à estrada para o inferno.

***

Demorou cerca de uns quarenta minutos até chegarmos em um castelo. O internato Goode High era medonho e parecia um castelo medieval. Ao chegarmos lá, junto com outras várias pessoas, alguns funcionários nos encaminharam para o salão principal. O salão era enorme e tinha várias extensões e prolongamentos, onde se davam os demais cômodos do enorme castelo. À direita, havia uma placa em cima do corredor indicando “ala feminina”, enquanto à esquerda, “ala masculina”. Mais para a frente, tinha uma escada, na qual estava indicada como “cozinha e refeitório”. Mais distante ainda, havia outros prolongamentos que julguei serem as salas. Se eu forçasse minha visão, poderia ver, ao fundo, uma porta quádrupla, gigantesca, e um jardim, acho que era onde ficava as quadras, piscinas, campos, etc.

Despedi-me novamente de Bobby, que me mandou uma “boa sorte” e fui puxada por Thalia para a ala feminina. Ao início, haviam várias folhas sulfites coladas pela parede, indicando o número do quarto das meninas por ordem alfabética. Procurei meu nome, que deveria estar na primeira folha e encontrei: Annabeth Chase, quarto 25. Caminhei até Thalia, desviando das várias meninas procurando seus respectivos nomes, e ela me olhou, olhando em uma das últimas folhas.

— Ótimo, quarto 48, lá na puta que pariu.

Bufei, ficaria longe de Thalia.

— Quarto 25. – respondi revirando os olhos.

— Acho que Silena está no 26.

Quando eu ia perguntar quem era Silena, uma menina de cabelos longos castanhos claro e olhos bem azuis chegou à nossa frente. Ela era bem alta, mais alta que Thalia, e, portanto, sua saia ficava pouco mais curta que a nossa.

— Thalia! – disse a garota abraçando minha prima. – Annie! – disse a menina vindo me abraçar. Meu cérebro congelou por um minuto. Fiz uma cara de confusa.

— Annabeth! É a Silena, nossa prima, sua inútil. – Thalia alegou. Arregalei os olhos.

— Nossa! Verdade! E aí? – perguntei sorrindo.

— Como assim “e aí”? Eu não te vejo há mais de dez anos e você diz “e aí”? – Silena fez uma cara de espanto, me dando um soquinho no braço. Fiz uma careta e senti uma tremenda vontade de socá-la por ter relado em mim.

— O crack afetou o cérebro dela, Lena. – Thalia disse ironicamente, o que me fez lançar um olhar mortal.

— Eu não uso crack. – ainda, complementei mentalmente.

— Parem vocês duas. A Piper já foi para o anfiteatro. – afirmou a Barbie – Andem, guardem logo suas roupas e vamos. Depois vamos colocar dez anos de papo em dia! – afirmou batendo palminhas e sorrindo para mim. Fiz uma leve cara de nojo, brincando.

— Fazer o que lá? – a punk perguntou.

— Apresentações, informações, divisão das salas, essas coisas.

Bufei. Fomos até nossos respectivos quartos enquanto Silena nos aguardava lá na frente. Apenas joguei minhas malas sobre a cama e nem fiquei reparando muito no quarto, já que um sinal havia tocado. Quando saí, tranquei o quarto com a chave que estava na porta e a coloquei no sutiã. Pude ver, distante, que Thalia estava saindo do seu quarto.

Caminhamos com passos rápidos pelos corredores, seguindo a multidão, enquanto Silena e Thalia me contavam sobre como esse ano seria legal, já que tinha muita gente nova, incluindo garotos gatos, como Silena afirmou.

Ao chegarmos, me deparei com uma pequena escadinha de uns cinco degraus que davam a uma porta vermelha grande, que dava para dentro do anfiteatro. Seguimos as pessoas que entravam e estávamos caçando um lugar disponível quando Jason chamou Thalia.

— Pinheiro, aqui!

Thalia revirou os olhos diante do apelido e a seguimos até os lugares guardados ao lado do loiro. Pude ver Thalia e Silena cumprimentando o pessoal, enquanto eu sentia-me excluída naquele ninho de pessoas estranhas que falavam alto. Silena disse que após a essa palestra que teria, o dia seria de folga, começaríamos apenas amanhã e teríamos o resto do dia para nos acomodarmos e aí ela poderia me mostrar a escola e eu conheceria a gangue toda.

A palestra foi rápida. Quíron era o diretor superior e era meio que o dono do internato. Sr D. era o diretor pedagógico, que regia algumas atividades de lá, e Apolo e Afrodite, minha tia no caso, eram os conselheiros. Agora eu sabia o porquê dos meus primos e eu estudarem lá. Por minha tia Afrodite ser a conselheira, nós conseguimos bolsas. Até então, nada diferente havia acontecido, tudo estava aparentemente normal. Outros professores, funcionários e auxiliares foram apresentados, mas para ser sincera, eu estava muito irritada porque não tinha conseguido fumar e, portanto, não dei atenção ao restante da palestra.

Quando ela finalmente acabou, saímos de lá e fomos em direção ao refeitório, já que teria um café da manhã de boas-vindas. Minhas primas me apresentaram à Piper, minha outra prima, mais baixa que Thalia e era a segunda mais baixa dali depois de mim, claro; Clarisse, uma menina musculosa e não tão alta como Silena, dos olhos azuis e cabelos castanhos escuros, cuja personalidade era semelhante à minha (como Thalia outrora havia contado); Leo, um garoto moreno dos cabelos e olhos castanhos claros e orelhas pontudinhas; Calypso, uma menina alta e magra com cabelos louro escuros e olhos cor de mel e, finalmente, Jake, um menino alto e forte dos cabelos louro escuros e lisos e incríveis olhos azuis-esverdeados e digamos que Jake era um pedaço de mal caminho.

Ele olhou-me travesso e fitou em mim.

— Vocês nunca me disseram dessa prima. – falou sem tirar os olhos de mim. Sorri de canto de boca.

— Mas é claro que falamos! – Piper exclamou.

— Você devia estar tão chapado no momento que não se lembra. – Silena debochou.

O garoto deu de ombros e continuamos comendo nosso café da manhã super-ultra-mega-espacial, como foi dito que consistia apenas em pão, bolo, café, leite e o famoso chá.

Em uma mesa mais distante, avistei Luke, Will e Ethan. Avisei que iria os cumprimentar e as meninas me olharam ressabiadas.

— Você os conhece, Annie? – Silena questionou.

— Não é por nada não, Annie, mas eu ficaria longe deles se fosse você. – Piper continuou.

— Realmente, Annabeth, eles são meio perigosos. — Clarisse afirmou.

— Eu avisei. – Thalia me olhou, repreendendo minha atitude como todos ali na mesa, exceto Jake.

— Deixem a menina. – disse o moreno e recebeu olhares repreensivos de todos.

— Eu já os conheço, mas grata pela preocupação. – eu disse de forma irônica, revirando os olhos.

Segui indo rumo à mesa na qual se encontravam vários garotos, e, dentre eles, o trio parada dura.

— Oi, garotos. – disse feliz me sentando no colo de Luke e bagunçando seus cabelos.

— Annabeth! – disse Luke animado me dando um beijo na bochecha.

— O uniforme lhe caiu bem, Annie. – Will disse, fazendo um toquinho comigo.

— Will, pare de cantar a menina. – Ethan o repreendeu rindo. — O que achou da apresentação?

— É... não é tão ruim assim. Por enquanto.

— Logo mais seus problemas com a adaptação surgirão. – disse Will novamente, rindo. Eu ri.

— É, eu já imaginei que sim.

Ouvimos um pigarreio e pude perceber que estávamos nos quatro lá conversando enquanto outros cinco garotos nos olhavam sem entender, sendo que, provavelmente eu havia chego e interrompido a maravilhosa conversa.

— Já conhecem a novata e não vão me apresentar? – um menino com a pele bem clara e olhos e cabelos negros questionou. Muito gato, por sinal.

— Nico, pare de ser idiota. – Luke começou.

— É a Annabeth. Nos conhecemos na Mansão. – Will afirmou e o tal Nico arqueou a sobrancelha.

— Prazer. – disse Nico indo apertar minha mão. Correspondi.

— Ah, Annie, estes são Grover, Charles, Chris, Nico, como você já descobriu, e Percy. – apontou para um menino que não saia do celular e não pude ver seu rosto com clareza.

Grover era ruivo, peludo e possuía olhos claros; um verdadeiro hippie. Charles era um gigante e tinha a pele negra e incríveis olhos castanhos claros que se contrastavam com sua pele. Já Chris era pouco mais baixo, mesmo assim forte, com pele clara, olhos castanhos. Não pude ver direito o tal Percy, apenas reparei em seus fios finos e negros, que caíam na pele clara.

Sussurrei no ouvido de Luke perguntando se ele tinha algum cigarro. O loiro sorriu apertando minhas coxas, já que eu ainda estava no seu colo, e levou suas mãos ao seu bolso, dando-me, com cautela, um isqueiro pequenininho e um cigarro. Beijei-o na bochecha e me despedi do pessoal.

Corri ao que julgava ser um jardim e, desesperadamente, acendi o cigarro, tragando-o meio desesperadamente.

Lembrei-me dos garotos que conheci. Sorri de canto de boca sozinha, enquanto liberava a fumaça. É, talvez essa escola não seja tão ruim assim.

Notas finais
Y SOY REBELDE! rebelde é o q há Gente meu perçola chegou finalmente ♥ nossa nabeth às vezes é meio sem noção, mas nao a julguem, ela sofreu mt pra ser certinha e ter a cabeça no lugar. Quem já leu minhas antigas fics sabe que às vezes eu coloco alguns links de imagens para melhor visualização já q eu sou a senhora didática. Os links geralmente mostram ambientes e pessoas. No cap passado eu coloquei a aparência do trio parada dura, vulgo Luke, Ethan e Will e mais outras coisas que nao lembro agora, e nesse coloquei do restante dos personagens É isso pessoar! A partir daqui que a história realmente começa! Preparem-se hihihi Fiquem à vontade para continuarem me perguntando sobre o desenvolvimento do enredo! Até pq é bem complexo de entender essa falta de afetividade que a migs nabeth tem, uma hora ela ta felizinha outra ta com o capiroto, mas é assim mesmo O número de leitores subiu significativamente, então tratem de comentar seus safados sem vergonha se quiserem que eu poste logo! Como disse, comentários me inspiram e me animam; eles fazem com que eu produza cap maiores e de melhor qualidade. Grata àqueles que sempre comentam! Sim, uma super direta pra você, de Lima ♥ bjbj galerinha 100sual