Notas iniciais
Hey, I'm finally here, leitores de Bad Minds, e peço que não ignorem a história que contarei à vocês, por favor. O nome é: Roberta (me, starkjackson) e a morte da inspiração. Tudo começou quando a autora de Bad Minds resolve postar uma mega e decisivo capítulo de seis mil palavras cujos acontecimentos são bem bombásticos, e após postar, recebe depois de um mês de aguardo sete comentários, o que é estranho já que ela tem 14o leitores, sim, cento e quarenta. Tudo bem, Roberta mesmo triste, segue à (tentar) fazer os capítulos seguintes, mas tudo que sai é péssimo ao seu ponto de vista, e assim se segue, e o capítulo seguinte é reescrito sete vezes, pela falta de inspiração. SETE VEZES, peça teatral grega trágica, finish na história real, realíssima. Gente, sério, isso está me dando depressão, e lá vou eu fazer essas notas enormes que o Nyah! fará o favor de cortar, mas ok, i'm here, continuando a desabafar... é que, sinceramente, isso desanima todo o leitor, de verdade. Imaginem como é um ruim escrever quase às paredes? Não, não é legal. E não, não vou excluir, mas me ajudem a cumprir essa promessa de terminar essa temporada, e partir logo pra outra, porque eu quero isso tanto quanto vocês. Aliás, estão de castigo, dividi o capítulo em dois, mas não a relações nem nada, é para vocês sofrerem, porque não estão merecendo outro capítulo com seis mil palavras, não, não. Gente, queria saber quem vcs acham melhor pra ser o peter? Eu prefiro o Logan ao Dylan, e aquele trailer que uma lermaniac fez, vey, ficou muito da hora dehduiwhedhuidhedm quero comentários, caso contrário, demorará mais um mês hehe sou bad, bad minds KKKKKKKKKKK, nduehduieduheiduhed bjss, starkjackson, xx.

ELA AINDA ESTÁ VIVA?

A voz firme e feminina fez com que eu concretamente despertasse de um sono dominador e predativo. De ínicio, meus olhos não se abriram subitamente, então, a única coisa que eu pude perceber foi o estofado macio, mas firme sob minhas costas, e sob minha cabeça, quando me mexi minimamente, senti um jeans mesclando-se ao farfalhar que meus cabelos realizavam.

Ampliei de uma única vez minha visão, assombrada pelo espanto ao encontrar dois olhos flutuantes e azuis me sondando com apreensão e alivio ao me ver.

— Parece que sim — Isaac confirmou em um murmúrio, um sorriso felizardo reverberava seus lábios, e sua forma encorpovava-se limitadamente, já que ao que parecia, era ele o dono da jeans que encobria seu colo, e que servia de descanso a minha cabeça.

Pisquei meus olhos, tentando assimilar todas as informações que rajavam para cima de mim, e vendo a minha falta de capacidade momentanea, me concentrei apenas em olhá-lo — mesmo sabendo que ele não era o único que estava em seja lá onde estejamos.

— Aonde é que eu estou? — eu quis saber, solevando minha cabeça, e logo após, me arrependendo quando uma dor colossal me atingiu.

— Num carro, sendo levada à uma base da S.H.I.E.L.D.

Foi o suficiente para que mesmo com a dor, eu me soerguesse, e sentasse no ao que parecia um banco, e ficasse consequentemente de costas a Isaac? Levada à uma base da S.H.I.E.L.D? Quanto tempo eu havia ficado apagada? Há quanto tempo estavam nesta transição de me levar à uma base de uma organização que, aparentemente e como tudo indicava, estava com ordens para que um maniaco como Brian estivesse na minha cola? — pelo menos era esta a mais cogitável, e certa suposição criada pelo meu maior mecânismo, o cérebro.

O quê? — minha voz se içou a inúmeras e agudas oitavas. À minha frente, apenas uma parede metálicas se erguia, como uma divisão de um carro, enquanto janelas escuras e sem permeação do sol me expremiam em uma vasta e ao mesmo tempo pequena extensão de bancos contornando as paredes de janelas logo acima. Num carro. Eu estava em um carro grande e praxe de famílias grandes, só que, de fato mais nebuloso e enegrecido. Engoli em seco. — Por que diabos está me levando à esta organização? — exasperei.

Virei-me imediatamente para sondar todas as possíveis e impossíveis reações de Isaac que estariam vindo a seguir. De começo, minha visão captou seis formas submerssas por um breu nada benevolente sentados na extensão de bancos de frente para a que eu me encontrava. As cinco primeiras formas, eu conhecia bem. Steve e Natasha estavam lado a lado, enquanto, a ruiva nutria uma expressão nada expressivel e seus olhos estavam adornados de um tédio, Steve carregava com si a feição predominante em quase todos presentes no carro; alívio, tensão e algo mais indecifrável que a incapacidade de não conseguir fazer esforço me poupava de desbrandar; Dannis estava com a mesma roupa do tiroteiro, a camiseta cinzenta estava suja e cheia de fuligem, uma touca engolia boa parte de seus cabelos embaraçados e rebeldes, e os olhos azuis salpicados por um verde musgo nutria a lerdeza excêntrica de todos os dias; sua irmã, Alice, estava mais ao lado, com os olhos quase se cerrando num ato de sono contido e indesviável, os cabelos fogosos e lisos cobriam-lhe as costas até a cintura, ainda com uma beleza icomum, e totalmente rock n’ roll.

Meus olhos se firmaram na penúltima forma e meu coração se aqueceu, fazendo-me corar imediatamente, sem nenhuma causa ou até motivo palpavél, apenas porque eu era uma idiota, que se derretia ferradamente apenas em ter seu olhar em colisão com o meu. Tony. O cansaço o rodeava visivelmente, mas ainda sim, a personificação da sedução e da irônia, marca somente dele.

Esperei que ele falasse alguma coisa, ou até mesmo esboçasse algo, mas ele não pôde, já que a sexta e última forma se realizou, e sua voz grossa e direta se propagou pelo local.

— Acalme-se, Skylynn Johson. Não há o que temer — ele disse, e só assim pude ver como realmente era. Usava uma roupa baseada em somente preto, enquanto um sobretudo de couro vestia-o, e aguçava ainda mais o que ele menos queria: o meu temor. A pele escura se ressaltava em meio à toda àquela roupa, e o que de fato me deixou arrepilada dos pés a cabeça, foi um tapa olho que encobria um de seus olhos, e deixava a vista uma proeminente cicatriz crescente até o ínicio de suas bochechas. Sua cabeça devastada pela falta de fios, reluzia mortiçamente pela fraca luz. — Estamos apenas te livrando de todo o mal, apenas isso.

— Quem é você? — exigi saber, encolhendo-me cada vez mais no pequeno espaço em que eu estava sentada.

Senti uma rajada de olhar de Isaac sobre mim.

— Não faça esforço, sente, apenas fique sentada.

— A sua perna — o do tapa olho explanou antes mesmo que eu pudesse querer saber do que Isaac falava. — Você foi feiamente baleada, não é nada recomendável que faça esforço.

A expressão de aflitação adormeceu todos os músculos já fraquejados por minha falta de exercicios.

— Eu fui o quê? — exaltei-me, minha voz se esganiçou tanto que eu parecia um poodler latindo. — Baleada?

Isaac esticou sua mão para alcançar meus cabelos, e por fim, seus dedos cálidos acariciaram os fios — que, aliás, estava um caos — leve e maciamente. Eu não soube o porquê de ele ter feito tal ato, mas não o impedi, apenas deixei que ele continuasse, pois estava me fazendo meramente bem.

— Brian — explanou ele, e de soslaio vi as chamas crepitantes começarem a fluir em seus olhos azulados. — Eu sinto muito.

Eu não sabia o que ele estava querendo dizer com “eu sinto muito”, apenas tomei consciencia quando senti algo colar-me e formigar ao lado inferior da perna esquerda. Virei-a levemente, deixando sobre minha visão, e logo uma vasta extensão de gases retumbou minha mente. Tudo que eu podia sondar era o pedaço vermelho de sangue que se alastrava por todo o branco, meu sangue. Onde eu havia sido baleada por Brian. Foi automático. O ódio começou a se propagar por todos os meus músculos e órgãos possíveis, e aquela dormência paralética dava às caras mais uma vez, impossibiltando-me de sequer sofregar em um ato de fraqueza.

Ele não tinha esse direito! Brian não possuia o direito de fazer o que quisesse em minha vida, transformando-a em um nada de uma noite por dia! Por céus, o que diabos eu havia feito para ele? De onde ele me conhecia? Por que insistia em me chamar de minha pequena, e todos os apelidos sombrios com a palavra que mamãe sempre costumava a me chamar? Definitivamente, não havia respostas, pelo menos não para mim. Já que todos pareciam saber sobre a totalidade da minha vida, menos é, claro quem deveria saber. Eu.

Então como se não bastasse a torrente de palavras mentais de baixo calão que eu dirigia a Brian, flashbacks permearam a minha mente diabolicamente, fazendo-me fechar os olhos a medida em que as cenas se implantavam e rodavam em minha cabeça. Nada era aúdivel do lado de fora, talvez por que eu estivesse me reclusado do mundo subitamente, ou talvez porque nenhum dos presentes no carro era capaz de dizer algo, apenas apreciar meu momento intensamente isano e cheio de vultos psicoticos que avançavam em minha mente, que foi preenchida completamente pela cena do tiroteiro vagamente.

Era como se eu estivesse revivendo novamente o ocorrido, mas minha visão estava turvada, e encharcada por uma vinheta instigante e esmeraldinha. Brian estava através das vidraças que iam até alguns metros do chão, com aquela expressão insana e furtiva direcionada unicamente a mim. Então surgiu a arma do crime em suas mãos, logo ele estava baleando tudo, e todos. Meu desespero estava sendo vivenciado novamente, então, tudo que fiz foi gritar alto e em bom som para que todos presentes naquela sala com balas zumbantes. Eu não estava bem. O verde dominava e avançava sobre todo o meu campo de visão, deixando a dificuldade reinar, e atrapalhar os flashbacks ponteados por uma crueldade esclusiva.

Eu conhecia tão bem aquilo, tão bem. Era obvio quem estava por de trás de tudo aquilo, era fato.

Então, uma mão se materializou e tirou toda aquela visão, enviando-a para meu subconsciente.

Abri meus olhos, de volta ao carro, com todos me olhando instigados e de olhos arregalados. Eu não havia sentido, mas as mãos de Isaac ainda trabalhavam em minha cabeça, e agora enxugavam as lágrimas imperceptíveis de meu rosto. Eu havia chorado. Por fim eu tinha conseguido derramar as gotículas expressantes da felicidade e da tristeza.

— Brian não está agindo por si só — consegui indaguar, angulando-me para olhar exatamente Isaac cujo maxilar se enrijeceu, e os olhos se ampliaram rapidamente. — Há alguém agindo por de trás dele. Não é a S.H.I.E.L.D, não é qualquer pessoa — engoli em seco, as mãos de Isaac já não estavam mais em meu rosto, estavam petifricadas ao vento. — É ele...

Antes que eu pudesse responder, Isaac me cortou com uma simples palavra substantiva. Os olhos ganhavam uma ocapacidade, cheios de indiferença, e dubiamente, aflição.

— Loki.

~

Meia hora depois, chegamos à base da S.H.I.E.L.D. Não era aonde sinceramente eu queria estar, e nem aonde eu compreendia a causa de eu estar indo até ali, sendo que Steve e Tony desde que os conheci se mostraram totalmente aversos à organização — o que me mostrava que as circunstancias não estavam apenas me mudando, mas sim todos que eu estavam envolta disso. Depois de dada à palavra de Isaac pensei que um turbilhão de brigas e desanveças deslancharia, mas nada disso aconteceu. Apenas todos permenaceram calados e sozinhos, sem nem ao menos dizerem uma palavra de conforto. Porque todos, excetos os Stans, sabiam o que era lidar com Loki, mesmo que isso fosse mentalmente. E algo em meu subconsiente me dizia que o homem de preto e de tapa olho estava incluido nesse grupo, apesar de tudo, com o tema desgostoso.

Apenas soube que tinhámos chegado ao nosso destino quando o carro parou abruptamente. Os vidros dos carros eram enconbertos por um insufilme, então até agora, eu não sabia me dizer onde exatamente e como era base, apenas sabia que haviamos estacado ao nosso destino não tão receptivo ao meu ver.

— Há coisas que devemos conversar depois — a voz engrossada e cheia de testoterona do negro com tapa olho ressoou aos nossos ouvidos. Seu olhar focalizava-se em Isaac, o mistério lhe adornava e suas palavras eram diretas e sem rounds. — Ainda precisamos saber como e quando soube que Loki está por trás dos acontecimentos que vêm acontecido com Skylynn Johson, agente Scheadler.

Isaac elevou-se, deixando o banco, e ficando com a postura correta e intimidante que ele possuia. Aliás, a pessoa que mais me parecia inofensiva e não rodeada de olhares furtivos e ogros era eu. Como sempre, a mera mortal.

— Isaac Schealder, senhor — Isaac o corrigiu, sua voz parecia ferro ao ditar tais palavras. — Já faz bastante tempo que deixei a S.H.I.E.L.D, logo este cargo não se aplica mais a mim, felizmente, Nick.

Então, o nome do cara do tapa olho era Nick. Anotado, listei.

Nick ginchou minimamente.

— Creio que por suas recentes realizações poderia muito bem voltar ao cargo, se me permite dizer. Você era bom no que fazia — indagou Nick, olhando Isaac com mais de segundas intenções por de trás daquele tapa olho aterrorizante. Estremeci, inconsequentemente, ao ouvir e ver sua voz e sua expressão cheios de coisas substendidas. Tudo bem, eu mal o conhecia. Mas já pelo seu semblante e ações era translúcido que arranjar uma briga ou até algo menor com ele era uma forma péssima de querer viver.

Isaac sorriu debochado, de uma forma que nunca havia feito desde que eu havia o conhecido. Bem, um dia não releva muita coisas sobre as pessoas, mas...

— Acho que dispenso veemente sua proposta, Fury — Ele se virou para me olhar, fazendo toda sua expressão imergir, e dando-me um sorriso complancente enquanto estendia a mão para que eu pudesse me levantar.

— Não é preciso disso, Isaac —Apressei-me em dizer, rasgando suas intenções ao meio, apressadamente. — Eu... estou bem.

Um olhar mesclado de cetismo e desafio permeou a face de Isaac.

— Você acha?

— Claro! — Elevei minha voz à algumas oitavas. Eu podia sentir o sangue invadindo às minhas bochechas, tornando-me a personificação de um tomate bem, mais bem vermelho. Mas, poxa! Eu era capaz de fazer as coisas! — Qual o problema em eu ser realizar coisas sem a ajuda de ninguém?

Isaac sorriu, provavelmente enchendo-se de graça ao ver uma garota como eu, mais uma vez, entrando em uma combustão de vergonha — que aumentava ainda mais à mediade que seu sorriso com direito a dente brancos e alinhados aumentava. Sua mão ainda mantinha-se estendida.

— Não há nenhum problema, Skylynn. Apenas me deixei ajudá-la, por favor.

Olhei sua mão erguida em minha direção por tempo indeterminado, analisando tudo que ele havia dito. Ao que parecia, ele apenas estava tentando me ajudar, porque, bem, por um lado, eu havia sido baleada. Respirei fundo, rapidamente e imperceptível para segundos depois enlaçar a minha mão à de Isaac.

— Tudo bem — falei, revirando os olhos dramáticamente. — Só porque fui baleada, ressaltando.

Ele conssentiu, solevando-me no momento seguinte. De primeiro momento, minhas pernas pareciam querer ceder, até que por um impulso até então desconhecido um raio cruzou o perímetro do carro, e uma mão segurou a base de minhas costas, impedindo-me de cair no chão com a cara dura. Quando pude ver a pessoa, cuja palma da mão me fez oscilar, que havia me segurado, estremeci. Os olhos amendoados de Tony olhavam sem ímpetos, trabalhando e verificando se eu estava realmente bem.

— Tome cuidado, Johson.

Dito isso — as primeiras palavras que ele havia sibilado depois de eu ter acordado neste carro —, sua mão deixou de me segurar, e por incrível que pareça eu consegui firmar meus pés ao chão. Tony transmutou-se mais uma vez no raio cuja velocidade era apressada demais, abriu a porta do carro habilidosamente, e saiu porta à fora. Não compreendi um por cento de sua reação, então tudo que consegui foi escancarar minha boca, num incrível “O” mais grande e arredondado do que o comum.

O que estava acontecendo com ele? E com todos à minha volta, que mal eram capazes de dizer uma palavra sequer a mim, deixando-me sozinha em um vácuo rarefeito e de baixa raridade.

— Está tudo bem, Senhorita Johson? — Nick fez com que eu despertasse de minhas desavenças. Olhei-o, questionando-o com um olhar. Até que a coerência veio a mim novamente.

Pisquei algumas vezes, tentando de toda forma passar por cima da dor sucinta que crepitava em minha perna.

— Está tudo ótimo.

Sai do carro com a ajuda de Isaac, que enlaçava seu braço em minha cintura, enquanto eu ridiculamente mancava, e içava a perna atingida, não deixando tocar ao chão. Estavámos parados em frente à um imenso prédio, feito basicamente por vidro. Ao alto, uma águia encarcerada por uma circunferência entalhada, abaixo os dizeres S.H.I.E.L.D estavam esculpidos.

Abri minha boca, totalmente impressionada e sem chão — mentalmente — com a arquitetura divina do local.

— Oh, meu Deus! — exclamei, girando meus olhos para ver Isaac, que sorria admirado também. — Isso é incrível!

Ele balançou algumas vezes a cabeça.

— Sim.

— O que significa S.H.I.E.LD? — uma voz feminina quis saber. Angulei limitadamente minha cabeça para olhar quem havia dito, e ao que parecia havia sido Alice.

Natasha, ao lado de Steve, estava um pouco atrás de Isaac e eu, ficando consequentemente à frente dos irmãos Stans. Ela os olhou por cima dos ombros.

— Strategic Hazard Intervention, Espionage and Logistics Directorate — respondeu a ruiva de cabelos pequenos, e olhar aniquilador. — Só, sintam-se honrados por estarem pisando seus pés aqui.

Notas finais
BUM DSS TSS, sim, eu tenho down, mas meu down é medicado jdiejodje gente, o que foi alex daddario com aquele modelito no oscar, me falem? BIXA NASCEU PARA PISAR E NOS HUMILHAR, aff dejoidejd superemos doehduiehded minhas notas sempre são estranhas, se acostumem babys e quem ainda não passou em humans, HAHA, vamos logo, porque quem não quer ler PERCY PROFESSOR DE BIOLOGIA DELICIA? N I N G U EM! TODOS QUEREM LER diejdoed quero comentários, muitos, beijinhos, um mosquito me picou, e eu sou alérgica, me fui mas, tchau, starkjackosn, xx.