Aventuras e Desventuras Do Amor

12 O Casal De Ex-Namorados


Notas iniciais
Pessoal, eu estou muito feliz. Não pelo número de comentários (que continua baixo) ou por uma recomendação (que não teve), mas porque vocês são os melhores leitores do mundo. Sério. São poucos comentários comparado ao número de leitores, mas cada um equivale a vinte. Não importa se você acompanha a fic desde o começo ou há pouco tempo, se era fantasminha ou se começou a ler ontem, muito obrigada pelos comentários. Vocês são muito, muito fofos :3 E, pode parecer mentira, mas eu me reanimei com a história. Vendo todas as pessoas (dessa vez sem citar nomes, pois vou acabar esquecendo alguém) comentando e gostando, peguei um gosto pra escrever novamente. Obrigada *-* Eu amo vocês! PS: Capítulo só Rony + Hermione. PS²: Eu vou responder todos os comentários agora! PS³: Leiam as notas finais é de EXTREMA importância. LEIAM AS NOTAS FINAIS. Se possível, até antes de ler o cap.

Hermione tirou as mãos do pescoço de Rony e deslizou as unhas sem um pingo de esmalte desde o primeiro ano do médio para o peito dele, em seguida pressionando ali, para empurrá-lo de leve.

Um som estranho, como um estalar, foi ouvido.

– O que foi isso? – Hermione sussurrou.

Rony não respondeu, apenas fechou os olhos com força, se apoiando em um dos mostruários de sapato que tinha ali. Derrubando um par preto, abriu as órbitas azuis novamente, sendo seguidas por um sorriso.

– Você está bem? – preocupou-se Hermione.

– Estou – ele sorriu.

– O que foi isso?

– Deixe rolar – ele pediu, passando os braços ao redor de seus ombros, levando-a até a sessão de roupas. – Você quer sair comigo?

– Sair? – ela se desvencilhou.

– É... Jantar em algum lugar. Temos uma indenização para gastar.

– Eu adoraria sair com você.

– Acho melhor terminarmos as compras então.

Hermione sorriu, terminando de olhar os sapatos. Tirou os saltos que estavam em seus pés e provou sapatilhas e sandálias baixinhas. Nada de salto!

– Eu não saio daqui sem você comprar um salto – insistiu Rony.

– Eu não sei andar de salto.

– Aprende!

– Rony, vamos ver as roupas!

– Compre um salto – ele cantarolou.

– Não.

– Sim, um vermelho.

– Não.

– Sim.

– Não.

– Sim! – ele sorriu. Hermione imaginou que isso tivesse haver com o fato de ela estar se irritando.

– Ronald, que droga! – ela colocou os sapatos escolhidos em uma sacola e foi em direção aos shorts.

– Não fique brava comigo – ele pediu, segurando o braço dela.

– Eu já estou brava!

– Desculpa.

Ela revirou os olhos e pegou um par de shorts também. Depois, lembrou-se do motivo do término dos dois: ela ficava chateada por qualquer besteira! Não podia deixar isso acontecer de novo. Suspirando, virou-se com um sorriso nos lábios:

– Tudo bem. Desculpe, você também.

– Não tinha ficado mesmo chateada, tinha?

– Claro que não! – mentiu.

– Tinha sim – ele riu. – Por favor, Mione, me dê a honra de sair comigo usando saltos.

– Porque quer tanto que eu use esses malditos saltos?

– Fica sexy – ele sorriu torto e ela provavelmente fez cara de boba, porque ele riu.

– Pegue os saltos! – ela mandou, corando. – Depois me ajude com as roupas!

E assim foi.

Depois de muito insistir, a moça da loja permitiu que Rony invadisse o provador feminino para ajudar Hermione com as roupas. Ele se sentou em um banquinho branco e Hermione puxou a cortina vermelha, para trocar de roupa.

Sozinha, no silêncio do provador, Hermione suspirou olhando sua imagem no espelho. Ela precisava de água e de tempo para analisar tudo o que estava acontecendo. Observou o reflexo. O sorriso de orelha a orelha mostrava os dentes, ainda tortos, mesmo depois do trabalho de seu pai, que era dentista. Os cabelos estavam revoltados, como na sexta série.

Mas, mesmo assim, o brilho dos seus olhos lhe dava um ar de alegria, acabando com qualquer vestígio de cabelos revoltados e dentes tortos.

O que Rony lhe havia feito?

Um beijo. Um beijo foi o suficiente para deixá-la com essa áurea apaixonada que ela estava emanando naquele instante.

O que aquele beijo havia significado? Ele sentia algo por Hermione?

É claro que sente, Hermione pensou, revirando os olhos e trocando a roupa.

Não parecia certo ficar com Rony. Todos esses dias, imaginando um futuro sem o passado, para no final hesitar. Todas as histórias têm um passado, presente e futuro. Faltar uma etapa é quase como deixar de ser quem é. Nós nunca poderemos abandonar o passado, por mais que queiramos.

Usar a falta de memória dele... Não, não parecia certo. Ele precisava saber de todos os defeitos que Hermione tinha, todos os motivos que os fizeram terminar.

– Ronald Weasley... Eu ainda mato você – ela murmurou pra si mesma, saindo do provador.

Assim que o viu, sentiu o coração retrair. E que se dane a falta de passado, ela amava aquele ruivo. Amava mais a ele do que a si mesma, talvez.

– Não ficou legal – ele falou, avaliando o short jeans e a blusa preta.

– Eu sei.

– Pois troque de roupa!

Ela assim o fez, vestindo um vestido vermelho que ia até a metade de sua coxa. Ele era tomara que caia, com uma pequena faixa reluzente vermelha bem abaixo dos seios, fazendo com que a saia caísse solta. Ela subiu no salto e colocou brincos dourados na orelha. Prendeu o cabelo em um coque e saiu.

Sorriu para Rony, esperando um comentário, mas ele não o fez.

– Então?

– Você fez um vestido fofo ficar sexy – foi o que ele disse. Hermione riu.

Entrou no provador novamente, vestindo uma blusa branca transparente e a colocando por dentro do short, com um cinto de oncinha decorando. Saiu fazendo cara de menina travessa e Rony riu.

Usando roupas e roupas, bem mais roupas que Rony, Hermione saiu do provador com pares selecionados. Roupas estilo América e roupas estilo França, incluindo boinas e lenços para colocar no pescoço. Comprou brincos, pulseiras e tiaras. Um verdadeiro banho de loja!

– Minha mãe mandou uma mensagem – ele falou quando pararam na fila do caixa.

– Desde quando tem um celular?

– Ah, ela deu um pra mim – ele respondeu, meio encabulado.

– O que dizia a mensagem?

– Tenho médico de cinco horas.

– Da cabeça?

– É. Segundo ela, foi um milagre o sangue ter estancado e eu ter sobrevivido.

– O corte nem foi tão profundo!

Ficaram em silêncio por um tempo, até que Hermione se lembrou de um detalhe. Corou, mas mesmo assim informou a Rony:

– Não pegamos peças íntimas.

– Ahn...

– Eu vou pegar. Fique na fila!

Mesmo querendo evitar, quando observou as lingeries, imaginou se Rony gostaria daquelas peças no corpo dela. Pegou uma vermelha e outra amarela, as cores favoritas dele; depois foi nas básicas: as brancas, pretas e beges. Antes de ir para fila, ainda pegou dois pacotes de cuecas que caberiam nele.

Ao pagar tudo, novamente ela falou em francês e acabou até soltando um palavrão na língua, vendo o preço de todas aquelas roupas, mas mesmo assim, o cartão não recusou. Pelo visto, tinham conseguido uma boa quantia em dinheiro. Hermione agradeceu a mulher e chamou um táxi ao sair da loja.

Quando sentaram e informaram o endereço, Hermione virou para Rony:

– Qual a programação de hoje?

– Podemos fazer o almoço! – ele sugeriu. – São duas horas, mas...

– Tentamos isso uma vez. Você acabou comendo os ingredientes.

– Prometo não comer nada!

– Tudo bem – Hermione suspirou. – O que você quer fazer?

– Um prato francês.

– Ficou maluco?

– Eu vou pesquisar a receita na internet – ele falou, puxando o celular do bolso. – Que tal Crême Brûlée?

Hermione gargalhou deliciosamente ao ouvir o sotaque francês do ruivo.

– Como é que é?

– Crême Brûlée – ele repetiu e ela riu ainda mais.

– É Crême Brûlée, Ronald – falou com o sotaque correto.

– Então, Crême Brûlée.

– Não, Ronald. Crême Brûlée.

– Como eu estou falando?

– Não precisa puxar tanto o R! Muito menos fazer esse biquinho...

– Que biquinho?

– Crême Brû... – ela foi imitar ele, fazendo o mesmo, mas ele a interrompeu com um beijo.

– Desculpe – pediu. – Seu biquinho estava convidativo...

– Ronald – ela ralhou, corando.

– Você é tão linda... – ele elogiou. – Nem parece que caga.

– Ronald! – ela começou a rir e ele também.

Chegando em casa, Hermione ficou de guardar as roupas compradas, enquanto Rony ia até a padaria comprar os ingredientes necessários. Fariam crepe!

Ela cantarolava baixinho uma música dos Beatles, dobrando as roupas dele e colocando-as na pequena cômoda que lhe haviam disponibilizado. Rony tivera sorte. Enquanto Neville dividia quarto com Draco, e Cato dividia quarto com Nico, Rony tinha o quarto só pra ele, entretanto, o quarto era minúsculo.

A cama de casal ocupava mais da metade do espaço, assim como a cômoda de guardar roupas. As paredes eram brancas e descascadas, e o quarto não tinha janelas. Apenas um pequeno vidrinho ao lado do ar-condicionado.

– O que a senhorita Granger faz no quarto de um homem solteiro? – brincou Draco, fazendo Hermione se sobressaltar.

– Que susto! – ela levou a mão ao rosto. – Por favor...

– Desculpe – ele riu.

– Se fizer isso novamente, é um homem morto, Malfoy.

– Bu! – ele brincou, deitando-se na cama de Rony. Hermione sorriu. – Está sorridente... Com um brilho nos olhos! O que o príncipe encantado fez?

– Nos beijamos... Foi tão mágico! – ela sorriu, enquanto fechava a gaveta do móvel. Quando virou para Draco, ele não sorria. – Aconteceu alguma coisa?

– Nada — ele foi rápido ao responder. E tratou de sorrir, mesmo que parecesse um pouco triste: — Como foi?

– Nós estávamos comprando sapatos e então eu tropecei e ele me segurou e me beijou e... – ela suspirou, sentando-se na cama, ao lado de Draco, e cheirando o travesseiro.

– Finja que não aconteceu nada. Se faça de difícil e quando achar que ele esqueceu, o beije. Homens ficam loucos quando não podem prever as reações das mulheres... Não seja previsível!

– Não acho que consigo fazer isso. Sempre quis o Rony...

– Você quem sabe.

– E a Astoria? – Hermione mudou de assunto, depois de alguns segundos de silêncio.

– Quem? – ele estava aéreo. Hermione estranhou. – Ah, ela tá na sala, eu acho.

– Não perguntei isso... Aconteceu alguma coisa entre vocês?

– Não.

– Tem certeza?

– Porque está perguntando?

– Porque você está estranho!

– Estou? – Draco perguntou e ela assentiu. — Não tem nada com a Astoria, é coisa minha...

– Coisa sua? – Hermione ergueu a sobrancelha.

– É, coisa minha – ele revirou os olhos. – Vou indo, Mione. Se cuida!

Ele se despediu com um beijo na testa dela, que logo as franziu. Draco estava estranho. Ela ainda descobriria o que Astoria o havia feito, mas não agora. Agora ela ia tomar um belo banho para cozinhar crepes com Rony.

O impressionante é que sempre que fechava os olhos debaixo do chuveiro, imaginava cenas com o Rony. Diálogos imaginários, situações fofas que envolviam beijos e declarações. Ele a salvava de um incêndio... Suspirou, deixando a imaginação levar.

O cheiro de fumaça era inalado pelas narinas de Hermione. O shopping estava cercado em chamas, mas ela não conseguia identificar a causa do fogo. A única coisa que sabia é que em pouco tempo, todo aquele nevoeiro a faria desmaiar. E, desmaiando ali, seria queimada e morta.

Hermione já não tinha mais esperanças.

– Mione!

Uma figura alta, forte e ruiva, tão ruiva que Hermione achara que os cabelos estavam sob custódia das chamas, apareceu com um sorriso nos lábios. Ela logo sorriu.

– Rony.

– Eu não podia simplesmente te deixar... Sempre te amei, Mione, sempre. Vamos embora daqui!

Mas as coisas nunca seriam fáceis como naquela imaginação... Imaginou-se recebendo a notícia de morte de Katniss Everdeen, sua melhor amiga, e ele a consolando.

– Vai passar – ele dissera.

Hermione sabia que não ia. Aquela dor permaneceria com ela pela eternidade, a dor de perder uma amiga. A única parte boa daquilo tudo, era ter Rony ali ao seu lado. Ele a abraçava forte e beijava constantemente seus cabelos.

– Dói tanto, Ron.

– Não gosto de te ver nesse estado.

– Nem eu, acredite.

– Eu sei que o momento não é esse, mas... Queria dizer uma coisa.

– O que?

Ele a beijou, sem se importar com as lágrimas que saltavam dos olhos cor de chocolate de Hermione Granger.

– Obrigada – ela agradeceu.

Sentiu os olhos marejarem, só de imaginar a possível morte de Katniss, mas não pôde deixar de sorrir com a imagem de Rony na sua cabeça. Imaginou-se, por último, em um maluco triângulo amoroso com Draco e Rony.

– Eu namoro o Percy – dissera Hermione.

– Mas seu coração nos pertence – Draco retrucou.

– Vocês são gays! Sempre foram afins do Harry.

– Não, sempre fomos afins de você. Você é linda, Mione.

– Desculpem, mas eu amo o Percy.

Ela acabou soltando uma risada melodiosa no chuveiro e o desligou, assim que terminou de tirar o condicionador do cabelo. Vestiu um short jeans e a blusa recém-comprada Eu ♥ Ronald Weasley. Os cabelos castanhos ainda estavam enrolados na toalha azul quando ela saiu do banheiro, esbarrando com Draco no corredor.

Quando ela passou, ele segurou seu pulso e a girou rapidamente, fazendo com que suas costas batessem na parede. Ele sabia pegar de jeito.

– Cheirosa – ele fungou em seu pescoço.

– Estou com o Rony agora – ela sussurrou, o empurrando de leve.

– Foi um fora?

– É claro que foi, cheiroso – ela deu um selinho nele e foi para a sala sorrindo.

– Me sinto usado... – ouviu Draco murmurando, mas estava longe demais para responder.

Sentado na sala da televisão ainda estava Nico, zapeando com a mesma cara de tédio de antes. Desviou os olhos para Hermione quando ela se sentou ao seu lado, mas não moveu os lábios uma única vez.

– Desculpe não ter voltado.

– Tudo bem.

– Onde está Molly?

– Mãe do Rony? – Nico perguntou e ela assentiu. – Pelo que ouvi, marcou o médico do filho, falou com... As pessoas que estão resolvendo o caso do navio... Parece que conseguiu visto para vocês ficarem, contanto que façam alguma atividade.

– Como conseguiu tanta informação?

– Não falo, só escuto.

– Ah.

Ele ainda era esquisito. Hermione sorriu, sentindo uma imensa vontade de abraçar do nada, e assim o fez. Sentiu a pele dele ficar quente e quando o soltou, viu que seu rosto estava vermelho.

– Desculpe – pediu sorrindo. – Você é fofo.

– Seu bom humor tem haver com essa blusa?

– Claro que tem.

Nesse momento, Silena entrou desesperada naquela sala e pelo visto, procurava Hermione. Ela jogou os braços ao redor da amiga e soluçou. Hermione nada entendia, mas mesmo assim afagou seus longos cabelos loiros.

Ou melhor, talvez entendesse. A mãe de Silena ia naquele dia pra Paris, com o marido, o pai do Charlie. Silena foi encontrá-los preparada para dizer o que havia acontecido com ele...

– Pode falar, Lena — disse Hermione docilmente.

– Eu vou... Deixar vocês a sós – disse Nico e Hermione sorriu.

– Dói tanto que chega a doer, Hermione — Silena se separou do abraço. — Eu não superei a morte dele, claro que não superei. Eu sorrio e brinco, mas chega a sangrar aqui, sabe? Eu sinto falta dele. Sinto falta da amizade que tínhamos, apesar de sermos namorados...

– Eu não posso dizer que entendo em mesmas dimensões, mas entendo um pouquinho — falou Hermione, lembrando-se de Rony. Não era a mesma coisa, afinal Rony ainda estava vivo, mas quando terminaram... Ela sentiu muita falta.

– Obrigada por tentar ajudar, mas você não entende.

– Eu não gosto de ver você assim, chérie. Que tal se... Formos fazer as unhas e esquecer um pouco disso, uh? Não faz bem pra você, anjo.

– Acho que não, Mione... Eu só quero deitar em posição fetal e dormir. Dormir até o dia em que poderei ver o Charlie novamente.

Em outras ocasiões, Hermione reviraria os olhos e diria "quanto drama". Entretanto, Silena o amava.

– Vamos! Você tira isso um pouco da cabeça... Vai ser bom.

– Tudo me lembra ele! Até a palavra bonito. Eu costumava chamá-lo... Hermione! — Silena recomeçou o choro.

– Vamos lá, amiga! — Hermione tentou animá-la. — Salão mais tarde? Você pode, quem sabe, ficar ruiva!

– Ruiva como o Rony — ela comentou, sorrindo fraquinho.

– Isso! Vamos?

– Vamos.

Silena se deitou no colo de Hermione, que apenas sentia as lágrimas quentes da amiga bater em suas pernas desnuas. Hermione se perguntava o que podia fazer para ajudar, mas uma voz a dizia, insistia, que ela não podia. Silena precisava chorar e precisava ter seus pensamentos fluindo.

Hermione apenas lhe afagou o cabelo.

– Promete que quando voltar aos Estados Unidos, vamos manter contato? — Silena sussurrou, com a voz meio embargada.

– É claro! – Hermione sorriu, embora Silena não pudesse ver. – Nunca me contou de onde você é...

– Nevada – ela riu fraquinho. Era de partir o coração o estado de Silena.

– Qual cidade? Las Vegas?

– É.

– E cruzou o país para embarcar no navio? – Hermione brincou. – Embarcou em Nova Iorque ou na Flórida?

– Na Flórida.

– Então curtiu mais dias no navio que eu! – Hermione riu. – Sou de Nova Iorque.

– Você tem sotaque britânico...

– Tive sessões com fonoaudiólogas. Amo os ingleses.

– Mione? – a conversa das duas foi interrompida por Rony, adentrando o local.

– Eu! – ela se levantou delicadamente, dando um beijo na cabeça de Silena. – Ligue para sua mãe, talvez ela queira ir também para o salão.

Ela passou pela porta, fechando-a em seguida. Rony olhou divertido para sua camisa e tinha os olhos brilhando ao encarar os olhos da castanha. Hermione corou, desviando o olhar.

– Queria passar a tarde olhando pra você... Mas temos visitas.

– Quem? – embora soubesse quem era. Não teriam paz?

– Lilá.

É, com certeza não teriam paz.

Notas finais
Eu estou concorrendo em um CONCURSO de fanfics. Pedindo, urgentemente, votos, meus amores ^^ Leiam aqui: *A fic que está concorrendo é essa aqui: ADA (Aventuras e Desventuras do Amor)* 1) Sigam o blog abertamente: http://katfanfics.blogspot.com.br/ 2) Votem na fanfic aqui: https://docs.google.com/forms/d/1nDIVjKptrRwWmiDZhEIG_KkpswHTMtUHPRf7UWG1SgE/viewform 3) Divulguem para amigos! ----X--- Eu não sei se o capítulo ficou bom. Não sei se a inspiração só está nos meus olhos e eu continuo escrevendo merda, mas foi o que saiu e espero que gostem ^^ Recomendem, pls, uehuehe. Beijão!