Notas iniciais
DESCULPA A DEMORAAAAAAAAA. E eu juro que vou responder reviews. Tô com pressa, postando escondido. VOU MORRER. Tá, okay. Eu tô usando aquela ferramenta do Nyah. Sabem? Que pode programar capítulos. É, pois é. PORQUE AMANHÃ EU VIAJO O/ (quando o cap for postado, eu já vou ter viajado). E, POR ZEUS, KARIM SALINO, A TUA RECOMENDAÇÃO É TIPO kfndguvdenf EU PIREI. Te amo pra sempre

A cabeça de Peeta estava prestes a explodir.

Ele fora acordado por Katniss o beijando, distribuindo beijos por todo o seu rosto, enquanto sussurrava o seu nome de um modo nada comportado.

Era por isso que sua cabeça ia explodir; Katniss era seu único e maior problema.

Ele, ainda meio surpreso, sem saber como reagir, e até um pouco cansado, foi sorriu para a prima, foi até as margens do lago, lavou o rosto e tirou a camisa, pois o dia estava extremamente quente. O chão parecia arder e até a água estava em uma temperatura mais alta.

Olhando para os lados, ele percebeu que tanto Katniss quanto Zoë estavam de calcinha e sutiã; Cormarc também estava sem camisa. O dia ia ser quente.

Sem querer demorar muito o olhar em Katniss, ele se virou para Cormarc e o chamou para começar o trabalho. Isto é, começar a procurar material para uma jangada. Katniss e Zoë entraram na selva, procurando material para produzirem armas. Ambas pensavam em arco e flecha.

O caminho era longo e o suor lhe escorria o peito nu, mas logo Peeta devaneava sobre seu maior problema atual. Katniss.

Era verdade que sempre a quis desse jeito, beijando seus lábios e fazendo outras coisas mais intensas, mas não era exatamente disso que ele estava falando. Ele queria, além do carnal, o sentimental. Queria palavras como "amor", "minha linda" e "eu te amo de um modo não fraternal" no seu vocabulário, mas parece que ele nunca conseguiria.

Só não queria estragar tudo, a pegação, com suas baboseiras sentimentais. Afinal, pra que serve o amor se não para foder com a vida da gente?

Concentrou-se em sua tarefa, tentando a todo custo esquecer da Katniss. Recolheu madeira e bambu para fazer uma pequena canoa. Não fazia ideia de como iriam construir aquilo, mas eles precisavam construir.

– Ei, cara, como de uma hora para outra a Katniss está caidinha por você? – Cormarc perguntou, jogando a camisa em sua direção, e se preparando para escalar uma árvore.

Ele tinha algum tipo de poder para ler mentes?

– O que você vai fazer?

– Tentar derrubar alguns galhos longos.

– Inteligente.

– E a Katniss?

– Ela é Katniss Everdeen. Geralmente, os homens quem usam as mulheres. Quando se tem uma relação com Katniss, ela assume o lugar do homem nessa estatística.

– E você não se importa?

Peeta pensou... Ele se importava? É, ele se importava. Mas o que podia fazer?

– Estou beijando ela todos os dias, mano – ele se fez indiferente. – Porque me importaria?

– É, também tem isso – Cormarc riu, enquanto tentava colocar força em um galho e o fazer partir.

Ele partiu e logo levaram para a praia. Não demorou muito para que tivessem um montinho pronto e somente ao anoitecer voltaram ao lugar que eles denominaram Cou — o lago.

A noite estava incrivelmente quente, assim como o dia fora. Peeta ainda suava, embora menos que antes. Encontraram Zoë e Katniss nadando no lago, lá no Cou, ainda de calcinha e sutiã e sem pensar duas vezes, pulou no lago, atrapalhando a fofoca das duas.

– Peeta! — ralhou Katniss.

– Tá calor.

Ele resolveu tomar alguma atitude e a abraçou por trás, beijando seu pescoço:

– E o dia?

– Foi bom.

– Fizemos armas — completou Zoë. — Mas elas não funcionaram.

– A parte boa é que nossas armadilhas pegaram um coelho. Teremos almoço amanhã — Katniss disse animada.

– Porque mulheres sempre se dão melhores que a gente? — perguntou Peeta.

– Somos mulheres — ela deu de ombros, soltando uma pequena risada.

– Onde está o Mark, Peeta? — quis saber Zoë.

– Ele estava atrás de mim — o garoto se virou.

– Vou procurar ele.

Com isso, Zoë saiu e sua trança pingou água, traçando um rastro molhado no chão. Peeta virou Katniss para sua frente e sorriu, olhando nos olhos cinza dela.

– Eu queria ter tido os seus olhos — ela comentou.

– A Prim tem — Peeta sorriu.

– É, mas eu não. Me imagine de olhos azuis.

– Não.

– Imagine!

– Eu amo seus olhos.

– Podemos trocar de olhos no futuro.

– É claro, Katniss.

– Por que não?

– Porque não. Simples assim.

– Que sem graça.

– Calada, olhos lindos.

– Olhos lindos? — ela ergueu a sobrancelha esquerda.

– Por que não.

– Ah, Peeta, me beija.

– Olhos lindos — ele sussurrou, antes de cobrir seus lábios com o dela.

Se beijaram de um modo quente. Quem visse de longe, acharia que um tentava engolir o outro, tamanha era euforia e desejo com que se beijavam. Logo, o calor da água não era nada comparado ao calor que sentiam internamente. Incrível como Peeta a queria.

Eles se separam, bastante ofegantes.

– Como eu não percebi você na minha frente antes? – ela sussurrou, descansando a cabeça no peito dele e o abraçando. – Tantos dias na seca aqui, quando eu tinha o meu primo gostoso ao meu lado esse tempo todo.

– Talvez porque seja incesto.

– É... É proibido. Sabe porque eu gosto disso? – Katniss sussurrou, enquanto ele beijava se pescoço. – Porque é proibido. O proibido é sempre o mais gostoso.

Ela avançou na boca dele, beijando ferozmente. Pegou as duas mãos dele e as colocou na barra da sua própria calcinha, como se o estivesse mandando se livrar da peça. Céus, Katniss estava se oferecendo para ele!

A vida é feita de escolhas e caminhos. Peeta estava em uma bifurcação, tendo assim duas opções: ou ele puxava aquela calcinha e usava Katniss do mesmo jeito que ela estava usando ele, ou ele afastaria a prima delicadamente e explicaria que aquele não era o momento certo. A segunda opção parecia mais a cara dele.

Entretanto, estar aos beijos, com sua prima gostosa, em uma ilha deserta — com exceção de dois adolescentes -, também não era a cara dele, mas mesmo assim era o que estava acontecendo. Porque Peeta não poderia se dar o prazer ao menos uma vez?

– Aqui não. – Ele sussurrou. – Na praia.

– Na água? – os olhos dela brilharam.

– Onde você quiser.

Eles saíram do lago pingando. O sutiã e a calcinha de Katniss estavam encharcados. Os primos deram as mãos e começaram a correr em direção a praia que não ficava muito longe dali. Não tinham medo de se perder, afinal Peeta havia decorado o caminho de tanto ir e voltar ali com Cormarc em dois dias.

Chegando lá, com a mesma velocidade que o Rony comia, Katniss se livrou da própria roupa, enquanto Peeta se livrava da dele. Os rostos deles estavam suados e vermelhos, e Peeta pouco se lembrava da sua vergonha, do seu amor e do seu carinho. Katniss queria se entregar para ele, e sua mãe havia lhe ensinado que não se recusa o que se é dado de bom grado.

– Espere – mandou Katniss, parando ao encostar os pés na água. Ela estava ofegante. – Queria olhar para ele. Nossa, está maior do que eu me lembrava.

– Você olhava pro meu pinto quando tinha oito anos de idade? — ele riu.

– Talvez — ela sorriu maliciosamente. — Ah, Peeta, você era um menino e era meu primo, qual o problema?

Peeta corou e querendo se livrar daquilo, puxou seu braço com força e a beijou com tanto fervor que surpreendeu a si mesmo. Ele sentia os seios da prima batendo em seu peito nu e sabia que seu membro já estava duro, pedindo por Katniss. Ele também sentiu quando se chocaram na areia molhada e escutou quando Katniss arfou baixinho enquanto ele mordia seu pescoço e sua orelha, alternando entre os dois.

Eles não tinham pressa para nada. Na opinião de Peeta, os preliminares eram a melhor parte. Sentir a areia molhada em sua perna, enquanto estava em cima da prima, mordendo seu queixo, era com certeza uma experiência a ser repetida. Ele suava de vontade de acabar com aquilo de uma vez e poder se sentir dentro de Katniss Everdeen, mas ele não tinha pressa.

Talvez aquela fosse sua única oportunidade, não é?

Peeta sentia suas intimidades roçando quando colocou a mão no seio esquerdo da Katniss, apertando-os com força. A morena gemeu alto, aproveitando a solidão da ilha para expressar o que sentia ali. Quando abocanhou o seio direito, o mordiscando e beijando, teve uma ideia.

Peeta morria de desejo, mas será que ela sentia o mesmo?

Ele subiu os beijos até chegar próximo aos lábios e quando iam se beijar novamente, Peeta parou. Ele tirou a mão dos seios dela, se sentou, trazendo-a junto consigo, e lhe acariciou o rosto.

– O que diabos você está fazendo? – ela rosnou, inclinando-se para beijá-lo.

– Olhos lindos – ele sussurrou, bem perto dela.

– Me diga que você não broxou! – ela pediu e pegou no membro dele. Peeta pulou de susto. – Isso aqui não parece broxado. Peeta Mellark, porque parou?

– Eu queria que você pedisse por mim – ele a soltou, ficando de pé e indo pegar as roupas.

– Puta que pariu, cara, não fica de costas pra mim – ela pediu. – Você já viu o tamanho da sua bunda?

Peeta sorriu com isso, mas continuou andando.

– Vai ter que pedir, Katniss.

Ele esperava que antes de chegar até as roupas, ela lhe chamasse. Não sabia quando de repente se sentia tão confiante, mas colocar os mamilos de Katniss na boca talvez tenha lhe dado um pouco de coragem.

– Vem aqui, P – ela pediu, manhosa, e ele obedeceu. – O que quer que eu diga?

– O que você quer.

Ela deu um selinho nele, segurando em seu queixo com a mão, e mordeu o lábio inferior dele.

– Eu quero que você se vire para diminuir a animação desse seu amiguinho aí – ela disse maldosa e o empurrou. – Você deveria saber que cutucar onça com vara curta não dá certo.

– Tá dizendo que minha vara é curta? – ele brincou.

– Não... Na verdade, ela é bem grandinha. Só estou falando que agora, você vai ter que pedir se quiser.

Então Katniss correu até suas roupas e as vestiu, dando um tchauzinho para Peeta e mandando um beijinho, sumindo entre a floresta em seguida.

Peeta deveria saber. Homens brincam com as mulheres. Katniss brinca com os homens.

A única coisa que ele tinha que fazer agora era arranjar um jeito de, literalmente, baixar a bola.

Notas finais
Gostaram? Deuses, não sei se ficou bom. Escrevi tão na pressa, nem corrigi. Qualquer erro avisem. E FELIZ NATAL PRA VOCÊEEEEEEES. SEUS LINDOS GATOOOOOOOOSOS, PERFEITOS, E klnxdcjugfn Bom humor, fazer o que?