Aventuras!
2 O começo das brigas.
Carly acordou de manhã com um barulho enorme, vindo da sua sala. Desceu as escadas, meio sonolenta e deu de cara com seu irmão, Spencer, debaixo de um carro novinho, que estava no meio de sua sala.
– Spencer? Ei? Ei? Eiiiiiii? – Gritou CarlyPOW, fez o barulho da cabeça dura de Spencer batendo no motor do carro. Ele saiu de lá preto, cheio de graxa. – O que foi? – Olhou para Carly, como se tudo estivesse perfeitamente normal.– O que foi? Hm me deixe ver. Tem um carro na nossa sala de ver TV, e você estava debaixo dele, não sei fazendo o que, e saiu de lá de baixo cheio de graxa. Ah, e um carro novinho... Bom, acho que todo dia várias adolescentes normais acordam e dão de cara com essa situação que também é super normal, não acha? – Falou Carly, irônica.– Aaaaaaaaaah, você estava falando do carro! – E do que eu mais me assustaria?– Ah com o...– Deixa, deixa. Eu não quero nem saber. – Riu, pegando uma maçã e se jogando no sofá, que estava mais afastado por conta do enorme carro no centro da sala. – Esse carro é do meião. – O meião tem um carro? – É! Quebrou, e eu resolvi concertar... – Concertar o que? O carro?– Sim ué! O que mais seria?– Virou mecânico? – Ainda não, mas pretendo virar... Imagina? Iria ser o maior barato!– Não, não iria. – Carly olhou Spencer, segurando-se para não cair na risada, vendo seu irmão todo sujo. E enquanto os dois riam daquela situação bizarra, a campainha tocou 3 vezes. Os dois irmãos se olharam curiosos o Spencer disse: – Que horas são mesmo? – Menos que 10h da manhã! Quem será? E antes que Carly pudesse abrir a porta direito, Freddie a atropelou, e foi entrando, todo desajeitado, ainda de pijama. – Carly... Preciso muito falar com você, sabe ontem... Eu queria te...– Bom dia pra você também Freddie! – Riu ironicamente, Carly.– É, bom dia... – Olhou para baixo, envergonhado de ser tão mal educado. – Então o que quer? E quando Freddie começou a dizer as duas primeiras palavras, notou o carro servindo de mesa de centro. E já costumado com as coisas bizarras de Spencer, nem se atreveu a perguntar e continuou falando desesperadamente. – Eu preciso de sua ajuda. – Ajuda? Com o que? – Com a Sam! – O que ela aprontou dessa vez?– Nada... É que... Queria pedir sua opinião. A gente não terminou a nossa conversa de ontem, o clima tinha ficado chato.– É, concordo... Vamos subir para o Studio, lá a gente conversa melhor, longe dessas loucuras do Spencer. Chegaram no Studio e sentaram-se nos Puffs. Se olharam, olharam, olharam e finalmente Freddie tomou a iniciativa de abrir a boca. – Eu não tenho certeza, se a Sam me ama ou não. Não perece... Acho que o que ela disse é da boca pra fora.– Freddie, a Sam nunca disse eu te amo pra ninguém, nem pra mim, muito menos pra mãe dela! Foi sincero, eu aposto. – Não sei... Estou meio inseguro... – Sei como você se sente. – Não, não sabe não. – É, não mesmo. Riram.– Acho que se você não está se sentindo seguro, é melhor não continuar com isso. – Como assim não continuar? – Se não existe confiança num relacionamento como o de vocês, melhor dar um basta. Freddie olhou para baixo, suspirou, engoliu a saliva, e olhou para Carly. – Acho que você tem razão... Quando Freddie se levantou e saiu do Studio, Carly tinha se dado conta da burrada que fez. Sem querer, colocou os dois, um contra o outro, de novo.
Notas finais
Gostaram
Fale com o autor