Aventura Celestial
25 Enigma perigoso.
Notas iniciais
Terceira temporada: Amor, coragem e sabedoria.
Passaram-se então alguns dias. Tudo voltara ao normal na mansão ACD. Nossos heróis voltaram a fazer seus afazeres. Apesar de tudo estar em tranqüila paz e harmonia, estava tudo muito entediado, pois todas as missões que nossos heróis recebiam eram sempre de baixo nível. Nada emocionante ou diferente, visto que todos se acostumaram com aquela correria toda.
Gabriel era a estrela principal do show que dera no salão de festas. Ele ajudava a reerguer o animo para o pessoal. Saya, Jack, o quarteto Hankaruko, Diva e Dani bradavam em alegria, acompanhando o ritmo da música. Com exceção do menor, que estava no canto, como sempre, indiferente e cara de poucos amigos. Naty e Cax planejavam construir algo novo na sala de treinamento. Alex, por sua vez, também treina seus novos poderes na estufa dos membros, ajudando a florescer mais rapidamente as árvores e dar-lhes aqueles belos e suculentos frutos. Miruki se encontrava ao relento, fora da mansão, observando a paisagem atentamente. Quando é interrompido.
– Hey boy! — Chega um homem montado em uma moto. – Aqui está a pizza que pediram. – E jogou-lhe um pacote quente, fazendo o jovem se atrapalhar.
– Opa! Obrigado. – Agradeceu o loiro e virou-se para trás, fitando a torre lá no alto, onde Joel se encontrava. – Hey cozinheiro! Trouxeram a pizza!
– Ok, pega a chave e vem pra cá! — Retrucou o homem de pele escura jogando-lhe um objeto, que por descuido do outro, acabou caindo no bueiro.
– Ixi! Caiu no esgoto. — Sorriu sem graça.
– Então não tem jeito, joga a pizza aqui! — Argumentou o negro fazendo sinal.
Ao Miruki jogar-lhe a pizza, a mesma caiu no telhado.
– Ixi! Caiu no telhado. — Respondeu inconformado.
– Ah... — Fechou a cara e decidiu voltar para a festa, deparando-se com Diddy a sua frente.
– O que foi Miruki? Por que está aqui fora, tão solitário? — Perguntou preocupada.
– Não é nada. — Desviou o olhar lembrando-se das palavras de seu mestre. “– Mate-os!” — Ele não quer desobedecer a seu superior, mas, de alguma forma, ele não consegue agir, principalmente perto da jovem que carrega aquele cristal misterioso, que brilhava na sua frente.
– Não está me escondendo alguma coisa não é? — Olhou fundo nos olhos do maior. – Se quiser desabafar algo, pode contar comigo. — Estendeu-lhe a mão.
– Ah sim... Na verdade, eu... — Sentiu um frio na espinha. Ele se sentia bem com a jovem por perto, como se toda aquela maldade em seu coração fosse embora de uma vez. – Recuperei minhas memórias. — Afirmou.
– Oh. — A loira surpreendeu-se. – Que ótimo Miruki! — Deu-lhe um abraço o que o fez sentir pior ainda. – Estou muito feliz por ti! E ai? O que é que você se lembra? — Separou do abraço fitando-o.
– Não é nada bom Diddy. — Desviou sua atenção de volta para a lua. – Não nos encontramos por acaso... Aconteceu que... — Sentiu o coração apertar, todavia logo foi-se melhorando, quando a menor se aproximou. O colar dela brilhava cada vez mais.
– Pode dizer Miruki. — Afirmou à jovem. – Estou pronta, conte-me, o que houve?
– A minha missão era matar todos da mansão ACD. — Respondeu diretamente sem olhar no rosto da jovem, que por sua vez arregalou os olhos. – Principalmente, você!
A elementalista do fogo deu alguns passos para trás, mas não recuou. Voltou-se para ele, juntou suas mãos e disse.
– E por que Miruki? Quem quer que você faça uma coisa dessas?
– Você não está assustada? — Sentiu as mãos tremulas da menor.
– Não vou mentir para você. Estou assustada sim. Mais indignada, quem quer que você faça isso e por que razão Miruki? — Insistiu.
– Meu pai. — Desanimou-se novamente. – Não é bem meu pai biológico... Ele me transmutou e fez várias experiências comigo, por isso, tenho esses poderes estranhos. — Olhou para suas próprias mãos, logo deixara lágrimas correrem. – O objetivo dele é juntar três pedaços desse mesmo cristal que você carrega em seu pescoço. O motivo, nem eu mesmo sei. Ele apagou as minhas memórias, para que eu juntasse a vocês sem problemas, descobrisse se era verdade que vocês tinham um desses cristal, visto que a Bloody Mary informara, e ela tinha outra missão para ser feita no meu lugar. — Desabafou tudo de uma vez, deixando a jovem de assustada para apavorada. – Mas eu não consigo fazer isso! Não quero... Ganhei muitos amigos aqui. Vivi uma vida de verdade, agora sei o que é amor, bondade, amizade... Junto com o meu pai, ele só me ordenava a matar, destruir e acabar com tudo! Eu era sempre solitário, contudo, se eu não fizer isso, ele vai me matar. — Colocou as mãos na cabeça e começou a clamar.
– Está tudo bem Miruki. — Consolou a moça abraçando-o. – O que mais importa, é o que há no fundo do seu coração. Se isso é o que lhe traz felicidade, é o que você deve lutar para ter. Não importa quão difícil é... Olha. Não deixarei ninguém te matar ok? — Separou-se do abraço novamente acariciando os cabelos do rapaz. – E ninguém vai vim atrás da gente, se vier, estaremos sempre preparados! Afinal, não somos apenas amigos ou uma equipe. Somos uma família. — Sorriu largo.
– Entendo. — Suas lágrimas cessaram. – Obrigado.
– De nada! Vamos voltar para a festa? — Sugeriu a jovem.
– Claro! — Agora era ele que retribuía o sorriso.
Enquanto isso, Richter, depois de muito pesquisar, conseguiu encontrar um lugar que precisavam de ajuda em seu computador. – Eureca! Eureca! — Imprimiu o serviço e correu encontrar-se com o elementalista das trevas. – Hankaruko! Olha só isso cara! — Ao encontrar o menor sentado solitário no salão de festas, pegou sua cabeça e enfiou-a no jornal. – Leia isso!
– Que porra...! — Gritou o ceifador irritado. – O que foi Richter? Que palhaçada é essa? — Jogou o jornal no chão fuzilando o maior com o olhar.
– Uma missão Hankaruko! Rank A! — O arqueólogo chupou o dedo indicador e depois mirou-o para cima, sentindo a brisa eclodir sobre o mesmo, dando-lhe aquela sensação de: “O herói chegou!” – Perfeita para nós!
– Hã... — Desviou o olhar para o jornal e passou a ler. – Está escrito tudo em símbolos e grafias. — Coçou a cabeça. – Não estou entendendo nada.
– Tudo bem, eu interpreto pra você meu querido amigo. – O mais velho segurou o jornal e ficou frente a frente de todos. E... Hankaruko para trás. – É uma missão pra mim e você! Vamos nessa!
– Você não explicou nada! — O ceifeiro deu-lhe um pedala. – E não sou seu amigo! — Deu-lhe outro, fazendo o mesmo se encolher. – E quando falar comigo, olhe PRA MIM! — Gritou enchendo-o de tabefes. – E você ainda não me disse por que essa missão é PRA GENTE!
– Calma, não precisa se estressar. — Retrucou o detetive encolhido com inúmeros galos.
– Vocês conseguiram uma missão Richter? — Chegaram os irmãos Xavier.
– Muito bom! — Comemorou Jack se juntando.
– Pelo que da pra notar em seu rosto, parece que será uma grande aventura. — Falou Saya notando a expressão de felicidade no rosto do mais velho.
– Não! Muito pelo contrário. — O homem fechou a cara, sentou-se, colocou as mãos sobre o rosto e mostrou-se estar profundamente abalado. Seu suor caia no chão como se fosse sangue e um ar terrível de tensão cobriu todo o salão de festas. –... — E não disse mais nada, apenas fitava o vácuo.
– PARE COM ESSE SUSPENSE MERDA! — Berrou Hankaruko estourando os tímpanos do elementalista da Terra, que até caiu da cadeira e aquela tensão toda passara.
– Tá bem, tá bem! — Pererecou-se para levantar e ao fazê-lo disse. – É o seguinte: Nós iremos para o Egito. Há um velho artefato em uma pirâmide misteriosa que parece revelar grandes segredos sobre esses cristais que eu e a Diddy temos. — Afirmou o mais forte. – Ela está classificada como Rank A. E pede para que dois membros bem poderosos ajudem a cessar a missão.
– Há! Então você decidiu que nós vamos juntos? — Bufou o menor cruzando os braços. – Sozinho sou mais que suficiente e...
– Não! — O mais velho interrompeu apontando para Alex que acabara de entrar no salão de festas. Todos fitam o mesmo, que olha assustado.
– O que foi que eu fiz? — Clamou já achando que tinha feito algo errado.
– E... — Agora apontou para Danielle. –...
– O que? Quer dizer que são eles que vão para essa missão? — Perguntou Saya boquiaberta.
Todas as atenções voltaram-se para o mesmo, que indicava Dani e Alex. De repente, ele aponta para o alto e volta-se para Hankaruko. – Não tem problema!
– O que foi isso agora seu desgraçado?! — O menor já estava grudado em seu pescoço enforcando-o.
– Eu só estava criando suspense, vocês não tem senso de humor! — Respondeu ofegante.
E assim foi decidido. No dia seguinte, todos se reuniam no terraço da mansão ACD, onde estava o helicóptero.
– Se cuidem hein! — Exclamou o músico.
– Boa sorte na sua missão! — Torcia Diva.
– Não se preocupe conosco, vão em paz! — Consola a atiradora.
– Eu vivo paz. — Afirmou o elementalista da terra tirando todo aquele ar de herói como sempre.
– Eu não estou... Não com você. — Bufou o outro já entrando no veículo.
– Sim, tanto que já está se confortando no veículo. — Debochou o detetive deixando-o ainda mais nervoso. – Enfim, até logo pessoal! — Acenou indo para a cabine e então o helicóptero levanta vôo.
– Sabe, essa é a segunda vez que vou para um lugar bem longe dos nossos parceiros. — Recordou o menor olhando os amigos ficarem cada vez menores devido à distância do veículo no ar.
– Segunda? — Perguntou o mais velho acionando os botões.
– Sim. — O ceifador quietou-se por alguns minutos, estava recordando como conheceu Orange, Mr. L e Cobal, antes de entrarem na equipe ACD. – Sabe Richter, eu nunca te contei mas...
De repente, sem deixá-lo terminar, o arqueólogo bota tudo o que tem em cima dos controles no painel do helicóptero, levando-o a velocidade da luz para o seu destino. Em poucos segundos, o helicóptero já estava a longínquas de distância dos nossos heróis que mal puderam vê-lo decolar.
– O Megacop tem turbo? – Estranhou Diddy olhando para o construtor.
– Agora estou começando a me preocupar com o Hankaruko. — Afirmou o cientista cruzando os braços mostrando-se estar bastante pensativo.
– Tem razão, será que foi uma boa deixá-lo ir logo com o Richter? — Concordou o Black Power imitando seu irmão.
Passaram-se alguns minutos e há milhas de distância da equipe ACD, o Megacop N pousa tranqüilamente sobre uma rocha localizada no deserto do Saara. Os dois companheiros descem do veículo. O elementalista das trevas está profundamente abalado, suando frio, se esforçando para tomar um pouco de fôlego, enquanto o outro apenas observa o deserto atentamente.
– Ah! Eu vi a minha vida toda passar diante dos meus olhos! — Retrucou o menor tomando fôlego.
– Você está bem? — Notou que o jovem estava desnorteado. – Poxa, não agüenta uma viagenzinha dessas... — Deu de braços.
– Você decolou o Megacop N na velocidade da luz sem nem me deixar ter colocado o cinto! — Já farto de suas brincadeiras, o ceifador estrangulou o pobre homem.
– Acalme-se! Precisamos manter o foco na nossa missão. Encontrar essa pirâmide que poderá desvendar o mistério dos cristais. — Defendeu se separando do outro.
– E quantas vezes terei de lhe dizer que você não me diz o que fazer? — O elementalista das trevas afundava seu dedo indicador na testa do mais velho.
– Nossa que irritação. — Bufou o arqueólogo limpando o suor com um paninho. Logo rumaram para dentro do deserto em busca dessa pirâmide egípcia.
Vocês devem estar se perguntando como que eles acharam essa pirâmide... Porque no Egito, há várias pirâmides! Isso também se passou pela cabeça de nossos heróis... Mas eles já se precaveram. Um mapa! É a solução para os seus problemas! Indicando exatamente onde está o local destinado.
– Esse lugar é muito quente. — Falou o ceifeiro quase derretendo.
– Pois é o sol está deveras escaldante. — Concordou Richter enxugando o suor. – É mais quente que o lugar onde eu treinei com Mr. L.
– Falta muito para chegarmos lá?
– Segundo o mapa... — Revirou o folheto. – Ah espera um pouco... – E ficou pensativo por uns minutos.
– O que? — Fechou a cara já imaginando. – Não me diga que estamos perdidos?
– Bem eu... — Gaguejou o detetive tentando explicar.
– Me da isso aqui! — Tomou o mapa a força. – É claro que estamos perdidos! O mapa está de ponta cabeça seu burro!
– Ah! — O mais velho sorriu sem graça. – Foi mal! É verdade!
– Desgraçado! — Irritado tirou a foice e mirou contra o arqueólogo, porém, algo acontece.
Uma grande ventania, quase uma tempestade de areia surge em torno dos nossos heróis. Ela abre caminho em meio às dunas, mostrando uma estrada que leva até uma pirâmide que estava submersa na areia.
– Oh céus! Estão torcendo pela gente hein? — Bradou o jovem guardando sua arma. – Lá deve ser a nossa pirâmide, vamos embora! — E partiu em diante.
– Espere! — Tentou pará-lo, mas este não ouviu. – Que estranho, não temos um elementalista de ar conosco. — Olhou a volta. – Como pode ser aberto um caminho indicando a pirâmide que procurávamos? Parece mais uma armadilha. — Pensou alto, contudo resolveu ignorar e foi-se logo atrás de Hankaruko.
Os dois líderes chegam a tão famosa e esperada pirâmide. Ela é imensa e seus revestimentos externos são de tijolos calcários brancos. Os blocos lisos eram assentados tão perfeitamente que mesmo a lâmina de uma faca não poderia ser inserida entre eles. Há várias estátuas de seres humanos com cabeças de animais ao redor da mesma.
– Marcianos escolhem líderes de torcida. — Afirma Richter em frente à pirâmide.
– Hã? — Estranhou o menor. – O que você quis dizer com isso?
– Nada, apenas estou batizando a pirâmide com esse nome. — Sem entender bulhufas, Hankaruko segue o maior e ambos entram na pirâmide.
A entrada é um corredor longo e escuro. O que ilumina o local são tochas que estão suspensas nas paredes. O elementalista da terra passa as mãos sobre as rochas e pilares da entrada analisando cada detalhe.
– O que está procurando? — Perguntou o ceifador.
– Nas pirâmides sempre há armadilhas. Os egípcios as construíram para guardar os túmulos de seus reis, junto com seus tesouros. — Explicou o detetive. – E para evitar que ladrões peguem seus preciosos itens, eles plantaram armadilhas por todos os lugares. Não se preocupe, vou procurar o botão que vai desativar todas e estaremos a salvo. — Após muito vasculhar, Richter encontra um botão redondo no chão. – É este aqui! — E ao acioná-lo, ambos escutam o ruído de uma porta se abrindo.
– O que é agora?
– A porta para o nosso objetivo está sendo aberta. — Afirma o detetive colocando o ouvido no chão. – Posso sentir, está há milhas de distância.
– Pra mim o barulho está ficando mais forte. — O ceifeiro desviou o olhar para trás e surpresa! Uma enorme bola de pedra vem em sua direção. – Idiota! Você apertou o botão que aciona as armadilhas! — Gritou Hankaruko enchendo seu companheiro de bicuda.
– Calma, não se irrite! — Clamou o mais velho. – Errar é humano!
– E ainda diz que estava a milhas de distância... — O rapaz fuzilou-o com o olhar.
– Opa! — Quase que foram perfurados por outra armadilha. Flechas saíram do chão e das paredes. Todavia, eles não podiam parar, pois a bola de pedra vinha logo atrás.
Entretanto, lembremos que eles não são simples humanos, e sim super heróis! Conseguiram evitar as armadilhas usando seus poderes. E passaram por várias, andaram em fendas sobre um enorme abismo, pularam plataformas cheias de espinhos, escaparam de cômodos que eram cobertos de areia movediça, e assim foi até terminarem a aventura.
Hankaruko e Richter chegam ao sarcófago do rei. Os pilares, as estátuas, tudo é feito de ouro puro. Há tesouros por toda parte. E uma enorme rocha com uma língua estranha gravada nela. Chama-se Polygriphis.
– É isso que você queria? Roubar as catacumbas de ouro do rei egípcio? — Debocha o ceifador.
– Não. — O arqueólogo aproxima-se da rocha desenhada. – Me dê um tempo ok? Preciso decifrar isso. — E começa a pesquisar e meditar profundamente em frente à rocha.
– Ok. — O outro jovem distrai-se passeando pela sala.
Passaram-se alguns minutos... E Richter desvenda o grande mistério.
“– O cristal celestial é um artefato muito precioso guardado desde os tempos remotos. Quem o usasse poderia ter total vantagem sobre os oito elementos da Terra. Porém, temendo que ladrões ou seres de má conduta pusessem suas mãos sobre essa preciosidade, o rei decretou que o cristal fosse separado em três partes. Elas ficaram divididas em: Amor, coragem e sabedoria. E foi ordenado que levassem cada parte para um lugar diferente, bem longe uma da outra, e que ninguém soubesse de suas origens. Se você juntar dois cristais, já terá domínio sobre oito elementos, e se juntar os três, terá o poder absoluto. A hora que o cristal começar a brilhar graças as ações do condutor, indicará qual cristal é. Essa é a lenda do cristal celestial.” — Traduziu o mais velho segurando o seu colar que brilhava como nunca.
– Está brincando? — Hankaruko está de olhos arregalados.
– Sabedoria. — Afirmou o detetive levando seu colar para o alto. – Meu cristal, é o da sabedoria! — E virou-se para o seu companheiro. – E o da Diddy, deve ser o do amor!
– Caramba! — Os dois ficaram boquiabertos.
– Meus parabéns. — Ambos ouviram alguém bater palmas. – Impressionante. Estava certo em dar-lhes uma chance de viver. — Era uma voz grossa, calma e notava-se estar bem confiante. – Descobriram o segredo do cristal celestial.
– Quem está ai? — Perguntou o ceifador olhando a volta. – É a assombração do Rei do Egito?
– Estou atrás de vocês. — Ao virar-se para trás, deparam-se com o ser misterioso.
– Você é...! — O elementalista das trevas se assusta.
– Mas que aura é essa? — Estremeceu o mais velho suando frio. – Sinto uma terrível e densa energia negra vindo desse cara!
– O meu nome é Thiago. — Apresentou-se. É um jovem de cabelos longos e escuros, veste-se com uma calça larga, escura e cheia de rasgos. Também é cheia de correntes de cor avermelhada. Usa botas e luvas pretas e vermelhas. Possui uma capa enorme, ombreiras e uma jaqueta de couro detalhada com vários símbolos. Seus olhos são vermelhos cristalinos. – Tenho 21 anos. E sou aquele que tem o cristal da coragem. — Sorri. – Prazer em conhecê-lo Richter. Prazer revê-lo, Hankaruko.
Continua...
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