Aventura Celestial
18 Contra-Ataque!
Notas iniciais
Aventura Celestial. — Capítulo 18. — Contra-Ataque!
– Já faz quatro dias que nós os atacamos... — Disse o jovem de antenas longas com a mão sobre o queixo. – Eles não vão vir retrucar?
– Eles ficaram com medo da gente! — Gargalhou Juja fitando Diva que estava inconsciente e presa em um enorme cristal. – Parece que seus amiguinhos te abandonaram Kalis. — Sorriu passando a mão levemente pelo diamante.
– Talvez eles tenham morrido. — Completa o negro com um sorriso colgate.
– Ou se perderam no caminho. — A jovem elástica da de braços.
– Não creio. — Negou Droops, fazendo um sinal negativo. – Nós deixamos o Jack com eles. Ele pode guiá-los.
– Eles virão. — Afirmou Tanooki sem desviar os olhos do cristal. – Vocês deveriam ocupar os seus postos, ao invés de ficarem aqui falando besteiras. Com certeza, virão com o Hankaruko ou o tal Richter.
– Não há o que temer pessoal. — Chegou uma garotinha misteriosa, no fundo da sala, a mesma que carregava aquela bola de cristal, que apareceu outras vezes atrapalhando os nossos heróis em suas jornadas: Bloody Mary. – O Vessel já está pronto, se eles vierem, basta ativá-lo. E não se esqueça que vocês têm a minha ajuda também. — A menor olhou para Fiorani, que tremia no canto da sala e levantou um leve sorriso. – Tanooki posso falar com você a sós?
O mais rápido estava escondendo o seu corpo dos parceiros, ele não queria que o vissem, apesar de estar ali junto com eles, cobria o seu corpo com um manto vermelho, para não revelar nada. Sua aparência não era mais a mesma, estava cheio de bolhas e feridas em seu corpo. Também de seus braços saiam vários tubos estranhos.
– Quanto ao acordo que fez com essa Mary, tem certeza que podemos confiar nela? — Interveio Honey.
– É uma pena ver que seus companheiros ainda não confiam em mim. — Bufou a garotinha.
O guaxinim olhou-o repreensivo, fazendo o maior se encolher. E com um simples gesto em direção a saída, Honey entendeu que devia sair sem dizer mais nada. Quando cada um se dirigiu para os seus postos. Ambos começam a conversa.
– Então vocês conseguiram Diva. — Disse a jovem de braços cruzados fitando o cristal. – Eu vou emanar energia das sombras para dentro deste cristal, fazendo com que ela caia na escuridão, e assim seja mais fácil de manipulá-la. — A loirinha proferiu algumas palavras e uma densa névoa negra cobriu o diamante. – Preciso que me dêem cobertura, posso demorar aqui.
– Excelente! — Riu o líder dos Anti-Randons satisfeito. – Vamos botar o nosso plano em ação!
Desviemos nossa atenção para os nossos heróis agora:
– Miruki! Há quanto tempo! — Exclamou Cax todo empolgado, abraçando o jovem que os recebe.
– Sejam bem vindos de volta amigos! — O espadachim cumprimentou a todos.
– Quanto tempo se passou Richter? — Perguntou a atiradora mostrando-lhe o braço.
– Passaram-se dois dias lá fora, o que equivale para nós: Dois meses. — Afirmou o mais velho com um sorriso no rosto.
– Beleza! — Bradou o músico contente. – Agora nós vamos contra-atacar e resgataremos Diva e Alex de volta!
– Um problema é saber onde eles estão. — Desanimou a loira.
– Deixem isso comigo rapazes! — Saya tomou à dianteira e levantou sua pulseira, que estava pendurado em seu braço. Ela era um tipo de diamante. A navegadora concentrou a sua energia no pendulum e este apontou para o norte. – Se formos nessa direção, chegaremos ao nosso pintor.
– Nossa! — Ambos entreolharam-se surpresos. – Como sabe disso Saya?
– Ah é a minha técnica nova. — Colocou uma mão sobre a cabeça, corada. – Com isso, poderemos saber onde todos estão. Não importa a quão longa pode ser à distância, se eu concentrar a energia da pessoa que procuramos nesta pulseira, ela apontará para onde esta pessoa está.
– Interessante. — Diz Hankaruko com a mão sobre o queixo. – E agora temos mais uma tarefa para lhe pedir certo?
– Eu já sei. — Balançou a cabeça positivamente, então pediu para que Jack contasse como é o castelo dos Anti-Randons para que ela fizesse um mapa para todos.
– Enquanto isso, Richter... — Aproximou-se o construtor, parecendo lhe contar alguma coisa.
– Pode dizer Cax. — Olhou-o compreensivo. – O que há?
– Eu queria mostrar-lhes uma surpresinha que eu e a minha irmã construímos, nós guardamos aqui no castelo mesmo. — Sorriu.
– Está falando daquilo? — Naty se ajuntou.
– Aquilo é? — O arqueólogo estranhou. – Muito bem, leve-nos. — Colocou a mochila que carregava no chão e seguiu os dois menores.
Naty e Cax levaram os outros heróis até o estacionamento, onde ao abrir a garagem, viram um imenso tanque de guerra. Ele é de cor esverdeada, próprio para uma camuflagem no meio de uma selva... Também têm metralhadoras e bombas instalados. Sem contar o canhão, é claro.
– Essa é a bugiganga explosiva. — Disse o construtor apresentando o veículo.
– É nosso. — Retrucou o taichou com um sorriso maléfico no rosto. – Vamos lá parceiros! — Chamou Orange, Mr. L e Cobal. – Muito rox boliviano! Ensine-nos a usar isto!
– Boliviano? — Estranhou o menor dando de braços. – Um momento... Ainda não terminei. — Em seguida apontou para o lago do castelo. – Ali está o Sub NC. — Com um controle remoto, o jovem apertou alguns botões e um enorme submarino emergiu na superfície da água. Ele é pintado de azul marinho com alguns detalhes de azul claro, muito bonito por sinal, também pode se camuflar na água e disparar raios místicos.
– Que massa! — Disse Diddy dando pulinhos de alegria. – Deixa esse comigo! E falta ver mais quem pode me acompanhar...
– Excelente Naty e Cax! Meus parabéns! — Aplaudiu o mais velho satisfeito. – Um ataque terrestre e um submerso! Pegaremos o inimigo de jeito!
– Foi graças ao treinamento, nós aprendemos a trabalhar juntos quando precisamos. — Concordou o construtor estralando os braços.
– Não acabou ainda. — Interveio a atiradora apontando para o alto. – Vamos para o topo do castelo. Temos mais um presente!
– Puxa, mais um? — Richter e Joel os acompanharam. – Estamos ansiosos para vê-lo.
Chegando lá, se deparam com um helicóptero enorme, grande e bonito. É escuro, e está desenhado fogos nele, também tem alguns detalhes de amarelo. O veículo tem vários mísseis e bombas.
– Este é o Megacop N. — A morena apresentou o veículo para os companheiros que ficaram boquiabertos. – Não venham que não tem! Sou eu quem o pilotará. — Bufou e cruzou os braços.
– Surpreendente Naty. — O espadachim a parabenizou. – Agora só resta dividir a equipe em grupos e preparar para o contra-ataque.
– Uma dúvida, e você Miruki? — Perguntou o cozinheiro olhando nos olhos do menor. – Você não tem um elemento não é...
– Sim, mas graças ao duro treinamento que tive aqui no castelo... — Afirmou o loiro mostrando-lhe outras espadas que carregava. – Eu pude me lembrar de algumas coisas. — Sorriu.
– Muito bem pessoal! — Bradou Richter entusiasmado. – Hora de descarregar as energias dos nossos treinamentos nos inimigos! Vamos lá!
Jack guiou os seus amigos para onde os Anti-Randons se reuniam. O castelo onde os inimigos se reuniam era localizado na comunidade anônima sobre nada, no arquipélago sul da cidade. Mais parece uma torre enorme, cuja estrutura foi feita a base de ossos humanos. Ela é densa e fria, não tem cores, totalmente sem vida. O esquadrão dos Anti-Randons penduram as cabeças de seus inimigos em lanças e as coloca logo na entrada, para intimidar quem vier-lhes contrariar. A base secreta fica no meio do mar e só há uma ponte para a entrada.
A equipe ACD foi divida assim: Cax comanda o submarino, junto com Diddy, Saya e Joel. O helicóptero que circula pelo lugar está: Naty controlando-o, Gabriel, Miruki e Richter. E por último o veículo terrestre que se aproxima da entrada da torre: Hankaruko, Orange, Mr. L e Cobal. Eles estão sendo guiados por Jack, que sobrevoa pelo local com as suas asas.
– Muito bem pessoal! — Avisou Richter preparando a todos. – Quando eu disser atacar, todos nós invadimos a torre de uma vez! Preparados? Atacar!
O helicóptero pousou sobre a torre, já o submarino foi por baixo dela, e o tanque de guerra arrebentou a porta de entrada, pegando os inimigos de surpresa. Primeiramente, vejamos o que houve com os três que iam por terra. Inúmeros insetos gigantes surgiram no caminho do quarteto Hankaruko. Buracos enormes surgiram no chão, quase derrubando o tanque de guerra, e então, formigas saúvas apareceram e atacaram os nossos heróis.
– Ah! Sumam da frente! — Exclamou Orange irritado, saindo do tanque de guerra e mirando nos inimigos com uma metralhadora. – Metralha-Choque! — Os tiros disparados eram de sua própria energia, que na velocidade da luz, atravessava os inimigos.
Contudo as coisas não pararam por ai. Besouros grandes e fortes agarraram o veículo e chacoalhavam-no tentando destruí-lo. Borboletas soltavam pó de suas asas para tentar cegá-los.
– Fonte de luz! — Cobal não teve opção senão sair do tanque, então ele levantou a palma da mão para o alto, fazendo uma poderosa iluminação, cegando todos os insetos. – Isso ai!
– Terremoto! — Mr. L por dentro do veículo, controla o caminho que eles caminham, removendo a terra junto com os insetos no caminho dando-lhes passagem.
– Chegamos. — Confirma o ceifeiro parando o veículo na entrada do castelo. – Daqui nós vamos a pé. — Saiu do veículo e destruiu a porta apenas com sua energia. – Ourlah! — Gritou o taichou batendo um chicote negro sobre o chão arrebentando-o todo. – Surpresa!
O primeiro andar é uma sala aberta, com enormes buracos no chão que levam até o térreo, também tem muitas folhas e móveis antigos, todos empoeirados, tudo estava muito velho. Eles tiveram que sair do tanque de guerra para poder caminhar à frente.
– Nossa! Não fazem uma limpeza aqui há quanto tempo? — Perguntou o elementalista da terra, impressionado com as teias de aranha.
– Como eles recebem mal as visitas... — O ceifador cuspiu no chão e apontou para adiante. – Avante! Bem que podíamos destruir tudo aqui, ai a torre iria cair...
– Isso é que é uma recepção calorosa hein. — Ao ouvirem uma voz afeminada, ficaram espertos. Olharam para os lados, mas nada viram. Nem com os brilhos que os elementalista das luzes emitiam, eles conseguiram ver quem estava lá. – Vocês não nos pegaram de surpresa. Já sabíamos que vocês viriam, por isso, deixamos tudo aberto, para que vocês caíssem na nossa armadilha.
– Onde está maldito? — Reclamou o cientista. – Apareça!
Então, insetos enormes saíram dos escombros destruídos. Lagartas, formigas, escorpiões, aranhas, abelhas, borboletas... Os mais variados insetos e de diversos tamanhos, cercavam os nossos heróis.
– Eu me chamo Honey. — Se apresentou. Era o jovem de cabelos verdes, que tinha seu corpo metade de inseto. – Prazer em conhecê-los.
– O prazer é todo seu. — Debochou o ceifador levantando o dedo indicador para o alto. – Muito bem! Orange! Cobal! Vocês cuidam desse babaca, eu e o Mr. L seguiremos em frente!
– Estão me subestimando... — Disse o rapaz com suas antenas vibrando. – Eu não deixarei vocês passarem. — Nisso, o maior contra-atacou os nossos heróis com toda a fúria dos insetos. Suas criações partiram para cima dos quatro companheiros, mas quando este percebera Hankaruko e Mr. L não estavam mais lá. Orange defendeu do ataque das criaturas, formando uma torre de alta voltagem a volta de si, eletrocutando todos os que vieram em sua direção.
– Contamos com vocês amigos. — Ao perceber, Hankaruko e Mr. L já tinham ultrapassado o primeiro estágio, seguindo para o próximo andar.
– São mais ágeis do que pensei, mas não será o suficiente para me derrotar. — Sorriu. – E quanto aos seus outros dois amiguinhos... A morte espera por eles. — Gargalhou o inimigo.
Desviemos nossa atenção para o grupo: Cax, Diddy, Saya e Joel estavam no submarino, passando por baixo do território inimigo. O castelo estava em cima de uma ilha, que estava sobre o mar. Nossos heróis tinham em mente, o plano de atacar por baixo, enquanto o quarteto Hankaruko ataca por terra e os outros agem com um ataque aéreo. Porém... Também encontram dificuldades.
– Estou avistando uma lula gigante a poucos metros do submarino! — Avisou a morena olhando fora do veículo por um periscópio.
– Saya-chan, desvie um pouco para a direita. — Falou o cozinheiro distraído.
– Como desviar para a direita se quem controla é o Cax? — Perguntou sem entender e ao olhar para seus companheiros, viu Joel olhando-a babando, enquanto Diddy e Cax discutiam o que fazer. – O que você pensa que está fazendo em uma situação como essa?! — Gritou esmurrando o homem de pele escura.
– Acalme-se Saya-chan! — Chorou o maior. – É que você está tão sexy com essa roupa...
– Ela está certa! Isso não é hora para paquerar! — Concorda a loira dando um pedala no rapaz.
– Joel, assuma sua posição. — Disse o moreno controlando o submarino. – Vamos emitir ondas místicas para apavorar o inimigo à frente.
– Ih lá vem, sempre tem que ter alguém para atrapalhar nos momentos amorosos! — Bufou o negro segurando uma alavanca. – Preparado? Vou emitir os poderes!
– Vamos lá! — O submarino abriu uma plataforma, parecia um tubarão abrindo sua boca. Então raios místicos saíram do veículo, cobrindo o kraker (nome da lula gigante) à frente, que correu apavorada, todavia não pode escapar, e ficou muito bem torrada! – Excelente! Agora vamos emergir!
Ao subirem, encontraram uma entrada por baixo do castelo e invadiram-no então. Entretanto, câmeras estavam espalhadas por todos os lugares, logo, já sabiam de suas presenças e onde se encontravam. O castelo era dividido em vários andares, desde o subsolo até o teto. No subsolo, eles passam por um enorme corredor cheio de portas, que dão em salas onde fazem experiências com animais e seres humanos. É tipo um laboratório, ao deparar-se com uma porta enorme e toda trancada eles pensam em como abri-la.
– Vejamos, para nós chegarmos à sala de núpcias, precisamos passar por esta porta. — Disse Saya confirmando o seu mapa.
– Deixa comigo. — O cozinheiro estralou as mãos fitando a porta. – Vou usar a força da minha mente para destrancá-la. — O jovem colocou os dois dedos indicadores sobre a testa e passou a meditar profundamente, abrindo a porta que estava trancada. Ao abrir-se, se chocam com o construtor que já estava do outro lado. – Maldito! Como fez isso? — Joel rangeu os dentes irritados. – Era a situação perfeita para Diddy e Saya admirarem minha nova habilidade! — Enforcava Cax.
– Acalme-se Joel. — Gargalhou o outro sem jeito. – É o teletransporte. Posso teleportar para qualquer lugar como se desse um pulo.
– Entendi! — A loira bateu uma mão sobre a outra surpresa. – Que poder genial!
– Por que não nos teleporta direto para onde está Diva? — Perguntou à maior.
– Não posso teleportar muito longe, apenas alguns metros adiante. — Desanimou o moreno.
– Ah, mas já é alguma coisa. — Consola a navegadora. — Partirmos em frente!
A próxima sala é a sala de construção, onde normalmente os Anti-Randons deixam materiais e armas para serem reconstruídos. Ela é quadricular, também há várias máquinas e engrenagens.
– Que legal meu! — Disse o elementalista místico, pegando as bugigangas caídas sobre o local e tentando criar alguma coisa. – Quanta coisa eles têm aqui...
– Pra mim isso não passa de sucata. — Retrucou Joel em um tom de deboche.
– Você tem um péssimo gosto para as coisas amigo. — Ao levantarem a cabeça, vêem Panzer. Em cima de uma enorme estátua de guaxinim. – Eu sou o construtor da equipe Anti-Random, e vocês estão no meu território.
– O rival do amor! — Bradou o cozinheiro fazendo posição de luta. – Vou lhe mostrar o quanto melhorei nesses quatro meses!
– Dois meses? — O jovem de armadura tirou seu capacete e coçou a cabeça confuso. – Pra mim se passaram apenas quatro dias!
– Você nunca entenderia se eu te dissesse... — Sorriu o cozinheiro segurando duas espadas. – Você não tem inteligência o suficiente para isso.
– Outro construtor? — Disse Cax entusiasmado. – Que massa! Você tem uma ótima preferência para as coisas amigo!
– Puxa... Você também? — Desviou o olhar para o menor, ao lado dos companheiros e aproximou-se cumprimentando-o. – Muito prazer, o meu nome é Panzer!
– O prazer é meu. — Retribuiu Cax com um sorriso. – Que tipos de construções você faz? Eu criei um helicóptero, um submarino e um tanque de guerra, com a ajuda da minha irmã Naty.
– Não faça amizade com o inimigo, seu debilóide! — Gritou o homem de pele escura, estapeando o seu parceiro.
– Cax! Joel! — Ao desviarem a atenção, viram ambas as elementalistas do fogo, subindo algumas escadas, indo para o próximo andar. – Deixaremos esse com vocês!
– Ah que droga! — Clamou o cozinheiro deprimido. – As duas pombinhas não poderão me ver em ação! — Enxugava as lágrimas.
– Ei... Ele está bem? — Cochichou o Anti-Random com o outro herói.
–Ah sim, não se preocupe. — Cax fez um sinal positivo. – Ele é assim mesmo.
– Maldito! É tudo culpa sua! — Bufou o negro vindo para cima do rapaz como um touro faminto.
– Mas eu não fiz nada! — Gritou Panzer, já irritado e também pasmado. – Tudo bem mano! Vamos resolver essa parada agora!
Enquanto isso, as duas garotas chegam à outra sala, a cozinha. A mobília é feita de couro nobre, o chão e as paredes combinando com os móveis. É grande e espaçosa. E quem cuida desta área é: Devaneio, a elfa de cabelos rosa, que se aproxima das nossas heroínas agora vestida com uma armadura negra com detalhes de cor Pink.
– Quão tolas vocês são de invadir a nossa torre! — Disse a rapariga em um tom sarcástico. – Não nos derrotaram daquela vez, por que acham que iriam vencer agora?
– Daquela vez, vocês nos pegaram desprevenidos! Desta vez, nós que os pegamos! — Retrucou a navegadora com os olhos fixos na menor. – E também não estávamos preparados!
– Vocês não nos pegaram de surpresa coisa nenhuma, queridinha. — Debochou a jovem. – Nós sabíamos que vocês viriam, inclusive, deixamos o Jack com vocês, para que ele os guiasse até aqui, para uma armadilha. — Sorriu. – Não tem como se prepararem em apenas quatro dias...
– Isso é o que você vai ver! — Saya partiu para cima da jovem elástica.
Pulemos agora para a cena que está no ar. Naty controla o Megacop N. Junto, estão Richter, Gabriel e Miruki. E Jack também, que está sobrevoando o local com suas asas.
– Me deixa ver se entendi. — Diz o loiro. – Gabriel precisa se encontrar com Hankaruko no caminho, para conseguirem usar melhor os poderes das trevas... Você Richter, precisa do Mr. L para que possa realizar a obra da areia... Naty vai com Jack que usa o elemento ar... E eu? O que eu faço?
– Você saberá quando for à hora Miruki. — Respondeu o mais velho acariciando os cabelos do jovem. – Siga o que o seu coração diz, e encontrará a resposta para sua pergunta.
– Que filosófico Richter. — Gargalhou a elementalista do ar.
– Sei... — O espadachim fez bico.
– É hora de contra atacarmos. — Disse o arqueólogo se levantando. – Naty! Pouse o helicóptero, eu e o Mr. L vamos descer.
– E nós? — Perguntou o guitarrista junto ao espadachim.
– O que fazem aqui ainda? — O mais velho empurrou ambos os jovens, que caíram desesperados do veículo. – Já expliquei o que devem fazer!
– E-Ei! Espera, não! — Gritou Gabriel ao cair. – Eu sou muito novo para morrer!
– Acalme-se Gabriel. — O loiro tentou acalmá-lo. – Faltam muitos metros ainda para chegarmos ao chão.
– E o que será de nós quando atingirmos o chão Miruki? — O menor abraçou o mais velho em lamento. – Eu ainda nem dei o meu primeiro beijo! Não posso morrer aqui!
Ambos estavam próximos à metade da torre, quando o espadachim resolveu agir. Empunhando sua espada para trás e concentrando sua energia na mesma, ele da uma cambalhota no ar e dispara um corte no ar, fazendo com que apenas com o movimento de sua arma destroce parte do meio da torre dos Anti-Randons. Formando uma abertura para que eles pudessem pousar.
– Cresça claymore! — O rapaz aumenta grandemente o tamanho de sua espada, alcançando-a no chão e com uma manobra, se joga junto com o músico, para aquela abertura que ele criou na torre dos inimigos.
– Obrigado Miruki. — Agradece o jovem se recompondo. – Eu vi minha vida passar diante dos meus olhos.
– Não se preocupe Gabriel. Agora, vamos fazer assim como foi ordenado pelo Richter. — Desviou sua atenção para os corredores. – Você procure o Hankaruko, eu vou seguir por aqui.
E assim foi feito. O músico se dirigiu para a sala de controle, onde encontrou seu parceiro do mesmo elemento e aquele homem pálido de sobretudo inteiro preto, que o havia derrotado da última vez: Droops. O conselheiro dos Anti-Randons. Enquanto isso, Miruki aproveita que os principais inimigos estão distraídos e tenta resgatar Diva. Agora, vejamos o que houve com o último grupo que ataca no ar: Naty e Jack que atacam o topo da base inimiga, enquanto Richter procura por Mr. L para realizarem os seus objetivos.
E não muito longe dali... Um jovem misterioso observa todo o contra ataque. Aproveitando este momento, avança com tudo para a base inimiga. Continua...
Obs: Subsolo: Cax e Joel enfrentam Panzer. Cozinha: Diddy e Saya lutam contra Devaneio. Térreo: Orange e Cobal VS Honey. Primeiro andar: Richter e Mr. L VS Fiorani. Segundo andar: Hankaruko e Gabriel VS Droops. Terceiro andar: Não se sabe. Quarto andar: Tanooki à espera. Quinto e último andar: Jack e Naty VS Juja. E a sala secreta: Kalis e Bloody Mary.
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