Avenging Angel

2 Caindo na Real


Notas iniciais
gostaram do cap. 1? tomara! agora a continuação pra vocês!

Fiquei parado, por minutos olhando o corpo da minha mãe, as lagrimas descendo do meu rosto, queria que aquilo fosse, um pesadelo, e a pior parte desse pesadelo estava por vir contar ao irmão mais novo que a mãe foi multilada, só em pensar nisso me atormentei, como vou contar isso a Brandon? Como vou falar pra um garoto de 10 anos que a mãe foi multilada? Logo a policia chegou, um homem de uns 35 anos, cabelo castanho, vestia o uniforme comum, quando me viu ali paralisado ao lado do corpo, se dirigiu a mim.

- Garoto... sinto muito, — disse ele sem expressão na voz. — Sou o tenente Conolli, vamos resolver isso!

- Por que fizeram isso comigo? — disse eu com indignação. — O que eu fiz a ele pra ele matar minha mãe? O que eu vou dizer pro meu irmão? -as lagrimas descendo levemente no meu rosto.

- Com você?- houve um pouco de duvida nessa frase.- É vai ser dificil contar ao seu irmão!

Ele foi até o banheiro onde jazia o corpo, os legistas chegaram no local uns 10 mins depois do tenente Conolli, enquanto eles faziam o trabalho, o tenente me levou pra tomar um café, num posto de gasolina, não me fez muitas perguntas, pois sabia que não era a hora. Depois de tomar o café ele me ofereceu abrigo em sua casa, aceitei, mas tinha um problema, meu irmão Brandon, queria ligar pra ele e avisar ao pai dele pra não traze-lo amanhã, mas era 3:20 ele não ia me atender.

Voltamos pra minha casa, ela estava diferente estava repleta de reporteres no jardim, querendo informações, quando eu desci do carro, fui metralhado por perguntas, mas o tenente Conolli, afastou todos dizendo "O garoto perdeu a mãe, deêm um tempo pra ele", por fim peguei minhas coisa, deu uma ultima olhada na cena do crime, tirei uma foto do recado pra mim e fui pra casa do tenente Conolli. A casa era rasoavelmente aconchegante, me arrumei no quarto de hospedes, tentei dormir, mas não consegui a imagem da minha mãe morta na banheira de sangue não sai da minha mente, as 7 horas, falei com o pai de Bran, Kevin, tentei evitar que ele viesse, mas ele insistiu falou que iria chegar em 1 hora, não sabia o que fazer, mas foi melhor que ele viesse esse momento tinha que vir mais cedo ou mais tarde, Bran agora iria morar com o pai e eu só o veria no aniversário dele e no meu.

O tenente Conolli acordou, fez um café da manhã pra gente, eu estava sem fome, a ideia da minha mãe morta ainda me assombrava, tentei amenizar vendo TV, piorou em todos os canais só se falava na mulher que foi torturada até a morte, subi fui até a varanda, coloquei o meus fones de ouvido, sentei, meu celular toca éh Natt atendo ela e Henry, vão vir aqui de noite, alias, Bran ja deve esta chegando, tinha que parecer forte pro meu irmãozinho.

Quase não noto o tenente Conolli, ele é quieto, quase não fala, me deixa realmente em casa, ele está deixando a poeira abaixar, pra depois me perguntar, eu podia ver isso nos olhos dele, mas eu devia respostas pra ele, estava de favor na casa dele, ele é muito legal, a campainha interrompe meu pensamento, é Kevin e Bran, tenente Conolli os atendeu, Bran veio até a mim com os olhos cheio de lágrimas, queria chorar também mas não posso, tenho que me mostrar forte.

- Vamos subir, cara! — levei ele pra deixar o tenente e Kevin conversarem, — a gente tem algumas coisas pra conversar.

- Vamos. — disse ele chorando, grudado em mim. O abracei e subimos.

- A mamãe está num lugar melhor, vai ser dificil pra gente, mas vamos conseguir. -tentei parecer forte.

- Eu... eu não entendo... por que a mamãe? — me indagou.

- Bran, a mamãe foi... — fiquei sem palavras, os olhos de Bran eram de um brilho que me impedia de ser forte, — Bran, a mamãe se foi, mas te prometo uma coisa, eu vou atrás desse assassino.

- Não!- implorou,- por favor não, já perdi a mamãe se eu perder voçê só vai restar o papai, não Ed, por favor!

- Bran ... — tentei segurar a lágrima, mas não consegui, — Bran, eu vou está sempre do seu lado.

Olhamos um para o outro como se fosse a ultima vez, Kevin entrou na varanda, não percebemos até que ele tossiu. Kevin decidiu se mudar pra cá, por causa de Bran, foram logo procurar um apartamento pela cidade. E ficamos de novo eu e o tenente Conolli, desci as escadas ele estava lá sentado, vendo fotebol, sentei me ao seu lado.

- Tenente Conolli. — chamei.

- Pode me chamar de James.

- Então... James, obrigado por me abrigar aqui, não devo ficar aqui por muito tempo, no máximo uns 3 dias.

- Garoto, pode ficar o tempo que quiser. É dificil, perder um ente querido ainda mais a mãe.

- Obrigado! — fiquei impressionado pela ação dele.

Desliguei-me da internet nesse dia, recebi muitas ligações, mas não atendi nenhuma não estava afim de ouvir lamentações, já chorei muito, quero começar a agir, mas o sono tomava conta de mim, estava 24 hrs sem dormi, cai num sono profundo, e num pesadelo, eu estava na minha casa, via uma critatura negra abusando e torturando a minha mãe, eu estava amarrado, a criatura gritava pra mim "Olhe, olhe isso, eu vou matá-la na sua frente", minha mãe se debatia, mas a criatura parecia estar num show de humor, se alegrava, ria, gritava. Acordei! Estava ensopado de suor e com raiva, tomei um banho rapido, Natt e Henry ja deviam está chegando.