Avenging Angel
3 Telefonema estranho
Notas iniciais
Natt e Henry chegaram logo, levei-os para o "meu quarto".
-E ae,tá sendo muito difícil? — pergunta tipíca de Henry, ele é do tipo que a ficha demora a cair entende.
- Não Henry, o Ed ta levando tudo numa boa! — ironizou Natt. — Claro que está sendo dificíl, mas Ed quer nos contar qual foi a sua reação quando viu a sua mãe morta?
- Natt foi horrível, fiquei paralisado não consegui fazer nada, — vi que nos olhos deles havia pena, eu detesdo ser coitadinho, mas eu estava sendo um, — a pior parte disso tudo foi contar a Bran.
- É... é péssimo ver as pessoas morrendo ainda mais assim. — comentou Henry.
Conversamos por mais uma hora, depois descemos o tenente Conolli pediu uma pizza, comemos enquanto jogamos cartas, Natt e Henry tivera que ir, foi bom tê-los comigo.
- Posso te fazer algumas perguntas? — perguntou James.
- Sim, eu acho que te devo algumas perguntas... alias todas.
-Então, conte-me o que fez no dia do assassinato? — ele foi direto, acho que direto até demais.
- O dia não foi muito bom, na escola o sr Muller me tirou de sala, alias detesto ele, depois fui pra casa, almocei com a minha mãe, dei uma volta pelo bairro e ela foi trabahar, de noite fui no show da Black Angel, cheguei em casa era umas 1:15 e ... — minha voz falhou, só de me lembrar daquilo ficava tenso,- a casa estava silenciosa demais, subi fui pro quarto da minha mãe, lá achei um rastro de sangue o segui parava no banheiro e vi o corpo da minha mãe na banheira e um recado escrito com o sangue dela.
- Hum... — o tenente parou pensativo. — esse assassinato foi premeditado, foi planejado a muito tempo.
Essa resposta não me abalou somente me ttrouxe mais certeza do que deveria fazer, deveria resolver isso e rápido!
- Tenente... James eu preciso fazer algo, não vou deixar esse idiota a solta!
- Eddard, você não pode fazer nada! — advertiu-me.
Essa resposta me indidnou, eu não queria ficar parado, já sei o que eu vou fazer, se não posso fazer nada fisicamente, posso fazer virtualmente e isso eu sei fazer. Então fui pra um cyber café mais próximo, todos me olhavam e cochichavam, ouvi o que eles falavam "olha, é ele quem perdeu a mãe", entrei no cyber café que se chamava "Clicke aqui", era um lugar calmo, tinha pouca gente pra um sabádo, entrei no facebook várias publicações me marcavam a respeito do caso da minha mãe, ignorei alguns, mas um me chamou atenção foi o do sr Muller, ele me odiava, detestava ver a minha cara e eu a dele, por que ele se importava com a minha vida pessoal? Ok, prossegui, a paranóia não me deixava em paz, pensei sobre o recado do assassino, o que eu fiz pra ele? Eu nunca fui popular, mas também nunca tive inimigos até agora né, o tenente Conolli me deia sem espaço a internet agora tinha que ser a minha arma, o recado veio de novo a minha mente "pense em cada tortura que a fiz, e vou fazer com todos que voçê ama" essa parte era a pior, a pessoa que eu mais amava depois da minha mãe era o meu pai que morreu a 16 anos atrás, e depois meu irmão Bran, voltei pra casa do tenente com essa ideia na cabeça, será que o assassino faria mal a uma criança de 10 anos? Espero que não.
Cheguei, lá e liguei pra Kevin, Bran estava tendo pesadelos com a mamãe igual aos que eu tenho, coitado dele. Pedi pra que o tenente Conolli providenciasse segurança pra ele por causa da ameaça feita.
Acordei hoje, com disposição coisa que não tenho aos domingos, fui ao shopping com Natt, chegando lá parei em frente a loja de brinquedos que minha mãe levava eu e Bran pra comprar as tendencias da época, Natt me despertou andamos um pouco, mas Bran não sai da minha mente, quando de repente o meu telefone toca.
- Alô ?! — atendo.
- Como vai a vida, Eddard? Está me odiando? Está querendo vingança? — perguntou uma voz distorcida.
- Como você consegui o meu número?! — me assunstei.
- Eu si de tudo, sou mais próximo que você imagina! Espero que o passeio no shopping seja bom,pq vai ser a única coisa boa que vai ter nessa semana.
Desliguei o telefone! Liguei pro tenente Conolli ele nos buscou fomos pra casa dele e agora sim ele deixou eu entrar no caso de verdade.
Fale com o autor