Aurora Azul

7 Capítulo 6 - Mitchell Palmer


Notas iniciais
Hellooooooooooo, desculpe a demora, é que esse mês tem sido muito agitado pra mim. EU FUI NO SHOW DA TAYLOR! OMSSSSSSSSSS
Foi muito sonho. Perfeito.
Mas voltando, meu teclado ta quebrado e tenho que dar meu jeito :(
Espero que gostem, esse capítulo só o Will que narra kkk depois do passado que bateu record né AHSUAHS

Acordei meio zonzo no primeiro raio de sol da manhã, eu tinha que terminar esse trabalho o quanto antes. Hayden andara estranho esses dias, não pense que não notei os telefonemas secretos e suas expressões de preocupação. Há coisas que não havia contado á ele por precaução. Talvez eu tenha cara de bobo, mas essa possa ser uma das minhas vantagens. Assim, as pessoas não esperariam coisas de mim. Não estou nessa há alguns anos, estou nessa a minha vida inteira, George tem me treinado a vida inteira, e sei todos os segredos por trás das faces. Nunca havia falhado alguma investigação, mesmo que levasse algum tempo, eu sempre terminava. Só um caso tem me agoniado, por um ano. Noite passada, havia dado um passo. Seu nome e a placa do carro são coisas que eu havia descobrido há um tempo atrás, mas havia mentido para Hayden, para seu próprio bem. Noite passada descobri o passo mais importante de todas, quando ele havia ido dormir, continuei a busca por meu computador.

Seu nome era Dianna Banister. Soava tão familiar e tão distante ao mesmo tempo. Tracei um raio de mil quilômetros no mapa e descobri quatro escolas existêntes. Cidade grande, grandes escolas. A maior delas era Arcadia High School. Seria a última que irei visitar, justamente por ser a maior delas. O mais intrigante era que quando eu estava prestes a invadir o sistema da escola para vasculhar nomes, ele foi bloqueado. Todos eles. Isso era completamente estranho. Por isso não havia dito minhas descobertas novas para Hayden. Eu sabia de sua lealdade, mas deve haver mais alguém.

Haviam mais de mil Dianna Banisters no Arizona, metade delas só em Phoenix. Se for preciso, visitarei uma por uma. Eu só não entendia seu objetivo. Na briga do baile­ — que não quero lembrar tão cedo — ela dissera procurar por vingança. Mas... que tipo de vingança? Eu nem sabia do que se tratava. Se ao menos pudesse ver seu rosto e ter uma conversa com ela em particular, acertaríamos algo, ou não. Depois do que ela fez com a base de Phoenix, a única pena que teria era morrer sem sofrer. Não estava para brincadeiras, visitando novamente o local, percebi que as máquinas haviam sido explodido por um vírus vindo por fora, a parte de dentro do equipamento havia sido mais destruída que a de fora. Apenas um profissional conseguiria fazer isso.

Me levantei de leve e caminhei para o banheiro. Após um breve momento saí pronto e entrei na sala secreta para fazer os últimos ajustes. Quando me sentei, senti algo me chamando a atenção bem em cima da prateleira com minhas coisas de Nova Iorque. O pequeno metal amassado que foi encontrado junto ao carro em que Danna estava há um ano atrás. Passeei meus dedos pela prateleira empoeirada e peguei a pequena câmera. Seu SD estava em perfeito estado, retirei-o e conectei no computador. Havia visto as fotos mil vezes, mas parei de me agarrar a elas por várias razões. Cada dia me torturava por aquilo. Por não a ter protegido... apertava a seta do teclado para passar as fotos tiradas e por último, um dos nossos últimos momentos. Nosso momento na cozinha preparando o café.

''-Olha pra câmera Will!'' Ordenou rindo

Virei minha cara um pouco para a câmera e desviei

''-Sossega Danna, o dia está mal começando''

''-Por isso mesmo, o dia ontem terminou ótimo e pretendo fazer o ótimo durar o verão inteiro''

Virei de novo para ela e segurei sua cintura. A câmera tremeu um pouco e voltou a mostrar eu mordiscando a linha de seu queixo.

''-Você adora me provocar''

Ela riu e a câmera mostrou um dos nossos últimos beijos.

Se não fosse pelo barulho que escutei, me fragilizaria de novo.

Hayden apareceu atrás da porta e desliguei o computador.

–Iai, como está a sua perna hoje? — perguntou zombando mechendo no cabelo loiro.

Havia me esquecido completamente da perna. Ainda estava se recuperando, doía, mas eu conseguia andar sem a ajuda de uma cadeira de rodas.

–Se arrume, ou irei sem você. — Hayden bocejou e mecheu de novo na nuca

–Calma aí, você sabe que demoro pra arrumar meu cabelo certo? — olhou para mim com cara de cachorro

–Então vou sem você­ — me levantei e andei até a porta

–Calma mano, é só uns trinta minutos, é meu mínimo — correu para o banheiro.

–Só uma mulher leva trinta minutos para se arrumar. — falei pegando as chaves do carro — me diga, você é gay?

A cabeça de Hayden surgiu da porta do banheiro com uma expressão furiosa. Ele odiava que duvidassem da sexualidade dele. Dei um sorriso de lado sem mostrar os dentes e caminhei até a porta. Esperei ele tranca-la e gritei:

–Me encontre daqui há uma hora no Arcadia High School!

Caminhei cautelosamente até a garagem e entrei dentro do carro.

–O QUÊ? ARC O QUÊ? — perguntou espantado de dentro

Abri o vidro.

–Te mando o endereço pelo celular.

O carro em que eu estava era um Ford adaptado para todo tipo de pessoa. No meu caso, era a de quem estava debilitado nas pernas. Havia um botão no volante aonde controlava a velocidade. Prático. Porém mais perigoso. Andei seis quilômetros até a primeira escola. North High School. Era incrivelmente grande, não eram prédios como as de Nova Iorque e sim, conjunto de casas — mansões — enormes com o telhado de cor avermelhado e um pouco abaixo do telhado, uma faixa azul, que era representativa da escola. Azul e vermelha. Seu símbolo era um ''N'' vermelho e um cavalo em cima da cor azul. Seu time eram os North Mustangs, ouvi dizer que eram bons.

[n/a: Gente, essas escolas que eu to citando e tudo, existem de verdade! E ficam bem nas redondezas de Phoenix -pesquisem o nome no google maps que é a melhor forma de ver como é- meu sonho é estudar em escolas assim, sério, quem dera se tivesse aqui no Brasil. Quero explicar também que as séries lá são diferentes, o fundamental 2 daqui são de quatro anos e o médio de 3 anos. As escolas também são todas juntas. Lá nos EUA, as escolas são separadas, maternal até o fundamental, que são só de 3 anos, são em uma escola, o ensino médio que lá se chama ''High School'' são de quatro anos e lá são separados por maneiras diferentes. Então são quatro anos em uma escola só que são todas as escolas que tem High School junto com o nome, como o Arcadia etc. Só expliquei pra caso alguém não saiba e para quem tava confuso e tals. Cheguei no nome dessas escolas a partir de pesquisas e tal, aaaa procurem sobre o Arcadia é muito interessante, e vejam a estrutura da escola , descrevi ela exatamente como ela é, grandee, com um pátio do formato de um círculo no meio e lápides na entrada. Ela também tem várias quadras de esportes e tudo. Eu sou tão esquisita que pesquisei mais sobre o Arcadia, das aulas, atividades, professores, horários e tudo mais, sim sou loucaaaaa, malucaa, esquisita, mas eu gosto. Então, vamos levar isso um pouco pra realidade, pesquisem sobre as escolas e imaginem meus queridos personagens lá. Eu sempre faço isso com outros livros e fics, até mesmo em filmes para ver direito, escolas, carros, roupas, cabelos e cidades.]

Entrei no estacionamento sem que percebessem a minha presença, mas logo iriam. Peguei os óculos escuros e os coloquei, isso intimidava as pessoas. Abri a porta lentamente e sai. Não tinha quase ninguém a essa hora, uns ou outros nerds... Manquei até a secretaria e uma velha senhora me avistou por detrás dos óculos.

–Posso ajudá-lo rapaz? — perguntou com ar de intusiasmo

–Ah sim, é... — peguei minha carteira do FBI e mostrei-a — Procuro por uma menina loira chamada Dianna Banister.

A senhora logo mudou de humor e andou até as gavetas para procurar a ficha.

–Não senhor. Não temos nenhuma Dianna Banister. Porém temos uma outra Dianna. Na verdade temos mais de dez.

A senhora me trouxe todas as fichas e as analisei tirando meus óculos. Nenhuma batia. Que merda!

–Algum problema senhor? Alguma menina se meteu em confusão? — perguntou preocupada e assustada ao mesmo tempo.

–Hum... não senhora — Larguei a última ficha incompatível e a olhei — Não daqui. Obrigado por me atender, tenha um ótimo dia.

Coloquei novamente meus óculos e sai para o estacionamento. Meninas de rosto pintados corriam de um bloco para o outro. Vestiam roupas parecidas com as de balé tradicional, mas era uma calça cumprida legue e um colã preto. Seus cabelos estavam presos num coque, usavam sapatilhas azuis e se movimentavam perfeitamento no ar.

Balé... me davam péssimas memórias. No primeiro ano do colegial, namorei uma garota chamada Rachel. Ela tinha a mesma idade do que eu, estudávamos juntos... quando me aproximei dela, meus parceiros de equipe ficaram furiosos por ela ser uma de fora. Não era líder de torcida, não podíamos namorar. Então eu e Rachel começamos um romance escondido. Andávamos pelos parques há noite — que são raros em Nova Iorque — e íamos ao cinema quando podíamos. Era a moda na época. Do que eu tava falando? Nem se passara tanto tempo assim. Apenas três anos e meio. Quando começamos algo sério, meu pai descobriu, ou melhor, George descobriu e fez o mesmo escândalo que sempre faz. Por sua família não ser tão poderosa quanto a minha, ele proibiu nosso romance. Dissera atrapalhar minha disciplina na agência que um dia, iria assumir. Quando se tratava de Crystal, ele não falava nada né...

Na noite de sexta, quando todos menos imaginavam, fugi de casa para me encontrar com Rachel. Havíamos marcado nosso último encontro. Iríamos decidir nosso futuro. Mas naquela mesma noite, Rachel batera com o carro. A batida foi feia, o carro havia capotado do início de uma rua até o final. O carro corria risco de explodir, mas por pouco o corpo dela não se foi.

Rachel faleceu.

Foi uma das minhas piores noites, as cenas... o corpo dela todo multilado por causa das ferragens e pelas batidas do capotamento. Desde desse dia, decidi não ser mais Mitchell Palmer. O adolescente pevertido que enchia a cara e que não conseguiu passar de ano mas que o pai subornou e blábláblá. Odiava William. Minha avó me chamava pelo nome todo. ''Venha cá meu William Mitchell Palmer, vem pra eu apertar suas bochechinhas'' Mas acabei me acostumando... Só com Will.

Me tornei uma pessoa melhor, pelo menos tentei, Mitchell não morreu dentro de mim, ás vezes ele ainda aparece, mas quando necessário.


Dirigi lentamente para Camelback High School, há somente dois quilômetros dali. Tentando afastar novamente pensamentos negativos.

Outra escola grande. Um prédio enorme azul e vermelho. Logo entrando na garagem avistei a enorme escada vermelha na lateral do prédio, sua quadra de esportes era enorme, com oito quadras de tênis e três de beisebol. As escolas de estados interiores eram gigantes. Preferiria estudar em um lugar como esse do que na cidade grande, onde no bairro, só haviam casas, com famílias normais, que fazem reunião em família, comiam comidas normais no dia de ação de Graças, que convidam amigos e familiares, que o assunto é variado, onde não se fala só de investimentos... São pessoas que nasceram com sorte, ao contrário de mim.

Sai do carro e pedi a mesma coisa que no primeiro só que uma menina jovem estava na recepção. Estagiária talvez... a morena dos olhos redondos ficou me encarando. Quando as fichas chegaram na minha mão, analisei-as. Nada. Nenhuma compatível como na outra. Agradeci-a e quando sai da fria sala, senti a diferença na temperatura. Podia ter ficado mais tempo dentro da sala. Faziam trinta e oito graus agora. Um dos pontos fracos de Phoenix. O pior era não ter praia.

Entrei no carro e liguei novamente o ar. Fiquei sentado esperando o calor passar. O Arcadia ficava há um quilômetro daqui, podia ir pra lá agora. South Mountain era longe pra cacete. Não daria a volta nesse calor dos infernos.

Meu dedão já estava vermelho de tanto apertar o botão do acelerador. Mas já se passaram uma hora, Hayden devia estar lá. Acelerei novamente e segui todos os sinais em frente. O bairro era cheio de casas, uma do lado da outra, eram todas quase iguais, umas eram verdes, ou outras vermelhas e mais espaçosas. Havia uma coisa em comum em todas elas. O jardim.


Enfim. Arcadia High School. O grande.

Seu conjunto era enorme e logo na entrada do prédio, haviam lápides altos. Entrei na garagem e senti todos os olhares para mim. Acontecia sempre com carros desconhecidos ou até mesmo quando um desconhecido aparece. A escola estava ficando mais movimentada. Estacionei em um local perto da entrada para facilitar a saída. Antes fazer qualquer coisa, peguei o celular e liguei para Hayden. Caiu em caixa postal. Sai do carro do mesmo jeito e acabei sendo cercado por um grupo de alunos, todos com ar de curiosidade.

''Quem é esse? Aluno novo? Ele é um gato!"

Pessoas murmuravam em minha volta, mas apenas ignorei e segui para dentro do prédio. Logo no início, abri uma porta de vidro que continha um empurre. Reconhecia uma secretaria de longe.

–Posso ajudá-lo cavaleiro? — perguntou a simpática secretária

–Por favor, — peguei minha identificação — queria saber se existe alguma Dianna Bani...

–SENHORA P, VENHA PARA A BIBLIOTECA AGORA! TEM UM LOUCO GRITANDO E AMEAÇANDO INCÊNDIAR A ESCOLA! — interrompeu um garoto que tinha o cabelo bem penteado com gel e calças justas. Não precisava olhar de novo para saber o que ele era.

–COMO É QUE É??? — Se espantou a secretária — CADÊ A BIBLIOTECÁRIA?

–NÃO SEI NÃO SEI, VAMOS LÁ, RÁPIDO!

O garoto agarrou a mão dela e a levou para fora correndo. Que droga! O destino estava contra mim ultimamente. Sai da sala que estava gelado para um calor infernal. Esperaria por ela. Peguei o celular de novo e liguei para o imbecil. Nada. Me encostei na parede e coloquei as mãos no bolso observando a movimentação da escola. Muitos alunos estavam sentados na grama como se estivessem tomando sol. Um garoto ruivo e uma garota morena se roscavam na outra parede. Velhos e bons tempos.

Dei um sorriso bobo.

Me desgrudei da parede e sai para o sol. Fiz um teto com minha mão em cima dos meus olhos e observei o azul que era o céu, ás vezes mais claros, ás vezes mais escuros. Olhei mais em volta e nada de nuvens. Virei de costas para ver dentro da escola e uma figura loira que estava na janela me chamou atenção. Ela estava na janela à cima de mim. Não vi claramente seu rosto por causa do sol, mas reconheci as ondas. Olhei novamente e ela desapareceu. Ou era ilusão por causa do calor ou... Que MERDA! Não podia correr, minha perna ainda sofria as consequências da facada. Andei até o meio do pátio redondo e observei a estrutura por dentro.

Escolas deviam ter elevadores.

Do mesmo jeito, encarei as escadas. Subi de forma cautelosa e colocando uma perna de cada vez nos degraus. Não eram muitos lances. Após chegar ao último andar, percorri pelos corredores a sua procura. Um grupo de líderes de torcida passou por mim e sussurraram o que todos aqui sussurraram desde quando cheguei.

Como eu não tinha pensado nisso! Caminhei até elas.

–Senhoritas. Posso lhes fazer uma pergunta? — Tentei ser gentil.

–Você tem direito a perguntar e muito mais — piscou uma loira pra mim.

–Conhecem uma Dianna Banister?

Logo a cara delas se fecharam.

–Dianna... Dianna... conhecemos uma Dianna, mas não sei se é a mesma que você está procurando amor. — disse — Por acaso seria Dianna ''a loira morta'' ? — fez o movimento de uma faca cortando o pescoço.

–A Dianna que procuro é loira.

–Então deve ser essazinha, só pode ter uma loira de verdade aqui meu bem, e eu sou ela. — piscou novamente pra mim.

–Obrigado — falei casualmente

–Heyheyheyyy. Você é novo ou o que? — a magricela se aproximou de mim e percorreu o dedo por meu ombro. Tirei rapidamente. — podemos sair um dia desses.

–Não estou interessado. Com licensa.

Sai de perto delas e continuei a andar. Dianna... loira... coisas estavam se ligando agora. O garoto que interrompeu minha conversa na secretaria apareceu derrepente na minha frente.

–Procurando algo, ou melhor, alguém? — todos nessa escola são estranhos assim?

–An... sim, mas acredito que você não possa me ajudar. — sorri rapidamente e andei para sair de perto, mas ele me seguiu.

–Qual é. Tente, sou os olhos e ouvidos dessa escola. — blefou. Mas vamos dar uma chance a ele.

–Procuro por Dianna Banister. — cruzei os braços.

–Arrá! Desculpe te desapontar bonitão, mas só temos cinco Dianna e nenhuma delas tem ligação com Banister. Maaasss se estiver procurando por uma Carter ou...

–Você inventou não foi? — olhei-o de relance

–Inventei o quê? — mudou de expressão na mesma hora

–Sobre a biblioteca. Algo está acontecendo... sei quando alguém está mentindo — sorri — abre o jogo, alguém te mandou não foi? Será que não foi a própria Dianna Banister?

Intimidei-o para ver sua reação. O garoto parecia estar perdido nos pensamentos.

Acontece todos os dias, pessoas tentando me fazer de idiota.

–Ah por favor! Por que eu mentiria? — exagerou no tom de voz. Uma das ações que sempre acabam entregando as pessoas.

–Tudo bem. Eu vou embora, talvez eu tenha me enganado, irei procurar em outro lugar.

Eu tinha um plano.

Caminhei mas dessa vez ele não me seguiu. Desci cautelosamente os lances até chegar ao chão firme. Outro grupo de jovens passaram por mim e ouvi falarem sobre Homecoming. O único e famoso. Precisava investigar mais aqui, tem algo aqui, está movimentada demais.

Precisava saber sobre esse homecoming. Ao passar por um mural, vi o panfleto sobre o baile. Nesse sábado. Ótimo! Andei até a saída e Hayden estava esperando nas lápides.

–Por que não me esperou? Custava? — perguntou

–Não tenho paciência. Já achei o que procurava, vamos embora. — passei por ele

–Pera, achou ela? — ficou confuso

–Quase lá — sorri.

Meus instintos nunca falhavam, sabia que esse lugar era especial. Mas agora eu tinha certeza de uma coisa: ela estava aqui.



Notas finais
Oooooolha que o Will é inteligente e não é bobo heinnnnnnn. Esperto ele. E agora? Será o próximo capítulo ele descobrir a Dianna? Será o fim para ela?? Não percam o próximo capítulo.