Assim Estava Escrito
27 Pré-casamento e noite de núpcias
Notas iniciais
O pai de Marina já tinha saído do estúdio para deixar a filha terminar de se aprontar à vontade. Gisele, Flavinha e Vanessa continuavam ali para ajudar a chefe com os últimos detalhes.
Embora tentasse se controlar, a cada minuto que passava a fotógrafa sentia o nervosismo tomar conta. Tentou relaxar bebendo um gole maior da champanhe que haviam brindado há pouco. Já com o vestido, de frente para o espelho, fazia pequenos ajustes na maquiagem enquanto as meninas a olhavam.
Já ia tomar mais um gole de champanhe quando Gisele se aproximou e segurou sua taça.
— Peraí só um pouquinho Marina!! Ninguém quer te ver trocando os passos na entrada do casamento. Me dá essa taça aqui que você tem um sim pra dizer daqui a pouco sem gaguejar nem embolar a voz, não é?! — A prima falou com firmeza, embora mantivesse sua doçura natural.
— Você está certa Gi! — Concordou a fotógrafa. — Eu tô nervosa, não sei o que está acontecendo comigo, nunca fiquei assim. — Completou.
Gisele colocou a taça em uma mesa perto delas. Se aproximou da noiva, segurou suas mãos e disse carinhosamente:
— O nervosismo é normal Marina. Hoje é o dia mais importante da sua vida. Você vai se casar com a mulher que você ama, na frente de todo mundo. É mais do que normal você estar assim. — A menina olhava diretamente nos olhos da prima. — Mas confia em mim, vai dar tudo certo! Assim que você chegar no Galpão e ver sua noiva linda e radiante, toda essa ansiedade vai passar.
A fotógrafa sorriu.
— Obrigada Gi! — Falou abraçando a sócia. Seus olhos estavam marejados.
Flavinha e Vanessa permaneciam em silêncio, apenas observando a cena. Quando começava a desfazer o abraço com a prima, a noiva exclamou:
— Vocês estão vendo como eu tô hoje, né?!? — Marina olhou para Flavinha e a ruiva. — É só falar da Clara que eu já começo a querer chorar. — Assumiu sua sensibilidade, já voltando-se para a frente do espelho a fim de terminar a maquiagem antes que ela começasse a borrar.
Gisele já estava próxima às meninas novamente quando viram Chica entrar apressada no estúdio. Ao perceber a presença da sogra, Marina se virou num instante.
— O que foi Chica?! Por que você está correndo assim?! — Perguntou Gi.
A fotógrafa olhou para a mãe de Clara esperando a resposta. Seu coração estava acelerado, com medo do que a presença da sogra ali pudesse significar.
— Estou ofegante assim porque vim andando rápido do estacionamento pra cá. Fiquei com medo de vocês já terem ido pro Galpão.
— Ichhh, já vi tudo, aposto que a dona de casa desistiu! — Vanessinha alfinetou sem pensar nos sentimentos da fotógrafa. Marina pegou a taça de champanhe e bebeu tudo de uma vez. Seu nervosismo tinha chegado ao extremo.
Chica se segurou para não responder a ruiva de forma ríspida. Voltou-se para a nora e falou com serenidade:
— Não tem ninguém desistindo de nada. — Disse com a voz macia, provocando um suspiro de alívio na fotógrafa, que já estava com os olhos marejados mais uma vez. — Eu só queria conversar um pouquinho a sós com essa linda noiva aqui, se vocês puderem me dar licença meninas. — Completou virando-se para as três jovens no canto no estúdio.
Vanessinha arregalou os olhos como quem diz: "Não tenho ideia do que está acontecendo".
— A gente espera por vocês lá fora! — Flavinha exclamou, puxando a ruiva e sendo seguida por Gisele na direção da porta de saída do local.
Finalmente a sós, Chica se aproximou de Marina. Ficou de frente pra ela e levou suas mãos até o rosto da fotógrafa, acariciando-a com ternura. Percebendo o nervosismo da nora, tentou acalmá-la:
— Não fique preocupada meu amor. Está tudo bem! Sua noiva está linda, a deixei em casa terminando de se aprontar pra você! — A dona do estúdio abriu um sorriso grande. As mãos da sogra agora seguravam as suas. — Eu precisava vir. Sabia que você estaria nervosa, e precisava te dizer algumas coisas antes do casamento. — Chica estava séria, mas tinha ternura no olhar. — Eu já passei pelo nervosismo do dia de hoje e sei como é. Também imagino como faz falta não ter a mãe por perto nesse dia. — Marina a escutava com atenção. — No meu casamento minha mãe estava lá, mas agora já faz muito tempo que ela se foi, e eu ainda sinto tanto a falta dela... — Chica pausou por um momento. A fotógrafa voltou a ter lágrimas nos olhos. — O Ricardo me contou um pouco da sua história, me falou de sua mãe... — A noiva de Clara já deixava as primeiras lágrimas caírem. — Eu lamento ela não estar aqui hoje pra ver a filha linda que ela tem. Uma mulher forte, determinada, corajosa, que trouxe um sopro de luz e alegria pra vida da minha filha. — Marina abriu novamente um sorriso, que agora se misturava às lágrimas que continuavam a cair. Chica enxugou parte do rosto da nora e prosseguiu com sua fala. — Queria que você soubesse que tenho muito orgulho da história de vocês, que já venceu tantas barreiras, inclusive comigo. É com muita alegria que te recebemos nessa família Marina! — A sogra acariciou o rosto da fotógrafa. — E eu queria que você soubesse que, seja qual for a situação, sempre que você precisar de um ombro de mãe, aqui você vai encontrar um. — Olharam-se nos olhos e Marina sentiu toda a sinceridade e carinho nas palavras da mãe de Clara. Abraçaram-se forte. A sogra estava tão emocionada quanto a fotógrafa, e suas lágrimas também já haviam escorrido por seu rosto.
Permaneceram ali por um tempo. Depois de tantos anos, Marina voltava a sentir no abraço carinhoso de Chica o conforto materno que tanto lhe fazia falta. Quando se separaram, fitaram-se com ternura.
— Obrigada Chica! Muito obrigada! — A fotógrafa agradeceu ainda com a voz embargada. A mãe de Clara sorriu.
— Bom, agora vamos enxugar essas lágrimas, retocar a maquiagem e correr pro Galpão, pois acho que sua linda noiva já vai estar te esperando lá! — Falou a sogra, já se movimentando pra ajudar Marina com os últimos ajustes.
— Vamos lá! — A nora concordou, voltou-se para o espelho e acelerou os retoques de sua maquiagem.
Em 10 minutos já estava pronta para a cerimônia. Deixou o estúdio com Chica, de quem se despediu no estacionamento com um caloroso abraço, antes de entrarem nos carros separados que as levariam até o Galpão.
Cena posterior: Clara e Marina se casam diante dos amigos e da família no Galpão Cultural (16/07/2014) — http://globoplay.globo.com/v/3502493/
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Depois do casamento...
Cena anterior: Clara e Marina aproveitam noite de núpcias (17/07/2014) — http://globoplay.globo.com/v/3505109/
Na sequência da noite de núpcias...
Marina virou-se e abraçou Clara pelas costas. Dançavam no mesmo ritmo, embora a música que as embalasse estivesse tocando apenas em sua imaginação. A fotógrafa beijou os cabelos da morena, e em seguida passou a cheirar carinhosamente a nuca da amada, que se arrepiava ao sentir a respiração da esposa em sua pele. A mão esquerda de Marina foi até os seios da assistente, enquanto sua mão direita escorregou pelo vestido até a altura do sexo da esposa, que a fotógrafa lentamente pressionou. Clara sentia sua calcinha ficar molhada.
Marina pressionava seu corpo junto às costas da mulher, enquanto suas mãos continuavam acariciando-a pela frente. Passou a beijar o pescoço e os ombros da morena. Clara levantou a cabeça e soltou alguns gemidos, já louca de desejo pela outra.
A fotógrafa levou as mãos até a fita que prendia o vestido da assistente atrás. Soltou-a e lentamente subiu os dedos pelas costas da esposa, que se arrepiou toda. Ao chegar aos ombros, delicadamente desceu o vestido da outra, primeiro pelo ombro direito, depois pelo esquerdo, e foi descendo a peça pela pele de Clara até que ela chegasse ao chão, e a morena ficasse apenas de calcinha.
Marina, que havia se agachado para retirar o vestido, foi subindo lentamente, passando as mãos pelas pernas da mulher. Continuou a subida beijando as costas da morena, seguindo a linha da coluna, o que deixou a esposa ainda mais arrepiada.
Quando ficou de pé, a fotógrafa estava na mesma posição de pouco antes, e voltou a abraçar a morena por trás. Levou novamente a mão esquerda aos seios da assistente, agora nus, e a mão direita deslizou pelo abdômen de Clara, até chegar à sua calcinha, que ela invadiu com os dedos. Quando sentiu o sexo da esposa, percebeu o quanto a tinha deixado molhada.
— Deliciosa! — A dona do estúdio falou salivante no ouvido da outra. Clara sorriu.
A fotógrafa tocou o clitóris da mulher e voltou a beijar sua nuca. A assistente gemia cada vez mais alto e Marina sentia seu próprio sexo encharcar.
Clara virou sua cabeça pro lado e suplicou:
— Eu também quero te tocar amor! Eu preciso!
— É é?! — Marina perguntou provocante.
— Preciso muito! — A morena respondeu.
A assistente então deu uma pequena volta e ficou atrás da fotógrafa. Passou a beijar as costas da esposa e se deliciar com o perfume de sua pele. Em seguida cheirou o cabelo da outra, e beijou seu pescoço, até chegar à orelha direita de Marina, que chupou com desejo. A fotógrafa gemeu alto.
— Assim você me deixa louca Clara! — Marina falou sorrindo e já ofegante.
— A ideia é essa! — A morena respondeu provocante.
Assim como a esposa, Clara tirou a fita que prendia o vestido na altura da cintura da mulher, e passou a descer a peça pelos ombros da fotógrafa. À medida que desnudava a esposa, ia sentindo o perfume de sua pele, cheiro que lhe era inebriante.
Ao passar o vestido pelo quadril de Marina, uma surpresa: ela não usava nenhuma roupa íntima.
— Sua louca, você casou sem calcinha?! — Clara perguntou surpresa mas sorrindo.
— Ué, eu só queria adiantar as coisas pra nossa noite de núpcias!! — Marina riu.
Clara continuou descendo o vestido até retirá-lo pelos pés da fotógrafa. Ao subir, ficou de frente pra Marina e a abraçou.
— Ainda bem que eu estou sabendo disso só agora, porque se eu soubesse disso quando a gente chegou no galpão eu não tinha conseguido concentrar na cerimônia, muito menos esperar pra chegar aqui em casa. — Clara revelou olhando pra esposa.
— Ah, então eu devia ter te falado assim que a gente entrou lá! — Marina riu. — Queria ter visto a sua cara!
Clara gargalhou. Estava tão feliz. Aliás, as duas estavam radiantes, como duas adolescentes apaixonadas.
— Você é louca mesmo sabia?! Adoravelmente louca! — A morena falou para a esposa.
— Sou louca por você Clara! Te amo tanto! Tanto!
— Eu também minha linda!
Olharam-se com carinho e cumplicidade. Seus olhos brilhavam. Aproximaram seus lábios e iniciaram um beijo caloroso, intenso, molhado. Seus corpos em contato deixaram o clima ainda mais quente.
Sem parar o beijo, Marina começou a descer a calcinha de Clara, e deixou que a peça escorregasse pelas pernas da morena até chegar ao chão.
A fotógrafa deitou-se na cama e a assistente a acompanhou, ficando por cima.
Clara colocou sua perna direita entre as pernas de Marina, e começou a esfregar o sexo da esposa com a coxa, que logo estava toda molhada, tamanha a excitação da fotógrafa, que passou a fazer o mesmo com sua perna direita no sexo da assistente.
A morena beijou o pescoço da esposa e logo voltou a chupar a orelha de Marina, que ficava a cada momento com mais tesão. Clara permanecia sobre a mulher. Levou a mão direita até o sexo da fotógrafa, já encharcado. Ao mesmo tempo, Marina começou a tocar o clitóris da amada.
Se beijaram mais uma vez, e a intensidade daquele carinho aumentou ainda mais o prazer que as duas sentiam naquele momento. Era a primeira vez que faziam amor como esposas. Estavam muito felizes, realizadas. Quando seus lábios se separaram, Clara olhou para Marina e sorriu:
— Linda! — A morena exclamou. — Te amo demais!
A assistente então juntou seu rosto ao de Marina, e intensificou a massagem que fazia no clitóris da esposa. Sua mão esquerda buscou a da fotógrafa, que estava junto à cama, pouco acima da altura de sua cabeça. Deram-se as mãos. Estavam nuas, completamente envolvidas, encaixadas, usando nada além de suas alianças de casadas.
Gemiam cada vez mais forte. Marina percebeu que não demoraria a gozar, então acelerou o movimento de seu toque na amada, que já estava igualmente cheia de tesão.
Clara apertou forte a mão da esposa, e a fotógrafa sabia assim que a morena estava quase lá, assim como ela.
Fecharam os olhos, e uma só ouviu o gemido alto da outra, anunciando a chegada do primeiro gozo daquela noite.
Estavam completamente suadas, ofegantes. Sorriram ainda tentando recuperar o fôlego. Clara relaxou o corpo e voltou a encostar no rosto de Marina, que ainda estava sob ela.
Mantinham-se tão próximas que uma podia sentir os batimentos cardíacos da outra.
— Que delícia amor! Que delícia... — Marina falou ainda ofegante.
— Muito! — Clara respondeu levantando o rosto e olhando nos olhos da mulher. — Maravilhoso fazer amor com a minha esposa! — A morena sorriu.
Seus lábios se uniram novamente, agora num beijo mais calmo, mas ainda cheio de desejo e tesão.
A assistente foi lentamente deitando de lado, enquanto ainda se beijavam. Marina levantou-se um pouco e virou seu corpo sobre o da mulher, ficando por cima dela agora. Soltou os lábios de Clara para descer beijando seu pescoço até chegar aos seios da morena, que chupou com desejo.
— Gostosa! — A fotógrafa exclamou sorrindo.
Chupou o seio esquerdo de Clara, depois o direito. Seguiu beijando a pele da morena até chegar novamente ao seu pescoço. Esfregava seu sexo no da esposa, e nesse contato uma podia perceber como a outra estava molhada, excitada.
— Posso te pedir uma coisa? — Clara perguntou chamando a atenção da fotógrafa. — Mete gostoso na sua mulher, mete?! — Completou.
Marina sorriu. Adorava provocar a amada só para ouvi-la pedindo isso.
A fotógrafa deslizou a mão direita até o centro da assistente. Estava encharcada. Suavemente dois dedos penetraram a amada. Marina se deliciava com o ambiente quente, macio e molhado no qual adentrava. Clara gemeu alto e apertou com força o lençol quando sentiu a esposa enfiar os dedos em seu sexo. Adorava como a mulher conhecia cada centímetro de seu corpo e lhe fazia ter sensações que ela nem imaginava que existia.
Marina passou a se movimentar com mais rapidez dentro da morena. Clara também tocava a fotógrafa, mas após algum tempo, tomada de prazer, não conseguia mais coordenar seus movimentos. Suas mãos então seguraram a cintura da esposa, que às vezes ela apertava um pouco, mesmo sem querer, tamanha sua excitação. Com o corpo sobre o da amada, Marina movimentava seu sexo pela coxa de Clara, o que aumentava ainda mais o prazer que ela sentia em penetrar a mulher e perceber suas reações. Aproximou-se dos lábios da morena e a beijou com desejo.
O beijo seguia a intensidade do movimento de seus dedos dentro da assistente.
Quando seus lábios se soltaram, Clara falou com dificuldade em meio aos gemidos:
— Não para amor!
Percebendo o gozo próximo, Marina aumentou a intensidade da massagens que seus dedos faziam entrando e saindo da morena. Clara segurou com mais força em sua cintura e a fotógrafa percebeu que a esposa logo chegaria ao clímax:
— Goza pra mim amor! Goza minha linda! — Falou para a assistente.
Mal terminou de pedir, a fotógrafa ouviu o gemido alto da esposa ecoar no quarto. Sentia tanto tesão em fazer Clara gozar que ela mesma soltou um grito e gozou junto com a esposa.
A morena estava de olhos fechados respirando forte e levou a mão esquerda até a cabeça, ainda tentando recuperar as forças. Marina sentou-se sobre a perna da mulher que estava entre as suas, e seu gozo escorreu pela pele da amada. Também estava ofegante. Juntou seus cabelos com a mão esquerda e os jogou para trás. Observava a esposa. Clara abriu os olhos e a fitou.
— Vem cá! — A morena chamou, pedindo para Marina deitar sobre ela. Ficaram com os rostos próximos. Clara colocou para trás da orelha da mulher uma mecha de cabelo que tinha caído sobre sua face. Depois tocou o rosto da fotógrafa, ficou olhando seus traços delicados, seus lábios... — Você me faz sentir coisas que eu nem imaginava que existia, sabia?! — A assistente declarou, colocando um sorriso enorme no rosto da esposa.
Marina também passou a acariciar o rosto e os cabelos da morena.
— Você também meu amor! — A fotógrafa respondeu. — Eu nunca tinha desejado tanto, nunca tinha amado tanto e nunca tinha me sentido tão feliz como me sinto com você! Você me provoca sensações únicas, que eu não conhecia e só você me proporcionou.
Ao ouvir as palavras da esposa, Clara também abriu um sorriso largo. No início tinha muitas inseguranças, medo de não corresponder à experiência de Marina, mas com o tempo foi percebendo que o que importa não é o passado, o que já foi vivido, mas a sensibilidade, saber perceber a pessoa amada. É isso que aumenta a intimidade do casal, faz com que se conheçam mais, saibam o que a outra gosta, o que a outra quer, e possibilita que vivenciem sensações únicas, que só podem ser sentidas em uma relação com o nível de cumplicidade como elas tinham.
— Te amo demais linda! Minha linda mulher! — A morena falou com orgulho.
— Eu também Clara! Minha esposa! Te amo tanto, tanto! — Marina respondeu com um sorriso nos lábios. Chamar a morena de esposa lhe causava uma satisfação enorme.
A fotógrafa deitou sobre o peito de Clara, que ficou acariciando suas costas por um tempo. Estavam apenas retomando o fôlego, pois a noite de núpcias ainda teria muitos momentos de carinho, paixão, prazer, amor, e só terminaria no amanhecer do dia seguinte.
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