Asphalt Café

14 Sometimes People Disappoint Us


Notas iniciais
Hello meus amorinhos, como vocês estão? Estão bem? Estão mal? Qual o motivo de não aparecerem mais nos reviews? Sério, gente, to tendo até pesadelo com isso, não é pra rir não, é pra comentar, '---'. Enfim, vou fazer uma perguntinha que nunca mais fiz a vocês... tan tan tan... Qual livro estão lendo no momento? Eu to lendo 4 livros ao mesmo tempo (sabe como é, muito tempo vago hahah) To lendo: Não verás País Nenhum; Cinquenta tons mais escuros; Quem é você Alasca? (terminei hoje, vou começar a ler Fantasmic) e o melhor de todos: COMO SE LIVRAR DE UM VAMPIRO APAIXONADO, minha gente, tudo de bom esse livro, sério, leiam! Mas enfim, e vocês? Já leram alguns desses ou querem ler? Se não, estão lendo quais? FALEM, COMENTEM, LIBERTEM-SE! KKKK Enfim... Boa leitura *Esse capítulo segue a série: Brilhante Victoria ou Victorious Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

André, Beck e Jade finalmente chegaram a Dance Twenty One. André olhou seu celular e viu que recebera uma mensagem de Ashley, agradeceu pela garota ter respondido seu pedido de desculpas pelo atraso, mas quando olhou a mensagem, um sentimento de raiva e ciúmes lhe atingiu em cheio.

“André, foi mal, mas um amigo meu apareceu aqui e está com problemas, preciso ficar com ele. Não achei que iria se importar, afinal, se sua amiga Tori tivesse com problemas você a ajudaria com certeza, enfim... Se ainda quiser, podemos marcar outro dia. Até mais, mil desculpas, beijos, A.”.

– Não! – O garoto pôs a mão no peito e mexeu os braços, desconfortável. — Mas que droga! – Falou baixinho, mas tanto Jade como Beck escutaram.

– Aconteceu alguma coisa, cara? – Perguntou Beck preocupado com o amigo.

– Não, nada demais, eu só vou ao banheiro, ok? – Falou André se afastando e deixando os dois sozinhos.

– Parece que somos só nós dois. – Disse Beck.

– Pare de falar o obvio, Oliver. – Disse Jade.

– Desculpe! – Pediu o garoto, mas logo percebeu a mancada que fizera, Jade odiava quando ele vivia pedindo desculpas.

– Eu preciso de uma bebida. – Falou Jade indo na direção do bar.

– Eu dispenso. – Falou Beck a seguindo e pensando sobre a tarde que passara na casa de Zac, bebendo e falando besteira. – Faz tempo que inaugurou esse lugar? – Tentou puxar assunto, afinal, sentia vontade de ficar perto da garota á todo momento. Por mais que ela o tivesse irritado e lhe dando uma tapa no rosto, ele não ficara ressentido. Estava encantado por Jade e nada mudaria isso, mesmo que a garota não gostasse dele, isso nunca mudaria. Desde que chegara do Canadá, sentira uma forte atração pela morena e tinha a estranha necessidade de fazer tudo para que ela sorrisse, para que ela se sentisse confiante e relaxada em sua presença, basicamente, tinha necessidade de vê-la feliz e esse sentimento era tão inovador para Beck quanto o sentimento de ensinar na Hollywood Arts. Ele era apaixonado por atuação, por ensinar coisas novas e por poder guiar novas pessoas para esse caminho, e o sentimento por Jade era do mesmo modo, talvez... Talvez ele também fosse apaixonado por ela.

– Sim, é uma boate para maiores de 21 anos, são concorrentes da Abaixo 21, uma boate no outro bairro que permite que menores de 21 anos entrem e só vendem bebidas com identidades, só adolescentes vão para lá, e caras mais velhos que curtem meninas novinhas. – Explicou Jade. – Você tem mais de 21, não é, Oliver? – Perguntou sarcasticamente.

– Muito engraçado, Jadelyn. Eu tenho 25. – Sorriu para ela.

– Não me chame de Jadelyn, garoto. – Reclamou ela.

– Garoto? Considerando que eu sou mais velho que você isso até que cai bem. – Beck sorriu novamente, adorava irritá-la. Essa necessidade que sentia de tanto deixá-la feliz como deixá-la irritada lutavam entre si para ver quem ganhava.

– Hum... Vinte cinco é? Adoro homens mais velhos... – Disse alguém do outro lado do balcão onde eles estavam. – Qual o seu nome? – Perguntou uma garota ruiva que vestia um top brilhoso e uma minissaia preta, ela era a barman da boate. Beck olhou duas vezes para trás para checar se era com ele mesmo que ela falava. – É com você mesmo, bonitinho.

– Ah, bom... Meu nome é Beck. – Disse olhando para Jade que fingia não prestar atenção na cena.

– Hum, adorei você. Quer alguma bebida? – Perguntou ficando apoiado no balcão, o que a deixava bem perto dele.

– Um refrigerante, por favor... – Tentou Beck, aparentando nervosismo.

– Ah, refrigerante... Ok, já venho com seu refri. – A mulher logo se afastou dele e caminhou para o local onde colocavam as bebidas.

– Quer saber o que deu nela? Essas mulheres normalmente dão em cima de alguém, colocam alguma coisa na sua bebida, vão para sua casa e roubam tudo que tem lá. – Sorriu Jade de forma malvada. – Mas como você pediu refrigerante, não dava nem para ela colocar algo, vai que você desse queixa no outro dia, qual seria a desculpa dela? Que o refri te deixou bêbado? Ela não gostou de você, Oliver. – Era bom para Jade esfregar a verdade na cara dele, principalmente quando estava certa.

– Você só tá mordida porque ela deu em cima de mim. – Tentou Beck.

– Ah é? Então me diz por que ela tá dando em cima daquele cara que pediu uma vodca? – Perguntou Jade apontando para a ruiva que se apoiava no balcão e encarava um homem um pouco mais velho que ela, que parecia bastante interessado em dar uma olhada nos seios dela.

– Que seja! Eu não estava interessada nela. – Disse Beck dando uma boa olhada em Jade, dos pés a cabeça.

– Tá bom, sei... – Falou o encarando. Jade precisava sair dali, aquele canadense estava a deixando maluca, só conseguia pensar no quase beijo que tinham dado e por mais que tentasse afastar essa memória, não conseguia, era inevitável, quando não pensava no quase beijo, pensava no futuro beijo que poderia rolar entre eles. A ruiva chegou com o refri de Beck e Jade pediu algo mais forte, depois da ruiva lhe trazer uma vodca com gelo, Jade olhou para todos da boate que dançavam sem parar. Precisava se afastar do garoto, não conseguia se segurar perto dele, e não queria, mas precisava, garotos como ele não queriam nada sério. Beck provavelmente só queria beijá-la e talvez fazer algo a mais e depois sumiria, isso ela não queria, Jade já estava cansada desses caras idiotas, mas lá no fundo, algo lhe dizia que Beck não fazia esse tipinho. Mesmo assim, não podia confiar. Tinha medo de se machucar e normalmente quando se envolvia com uma pessoa, sempre acabava machucada, era inevitável, e Jade preferia manter distância do Oliver. Pensando nisso, ela se levantou e procurou alguém interessante para dançar com ela, todos os caras daquela boate eram uns idiotas, nenhum serviria, mas precisava sair dali o quanto antes.

– Pra onde vai? – Perguntou Beck tomando seu refrigerante.

– Ei princesa, quer dançar? – Perguntou um cara chegando perto de Jade e a abraçando com força, a mão do cara desceu e ficou na cintura da morena, Beck acompanhou a mão dele, e quando o cara resolveu descer mais, o garoto se levantou do banquinho onde estava e se preparou para defender a West.

– Me chame de princesa e novo e eu corto sua cabeça, e se não tirar sua mão da minha bunda, além de cortar sua cabeça, eu a enfio você sabe onde! – Jade sorriu malvada e o cara logo se afastou seguindo para a pista de dança.

– Isso foi sensacional, Jade. – Murmurou Beck abismado com a atitude da morena. – Não se pode ficar dançando com esses idiotas.

– É... Mas também não posso ficar bebendo com um idiota... – Jade tomou toda a sua bebida de uma vez e foi para a pista de dança. Beck arregalou os olhos quando viu a garota dançando sozinha, enquanto rebolava ao som da música. Iria fazê-la companhia, mas um cara apareceu e Jade começou a dançar com ele, nem ligando para o Oliver. Bufando de raiva, Beck voltou a se sentar em seu banquinho, e ficou ali fitando a garota dançar loucamente com um desconhecido. Não estavam fazendo nada demais, apenas dançando, mas Jade não iria precisar ameaçar o cara se ele fizesse alguma coisa, Beck estava pronto para agir se alguém fizesse alguma coisa que pudesse machucá-la, e dessa vez não iria hesitar.

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– O que você pensa que tá fazendo? Para esse carro, eu tenho um encontro. – Disse Tori enquanto Zac não lhe dava atenção e continuava a dirigir sua Ferrari.

– Á essa altura você não tem mais. – Falou o garoto sorrindo por ter feito a Vega perder o encontro com aquele cara idiota.

– Desde quando se importa comigo e com quem saio? Para esse carro! – Reclamava a garota.

– Desde quando eu vi que aquele cara só quer usar você. Tori, você não percebe? Você vai lançar um CD na segunda e porque será que esse cara se aproximou de você logo agora? Ele quer usar sua fama, aparecer com você aqui e ali e depois te largar. Ele não é para você. – Explicava Zac.

– Eu sei como são esses caras, sabia? O Max não parecia um deles. Você está agindo feito idiota, Zac. – Tentou a garota.

– Porque talvez eu me importe com você. – Falou o garoto fitando á Dance Twenty One logo á frente, ele estacionou o carro e saiu dele, indo até a porta do passageiro e abrindo-a para Tori. – Vai ficar aí, ou vai entrar comigo? – Tori ainda estava chocada por Zac admitir aquilo, por isso saiu do carro sem reclamar. Mas logo recobrou o bom senso, aquele garoto só queria que as pessoas estivessem a sua disposição, e Tori não queria que a relação deles fosse assim.

– Você é um idiota! – Insultou o garoto enquanto pagava a entrada da boate e entrava, Zac logo a seguiu.

– Não sou, não. Você que é. – Gritou o garoto, pois eles mal conseguiam se ouvir lá dentro.

– Fica dizendo que se importa comigo, mas não é verdade, só quer que eu esteja á sua disposição o tempo todo. Você é um egoísta. – Revidou a garota.

– Ah, eu sou egoísta? Ok, talvez seja só isso mesmo, eu só queria você á minha disposição, era só isso mesmo. – Disse a fitando seriamente, os dois se encararam e Tori logo se arrependeu por ter deixado o garoto tão bravo daquele jeito, talvez ele só quisesse ajudá-la mesmo. Quando iria abrir a boca para pedir desculpas á Zac, alguém foi mais rápida chamando a atenção do garoto e fazendo com que Tori percebesse que Zac parecia nem estar ali pra ela. Além de Tori, uma garota dançava sedutoramente no meio da galera, ela estava de costas, o loiro franziu a testa e prestou mais atenção, quando a morena se virou, Zac pôde ver que era quem realmente achava que era. A mulher andou na sua direção, tirando o cabelo que grudava no rosto e abriu um grande sorriso ao vê-lo. (http://cdn4.teen.com/wp-content/uploads/2015/03/selena-gomez-i-want-you-to-know-bw.gif)

– Zac? Zac, é você mesmo? – Uma voz feminina preencheu o lugar, uma garota de cabelos pretos e ondulados apareceu e correu ao encontro de Zac, os olhos do garoto se arregalaram ainda em surpresa.

– Vanessa? Oh meu Deus, você tá aqui! Nem sabia que estaria em Los Angeles. – Disse Zac a abraçando forte e sorrindo.

– Vem, tenho tanta coisa pra te contar. – A garota não deu atenção á Tori e puxou Zac para o bar gigante da boate. Tori ficou ali de boca aberta sem saber o que fazer. Voltava para casa e provavelmente terminaria o seu encontro, ou no caso, começaria ele, se é que Max ainda estaria lá lhe esperando, ou ficaria e observaria os dois conversando felizes? Aquela pergunta poderia ser bem mais simples para qualquer garota, mas ela precisava ver como Zac se comportava com aquela menina, será que ela era alguma namorada dele?

– Ei André. E ai, cara! Gostando daqui? – Perguntou Zac vendo o garoto no bar. – Essa é a Vanessa. Vanessa esse é o André.

– Oi, prazer. – André apertou a mão dela. – Pois é, aqui é legal. – André tentou sorrir para o loiro, mas estava profundamente triste por Ashley ter cancelado o encontro para ficar com um amigo. – Sua irmã não veio? – Perguntou como quem não queria nada.

– Não, não. Ela ficou em casa, disse que teria um encontro e provavelmente o cara é bem especial para ela não me deixar conhecê-lo. Não gosto de caras que tentam ficar com minha irmã, mas se ele é tão especial assim para ela me pedir para ficar longe, então tomara que eles se deem bem. – Disse Zac sendo sincero.

– O cara é especial é? Hum... Ok... Eu vou ali ao banheiro e já volto. Tchau, tchau. – Disse André afinando a voz ao tentar esconder algo. Ele foi à direção do banheiro, mas assim que Zac e a tal Vanessa estavam longe de sua vista, ele mudou de direção e saiu da boate. Pegou um táxi e deu o endereço de Ashley ao motorista, se ela pensava que podia cancelar o encontro dele para ficar com um amigo, ela estavam muito enganada. Ele lutaria por ela, e não seria fácil para esse tal amigo.

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Alguém saiu de trás de um carro no estacionamento chique do Nobu. A pessoa viu quando Trina e o tal Jack Kong entraram no lugar que tinha um segurança na entrada.

– Droga, como é que eu vou entrar ali? – Perguntou-se David. Indo pelas laterais do estacionamento e conseguindo entrar num arbusto assim que o segurança se aproximara.

– Pensei ter visto alguma coisa... – Disse o homem voltando á sua posição parada na frente do restaurante. Saindo dos arbustos, David viu que ao redor do restaurante, era um lugar cheio de arbustos e muito escuro, mas não iria logo para o plano B. Pondo os óculos escuros que Trina lhe dera, ajeitou o seu smoking ganhado pela tia, e arrumou o cabelo. Deixando sua mochila no arbusto, ele se aproximou do segurança. Sorriu para o cara durão na entrada e tentou passar por ele. – Com licença, garotinho. Mas o que pensa que está fazendo? Não pode entrar se não tiver reserva. – Informou o segurança.

– Eu não preciso disso, meu pai trabalha ai, não se lembra de mim? Eu sou o filho do dono do restaurante. – Sorriu o garoto fingindo a postura.

– Engraçado, você não se parece nada com o dono do restaurante. – Disse o segurança apontando através da fina porta de vidro, para um senhor que conversava com alguns clientes numa determinada mesa. O dono do restaurante era um negro, alto e musculoso e não se parecia nada com o West. De lá, David conseguiu ver Trina e Jack Kong sentados numa mesa do canto esquerdo.

– É que eu puxei á minha mãe. – Tentou outra vez.

– Hum... Engraçado, a esposa do dono é loira, e você não se parece nada com ela.

– Sabe como é né? Avôs maternos... – Tentou mais uma vez sorrindo com cara de anjinho, mas o segurança não se abatia.

– Olha garoto, essa não caiu. Pra começar, o senhor Montgomery, o dono do restaurante é estéril e ele e sua ex esposa que faleceu recentemente enfrentavam esse problema com a cabeça erguida. Mesmo não tendo filhos. Após sua esposa falecer, ele adotou um bebê e o garoto não parece nada com você. – Explicou o segurança.

– Não se parece nada comigo, porque faz tempo que você viu esse bebê, ele já cresceu e eu estou aqui. – Tentou David já desistindo.

– Não, não, garoto. O bebê saiu daqui agorinha, e se você virar as costas, vai ver a babá colocando ele no carro. – Disse o segurança apontando para as trás de David, o garoto se virou e viu que uma moça jovem colocara o bebê no carrinho enquanto ajeitava a cadeirinha de bebê dentro do carro. O bebê era ruivinho e não se parecia nada com David.

– Ah, mas vocês são difíceis, em? Affs! – Disse virando-se para o segurança.

– É, aqui não tem lugar para garotinhos, principalmente para garotinhos penetras. – Falou o segurança apontando para que o garoto fosse embora. David seguiu para o estacionamento e quando o segurança voltou sua atenção para um casal que se aproximava, ele foi pela lateral do estacionamento e entrou no arbusto que escondera sua mochila.

– Hora do plano B. – Disse pegando sua mochila e atravessando completamente o arbusto, ficando na escuridão total dos arredores do restaurante. Colocou seus óculos de visão noturna e conseguiu ver tudo que tinha ali, ficara grato pelo restaurante ser a luz de velas. Andando abaixado pelas plantas da lateral do Nobu, David conseguiu ver através da janela, Trina e Jack sentados um de frente para o outro na mesa chique. Um prato de lagosta estava na frente deles e pelo que David pôde notar, Trina falava sobre ela, como ela dançava bem e como ela cantava bem, pelo menos era isso que dava para perceber, já que a garota gesticulava com as mãos enquanto o fazia, chamando a atenção das pessoas enquanto Jack se encolhia. David checou a hora, faltavam vinte minutos para as onze. Onze, era a hora que Jade estipulava para David ir dormir nas sextas, já que não tinha escola no outro dia. Ficou preocupado por Cat e Robbie poderem notar sua ausência, mas precisava estragar o encontro de Trina, aquele cara não era para ela. Pegou uma bombinha caseira que fizera e amarrara embaixo da janela trancada. Tirara um frango cru que comprara no mercado e colocara perto da bomba, assim que a bombinha explodisse, iria ser frango pra todo lado, principalmente na janela, todos ficariam assustados e sairiam do restaurante, e o encontro de Trina não iria acabar bem. Assim que tirou o isqueiro da mochila e iria ascender a bombinha, sentiu uma mão puxando sua mochila.

– Eu vi alguém entrando ai, segurança. – Disse a voz de uma mulher.

– Acho que eu peguei alguma coisa. – Disse o segurança puxando David com mochila e tudo, David foi mais rápido e com o isqueiro queimou a mão do segurança, que logo o soltou enquanto gemia de dor pela queimadura. O garoto tentou ascender à bomba, mas a outra mão do segurança apareceu através dos arbustos e segurou à mão do garoto, ele chacoalhou a mão e o isqueiro voo longe. Não tinha como ascender à bombinha, então estava pronto para desistir quando escutou alguém falar.

– Já chega, eu vou entrar ai. – Disse o segurança. David não precisou esperar, segurou a mochila contra o peito e correu pelo redor do restaurante, tudo estava escuro então ele tinha uma vantagem. Assim que saiu pelo lado direito do restaurante, após dar a volta completa pelo mesmo, tirou os óculos de visão noturna, colocou seus patins Mercury que ganhou de Ashley e saiu correndo pelo estacionamento com eles. Já sabia patinar é claro, afinal, ele sabia andar de skate, aprender foi fácil. Mas sentia-se mal por não ter conseguido ascender à bombinha. Ninguém o vira sair do estacionamento, o segurança provavelmente ainda estava nos jardins e o lugar estava deserto. Botando mais pressão nos patins, torceu para chegar em casa sem ser visto, e para que Cat e Robbie não tivessem notado sua falta. Mal sabia David que para arruinar o encontro de Jack e Trina, ele nem precisava fazer aquilo tudo, a Vega já estava se saindo muito bem quanto á isso.

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– Já chega! – Disse Beck cansado de ficar observando Jade se divertir, se ela não queria se divertir com ele, ele iria se divertir com outra pessoa. — Tori? – Beck ficou admirado ao ver a garota naquele lugar já que ela dissera que não iria poder ir com eles. – Não me diga que o cara que marcou o encontro com você te trouxe aqui? – Perguntou interessado.

– Não, não. Outra pessoa me arrastou até aqui... Literalmente. – Disse emburrada. – Por acaso você viu o...

– Quer dançar comigo? – Perguntou Beck sorrindo para ela.

– Ah, na verdade eu...

– Vai, vamos lá. Não quero dançar com ninguém desconhecido. – Disse Beck mostrando a palma da mão para que a garota aceitasse.

– Onde está a Jade? – Perguntou Tori. Beck apontou para o canto, onde Jade dançava com um cara, ela não dava atenção á ele, mas o cara prestava bastante atenção nela. – Já que eu não tenho escolha. – Brincou Tori.

– Ah qual é? Eu não sou tão ruim assim, sou? – Perguntou Beck. – E pelo menos assim, evitamos que pessoas deem em cima de nós, eu não quero isso, você quer? – Tori olhou para os lados, e avistou certo loiro conversando com uma morena no bar.

– Não, não. Quero ficar longe de alguns garotos. – Disse Tori aceitando o convite de Beck e pegando sua mão. Os dois começaram a dançar, uma dança só deles, sem maldade, sem paquera, sem caricias, apenas, dois amigos dançando no meio de toda aquela gente.

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– Vamos chamar o David pra assistir com a gente? – Perguntou Cat desgrudando-se do abraço de Robbie e se levantando do sofá. – DAVID!

– Isso tá tão quieto, não está? – Perguntou Robbie também se levantando e indo na direção do quarto de hospedes, antes que conseguisse chegar até lá, David abriu a porta do quarto e os avistou, assim que fez isso, sorriu como se nada tivesse acontecido. – David? Porque está suado? – Perguntou Robbie desconfiado.

– Own, e você está de smoking, que fofo! – Disse Cat batendo palminhas e assanhando o cabelo do garoto.

– E porque está de smoking e suado? – Robbie ficava cada vez mais desconfiado.

– Porque garotas adoram caras de smoking. – Explicou coçando a cabeça e tentando achar alguma forma melhor de sair daquela situação.

– Isso é verdade! – Concordou Cat.

– E eu estou suado porque estava praticando minha nova manobra, por isso fiquei no quarto á noite toda. – Tentou mais uma vez.

– Então vamos ver sua manobra. – Disse Robbie o observando com os olhos estreitos.

– Claro! – David sorriu, pois agora tinha a chance perfeita para enrolá-los. Já que estava usando os patins Mercury, aproveitou a oportunidade e subiu as escadas com ele, lentamente. Chegando ao topo, segurou no corrimão da escada e subiu nele, deslizando para baixo com o auxilio dos patins, assim que seus pés tocaram no chão, ele pulou com um giro e segurou no outro corrimão, do lado esquerdo, com uma mão, segurou firme e com a outra, pôs a mão no chão, conseguindo ficar de cabeça pra baixo enquanto balançava os patins no corrimão, depois deslizou novamente pelo mesmo e pulou no último segundo, conseguindo girar antes que tocasse no chão, e assim que pousou com velocidade, fez mais um giro e pôs uma das mãos no chão, levantando os pés e suspendendo seu corpo completamente, após fazer tudo isso, David ficou de pé e fez uma reverência.

– Ele conseguiu! – Gritou Cat pulando e abraçando o garoto que tinha se saído incrivelmente fantástico. Robbie teve que aplaudir e nem ligou para as falsas desculpas do garoto. Ficaram ali elogiando David, por alguns momentos, e a porta da casa se abriu.

– Eu não acredito! Aquele cretino, idiota! – Trina entrou, jogando suas coisas para todos os lados, e subindo as escadas.

– O que aconteceu, Trina? Não teve um bom encontro? – Perguntou Robbie.

– CALADO! – Gritou ao garoto.

– Por acaso ele tentou alguma coisa? – Tentou Cat, mas a garota só fez gritar e não respondeu sua pergunta.

– Sinto muito por seu encontro. – Disse David fazendo sua famosa cara de anjinho.

– Oh, David. Você é um fofo. Queria que Jack fosse como você, quando crescer vai ser um ótimo partido para alguma dessas garotinhas. Mas aquele safado não, você acredita que ele nem ligou para a minha fama? Ele não elogiou meu vestido chique e nem reparou nos meus saltos altos FANTASTICOS. Além de dizer que não ligava a mínima para o que eu fazia, e que preferia ter saído com a Tori. – Relatou jogando pulseira para o lado, colar para o outro, brincos no sofá, salto alto na cozinha.

– Você vai encontrar alguém melhor. – Falou David.

– Own, e vou mesmo! Alguém que saiba reconhecer Trina Vega. Até lá, vocês vão ter que aguentar meu brilho e fama por perto. Eu sou FABULOSAAA! – Cantarolou a ultima palavra enquanto subia para seu quarto.

– Bom, eu vou para meu quarto. Já passou da minha hora de dormir. – Informou David correndo para o quarto de hospedes, depois de dar um beijo na bochecha de Cat e um sorriso vitorioso para Robbie que não conseguiu intimidá-lo. Antes de dormir, agradeceu pelo tal Jack Kong ser um idiota e não conseguir reconhecer a maravilha que era Trina, além de agradecer aquela linda janela que lhe permitiu pular para dentro do quarto e salvá-lo no ultimo segundo.

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Jade não aguentava mais aquele cara que falava muito, sem se dar conta que ela não conseguia entender nada, já que a música estava alta, mas preferia ficar ali com aquele idiota, do que com o Oliver. Quer dizer, ela adoraria dançar com Beck, mas não queria magoar-se, principalmente depois dele ter tentado beijá-la. Mas ao olhar para Beck do outro lado da boate, ela a viu dançando com Tori. Maldita, Vega! Largou o homem e atravessou a pista até os dois amigos que sorriam um para o outro enquanto inventavam passos idiotas.

– Cansou de beber refrigerante? – Perguntou cruzando os braços.

– Cansou de ficar com aquele idiota? – Provocou Beck.

– Me poupe, Oliver. Você que tava adorando receber cantadas daquela louca do bar enquanto ela só estava interessada no seu dinheiro. – Revidou Jade estreitando os olhos, Tori encarava os dois sem dizer nada.

Ás vezes as pessoas nos decepcionam. – Rebateu Beck olhando diretamente nos olhos dela. Jade sentiu um pequeno tremor em seu corpo e entendeu a grande direta que ele lhe dera.

– Ás vezes as pessoas tomam decisões antes mesmo de perguntar se a outra pessoa está afim. – Disse Jade.

– Só estávamos dançando. Talvez seja melhor eu beber alguma coisa, um refrigerante. Alguém quer? – Perguntou Tori tentando aliviar a tensão.

– Eu quero! – Disse Beck a seguindo.

– Eu prefiro outra vodca com gelo. – Falou Jade atravessando a pista e indo na direção do bar, os seguindo.

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André chegou finalmente na casa dos Smith. Tocou a campainha e ninguém atendeu, mas sabia que tinha gente em casa, conseguiu ver as luzes acesas, provavelmente Ashley estaria dando uma festinha com seu amigo idiota. Como ela poderia ter feito isso com ele? Ter arruinado o encontro dos dois por outro cara? Um e-n-c-o-n-t-r-o. Não era uma saída básica, era algo que poderia mudar a vida dos dois, quem sabe, namorarem, casarem, terem filhos. Talvez ele tivesse exagerando, mas ela não tinha dado nem a oportunidade dele testar se aquilo poderia ser verdade, Ashley havia simplesmente o deixado ali cheio de imaginação sobre ela, e sem nenhuma prova concreta de que talvez os dois pudessem ficar juntos. Tocou a campainha mais uma vez, e escutou uma voz.

– ENTRA! – Ashley gritou e ele abriu a porta, os olhares se cruzaram assim que ele avistou a garota no canto da sala dos Smith, numa mesa posta ali, com os pratos colocadosEitas sobre a mesa enquanto um cara estava pendurado em seu pescoço.

Próximo Capitulo:

“Você vem sempre aqui?”

“Terá que se contentar com macarrão instantâneo.”

Queria ter minha primeira vez num lugar apertado debaixo da escada.”

Notas finais
Hello amorinhos... E ai, e essa mensagem da Ashley em? Trocar o André por um "amigo", será? E Jade e Beck com toda essa provocação, haha, meu Deus! Uhuhuh e o Zac ignorando a Tori completamente em? haha, e então... Quem lembra da Vanessa? hahaha e o David aprontando em? Ainda acham ele fofinho? eu acho haha :3 E essa cena de amizade Bori em? Qual é pessoal, eles são amigos, haha, não maldem as coisas! hahaha David danadinho enrolando Cat e Robbie, também não é dificil enrolar eles né? *--* Tenso esses ciúmes da Jade em?! Eitaa, altas emoções, o que será que a Ashley tava fazendo com aquele cara? O que vocês acham? :O Vanessa >> http://cdn4.teen.com/wp-content/uploads/2015/03/selena-gomez-i-want-you-to-know-bw.gif