Asgard Dirty Secrets

1 Oh, lets go back to the start


Notas iniciais
* Oh, lets go back to the start = Oh, vamos voltar ao começo - Trecho da música "The Scientist" de Coldplay. Oie!! Estou viva... Conforme prometido.. Aqui começa a saga da fic dos filhos de Loki e Aredhel.. A capa é temporária, se alguém quiser oferecer uma capa melhor, agradeço.. =) AVISO: Este primeiro capítulo não oferece nenhum spoiler sobre o último capítulo da fic. Então podem ler sem medo.. Postei antes do primeiro capítulo para já poder postar o link no último capítulo da outra fic. Agradeço a todos que resolverem seguir adiante nesta aventura, bem como a todos os leitores e amigos que apoiaram essa ideia.. Espero que gostem.. Boa leitura.. Let the treta begins..

Quase vinte anos haviam se passado desde que Aredhel havia dado a luz às gêmeas. Muita coisa tinha acontecido e mudado durante esses anos. As crianças haviam crescido e agora eram homens e mulheres feitos. Apesar de alguns já terem chegado aos seus trinta anos, tinham a aparência de jovens ainda, quase recém-saídos da adolescência. Depois de atingirem a maturidade, os asgardianos, envelheciam muito lentamente. O tempo tinha passado, mas não parecia ter alterado a aparência dos demais. Os filhos do casal Aredhel e Loki, bem como dos demais habitantes do palácio, pareciam irmãos mais novos deles. Loki e Aredhel, assim como todos os Asgardianos, permaneciam inalterados em sua fisionomia. Afinal, havia passado apenas quase duas décadas. Praticamente nada diante dos milênios que ainda viveriam.

Thor, Sif, Fandral, Volstagg, Heimdall e James ainda viviam em Asgard. James continuava viúvo, enquanto Thor e Sif, contrariando as expectativas, continuavam juntos. O mesmo não se podia dizer de Fandral, o qual já estava em seu segundo casamento. Volstagg mantinha-se casado com sua esposa e era feliz com sua numerosa família. Quanto Heimdall, permanecia solteiro, mas nunca sozinho.

Váli, o filho mais velho de Loki e Aredhel, tornara-se uma cópia fiel do pai na aparência e inteligência, porém era dotado da compaixão e temperança da mãe. Em muito lembrava Loki quando jovem, cabelos curtos e penteados com esmero. Apesar de vingativo, era o mais prudente e equilibrado dos filhos do casal. Por sua beleza e posição diante do reino, era o homem mais cobiçado pelas belas moças de Asgard e dos demais nove reinos, porém ele só tinha olhos para sua amiga de infância, Sigrid.

Já a jovem Hela era a Aredhel anos mais nova e de olhos azuis. Em tudo ela lembrava a mãe. Não apenas as feições, como também nas curvas voluptuosas, nos atributos, gestos e o jeito doce de ser. A única coisa que Hela não tinha igual a sua mãe, além dos olhos, era a autoestima. Hela tinha se tornado uma mulher confiante e determinada. Sabia como ninguém usar os seus conhecimentos e “atributos” para conseguir alcançar seus objetivos. Ela tinha a habilidade nata de sempre dobrar o pai para conseguir o queria. Mas assim como sua mãe, era igualmente teimosa e imprudente.

Narfi crescera sendo o filho “problema”. Conhecido por sua arrogância, impulsividade e sadismo, em batalhas era sempre o mais temido. Ele também era o “perigo” das servas. Era um rapaz bonito, alto e forte. Andava sempre bem aprumado e perfumado, matinha os cabelos bem curtos, em um estilo militar. Não deixava escapar uma mulher bonita dos arredores. Tinha herdado do pai o dom de mentir e persuadir com maestria. Eram comuns cenas de choro entre as criadas, que facilmente caiam em suas falas doces e promessas tolas de amor eterno. Só havia duas mulheres que o dominavam, sua mãe e Rebecca. A filha mais velha de Thor era a única que não havia cedido aos seus encantos e sempre conseguia o que queria dele. Narfi também tinha grandes desavenças com seu pai, ambos discordavam, e muito, em alguns pontos de governança do reino. O rapaz também deixava os pais desgostosos em sua maneira de tratar seu irmão adotivo, Igor, o lobo branco, como o apelidara.

Igor, apesar de não ser filho de Loki, em muito se tornara um dos filhos diletos dele. Com os anos, Igor acabou por se tornar o segundo braço direito de Loki, só ficando atrás de Váli. Ele se dedicara a aprender magia e a administrar o reino. Crescera sempre ouvindo elogios de seus pais adotivos e seus irmãos, com exceção de Narfi. Loki e Aredhel não tinham queixas ou arrependimentos de o terem adotado. Igor era um rapaz esforçado e dedicado. Ele se tornara um homem bonito, tinha o mesmo porte atlético de seu pai, William. Igor mantinha seus cabelos loiros, herdados de sua mãe, meio curtos. Por seu jeito sério e beleza, habitava os sonhos de várias moças no reino.

Fenrir era o filho “diferente”, o único filho homem do casal que nunca mostrara interesse algum em entrar na disputa pelo trono. Ele era amante da natureza e dos animais. Era vegetariano e passava boa parte do tempo nos bosques ao redor do palácio, sempre descalço. Empenhou-se em seus estudos sobre ervas, plantas, animais e magias de curas. Tinha a habilidade nata de controlar animais, insetos e o crescimento de vegetais. Muito taciturno, ele era visto a maioria das vezes sozinho, ou apenas na companhia de seus “amigos”, os animais da floresta.

As gêmeas também já eram mulheres. Elas pareciam uma mistura do casal. Tinham os cabelos pretos e curtos, em um corte moderno, mas Eisa usava uma franja para diferenciar-se da irmã. Ambas possuíam o corpo esguio, com menos curvas e volumes, que sua mãe. Einmyria era a mais extrovertida, enquanto Eisa era extremamente reclusa. As gêmeas, assim como os irmãos, tinham aprendido a utilizar magia e desenvolvido a habilidade de controlar o fogo, mas essa não era a característica mais peculiar das duas. Einmyria podia ver o futuro, principalmente o distante, e Eisa lia pensamentos.

Anos de paz pairaram sobre Asgard e tudo parecia viver em perfeita harmonia. Parecia..



A mulher de cabelos ruivos deixou escapar um gemido rouco ao sentir aquelas mãos fortes apertarem-lhe o seio.

– Geme, sua gostosa.. – sussurrou Narfi ao ouvido da serva.

Narfi se movia freneticamente, enquanto segurava no ar uma das pernas da mulher e com a outra mão apertava seu seio. Ele levou a boca até o queixo da serva e deu uma mordida. Olhou longamente para a ruiva que mantinha os olhos fechados, com as sobrancelhas franzidas em uma expressão de prazer, e sorriu satisfeito.

– Quem é o seu príncipe? – ele indagou, enquanto investia impetuosamente contra o quadril da mulher – Diga meu nome! – ordenou entredentes.

– É você, Narfi.. Você é meu príncipe.. – disse a ruiva sôfrega.

Esboçando um sorriso cínico, Narfi acelerou as estocadas e viu a serva quase desfalecer em seus braços, dando um longo gemido. Em seguida ele chegou ao seu orgasmo, dando uma profunda estocada e ouvindo um grito baixo da mulher.

Os dois tentavam se recompor, quando ouviram duas vozes se aproximando no corredor. O casal estava transando em um dos muitos salões do palácio. Rapidamente, Narfi reconheceu as vozes como sendo de seu pai e de um de seus irmãos, Váli.

– Eu já disse que não! – gritou Loki – Você é muito novo para se casar! – rosnou.

– Mas pai, eu amo a Sigrid. – falou Váli – Além disso, já namoramos há tanto tempo. Devo isso a ela. Algo mais que um namoro, um compromisso. – tentou argumentar.

Ouvindo que as vozes se aproximavam do local, Narfi fechou a calça e tentou se arrumar rapidamente.

– Vai.. Arrume-se mulher.. – disse meio ríspido para a moça ruiva – Pegue a bandeja e saia.. – saiu empurrando a mulher, sentou-se em uma poltrona ali perto e pegou um livro.

A moça visivelmente magoada, tentou esticar o vestido amassado, pegou a bandeja e saiu cabisbaixa, passando às pressas por Loki e Váli que adentravam no local. Loki e Váli observaram a serva passar e depois olharam para Narfi, que estava sentando a ler.

– Desde quando você tem interesse em magias de cura? – perguntou Váli com um sorriso cínico no rosto e retirando o livro das mãos do irmão – Você sempre só se interessou por magias que causassem mais dor.. – riu de lado.

– A mãe sempre me ensinou que todo conhecimento é útil. – Narfi rebateu cinicamente.

– A sua mãe vai ficar furiosa se ela souber que você já está enganando outra serva. – disse Loki despreocupadamente – Essa sua mania de se relacionar com a criadagem. – meneou a cabeça com desdém – Só espero que não faça como seu irmão. Que queira casar com uma delas. – olhou para Váli.

– Pai.. A Sigrid não é uma criada. – retrucou Váli com raiva.

– Mas é filha de uma.. – disse Narfi venenosamente – Não se preocupe, pai, eu só me divirto com elas. – pôs os pés sobre uma mesinha e cruzou os braços atrás da nuca – Então meu irmão quer desposar a Cinderela? – riu.

– Cinderela? – indagou Loki confuso.

– Sim, pai. – afirmou Narfi — Cinderela, aquela mocinha dos contos dos Midgardians que mamãe contava para nós quando crianças. A plebeia que casou com o príncipe. – explicou.

Váli bufou, passou as mãos pelos cabelos, mas não respondeu à provocação do irmão. Não perderia tempo discutindo com Narfi, vez que precisava convencer seu pai.

– Pai.. – começou Váli – Sua implicância com Sigrid é por ela ser filha de uma criada? É serio isso? – questionou indignado.

Loki olhou para o filho e deu um longo suspiro.

– Não.. – ele falou – Depois de tanto anos ao lado de sua mãe.. Digamos que mudei minha forma de pensar sobre a criadagem. – exalou o ar lentamente — Além disso, sabe que gosto de Sigrid e de Siegfried. Eu só acho muito cedo para você se casar. Tem muito o que conhecer e aprender ainda. – balançou as mãos.

– Papai tem razão, irmão. – sorriu Narfi — Você só comeu uma mulher a vida toda. Tem que experimentar outras. Não sabe o que está perdendo. – gargalhou.

– Pai.. Depois conversamos. – disse Váli visivelmente irritado – Não dá para ter uma conversa séria com Narfi por perto. – virou-se e saiu marchando para fora do local.

– Ah.. – Narfi fez um muxoxo – Meu irmãozinho ficou irritado. Está precisando “dar umazinha” para relaxar. – riu.

Loki se aproximou de Narfi e empurrou os pés dele de cima da mesa.

– Ao invés de perder seu tempo desfrutando a criadagem, deveria se empenhar mais em seus estudos. – disse o pai seriamente para o filho – Não será com sua experiência de cama que você me convencerá de que seria um bom rei algum dia. – deu um sorriso torto.

– Por que eu deveria perder meu tempo tentando lhe convencer de que seria um bom rei, se o senhor já claramente escolheu o Váli? – Narfi disse com raiva e levantou-se da poltrona — E pelo jeito, antes de pensar em me escolher, seria mais fácil o senhor escolher o bastardo do "Lobinho Branco"! – sibilou encarando o pai.

– Eu ainda não escolhi ninguém. – rebateu o pai – Eu não pretendo deixar o poder nas mãos de nenhum de vocês tão cedo. – foi sério – Mas não significa que eu não observe os atos de vocês. – encaminhou-se para a saída o salão – E com seu comportamento, tenho que concordar com você. Igor tem mais chances que você. – sorriu e deixou o local.

Narfi bufou com raiva e incendiou a poltrona na qual estava sentado.

– Maldito lobo branco. – rosnou entredentes.





Hela estava sentada no jardim na companhia de seu irmão Fenrir. Ele segurava a coroa de flores que a irmã havia feito e, com magia, fazia os botões de rosa desabrocharem.

– O que você acha? — perguntou Hela de repente ao irmão.

– Eu não sei, Hela. — o rapaz colocou uma mecha dos próprios cabelos atrás da orelha – A vida é sua, você quem tem que decidir se deve seguir ou não seu coração. — afagou a mão da irmã – Mas saiba que, independente do que decidir, você tem meu apoio. — deu um sorriso meigo – Nosso irmãos já sabem? — indagou preocupado.

– Não.. Só Eisa e Einmyria. — ela mordeu os lábios – De Einmyria não tem como esconder nada e eu permiti que Eisa lesse minha mente. — explicou – Não falei nada para os outros dois porque você sabe como Váli gosta dele e como é o relacionamento dos dois. E Narfi.. — revirou os olhos – Ele não perderia a oportunidade de ver o papai furioso comigo. Narfi sempre me acusou de manipular o papai e conseguir tudo o que queria dele. — meneou a cabeça negativamente.

– Você sabe que no fundo ele está certo. — riu Fenrir – Você sempre conseguiu dobrar o papai. — deu um sorriso torto.

– Einmyria e Eisa também conseguem. — Hela fez um muxoxo – Mas nenhuma de nós ganha de mamãe. Ele sempre acaba cedendo para ela. — riu.

– Não sei, Hela. — o irmão franziu o cenho – Concordo com vocês que, desde que me lembre, nosso pai faz tudo por mamãe. Nunca o vi sequer levantar a voz para ela, mas Eisa uma vez falou algo que me deixou intrigado. — revelou.

– O quê? — ela indagou curiosa.

– Ela falou “Papai não é um marido perfeito. Está longe de ser”. — Fenrir disse com ar sombrio – Quando perguntei a ela porque afirmava aquilo, tudo que disse era que nossos pais tinham seus segredos. — comentou.

– Eisa nunca vai contar. — a irmã fez uma careta – Ela é muito discreta sobre o que descobre lendo acidentalmente nossos pensamentos. Aliás, com qualquer pensamento que ela leia. Por isso confiei a ela meu segredo. — pôs a coroa de flores sobre a cabeça.

– O que as gêmeas disseram sobre isso? — ele perguntou.

– Que vai ser só uma confusão e que papai ficará furioso. — ela franziu o cenho preocupada.

– Não é preciso ver o futuro ou ler pensamentos para saber disso. — Fenrir riu – Vocês estão ferrados. — sentenciou.

– É por isso que irei contar primeiro à mamãe. — Hela mordeu os lábios — Só ela poderá nos ajudar a conter a fúria de nosso pai. — deu um suspiro triste.

Fenrir ergueu os olhos e viu que Siegfried se aproximava.

– Parece que alguém quer falar com você. — o irmão falou.

Hela se virou e viu o homem se aproximando.

– Vou indo, irmãozinho. — ela se levantou.

– Boa sorte com a mamãe. — Fenrir sorriu.

– Que os deuses me ajudem. — Hela murmurou e seguiu em direção a Siegfried.

Siegfried e Hela caminhavam apressadamente pelos corredores do palácio.

– Eu não concordo! — rosnou o homem – Você vai falar com ela sozinha? — indignou-se – Poderia esperar um pouco e.. — continuou a reclamar.

– Eu já decidi. — ela o interrompeu — Será melhor assim. São meus pais. Eu sei como eles são e como lidar com eles. Tenho a plena consciência de que meu pai vai surtar quando souber, então é melhor que eu fale com ele a sós.

– Ainda assim.. — começou Siegfried.

– Vai dar tudo certo. — ela sorriu – Confie em mim. — pôs a mão na maçaneta da porta.

Siegfried deu um suspiro exasperado.

– Vou aguardar você aqui fora. — ele deu um sorriso fraco.





Aredhel caminhou para a sacada do quarto e fitou o céu de Asgard. Hela se aproximou da mãe e tocou a mão dela.

– Então a senhora já sabia? — a filha franziu o cenho.

– Sabia. — disse Aredhel se virando para encarar a filha – Quando estava grávida de suas irmãs tive uma visão do futuro e acabei descobrindo por quem você se apaixonaria. — arrumou a coroa de flores sobre os cabelos da filha.

Hela ficou olhando para a mãe, tentando decifrar o que a mãe achava do que havia revelado. Aredhel parecia perdida em seus pensamentos enquanto acariciava os cabelos de Hela.

– A senhora ficou chateada? Não o aprova? — a filha perguntou meio aflita, tirando Aredhel de seus devaneios.

– Não.. — a mãe deu as costas para Hela — Estou apenas preocupada. Seu pai é tão ciumento. Ele não vai reagir muito bem a esse fato. — fitou o horizonte.

– Eu sei.. — Hela baixou os olhos e levou o polegar à boca, roendo a unha – Por isso que resolvi falar primeiro com a senhora. — confessou.

– Isso vai ser uma confusão daquelas.. — murmurou Aredhel.





Hela deixou o quarto dos pais cabisbaixa. Sua mãe não reagira mal, mas também não parecia muito alegre. Na verdade ficara extremamente taciturna com a notícia.

– E aí, como foi? — perguntou Siegfried à Hela – Foi tão ruim assim? — preocupou-se.

– Na verdade não. — a moça meneou a cabeça — Mamãe na verdade.. — começou a falar.

– Hela.. — interrompeu Loki surgindo no corredor – Onde estava? Faz algum tempo que pedi às servas para lhe chamarem. — aproximou-se.

– Papai! — a filha se assustou – O senhor estava me procurando? — disfarçou nervosamente.

– Sim. Precisamos conversar. — olhou para Siegfried – A sós.. — disse seriamente.

– Depois nós continuaremos a nossa conversa, Hela. — Siegfried fez um afago na mão da moça – Com a sua licença, meu rei. — fez uma rápida reverência e retirou-se.

Loki seguiu com os olhos o rapaz e aguardou até que o mesmo sumisse no corredor. Deu o braço para a filha e ela o segurou, dando um sorriso meigo ao pai.

– Precisamos conversar, minha princesinha. — disse Loki carinhosamente, enquanto entravam no salão do trono.

– Diga papai. — ela sorriu – Sou toda ouvidos.

Loki se separou da filha, subiu os degraus que conduziam ao trono e sentou-se, conjurando a Gungnir.

– Filha.. — ele começou — Você sabe que, como rei, é meu dever cuidar não só da harmonia de Asgard como também a dos nove reinos. E que essa harmonia às vezes requer alguns sacrifícios, acordos e algumas alianças. Certo? — indagou em meio a um sorriso.

– Sei.. — disse meio insegura com o rumo daquela conversa – Mas o que tenho a ver com isso? — estreitou os olhos — Isso geralmente o senhor discute com meus irmãos. Nunca me deixou ser participativa nos assuntos do reino. — lembrou.

– Pois é.. — o pai franziu os lábios em uma linha – Mas agora você terá um papel importantíssimo em algo do qual depende a paz dos nove reinos. — declarou.

– Eu? — ela surpreendeu-se — E qual seria? — perguntou confusa.

– Você irá se casar com o herdeiro de Alfheim. — ele sentenciou.

Notas finais
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