Asas negras
1 Deuses
Notas iniciais
Asas Negras
Capítulo Um
No Olimpo, regras eram dadas rigidamente para os anjos. Os que não seguiam eram punidos severamente, com a morte ou a prisão eterna.
Só que isso saiu do controle. Os deuses não estavam mais dando o que era certo e errado. O poder subiu a cabeça de Zeus.
Os anjos que eram contra ele, tinham suas asas transformadas em negras e suas lágrimas que curavam eram retiradas de si. Eles eram jogados em uma cela com todos juntos homens, mulheres, crianças e toda sua família. Eram jogados na prisão junto. Caso isso não de certo, o anjo seria condenado á morte.
Essa seria sua punição, até que Zeus e os outros deuses do olimpo, possam mudar de ideia.
No aniversário de 18 anos de uma menina de lindos cabelos loiros e olhos esverdeados cujo o nome era Aya. Ela foi soltar um anjo de asas negras cujo o nome era victor, quando o soltou numa falsa esperança de suas asas ficarem brancas não houve nenhum resultado. Eles fugiram para a terra com medo da punição.
Quando os dois completaram 20 anos, tiveram uma filha cujo o seu nome era Ellie. Ela tinha uma asas negras. Seu pai tentou esconde-la o maior tempo possível, eles até pensaram em cortar suas asas. Mas isso não iria ajudar, ela só iria sentir dor e iria sangrar até a morte.
Eles eram uma família feliz, que morava em uma casa grande com 2 andares pintada de verde, perto do mar, com vizinhos que eles nunca iriam conhecer. Dez anos se passaram e Ellie estava com longos cabelos lisos, completamente escuros, e olhos bem azuis como o céu.
Até que Athena a deusa da caça, encontra o local onde eles vivem. (N/A: Sim 10 anos procurando eles né, mas enfim).
— E agora? O que faremos com os traidores? — Zeus deu um sorriso macabro.
— Eu quero que levem a garota, para a pior e mas sombria prisão que tivermos! — Disse Zeus com um olhar sombrio.
Em uma chuva forte, perto da casa onde a família estava. A menina foi pega quando acordou, viu que estava em um lugar estranho e escuro. Não dava para enxergar bem, porem era bem duro.
Ela se perguntou se aquilo era um sonho. Mas não, aquilo era real de mais para ser um sonho.
— Mãe!! Pai!! — Ela gritava repetidamente por muito tempo. Mas ninguém apareceu lá. Até que duas horas depois, que deviam ser aproximadamente 12:45. Um homem chegou.
— Coma! Se não vai ficar fraca. — Ele estava com uma tigela na cor dourada com de comida e um suco de limão.
— Onde eu estou? Que lugar é esse?
— Este lugar é o começo do seu medo e desespero. Aproveite! — Disse o homem saindo logo em seguida deixando a pequena garota amedrontada.
Continua...
Fale com o autor