Elas caminham por um bom tempo até que Amy sente um cansaço estranho, o que preocupa a irmã. Ela diz que não precisava se preocupar porque já estava acostumada com isso. Mas, chegou um momento em que Amy não aguentou mais e a pressão baixou (de novo). Alex se desespera e a carrega nos braços, procurando algum tipo de abrigo. Num caminho após a trilha da floresta, havia uma espécie de praia misturada com campo, onde ela procurou ajuda, mas não parecia ser um vilarejo. Até que, uma estranha sombra aparece e questiona:

– O que a menina tem? — era um homem. Alex só vê o rosto depois, e percebe que era um de seus antigos colegas da marinha, o que ajuda mais ainda. Ela explica o que houve, e ele tenta ajudar ao máximo.

– Tem uma cidade não muito longe daqui. Se quiser eu posso levá-las no caminhão. — ela aceita a carona e vão para uma cidade que parecia um pouco turística. — O nome dessa cidade é Singea, não é bem uma cidade, é onde as pessoas que têm mais condições constroem seus palácios. Mas creio que tem um hospital logo depois daquela casa amarela. Espero ter ajudado, Alex!

– Ajudou muuuito, Greg, te devo uma. — ela corre em direção a tal casa amarela, onde esbarra num rapaz. — Desculpe, minha irmã desmaiou aqui e preciso ajudá-la, ela tem uma doença cardíaca rara.

– Nossa, que triste. Posso ajudar?

– Onde tem um hospital aqui??

– Logo aqui, venha. — ele vira instantaneamente um guia.

– Muito obrigada, rapaz! Como seria seu nome? — antes que ele respondesse, Amy piorou e ela precisou levá-la com urgência.