– Meu Deus, Alex, eu falei para não fazer essa trilha idiota! — disse sua mãe, que já havia recebido a notícia e correu para o hospital da outra cidade. — Eu sabia que a Amy ia passar mal, ela ainda está se recuperando.

– Desculpa, mãe. Eu só queria animar ela um pouco mais. — Alex entristece. Até que o médico chega com as inforções do estado de Amy.

– Não foi nada grave, ela só fez esforço demais pra um dia só. Tomem mais cuidado. Ela está esperando por vocês e vai ficar só mais algumas horas aqui. — elas foram para a sala onde ela estava, e Amy parecia normal.

– Tudo bem, filha?

– Odeio cheiro de hospital. — Alex ri.

– Mas você está bem?

– Claro mãe, não foi nada.

– Você me deu um susto grande.

– Eu sei — ela ri. — Mas não vai acontecer de novo.

– Eu duvido. — diz Alex. A enfermeira chama Alex, dizendo que tem alguém procurando-a. Era o rapaz. Ela agradeceu mais uma vez e ele finalmente disse seu nome. Descobriu também que ele não mora naquela cidade, ele mora na capital. Alex se despede e é chamada para o quarto de novo.

– Quem era? — perguta Amy.

– Um menininho que me ajudou a achar o hospital.

– E o que ele queria?

– Acho que só queria saber meu nome. — Amy faz uma expressão do tipo: ah.

– Alex, você não acha que devemos voltar para casa?

– Sim, mãe, mas o médico falou que a Amy..

– A Amy não, você.

– Como assim?

– Vai viver no mar pra sempre, é?

– Ah, isso. Bem, eu não sei ainda. Talvez eu ainda fique um certo tempo com vocês até arranjar outro trabalho.

– Sem ser na marinha?? — a mãe se alegra e sorri abundantemente.

– Não, vou continuar na marinha, mãe. — ela ri sem graça.

– Ah, meu Deus, essa minha filha. — quando percebem que Amy cochilou, e decidiram voltar para a capital, onde Amy iria voltar à escola e reconstruir sua vida.