Notas iniciais
Desculpem erros de português.

PVO Minos



Essa chuva estava me cansando. Chuva, chuva. Assim não dá pra viver, sem sair com meus amigos. Bebedeira... É um saco, se eu fosse cristão, diria que Jesus levou um chifre. Ou Zeus, tanto faz. A chuva estava durando havia 8h e de repente parou e meu celular que estava dentro da cabiceira começou a tocar, era meu pai.

– Fala, papai.

– Está chegando, meu filho. – meu pai disse e na mesma hora desligou. Mais que droga foi essa? Está chegando exatamente o quê? Isso me deixou intrigado, resolvi deitar. A minha cama de solteiro estava bem arrumada, com um colchão duro, porém confortável, um lençol azul e cobertor vermelho, que estranho. Meu travesseiro era muito grande e estava com uma fronha totalmente branca, provavelmente nova. Me deitei e comecei a refletir, olhando para o teto do meu quarto, só vi um teto branco, meu pai sempre disse pra eu pintar. Nunca quis. Pela porta do meu quarto, que ficava bem ao lado da minha cama, entrou meus dois gatos, Lola e Lu. Lola era uma gata louca e totalmente cinza, de olhos verdes que quebrava tudo, eu achava isso totalmente irônico, pois ela é uma substituta do meu outro gato que morreu. História trágica, ele era louco e isso fez com que ele caisse da janela, enfim. Não gosto de comentar sobre isso.

Lu era meu gato, um gato totalmente amarelo, de olhos amarelos(isso sim é algo estranho) mas totalmente carinhoso, eu adorava isso nele. Os dois deitaram em cima de mim e dormimos.

Eu realmente odeio sonhos, ou pesadelos. Neste sonho eu via meu pai, no meio de uma roda, com vários outros adultos sentados, exeto meu pai, provavelmente era os chefes dele. Ele estava com uma expressão severa no rosto, que eu nunca tinha visto. Um homem, barbudo, de cabelos longos e olhos azuis, que estava sentando num tipo de trono bem do meio da roda estava o encarando. Depois de alguns segundos ele começou a falar coisas estranhas do tipo:

– Você não tem noção do erro e da traição que cometeu. QUINZE ANOS! – ele começou a gritas, parecia que era um tipo de amante do meu pai que ele abandonou, considerando que meu pai não parecia ser do tipo que jogava para os dois lados.

– Não recebo mais ordens suas. – respondeu meu pai, sem medo algum. – Perdi dois filhos, e agora não irei abandonar os outros três que tenho. Me deixe em paz. – logo em seguida meu pai saiu da sala, que na verdade me lembrava um salão grego, cheio de pilares e coisas chiques e brancas na volta. Porém, antes mesmo que meu pai fosse embora, o homem barbaudo o ameaçou:

– Um de seus filhos o mal irá seguir, e você sabe muito bem qual é, se você não tomou a atitude certa, nós iremos tomar. – meu pai se virou para o barbudo e correu contra ele, porém um homem com uma velocidade incrível conseguiu segurá-lo.

– Chegue perto do meu filho e juro que haverá guerra! – ele disse.

– Saia. – disse o barbudo. Meu sonho terminou logo após isso.

Meu pai me acordou. Estava suado e parecia nervoso e não parava de me balançar, quando me levantei ele mal falou comigo, foi direto ao meu ármario que ficava grudado na parede e o abriu, pegou minha mala de viagem ao campo, duas cuecas, um par de meias, duas camisas, uma calça e bermuda e duas coisas que ele geralmente não dá: Uma uva e um soco inglês. Fiquei observando ele e decidi perguntar:

– Pai, pra quê tudo isso? Uma uva? Mais que diabos... – fui interrompido por ele logo em seguida.

– Pegue tudo que você quer de adicional e coloque aqui, você vai para o acampamento. – isso realmente não pareceu legal, mas minha mãe apareceu na porta logo depois concordando com ele. Decidi não discutir. – Não seu preucupe, seus amigos também vão ir, aliás, estão no carro esperando. – por que diabos meus amigos estavam no carro me esperando pra ir para a porcaria de um acampamento? Isso era algo que só ia entender mais tarde.

Quando descemos pelas escadas(nada de elevador) eu quase tropecei, mas meu pai me segurou de uma maneira realmente mágica. Quando chegamos até o terraço estavam reformando-o, o piso agora estava com um tipo de madeira azul, que eu realmente não conhecia. Agora, tinha 3 pilares sustentando o teto, que era de puro concreto. O balcão do porteiro, antes de madeira, agora era feito de mármore. A entrada estava mais protegida que antes, tinha uma grade feita de um bronze diferente do que eu eu conhecida. Na parte de cima, parecia que eram lanças mesmo. Logo no meio da rua, estava o Monza velho do meu pai. Pude ver meus amigos Walt, Cass, Luck e Steve nele.

Mal conversei com meus amigos e dormi, quando acordei estavamos subindo uma colina de carro, isso sim era algo inédito para mim. Todos meus amigos estavam com uma interrogação na cara. Meu pai não falava nada, até que ele pisou no freio. Pediu pra gente desceu, fizemos. Consegui ver a entrada do suposto acampamento. A entrada era de fato, pobre. Apenas uma placa de madeira escrita “Meio Sangue”.

– Entrem, rápido! – meu pai parecia nervoso, isso me deixava tenso. De fato, corremos até a entrada do acampamento. Quando entramos todos ficaram nos olhando, quanto mais entravámos, mais gente ficava na nossa volta. Quando me dei conta, meu pai estava nos direcionando até uma mansão grega, realmente muito bonita, cheio de pilares sustentando o teto. Lá dentro, era um lugar muito grande para eu explicar, só sei que a única coisa que me chamou a atenção foi um homem cavalo. Um homem cavalo, isso existe? Meu pai simplesmente ignorou esse fato e foi conversar com ele. Eu e meus amigos ficamos numa linha reta por dez minutos, até que aquele homem cavalo que entendi que se chavama Quíron, saiu da casa. Meu pai suspirou.

– Temos muitas coisas para exclarecer, garotos.



Eu nunca senti tanta raiva na minha vida. Deuses? Meu pai? Um deus!? Meu pai me enganou por toda a minha vida, eu sempre quis ser diferente, ser o melhor. Mas nunca imaginei que era filho de Dionísio! Acampamento Meio-Sangue, esse era o lar dos semideuses. Só sei que o lugar fedia muito, eu não iria ficar ali não. Bem ao lado da casa que eu estava, que meu pai identificou como “Casa Grande” tinha um belo lago, vou passar ali mais tarde. Um pouco mais a frente tinha uma quadra de vôlei bem estranha e mal feita, enfim, vôlei não é meu esporte. Parecia que meus amigos estavam clareando as ideias, principalmente Walt, não entendi se ele estava ficando feliz ou triste. Os cabelos loiros de Cass pareciam mais brilhosos, o quê, do meu ponto de vista era realmente meio suspeito. Luck estava com uma expressão do tipo “Tanto faz”. Steve parecia realmente feliz.

– Deixa eu adivinhar, eu sou filho de Apolo. – Cass disse, esperançoso.

– Isso você vai descobrir com o tempo. – meu pai respondeu. Eu geralmente nunca reparo nos meus amigos, mais parece que todos tinha mudado de visual, meu melhor amigo, Walt, estava usando um moletom da marca “GAP” branco, o que era realmente raro, e uma calça jeans bem azul, quase azul colorido. Seu tênis Vans preto e azul continuava no seu visual. Luck estava usando um moletom preto com detalhes vermelhos de uma marca qualquer e uma bermuda vermelho(nossa), e sinceramente, ele estava ridículo. Seus cabelos pretos eram meio crespos e meio normais, isso dependia de como dormia. Até mesmo os cabelos lisos e castanhos de Walt ficavam meio estranhos as vezes. Cass usava uma camisa roxa e uma jens simples, seus tênis eram cinzas. Bem básico. Ele era um cara bem humilde, porém desconhecido, o quê não combinavam muito com seu rosto cheio de espinhas, cabelos loiros e franja. Seus olhos eram verdes escuros, de fato, ele era suspeito. Steve era o único moreno do grupo, provavelmente filho de Hefesto, porém ele tinha cabeça um pouco raspada, olhos bem pretos, como se não tivesse irís. Era bem baixinho e por isso eu zoava ele bastante. Claro, também porque ele era um dos únicos afro-descendentes do grupo e porque não era bom em absulutamente nada. Estava vestindo um moletom cinza e uma jens qualquer. Não observei seu tênis. Todos nós estavamos sentandos numa sala meio velha, meu pai estava sentando em cima da mesa que era toda de madeira, porém bonita, Quíron, agora estava numa cadeira de rodas, bem ao lado do meu pai. Eu e meus amigos estavamos sentandos num banco branco que ficava bem na frente da mesa. Quíron suspirou e disse:

– Não acredito que você voltou, Sr.D.

– Não precisa mais me chamar assim. – respondeu meu pai. – Depois que meus últimos dois filhos morreram, decidi mudar de rumo.

– Os deuses estão com raiva de você. – disse Quíron, triste. – Enfim, você quer que eles participem do Pique?

– Acho que será uma boa ideia.

– O quê diabos é um Pique? – perguntei de um jeito arrogante.

– É um jogo de guerra em que vocês vão ter que lutar para pegar uma bandeira e trazer até o seu campo, resumindo.

– Bom resumo. – disse Quíron, querendo puxar o saco.

– Tá, e a gente vai ter que se pegar na briga? – perguntou Cass.

– DÃÃÃ, senhor ÓBVIO! – provoquei.

– Ok, vou levar eles para o chalé de Hermes. – disse Quíron. E assim fomos até o chalé de Hermes.



Passamos pelo rio e andamos alguns metros, de longe consegui ver um lugar que provavelmente era uma arena. Quando chegamos, não era só o chalé de Hermes, tinha pelo menos 16 chalés. Um diferente do outro, como Quíron disse que ia nos levar para o de Hermes, só fiquei de olho no de Hermes, que de fato, era uma coisa horrível. Era todo feito de madeira, a entrada tinha um tipo de grade quebrada.

– Ah, meu, como assim cara? Velho, na boa... – Walter já estava quase xingando Quíron quando foi interrompido pelo mesmo.

– Se acalme, você só irá ficar aqui até ser proclamado pelo seu pai divino, ou mãe.

– Eu tenho pai e mãe.

– Então a situação é pior do que eu imaginava. – disse Quíron, pensativo. Ele olhou para mim e disse:

– Não, não. Seu chalé é aquele – Quíron apontou para um chalé realmente velho, que ficava exatamente na reta do chalé de Hermes – Esse é o chalé de Dionísio. Você vai ficar lá agora.

– Nossa, está pior que esse aqui.

– Não se preocupe, logo seu pai irá arrumar para você. – Como eu não aguentava aquele chalé de Hermes peguei minhas coisas e fui pro meu. A entrada era toda roxa e tinha uvas velhas por toda parte, então entrei. Por dentro, havia teias de aranhas em toda parte, um beliche roxo com pó nos colchões. Havia uma foto de dois meninos juntos colada na parede, resolvi tirar. Ao lado do beliche, que ficava no lado direito do chalé, havia um tipo de bebedouro, que saia apenas suco de uva. Isso era meio estranho, eu esperava que fosse vinho. Ao lado de bebedouro tinha a entrada para o banheiro, a pia era um tom de roxo depressivo e a patente cheirava a vinho. Resolvi dormir um pouco, então comecei a passar minha mão como pano no colchão de baixo do beliche para não dormir no meio do pó. Quando eu havia terminado meu pai chegou.

– Ah, desculpe a demora. Deixa que eu resolvo isso. – Em um estalo de dedos todo o chalé ficou limpinho, a minha cama então, um brilho. Até o suco de uva do bebedouro parecia melhor.

– Obrigado, me poupou um trabalhão. Você pode me explicar como funciona esse Pique Bandeira? – Meu pai se sentou na cama e fez um sinal para eu sentar também. Obedeci.

– No pique você tem o objetivo de pegar a bandeira do adversário e para isso você trava batalhas, claro que tem alianças e coisas do tipo. Te recomendo a falar com Jason, conselheiro de Ares. Você tem mais chances ao lado deles.

– Prefiro ficar com meus amigos.

– Você que sabe. – Meu pai se levantou e saiu do chalé e eu resolvi dormir até a hora do pique.



Cass e Steve estavam tentando me acordar. Os dois estavam com uma armadura semi-completa. Steve tinha uma espada curta nas mãos e Cass um arco e uma aljava com umas quinze flechas. Nenhum usava capacete, por que será?

– Acorda Minos, anda seu animal. – Steve dizia enquanto me balançava.

– Ok, ok. Qual foi? – perguntei todo zonzo – Tá na hora do pique?

– Nossos aliados são Atena, Hefesto, Afrodite, Hipnos, Nêmesis, Dionísio e Hecáte. O resto é do outro time.

– Não me parece justo.

– A vida não é justa, cara. – respondeu Steve – Vamos, vou te levar no arsenal para você pegar armas e armadura.

Quando chegamos no Arsenal eu fiquei muito arrepiado e feliz. Havia muitas armas bonitas e armaduras legais. Havia duas pratilerias gigantes, uma de cada lado da parede. Uma para armas gerais e a outra para armaduras. Fiquei observando as armas em geral. Pude ver um machado pequeno, acho que o nome certo era machadinha. Como estava sem tempo peguei isso mesmo, até que era legal, era todo pintando de vermelho. Ou era sangue? Na parte das armaduras eu peguei uma coisa que protegia toda parte de cima do meu corpo e um capacete do estilo espartano. Passamos por um tipo de mini-floresta e chamos até o começo do lago que depois descobri que se chamava “Riacho de Zéfiro”. Os demais conselheiros estavam em uma rodinha. Por mais estranho que pareça eu fui chamado, uma vez que sou o único filho de Dionísio.

Havia 4 meninos e 3 meninas como conselheiros no meu time, incluindo eu. Uma menina realmente linda, ruiva, de olhos azuis, cabelo liso e uma armdura rosa, que se indentificou como Mellaine era a conselheira de Afrodite. Um menino muito alto e de estrutura forte, moreno, com cabelos ondulados e pretos, olhos castanhos que se chavama Jonh. Era o conselheiro de Hefesto. O conselheiro de Atena, Stuart, um menino baixo de olhos cinzas e cabelos loiros. Parecia gente boa. Um menino com cara de sono, filho de Hipnos, que estava sem armadura e touca de dormir na cabeça, que fez com que fosse impossíel de ver seus cabelos e olhos bem fechados a ponto de não se ver qual era a cor dos mesmos. Se chamava Lion. Kristen, uma menina misteriosa, de olhos azuis escuros, cabelo moreno e um pouco ondulado, era a conselheira de Hécate. Marie, a conselheira de Nêmesis, uma menina linda, loira, cabelos lisos, olhos verdes, um rosto perfeito, poderia ser uma filha de Afrodite.

– Seguinte – disse Stuart – Vocês, novatos. – ele coçou o queixo e perguntou – Vocês não deviam estar junto com o chalé de Hermes?

– Eles nos mandaram pra cá, ué. – todos disseram em conjunto.

– Tanto faz – disse Mellaine – O chalé de Afrodite vai ficar na defesa ofensiva, os novatos guardam a bandeira, incluindo você, filho de Dionísio. – depois que recebi minhas ordens sai da rodinha e me sentei no chão, esperando a porcaria do jogo acabar. Defesa? Como assim? Sacanagem.



Ficamos parados por pelo menos 2 horas. Walt sentou do meu lado, estava usando uma lança e escudo como arma.

– Cara, que viagem. Somos semideuses!

– É, legal.

– FERRO! – Cass disse quando, por magia, viu 5 caras gigantes vindo pra nossa direção.

– Só podem ser filhos de Ares! – disse Luck enquanto sacava sua espada. Mal tive tempo para me levantar e fui jogado para o chão por um filho de Ares de velocidade incrível Empunhei minha machadinha e joguei contra as costas do filho de Ares, pro meu azar, acertei. Quando ele foi atinido na panturilha ficou doido, ele caiu no chão e em segundos estava em pé. Se levantou e foi na minha direção com um porrete. Tentou me acertar, eu achei que ia conseguir desviar, porém por um segundo, levei uma porretada na cara e cai no chão. A raiva me tomou. Só escutei o filho de Ares rir de mim. Reuni todas forças do meu corpo e me levantei, corri até o filho de Ares e o derrubei no chão, magicamente, o soco inglês que meu pai me deu estava na minha mão direita, comecei a dar vários socos contra a sua face, até que ele segurou minha mão e devolveu alguns socos, não sei como, mas quando me dei conta, nos dois estavamos rolando no chão e ele me dominou. Começou a me bater muito, achei que ia me matar. Porém do nada, ele parou de me bater e caiu no chão desmaiado. Eu não conseguia me mover, mas não era pelos socos, o animal estava batendo no meu capacete o tempo todo. Estava cansado. Consegui girar o corpo, pude ver Steve lutando contra o filho de Ares, que o derrubou com facilidade e foi até a bandeira, porém foi impedido por Cass, que deve ter usado algum tipo de flecha especial. O barulho foi imenso. Isso fez o filho de Ares cair no chão, ruindo de dor, acho que foi no ouvido. Walt estava vencendo a luta, porém sua lança estava quebrada. Quando me dei conta só o adversário de Luck lutava ainda, Luck estava tendo dificuldades, tive que me levantar e ajudar, sem sucesso. Walt deu com o pedaço de madeira da lança conta o elmo do filho de Ares, a parte quebrada da lança ficou mais quebrada ainda. Cass que foi desarmado, não vi por quem tentou jogar ele no chão, mas quem acabou caindo foi ele mesmo. O problema foi que Cass só tinha aquele tipo de flecha que faz barulho e todas explodiram. Steve estava caído, assim como eu. Walt, Cass e Luck ainda estavam em condições de luta. Walt correu com tudo contra o filho de Ares, derrubando-o no chão, porém ele agarrou Walt pelo pescoço e fez ele cair também. O filho de Ares sacou uma faca, e, quando Luck menos esperava, ele cravou-a em sua perna, fazendo ele cair de tanta dor. Sobrou apenas Cass e Walt. Os três já estavam de pé, se encarando. O filho de Ares, ainda armado com a faca

investiu contra Walt, que se jogou para o lado. Cass colocou o pé para o filho de Ares cair no chão e conseguiu. Walt se levantou rapidamente e se jogou em cima do filho de Ares. Ele conseguiu cravar a adaga no ombro de Walt, que saiu de cima dele de tanta dor. Cass então subiu nele e segurou sua mão armada, porém o filho de Ares deu uma dedada com a mão esquerda nos olhos de Cass. Enquanto isso, eu reunia forças e peguei o porrete do filho de Ares que lutei e, num momento de distração dei uma porretada contra a cabeça do filho de Ares que tombou, mas como último suspirou, cravou a adaga com tudo no meu joelho direito. Caí no chão de tanta dor. A adaga ficou cravada ali mesmo. Passou 5 minutos e achamos que poderiamos descançar, porém dez semideuses apareceram do além, não eram aliados. Todos, exceto eu e Luck, levantaram. Preparados para a próxima luta. Para a nossa sorte um feixe de luz parou tudo e todos. Um espírito azul apareceu. Ele encarou todos e disse as seguintes frases:

“Ao chamado, 5 meiosangues apareceram

Sem dúvida alguma, escolhidos eles são

Para realizar o sucesso da missão

O retorno do deus esquecido em vão

A escolha errada um deles irá tomar

E a morte, um deles irá levar”


“Ao chamado, 5 meiosangues apareceram

Sem dúvida alguma, escolhidos eles são

O poder de um o mal irá tomar

E o acampamento só ele irá salvar

A inveja de um, a raiva de outro

Levará o velocino convosco”


“Ao chamado, 5 meiosangues apareceram

Sem dúvida alguma, escolhidos eles são

Um novo acampamento, eles encontrarão

Guerra ou não, eles determinarão

E mesmo depois da escolha certa afinal

Todos irão se dar muito mal”


Após o espírito falar tudo isso, um clarão foi ao encontro dos olhos de todos, fazendo todos desmaiarem.