Notas iniciais
E aí, não aguentei e postei o proximo cap, é só mesmo para pedir desculpas por não postar mais cedo :)

Justin's POV

Eu estava secando meu cabelo. Estava apenas de calças, com o peito nu e húmido, por causa do banho, quando oiço alguém bater na porta. Corri até lá, a abrindo rapidamente.

- Hope! — Falei surpreso, eu pensava que hoje ela iria passear com Alexa…

- Oi, Justin. Nós… precisamos conversar. — Ela disse séria. Assenti, ainda não sabendo do que se tratava a conversa. Convidei-a para entrar e ela logo se sentou na ponta do sofá roxo á frente da TV plasma prateada.

- Sobre o quê? — Perguntei, tentando não gaguejar. Eu tinha medo se ela soubesse de Dakota… e se ela soubesse, provavelmente, eu teria de contar a verdade.

- Você transou com uma Dakota?? — Ela disse, espremendo os olhos, indo direta ao assunto. Estremeci um pouco, ela olhava pra meus olhos fixamente. Engoli em seco, vendo seus olhos marejarem.

Hope's POV

Ele engoliu em seco, fazendo meus olhos marejarem. Me preparei para o que eu não queria ouvir, mas mesmo assim, olhei fundo nos seus olhos.

- Não. — Ele disse, olhei nos seus olhos com precisão, porém, as pupilas não se dilataram, ele não estava mentindo. — Mas há uma coisa que você precisa saber… — Ele disse, me deixando confusa.

- Ela te fez… sexo oral? — Perguntei, olhando em seus olhos fixamente. Ele fechou os olhos, os abrindo de novo em seguida. Os seus também marejavam agora.

- S-Sim… — Ele gaguejou, porém sua pupilas não voltaram a dilatar. Ele não estava mentindo.

O que queria dizer, que ele tinha me traído. Senti uma lágrima rolar minha face, eu não estava aguentando. Ingrato, traidor, idiota…

- Hope, espera! — Ele disse, agarrando eu braço, me impedindo de caminhar até a porta. — Hope, me deixa explicar! — Ele disse, porém me larguei dele, caminhado até a porta.

Aquilo doía, bastante.

- FAITH! — Ele gritou, quando eu estava prestes a abrir a porta. Não… o meu verdadeiro nome não…

Olhei pra ele, que estava levantando, um pouco distanciado de mim, em prantos.

- Me deixe explicar, Faith, por favor… — Ele disse, me fazendo suspirar. Quando ele me chamava por Faith era sinal que era importante, tanto pra mim como pra ele.

Ainda não compreendeu, né? Faith é o nome que papai me deu, e… papai conhecia… Lúcia, a mais velha dos três pastorinhos, e ela… bem, se você sabe essa lenda dos três pastorinhos, você sabe. Lúcia era ligada a Fátima, quer dizer, Fátima apareceu-lhe a ela, Francisco e Jacinta. Mas… nossa senhora de Fátima…

E então, eu nasci no dia em que o sol… tava girando no céu, e nesse dia papai morreu, mas antes ele me deu esse nome… a partir desse dia, pessoas diziam que eu era sobrenatural e queriam… me matar, sabe? Então minha mãe teve a ideia de me mudar o nome, pra ninguém me reconhecer, pondo Hope, esperança.

É, eu faço parte deu uma lenda, a lenda, lenda linda. Em que aparece o anjo de Portugal, o único anjo de um país a aparecer no mundo e… isso explica porque Portugal tem tanto turismo nessa zona.

Mas pra Justin me chamar por esse nome…

- Me explique então… — Eu disse, me voltando para o sofá, me sentando. Ele se sentou, ainda fungando. Eu não ia enfraquecer, não hoje.

- Ela… me drogou naquele dia Hope, ela usou… comprimidos enquanto me beijava… — Ele disse, soluçando. Arqueei as sobrancelhas, ainda não acreditando. — Eu explico…

Logo depois ele me contou a historia do principio ao fim, com todos os detalhes do mundo, mas sem contar o que ele sentia, me emocionei, ele estava contando a verdade… as pupilas nem se mexiam… Era verdade verdadinha.

- Você acredita em mim? — Ele perguntou, muito mais calmo. Dei um sorriso triste, incrível como eu não tinha confiado logo nele, afinal, ele nunca me mentiu.

- Claro Jus… — Funguei baixinho, lhe dando um abraço. Ele retribuiu, me beijando os cabelos. — Agora… — Decidi dar o ar da minha graça para acalmar o clima monótono, e isso significa… é. — Você vai ter de despedir o guarda gordo lá de baixo, Bieber. Ele não me deixou passar.

Ele deu uma risada nasalada. — Então como você entrou? — Ele perguntou, arqueando uma sobrancelha.

- Eu estava subindo e… — Parei estática. Oh não, eu deixei Alexa lá… — Ande cá! — Eu disse, o puxando para fora da porta. Caso vocês ainda não tenham entendido, ele ainda não tinha camisa.

Subimos as escadas como loucos, as 5425462555225 escadas.(Pode ir confirmar no capitulo anterior). Chegamos lá respirando, arfando e nos recompusemos. O vento batia no nossos cabelos duma forma bruta, ás vezes me dificultando a visão.

- Alexa! Que bom que não saiu daí! — Gritei lá pra baixo, a vendo, toda abraçada. É, estava frio pra porra, e Justin… — AH JUSTIN, VOCÊ TÁ BEM?

- Tô sim… — Ele disse, se abraçando, tremendo. Uma pinguinha caía de seu nariz. Dei uma risada nasalada, indo para 'o aquecer'.

(…)