Notas iniciais
Não posto mais! Só vou dizer que o proximo ap é especial u.u

Justin's POV

- Que legal, eu tô aqui segurando vela… — Alexa disse, cruzando os braços.

Revirei os olhos, essa minina não sabe que não se pode dizer isso á frente de casais se beijando?

Hope rompeu o beijo, passando a língua por seus lábios um pouco carnudos, que estavam bem vermelhos.

- Me desculpa… — Hope disse, com a sua voz doce. Olhei para o seu rosto angelical, lhe dando um beijinho na bochecha. Logo depois nos beijamos outra vez, ouvindo Alex bufar.

Hope sorriu pelo lado do beijo, pedindo passagem desajeitadamente, decerto ela estaria rindo se não estivesse me beijando, e isso só fazia minha boca tremer, e me dar vontade de rir.

- Porque não vai se agarrar com o cobertor, Alexinha? — Falei rindo, acompanhado por Hope. Ela bufou e se dirigiu ao 'seu' quarto, nos deixando a sós.

- Então? Você vai despedir o guarda? — Ela disse, me fazendo rir.

- Minha mãe está pensando nisso… — Eu falei, dando uma risada nasalada.

Ela me deu um selinho demorado, fazendo-me a abraçar sua cintura. Ela mordiscou meu lábio inferior de leve, fazendo-me arfar. Juntei mais nossos corpos, deitando-a sobre a cama do meu quarto. Me apoiei de joelhos por cima dela, enquanto lhe dava chupões e leves mordidas em seu pescoço, fazendo-a gemer baixinho.

Subi meu rosto, dando leves beijinhos em seu queixo, sua face, chegando ao seu ouvido, lhe dando uma leve mordida. Arrastei meus lábios para sua boca, os roçando, apenas para a provocar. Ela passou a língua por meus lábios, me fazendo lhe dar um beijo apaixonado.

O beijo calmo logo se transformou num beijo caloroso e cheio de desejo, ela segurava meus cabelos, agora com gel, com uma mão e com a outra, arranhava minhas costas com força, me deixando excitado. Passei minhas mãos por seu colo, agora me apoiando apenas pelos cotovelos e joelhos, ela gemeu baixinho. Repousei minha mão em sua nuca, enquanto minha língua travava uma guerra pelo comando com a sua.

Se ela beijava bem? O beijo dela era o melhor do mundo, do universo, desta galáxia. Me trazia sensações estranhas por todo o meu corpo, deixando gotas de suor caminharem por meu corpo. Sua língua que deixava rastros de fogo roçando-se com a minha, que me dava a sensação que meu coração se esmagaria, que pararia de bater a qualquer segundo. Abocanhei-a, tomando um pouco de controle de sua língua. Ela arfou, puxando meus cabelos com mais força.

Rocei minha língua na dela, criando um impacto prazeroso, onde me fez gemer baixinho. Passei minha mão pelo seu peito coberto com um top tomara-que-caia azul, bem curto, que fazia realçar as suas magnificas curvas. Desci minha mão até o seu bumbum, onde apertei de leve, fazendo-a arfar. Desci um pouco mais, chegando a suas ancas, meias cobertas pelos seus shorts pretos e curtos, que faziam qualquer um babar-se por quanto linda ela era, e gostosa.

Ela era minha Deusa, minha magnifica, minha pequena. Tomei-a em meus braços, abocanhando-a novamente, porém, ela tomou mais controle do que eu, me fazendo arquear as sobrancelhas de surpresa. Voltei minha mão até seu rosto, fazendo leves carícias, até que me abaixo um pouco, fazendo nossos corpos se tocarem, e a minha camisa branca lhe tocar.

E aí a sua ficha caiu.

- Justin… nós não devemos… — Ela disse, tentando sair de meu beijos demorados, consciente do faríamos depois.

- Tudo bem… — Eu falei, com um pouco de culpa. Eu não faria nada que ela não quisesse.

- Me desculpa… — Ela disse, se dirigindo ao quarto de Alexa. A ouvi chamando por ela, dei um leva suspiro, me recompondo e me levantando da cama.

Dois minutos depois elas chegaram, Alexa já tinha um casaco vestido e o cabelo todo penteado e húmido, como que se tivesse tomado um banho quente. Hope se aproximou de mim, me dando um selinho, um selinho que eu correspondi.

- See ya. — Ela disse, ainda envergonhada. Dei um sorriso de lado, pondo uma mecha de seu cabelo atrás de seu ouvido.

- Uhrm. Casal feliz, eu também estou aqui! — Alexa tossiu disfarçadamente, me fazendo dar uma gargalhada nasalada.

- See ya there… — Falei, lhe abrindo a porta. Elas logo saíram, cochichando coisas que só mulheres entendem. Fechei a porta com cautela, para elas não ouvirem. Me lancei para cima do sofá, pensando no que eu e Hope quase fizéramos. É, eu estava gostando, não vou mentir, era muito bom. Muito bom mesmo.

Liguei a TV, onde estava passando coisas de mulheres, tipo Moda… uma coisa que os rapazes com certeza não entendem. Saltos-altos, maquiagem…

Mudei de canal, onde estavam dando esportes, isso sim eu gostava! Fiquei vendo até pegar no sono, me lembrando do cheiro do seu cabelo, e sua matéria-lenda-portuguesa-estranha-que-eu-não-compreendo.

E dormi a tarde toda, uma tarde sem sonhos.

(…)

Acordei com o barulho de alguém bater na porta, levantei-me do sofá, ainda com a cara de sono que qualquer pessoa tem quando acorda. Cocei meus olhos, numa tentativa de limpa-los. Abri a porta rápida, me arrependendo por não ter espreitado quem era.

- Oi, tudo bem? — Dakota perguntou, rindo. Dakota, querida… você conhece o ditado 'Quem ri por último ri melhor'?

- Sim, porque pergunta? — Perguntei educadamente, deixando-a com uma cara de tacho.

- Como assim? Hope não veio cá?

- Veio sim, mas como você sabia? — perguntei, fazendo de propósito para ela se confundir toda.

- O que aconteceu? — Ela perguntou, sorrindo. Mais disfarçando, né?

- O que aconteceu? Não quero falar sobre isso, sabe.. — Falei, logo vi seus olhos ganharem a confiança. Deus, ela nem sabe o que eu vou dizer!

- Me fala, lindo. Eu posso ajudar você… — Ela disse, se aproximando. Ri.

- Ajudar? Eu não preciso de ajuda nisso! — Eu disse, me fazendo de desentendido.

- Não? — Ela perguntou, sedutora.

- Quer saber? Muito bem. — Eu disse, rindo por dentro. — Eu e Hope quase fizemos… 'aquilo'. Satisfeita? — Falei, logo vendo seu sorriso desmanchar e os seus olhos ficarem perplexos.

- Ela não acabou com você?? — Ela perguntou, com um tom de voz alto. Eu queria rir, queria mesmo, mas… eu não podia!

- Não… O nosso amor é mais forte, agora, se me dá licença… — Falei, já rindo. Ela ficou irritada, batendo o pé. Por isso não deu outro senão empurra-la pra fora de lá. Fechei a porta na cara dela, dando um suspiro aliviado.

Me sentei no sofá, vendo TV, passado algum tempo, senti fome. Chamei o serviço de quartos, que logo veio. Peguei na esparguete, agradeci, fechei a porta, me sentei no sofá, e comecei comendo. Quando acabei de jantar, chamei o serviço de quartos de novo, lhe entreguei o prato e paguei.

Corri para o banheiro. Tomei um duche quente para me aliviar do estresse, desfiz a pouca barba que tinha e vesti uma camisa branca. Me voltei para o quarto, onde dei com a cama, a cama onde eu quase que fiquei com Hope. Ainda não percebo porque ela parou tudo, mas eu sou paciente.

Sorri com o pensamento super-ultra-mega bobo, me deitando na cama. Em questão de segundos, eu já estava dormindo uma noite sem sonhos.

[…]

Vesti uma casaca preta, por cima de uma camisa branca. Vesti umas calças justas pretas, descaídas na cintura, que, como todos sabem, me caem pelo bumbum abaixo.

Levantei o meu cabelo com gel e lavei minha cara, lavando minhas mãos com sabonete cara e cheiroso. Peguei num perfume qualquer, o submetendo em mim. Calcei umas supras pretas, com riscas vermelhas. Pus um colar largo no pescoço, com detalhes nas letras "JB".

Peguei meu boné preto. Hoje estava chovendo. E pra mais é de noite. Durante o dia, eu tive que trabalhar nas danças prós shows, tive de dar entrevistas, marcar conferências, e cantar prasBELIEBERS.

Desci as poucas escadas lá do hotel, me deparando com a porta de vidro lá da frente, com guardas bem atentos. É, oi vidro! Pra deixar tudo claro… eu ia ter agora com Hope, mesmo se fosse noite, eu ia. Eu aluguei uma casa pra ela lá na esquina, que assim ela não precisa estar no hotel, e a mãe dela veio ter com ela essa tarde, pra acompanhar a filha. Entendeu? Ótimo, não quero que fique baralhado.

Os guardas abriram as portas, me deixando passar. Chovia a cântaros, e eu tinha corrido po meio da chuva, meio que querendo me engripar. Corri para o outro quarteirão, avistando ali uma casa branca, com pormenores de tijolo nas paredes. Rodei a casa, até encontrar uma janela verde fechada com adornos brancos. Lá tinha cobertura, o que fazia que eu não apanhasse mais chuva, bati na janela, esperando um tempo.

Quase de instantâneo, Hope abre as janelas, e fazendo olhar o seu rosto angelical, e eu sorri feito bobo, todo encharcado.

- Justin, o que você está fazendo aqui? — Ela perguntei, dando um sorriso bobo.

- Vim te ver, oras. — Respondi, retribuindo o sorriso bobo.

Notas finais
PROXIMO CAP É ESPECIAL!