As Crônicas Dos Dez - Cálice da tormenta
3 Testados: Parte dois
Testados
Parte dois
Samuel inspirou o aroma cítrico que provinha da única laranjeira daquele vale. O jovem guerreiro andou até a arvore, admirando os frutos que variavam entre o laranja e o amarelo-cítrico. Com carinho ele tocou uma das frutas, apalpou-a contando que estava madura, a colheu.
Retirou uma adaga da bota, e com a perícia de um açougueiro começou a descascar a fruta. Quando por fim o fruto se via sem a casca, partiu-a no meio, e levou a boca, degustando-a. O sabor cítrico e adocicado sempre encantou o moreno que passava tardes inteiras ali.
Quando por fim terminou a de comê-la, começou a dar uma pequena volta pela trilha que ali havia. Com um elástico prendeu os cabelos lisos que desciam até o meio de suas costas. Seus olhos eram de um incrível tom vermelho, o que amedrontava seus inimigos, junto com sua face de traços fortes e lábios carnudos. Seus músculos eram perfeitamente trabalhados pelos treinamentos intensivos de Vrael.
Uma túnica negra o cobria seu peitoral, e a mesma era presa com inúmeras fivelas de metal, que lhe davam um ar rebelde, enquanto que seus braços ficavam nus. As pernas do guerreiro eram cobertas por uma calça de couro e seus pés por um par de botas.
Uma grande corrente da Kusarigama* se enrolava no corpo de Samuel. Em suas costas, mortífera e silenciosa, repousava uma espada de duas mãos de folha larga.
Calmo continuou com sua caminhada. Pouco mais a frente, os primeiros passos foram ouvidos, assim como o repugnante odor dos Orc’s.
Com agilidade, Samuel saltou no tronco da arvore próxima e começou a escalá-la silenciosamente. Quando chegou a certa altura em que não era possível enxergar-lhe do solo, salto de arvore, e depois de novo. Até que embaixo de si pode observar um grupo de Orc’s.
As criaturas de pele negra e musgosa, estavam em um contingente de quinze. Seus narizes anormalmente deformados se moviam para os lados, farejando. De suas bocas abertas exalavam o odor pútrido de carniça. Suas armaduras e armas eram rústicas e mal feitas.
Achando graça da situação, Samuel quebrou um pequeno galho a seu lado chamando atenção das criaturas, que viraram suas cabeças para cima. Com calma quebrou o galho em cinco partes, e atirou contra as criaturas que rugiram e praguejaram.
Com um comando do que pareceu ser o líder dos Orc’s, três das criaturas saltaram nas arvores e começaram a escalar com presteza, subindo cada vez mais rápido.
Com um clique Samuel soltou a trava de sua Kusarigama liberando as correntes. Com agilidade saltou do galho que estava a mais de trinta metros de altura. Enquanto descia enrolou a corrente em seu braço, vendo de relance a lâmina que havia na ponta da corrente passar a sua frente. Com um impulso de seu braço, lançou a corrente na direção da primeira criatura, acertando-a. Como um pássaro em vôo girou seu corpo no ar, lançando a lamina na direção do segundo, e repetindo o processo com a terceira criatura.
Com um mortal atingiu o solo, com uma das pernas esticadas e a outra flexionada. De relance, olhou ao redor, vendo os doze guerreiros que havia em volta de si.
– Você matou três de meus guerreiros olhos de fogo! – Esbravejou o Orc, que pela armadura sofisticada parecia ser o líder.
Com a decência de um rei, Samuel se ergueu ficando ereto. Com um movimento de seu braço a extensa corrente se enrolou em seu braço direito e peitoral.
– Logo você se juntará aos seus.
A corrente foi liberta, atingindo dois Orc’s no pescoço, decepando suas cabeças. Samuel deu um salto lançando a lamina na direção do líder, porem sem o intuído de acertá-lo. Assim que a lamina passou pelo braço erguido do Orc Samuel a puxou novamente, fazendo com que a corrente se fechasse nos braços e peito do líder.
O humano fechou as duas mãos na corrente e a puxou, começando a girar o corpo amarrado na corrente que gritava e se debatia. Com um impulso lançou-o contra o trono da arvore que antes estava empoleirado. Deixando os outros Orc’s embasbacados.
Aproveitando-se disso, em uma fração de segundo sacou sua espada, partindo para o primeiro Orc, partindo lhe ao meio. O segundo ergueu sua espada contra Samuel que se abaixou, atravessando o peito da criatura com sua lâmina. O terceiro ataque veio por trás, quando um Orc baixava sua espada rumo a cabeça de Samuel.
Rapidamente o humano se virou segurando a lâmina, que cortou sua mão. Seu pé acertou o corpo atacante, fazendo bater contra a arvore, tombando em seguida, deixando apenas o sangue na arvore. Samuel olhou para cima, vendo que o corpo enrolado na corrente agora tombava.
A espada que fora responsável por seu ferimento foi lançada contra a ponta da corrente, acertando o orifício da mesma, e varando na arvore, prendendo o corpo ali.
Agora de volta ao combate Samuel partiu para os restantes, atacando, desviando e golpeando.
Quando o ultimo corpo tombou, o suor pingava de sua testa, e o sangue escorria de sua mão direita, e de um arranhão em seu rosto. Ao seu redor os cadáveres emanavam o sangue fedido de sua raça.
– Nagz’n – Murmurou.
Como que por um comando a espada que antes prendia a corrente ao tronco voou em direção a mão boa de Samuel, que a pegou jogando no peito do Orc morto ao seu lado.
O corpo do líder tombou, e ao olhar o estado dos seus ficou pasmo. Seus olhos se arregalaram e o pavor se mostrou presente.
– Eu disse que não demoraria.
Com essas palavras a corrente voou para sua mão, que com um puxão fez com que a criatura se erguesse ficando em pé. Seus olhos se fecharam se concentrando. Quando os abriu começou a falar varias palavras de uma língua esquecida pelo homem. No mesmo instante a corrente ficou avermelhada, como o aço quando esta na forja.
O Orc começou a gritar quando a corrente começou a queimá-lo.
Samuel não se movia, apenas via o ser em agonia a sua frente com um olhar indiferente. Cansado dos gritos da criatura, o humano fechou a mão na corrente, enrolando-a em seu braço, e com um puxão a corrente em chamas atravessou o corpo da criatura, evaporando o sangue que grudara em si. Os pedaços tombaram carbonizados no chão e a corrente voltou a seu tom normal.
~OoO~
Pela terceira vez Saiko olhou para o bilhete em suas mãos, que lhe indicava o caminho certo. Suas pernas fortes escalavam o monte Hoesaeng. Com agilidade saltava as pedras que se colocavam em seu caminho.
Seus cabelos loiros caiam até suas orelhas, em mechas repicadas. Do lado direito uma trança despontava indo até o meio de seu tórax. Seus olhos eram de um azul intenso e frio. Saiko usava um colete branco de gola alta com detalhes em azul, sempre aberto, mostrando seu tórax definido. Um cinto em forma de X passava a cima de sua cintura, a qual estava sempre carregada de Shurikens. Apenas uma calça verde água cobria suas pernas, assim como as botas brancas.
Saiko continuou sua caminhada até chegou ao cume do monte.
O lugar tinha algumas arvores de troncos brancos, que se petrificaram com o tempo, em meio as pedras cinzentas que eram dispostas pelo amplo lugar. Ali não era possível ver nenhum resquício de vida. O lugar era o que podia se chamar de cenário perfeito para atuar como o lar da morte.
Alguns metros a frente Saiko pode ver uma fonte de águas azuladas. A abertura na terra tinha quinze metros de largura por vinte de comprimento.
Como um magnetismo a agua atraia Saiko para ela, e ele aturdido caminhava de encontro a agua que lhe encantava e seduzia. Mais tarde poderia jurar que ouvira a fonte cantar para si, chamá-lo para mergulhar em suas águas.
“Vem...” A palavra ecoou em sua cabeça, vindo da fonte. “Vem...”
Com a voz, Saiko se aproximava cada vez mais da fonte.
“Vem...” Era como uma musica, as vozes finas se misturavam de uma forma sedutoramente perigosa. “Vem...” E Saiko sedia cada vez mais se aproximando da fonte.
Apenas dois metros separavam Saiko da fonte, quando um barulho que vinha de trás de Si chamou sua atenção. Quando se virou pode ver uma garota, que vestia apenas uma saia, deixando os seios à mostra. A jovem de fios louros estava sentada em uma das pedras cinzentas, sua pele muito branca e lisa chamou a atenção de Saiko, mas nada comparado aos seios róseos e firmes. Ela trazia na mão uma pequena harpa dourada.
Os olhos amarelos da garota se encontraram com os azuis de Saiko. Ela sorriu docemente pra ele, e o jovem mago não viu o porquê de não retribuir.
Seus dedos finos tocaram as cordas da harpa enchendo o ar com uma musica calma e sóbria. Logo seus lábios se abriram, lançando no ar as notas mais perfeitas que o jovem guerreiro já vira.
“Quando em meu corpo tocar,
As portas do paraíso à de encontrar.
Apresse seus passos e venha até mim,
Apresse seus passos para chegar a um prazer sem fim.
Beije-me, toque-me, me deixe sem reação,
Venha cá... e entregue-me seu coração!”
Á cada nota que bela moça emitia Saiko dava um paço até ela. A todo instante ela lhe lançava olhares, e gesticulava com os ombros, fazendo os seios se moverem lentamente.
“Saiko, tome cuidado, nada é o que aparenta.” A conhecida voz de seu gêmeo invadiu sua mente, clareando seus pensamentos e o tirando do transe em que se encontrava.
Saiko pode ver o instante em que a face límpida e bela da garota se abriu em uma bocarra, com dois grandes caninos, e sua pele antes lisa e aveludada ser tomada por escamas arroxeadas, seus olhos cresceram se tornando de um forte tom amarelo. As mãos antes de dedos finos e claros agora eram escamosas com membranas e garras. Rugidos atrás de si fizeram com que Saiko se virasse podendo ver as outras criaturas semelhantes que saiam de dentro da água.
– Você é nosso! – A criatura rosnou, jogando a harpa pra longe.
O corpo da mulher correu em uma velocidade imensa para cima do rapaz, ao mesmo tempo em que seus semelhantes saiam da agua, avançando como uma unidade.
Saiko saltou no instante em que as criaturas o pegariam. A dez metros do solo, suas mãos foram até seu sinto pegando as estrelas mortíferas, e com a habilidade de um ninja as lançou, derrubando cinco das criaturas de uma única vez.
–Aktína! – Disse Saiko erguendo sua mão.
Algumas das criaturas prevendo os movimentos de Saiko correram e se jogaram na agua, mergulhando, enquanto as outras olhavam com um misto de ódio e curiosidade.
As nuvens acima do monte enegreceram, e em um clarão, um raio desceu em direção ao mago que moveu a mão, redirecionando a corrente elétrica para a fonte onde a maioria das criaturas havia entrado.
O raio bateu contra a agua em um estouro, eletrocutando todas as criaturas que havia naquele lago.
Com um mortal, caiu em pé no chão. Enquanto era encarado pelas nove criaturas restantes.
Com movimentos rápidos, Saiko atirou uma chuva de shurikens contra cinco das criaturas, as matando. As outras quatro se juntaram para um ataque em conjunto. Eles corriam com as garras e os dentes arreganhados, prontos para destruir seu inimigo.
O mago juntou as mãos diante do rosto como que em uma oração. O tempo pareceu parar. Saiko saltou, cruzando as pernas no ar, e ficando nesta posição.
Os olhos azuis e frios se abriram. As mãos ainda estavam juntas formando uma divisória em frente ao rosto. De seus lábios as palavras de poder se originaram.
– Quodhorumfieriparalyticus. – Instantaneamente as criaturas pararam. Como se tivessem virado um monte de estatuas, das quais apenas seus olhos se moviam. – Vitalem virtutem earum, et ad corporis mei!
O grito ecoou da garganta das criaturas, enquanto sentiam seu corpo ficar cada vez mais fraco, cada vez mais sem energia, enquanto o corpo de Saiko rejubilava com a força vital roubada dos seres terra/aquáticos.
Mais dois minutos e os gritos cessaram.
Lentamente seus pés tocaram o chão, seus olhos se fecharam novamente, e ele pode sentir a energia roubada que pulsava em seus membros. Como gostava de fazer aquilo, absorver seres viventes, enquanto eles ainda agonizavam a sua frente.
Seus olhos se voltaram para as carcaças das criaturas que permaneciam paradas como estatuas, porem estatuas que foram baseadas em um cenário de dor e sofrimento.
~OoO~
Uma brisa suave serpenteava entre os pinheiros, fazendo com que em alguns pontos as gotas de orvalho caíssem, refletindo a luz do sol em centelhas coloridas.
Os olhos de Gekai se fecharam com um solavanco seu tronco se dobrou por sobre as pernas e seus braços se fecharam em torno da cintura.
As imagens de pedras cinzentas invadiram sua mente, junto com as arvores petrificadas. A lenta melodia de harpa dominou a visão que tinha, assim com a imagem de uma formosa mulher, que tocava tal instrumento, e agraciava o vento com sua voz. Os seios redondos e perfeitos estavam nus, fazendo com que prendesse tão ou mais atenção que a musica que tocava.
Era o que Saiko via.
“Saiko, tome cuidado, nada é o que aparenta.” Disse mentalmente, enviando a mensagem para o loiro, na esperança que este recebesse.
O jovem passou a mão por seus cabelos loiros quase brancos. Os mesmo chegavam pouco abaixo do pescoço, tendo algumas mechas que vinham até o peito. Os olhos eram de um azul gélido e cruel. Vestia uma túnica branca e dourada, que ficava aberta, mostrando a camisa de linho quase translúcida.
Pouco a frente em, sua caminhada avistou um canteiro de tulipas, se abaixando e pegando uma unidade.
Os olhos curiosos como os de uma criança examinavam a flor com atenção. Depois de um tempo, começou a murmurar algumas palavras, fazendo com a flor trocasse de cor. Indo do azul índigo ao amarelo limão.
Sua atenção foi desviada por um forte cheiro de enxofre que invadiu seu olfato.
Diate de seus olhos Gekai pode ver montes de terra se erguer do chão. Ficando cada vez maiores. Dos pequenos morros saia uma fumaça esverdeada. Logo uma mão atravessou a terra, abrindo caminho para uma cabeça e um tronco.
Logo a cena foi repetida mais uma quinzena de vezes e depois de novo. Totalizando trinta criaturas. Eles tinham a pele cinzenta, e de aparência gosmenta. Seus olhos eram de um roxo pecaminoso. Suas mãos tinham garras de aproximadamente dez centímetros. Quem as visse de longe diriam que eram humanos pálidos, carecas, e com tumores por toda a parte de trás do tronco.
A primeira das criaturas farejou o ar, virando sua cabeça para Gekai, que até agora permanecia alheio a visão dos monstros, ficando a sombra de um grande carvalho.
Gekai olhou para a flor que agora estava amarela e começou a murmurar palavras que eram inaudíveis para as criaturas. Ao fim a flor estava com um brilho familiar ao reluzir de uma peça de ouro.
– Vá.
A flor se libertou de seus dedos e pairou graciosamente pelo ar, indo acima das criaturas que ao perceberem o objeto brilhante esticaram seus braços para pega-la. Logo Gekai pegou outras flores, fazendo o mesmo processo. Ao fim eram cinco flores girando acima da cabeça dos deformados, que bramiam em frustrações sem conseguir pegar as flores.
Um sínico sorriso desdenhou-se nos lábios do de cabelos esbranquiçados, um sorriso que se tornou frio e cruel.
A passos lentos ele deixou o lugar. Andando em meio as arvores, à medida que as flores giravam com mais força, liberando uma inebriante e hipnotizante luz dourada que prendia o olhar das coisas em si.
A trinta metros dali Gekai se abaixou novamente pegando uma rosa branca. As pétalas eram tão alvas que era quase um pecado não contemplá-las.
– Já chega de iludir essas criaturas Gekai. – Disse rindo para a rosa que tinha em suas mãos. A flor começou a mudar e se tornou vermelha como sangue, e o caule negro.
Sua face se transformou em uma escultura de puro ódio, a qual durou poucos segundos, pois logo sua mascara de bom garoto fora reposta.
O jovem levou uma de suas mãos a boca, tocando dois dedos no lábio inferior, murmurando algumas palavras. A mão foi erguida bruscamente a medida que o som do estalo ecoou pela floresta.
As flores giraram com mais intensidade, o brilho aumentou. As criaturas ficavam praticamente que na ponta dos pés para apreciá-las melhor. Com um estrondo as flores desceram batendo contra o chão, explodindo.
As chamas se espalharam nos quinze metros ao redor de onde as flores pousaram, causando um grande estrago. Pedaços das criaturas voaram por toda a parte, maculando a terra com a pasta cor de vinho.
Calmo e frio, Gekai voltou para aquela cena caótica no lugar onde as criaturas explodiram. Em seus lábios havia um sorriso infantil de pura felicidade. E com o mesmo silencio que voltou partiu.
~OoO~
Olá!
Tradução dos feitiços:
1º Quodhorumfieriparalyticus. = Que estas bestas fiquem paralisadas.
2º Vitalem virtutem earum, et adcorporis mei! = Que a energia vital destas criaturas deixem seu corpo e venha para o meu!
~Peço desculpa pelos feitiços, que são frases traduzidas para o latim, pois não tenho tanta criatividade para criar uma lingua nova. Desculpem.
Bom, era pra mim ter postado isso aqui faz dez minutos, mas... o Nyah me fez o favor de sair da minha conta, e não salvar esse texto de fim de cap ):
Bom dia, Boa tarde, e boa noite. Primeiro: obrigado por ler. Muito obrigado mesmo!
Então, No cpaitulo de hoje, foi abordado os testes de Samuel, Saiko e Gekai. Espero que tenham gostado dos três novos integrantes dos dez. Os proximos seram apresentados nos proximos capitulos.
Para os que gostaram, ou não dos meu loiros gêmeos, um aviso: Eles não são mals. Apenas Crueis e sadicos. E para os que gostam, nos dois proximos capitulos, (não decidi ainda emqual a colocarei.) uma moça de cabelos castanhos se juntara a dupla de sádicos.
O proximo capitulo saíra dia 16/03/2012, aproximadamente no horário da tarde. E como postei anteriormente: Caso atráse algo aconteceu comigo. Então, se quiserem explicações entrem em contato. (estão no fim do prologo.)
Decidido! No proximo capitulo tera apenas duas lutas, Um lobisomem, e uma humana.
Não esqueçam de deixar sua Review com sua opnião. Algo que gostariam que acontesse, algo que gostariam de mudar, algo que gostaram, que não gostaram. Bom, isso fica a cargo de vocês, agora vou parar com a encheção de linguiça e vou indo.
Mais uma vez obrigado.
Yuk.
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