As Crônicas Dos Dez - Cálice da tormenta
4 Testados parte: três
Notas iniciais
Peço desculpas pelos erros que aparecerem, mas eu fiquei devendo um capitulo pra vocês do dia 16, este já estava pronto porem resolvi a arrumar e detalhar mais as cenas, o que me rendeu treze páginas.
Mais uma vez desculpa, e peço que vocês leiam as notas no fim do cap.
Mais uma vez peço desculpas,
Sem mais delongas,boa leitura a todos.
Testados
Parte três
Os carvalhos jovens se espalhavam por aquela parte da floresta. Ali muitos animais buscavam abrigo em sua sombra, e nas pequenas cavernas, que abrigavam no máximo um porco do mato.
– Ei, volte aqui pequeno. – O coelho virou a pequena cabeça, reconhecendo o jovem de cabelos brancos e orelhas pontudas.
Liffaen sorriu e se abaixou, pegando o pequeno animal de pelos brancos, levantando-o no nível de seus olhos, e sorriu, brincando com a pequena criatura.
O elfo tinha cabelos que desciam em uma cascata perolada de madeixas em tamanhos diferentes, sendo que as maiores chegavam perto de sua cintura. Os olhos eram extremamente verdes, com linhas azuladas em alguns pontos; levemente apertados, como o dos gatos. As orelhas eram pontudas e lhe davam um charme especial. O corpo era vigoroso, e de músculos definidos.
Sua roupa simples, se resumia a uma túnica de tom esverdeado, e uma calça escura, com botas no mesmo tom. Em suas costas o arco prateado repousava suave. O instrumento detinha desenhos finos e bem trabalhados. Em suas pontas lâminas tão afiadas como as espadas e adagas dos irmãos. A aljava com flechas de penas brancas também o acompanhava.
Com o animal no colo, Liffaen andou calmamente pela floresta, cantarolando algo na língua élfica, o pequeno animal pareceu gostar, pois se aconchegou mais nos braços do elfo, e ali adormeceu.
Quando o tédio da caminhada lhe acometera, Liffaen se sentou em uma pedra grande e cinzenta que ali havia, e colocou o pequeno coelho no chão, para que o mesmo seguisse seu caminho. Pretendia fica ali olhando a criaturinha seguir, mas uma voz a suas costas gelou sua espinha, a ponto de o mesmo se virar assustado.
– Liffaen, como você cresceu. Venha, dê-me um abraço. – As palavras foram proferidas pela mulher de cabelos brancos, com apenas um mecha negra que descia no lado direito.
Estupefato, o elfo caiu de joelhos, e lembranças que há muito isolara em um canto escuro de sua mente voltaram com força total. As mãos tocaram o chão, e lágrimas transparentes vazaram dos olhos apertados.
“As casas élficas que eram entalhadas nas árvores estavam em chamas, a todo o momento se ouviam a sinfonia de metal contra metal. Uma melodia que precedia a morte, avisava a sua chegada.
Pra onde se olhava era possível ver elfos, machos e fêmeas, que bravamente lutavam contra um contingente de Drows, também conhecidos como elfos negros, os invasores tinham a pele variando entre o negro e o ardósia-azulado, os olhos brilhavam amarelos no fulgor da batalha. Os cabelos prateados refletiam a luz da lua.
Em todos os lados corpos de Elfos e Drows estavam espalhados, assim como as armas, espadas, adagas, lanças, arcos e etc.
Na parte mais afastada da aldeia élfica, um grupo de crianças que estavam escondidos em uma caverna nas raízes de uma sequóia. Entre elas, um pequeno elfo trêmulo de cabelos brancos e olhos verdes, enquanto outros choravam em silencio., enquanto outros choravam em silencio.
Passos pode ser ouvido do lado de fora, e para o azar dos pequenos três Drows entraram no lugar, dois machos e uma fêmea.
– Soldado, amarre esses animais, serviram de escravos na nossa aldeia. – Disse a Drow. A mulher estava semi nua, sendo que sua roupa eram apenas ombreiras e braçais de metal, uma espécie de espartilho também de metal, e uma tanga de couro negro para tampar seu sexo. Nos pés uma bota que ia até os joelhos. A Drow carregava uma espada nas costas e um olhar ameaçador na face.
Os machos vestiam armadura completa.
Quando os dois Elfos negros rumaram para cumprir as ordens da fêmea, o brilho prateado cortou o ar, e depois o baque surdo do metal se enterrando no rosto do macho que estava mais próximo aos pequeninos.
Inerte o corpo morto tombou.
–Não toquem nas crianças. A peleja entre nossas vilas não envolvem os pequenos. – Disse uma voz firme.
E da escuridão das árvores uma bela elfa surgiu. Os cabelos brancos agora estavam presos em um rabo de cavalo, e o rosto antes liso e perfeito agora estava maculado por arranhões e manchas de sangue. A mesma vestia um vestido de tom perolado, que assim como os cabelos estavam com manchas de sangue, na lateral do vestido um grande corte fora aberto, para dar mais liberdade de movimento para a mulher. Na mão uma espada de folha larga trazia o sangue dos que por ela encontraram o fim.
– Soldado cumpra minha ordem, essa escoria aprendera o quão inferiores são para nos. – Disse a Elfa negra.
Porém antes que o macho desse um paço em direção os pequenos, a espadas antes na mão da elfo fora arremessada atravessando o coração do Drow e varando do outro lado.
– Vou repetir: Deixe as crianças fora disso. – Disse assumindo uma posição de luta.
E antes que a Drow pudesse fazer qualquer coisa a elfa avançou correndo, o punho erguido para acertar a face da oponente. Porém a elfa negra desviou no ultimo instante.
O movimento desta deu o tempo necessário para que a elfa pegasse sua espada, antes enterrada no peito do Drow.
– Mãe! – Gritou o pequeno elfo de cabelos brancos, correndo e se agarrando a mulher que agora estava na frente da caverna.
– Liffaen, pegue minha adaga e defenda os outros. – Disse a mulher somente, e o obedecendo, o pequeno pegou a adaga da mulher, que ficava escondida na bota e parou na frente da caverna, empunhando a arma, ainda que estivesse tremendo.
E sem dizer mais nada a elfa avançou de encontro, a invasora, que espelhando seus movimentos também avançou.”
O elfo estava encolhido no chão, seu corpo tremia em espasmos. A muito tempo não buscava aquelas lembranças, as piores de sua vida, e agora como um choque elétrico sentia todo seu corpo tremer. Em pé ao seu lado, a elfa de cabelos brancos, e de face dócil olhava com divertimento o sofrimento do rapaz.
– Foi tudo culpa sua Liffaen, eu não teria morrido se não fosse você e aquelas crianças idiotas. – Dizia a mulher maldosamente, enquanto o elfo delirava no chão.
O elfo delirava e dizia coisas incoerentes, sua cabeça rodava enquanto murmurava.
– Não... V-você não é ela... – Dizia quando retomava um pouco de sua lucidez, logo as memórias voltavam a lhe atormentar.
“Seguidamente as espadas colidiam com estrondo. As fabulosas oponentes atacavam e bloqueavam quase que no mesmo ritmo. jogando sujo, a Drow chutou a perna da elfa, derrubando-a. A espada da invasora deslizou até o pescoço da elfa, parando ali.
– Eu disse que você não seria capaz de me ven... Ah!! – A Elfa negra não pode terminar sua frase, pois o pequeno Liffaen juntando toda sua coragem, correra no ultimo instante, enfiando a adaga na coxa da oponente. A invasora cambaleou para o lado, deixando a elfa livre. – Eu vou te matar seu rato!
A Drow levantou a espada e a abaixou, porém o metal encontrou apenas o chão de terra. A elfa havia puxando o pequeno de cabelos brancos, e o levado no colo com sua velocidade elevada e o posto na estrada na pequena cavidade.
– Fique aqui, e obrigado... – Dizia a elfa, porém no meio da frase seus olhos se arregalaram, e o corpo tombou de lado, levando consigo a espada da invasora que atravessara sua cabeça.
– Eu também sei ser rápida. – Disse a Drow rindo. – E agora rato, você não tem mais sua genitora para lhe proteger.
Com horror, ele viu a invasora arrancar a espada da cabeça de sua mãe e com um olhar cruel descer a mesma decepando a cabeça da elfa, enquanto ria sadicamente.
Ainda em choque o elfo se levantou do chão, e viu a imagem da mulher que se dizia sua mãe começar a sangrar pela cabeça e pelos olhos, sem tirar o sorriso cruel da face.
– Por sua culpa aquela maldita feriu-me de morte. Por sua culpa! – Gritava a imagem rindo.
Liffaen ainda com as mãos sobre a cabeça e as lágrimas nos olhos, reparou uma coisa. Sua mãe não tinha uma mancha preta nos cabelos. Então, sorriu tristemente.
– Nunca mais use minhas lembranças contra mim espírito errante. – E em uma fração de segundo estava a frente da mulher que se dizia sua mãe, a mesma nem havia percebido a adaga prateada que deixara a bota do elfo e agora transpassa seu peito. – E nunca mais se passe por ela!
E girou a lamina, no ritmo que a imagem se transfigurou em uma coisa humanóide, porém de pele avermelhada, lágrimas de sangue que desciam dos olhos esbugalhados, e a boca lacrada. A criatura demonstrava apenas uma coisa. Sofrimento.
“Com um grito Liffaen pegou a espada da mãe, que caíra aos seus pés, e tirando forças da dor atravessou o abdome da invasora que parou de rir. A espada foi puxada e corpo tombou, liberando sangue pela boca, e tremendo. Liffaen com lágrimas nos olhos ficou a ver a assassina de sua mãe se afogar no próprio sangue.”
~OoO~
Eyrea se encolheu mais atrás da pedra em que estava. Suas mãos precisavam os cabos das duas espadas que ficavam atrás de suas costas. Sentia-se mais confortável quando tocava em suas meninas como gostava de colocar.
A mulher não aparentava mais que dezoito anos, sua face era limpa de manchas, lisa e alva. Seus cabelos eram loiros e desciam até sua cintura. Os olhos eram de tom cinzento com traços esverdeados. Um completo mistério assim como sua personalidade forte. Esta usava um vestido azul de algodão.
Com cuidado colocou a cabeça para fora do pequeno esconderijo que arrumara atrás da pedra para poder ver as criaturas bestiais que devoravam um mamífero de porte grande.
As bestas tinham forma de lobos, porém maiores. Tinham o tronco avantajado e musculoso, eram de um todo: gordos. observando rapidamente, Eyrea notou que pelos membros longos e patas enormes e fortes, que podiam correr em alta velocidade. Os dentes mais pareciam adagas grandes e afiadas. Os olhos eram o que realmente amedrontava naquelas criaturas, que eram grandes e totalmente brancos e leitosos, algo que chegava a dar enjôo.
Aquelas coisas foram feitas pra matar.
Ela se perguntou o porquê de ter sido mandada para aquela parte da floresta. Seu mestre sabia que seu maior horror era a essas criaturas licantrópicas, sempre tivera medo. Ela poderia sozinha enfrentar um exército se necessário fosse, de armas em mão e sem tremer, mas daquelas bestas ela ficava pálida apenas com a mera menção de sua existência.
Em meio aos seus devaneios encontrou a traição no vento, que soprou na direção das criaturas, que automaticamente levantaram os focinhos farejando o ar. A bocarra do maior se abriu em um uivo estridente que pareceu rasgar toda e qualquer sanidade que tinha na elfa. Com o comando da besta alfa todas as outras se reuniram em seus flancos, rosnando e babando.
Eyrea colocou a mão na boca para tampar um grunhido. Seus olhos apertados seguravam as lágrimas de horror, e a outra já doía pela força que ela apertava seu instrumento de batalha.
A humana ponderou por um tempo, nas opções que tinha. Não precisou repetir o ato. Em um impulso a loira tirou as duas espadas das costas e se ergueu começando a correr. Sua sorte era que o vestido era curto e subia em meio à corrida, deixando-a mais livre para fazer movimentos.
No momento em que Eyrea começou a correr as bestas dispararam atrás dela, ladrando enquanto batiam suas volumosas patas contra o chão. Mas em uma coisa a loira sempre se mostrou insuperável, e esperava que isso valesse para si desta vez. Velocidade.
As pernas da loira se moviam em ritmo frenético, enquanto esta corria com as feras em seu encalço. Com maestria ela desviava das árvores e saltava sobre as pedras e troncos tombados em seu caminho. Ademais a loira tinha um equilíbrio impecável, que lhe dava vantagem nos terrenos mais tortuosos.
Em suas mãos as espadas brilhavam quando a luz do sol tocava suas laminas afiadas. As duas continuavam estendidas, como uma extensão de seus braços.
Eyrea virou a cabeça para trás olhando as bestas que estavam babando em ânsia por seu sangue. Virou para frente e com velocidade redobrada começou a correr, se distanciando aos poucos das feras.
Contudo sua aflição voltou quando se viu novamente sendo perseguida, desta vez por um único individuo. Olhou para trás e viu a criatura escura, que pelo corpo esguio e delgado se mostrava uma fêmea.
Com um forte impacto a fera saltou sobre Eyrea, a derrubando e ficando por cima de si. As espadas voaram para longe de seu corpo, deixando-a desprovida do ataque fatal das lâminas gêmeas. A loira por sua vez fechou suas mãos no pescoço da criatura, no instante em que esta ia morder-lhe a jugular, fechando a bocarra a centímetros do alvo.
E com força prendeu a besta com uma única mão, a erguendo altura suficiente para que suas mordidas não a ferissem. A loira fechou o punho livre e esmurrou a criatura na parte de baixo do pescoço, fazendo-a voar em direção ao espaço vazio ente duas árvores.
Sem dificuldade aparente a loira se ergueu, recolhendo as duas espadas que estavam a poucos metros de si. Com sofreguidão olhou para seu corpo vendo as marcas de arranhões, causados tanto pela queda brusca, quanto pelas garras do animal que agora se levantava e se preparava para uma nova empreitada.
Porém antes de se lançar ao combate a besta ergueu sua cabeça uivando para os seus companheiros, dedando a localização. E sem ter o que temer encarou pela ultima vez os olhos verdes, os prendendo em sua íris branca e leitosa.
Eyrea teve tempo apenas de erguer as espadas e desviar da mordida, se abaixando, sob a fera que se empinara. E de supetão atravessou o abdome da besta com a lâmina. Girando a outra em direção a cabeça da fêmea que ganiu em tormento, porém logo a dor cessou quando teve sua cabeça decepada.
O sangue vinho escuro correu e se espalhou pelas pernas de Eyrea que tirou a cabeça antes que o sangue atingisse suas madeixas douradas.
A loira se aprumou, altiva, e cheirou o ar, utilizando as técnicas de rastreamento ensinadas por Vrael. Estavam próximos. Depois apurou a audição confirmando que estavam a não mais que trezentos metros dali. Logo estaria em seu campo de visão.
Então apelou para sua melhor técnica na área da magia. A arte da ilusão.
– Meo corpus non sensitiva ad haec bestia. – (Que meu corpo não se torne sensitivo a essas feras.) Murmurou, e no mesmo instante seu corpo vibrou e desapareceu, deixando um leve relevo dos contornos de seu corpo.
E tremendo ela permaneceu no mesmo lugar, porém agora ocultada por sua magia.
A loira enrijeceu e apertou as armas, entrando em postura ofensiva de combate, e assim a primeira das feras entrou em seu campo de visão. A besta correu por mais vinte metros seguida dos outros seis, e estacou diante do cadáver inerte da fêmea decepada. Imitando a cena de segundos antes o animal jogou a cabeça pra trás e uivou, em toda a magnificência de seus dois metros.
Provocativa ela passou uma lamina contra a outra, criando o característico ruído que chamou a atenção dos lobos, que imediatamente viraram suas enormes cabeças na direção da loira que permanecia oculta.
Silenciosa a loira andou na direção das feras a passos firmes e olhos apertados. As espadas presas e preparadas. E assim iniciou sua empreitada, parando a frente das feras que farejam o ar a sua procura.
Quando o maior virou a cabeça na sua direção ela sorriu, tremendo, mas sorriu.
– Achou. – Sussurrou ela chamando a atenção de toda a ‘alcatéia’, que viraram suas enormes cabeças na sua direção. E por fim com uma palavra desfez a ilusão e se tornou visível para as feras, já se preparando para o maior que avançou sobre si.
A loira também correu, soltou em um mortal por sobre a besta que tinha a bocarra aberta para lhe ferir. As espadas agiram como uma faca quente em contato com a manteiga. O cadáver tombou sem vida, e logo mais dois tomaram seu lugar, e assim o combate teve seu inicio.
Eyrea desviava sempre que possível das mordidas, garras, cabeçadas. Porém em certo momento um cerco se fechou em volta de si, e a loira soltou na tentativa de escapar da morte certa, porém uma das bestas saltou, acertando-lhe uma cabeçada no estomago, fazendo com que a humana fosse de encontro ao chão.
Apoiou-se nos cotovelos, e com um impacto acertou um chute com as duas pernas no peito do lobo que saltara sobre si, o atirando de encontro aos outros que rumavam de encontro a loira, fazendo-os tombar com o corpo que os acertara.
De espadas erguidas ela entrou em combate novamente, levando duas das criaturas para o abismo de uma vez. Logo restaram apenas duas, que foram vítimas de chutes, socos e pontapés, já que suas espadas estavam enterradas nas criaturas que jaziam mortas no chão.
Em certo momento, a loira montou em uma das criaturas, se segurando com os joelhos e calcanhares, enquanto esta pulava ensandecida. As mãos manchadas de sangue buscavam o pescoço da criatura, que a todo instante se jogava de um lado para o outro.
– Fique quieto demônio! – Gritou a mulher levando sua boca a uma das orelhas da criatura e fechando seus dentes no pedaço de couro, arrancando a orelha com um puxão, o ganido que saiu da boca da criatura foi estridente, deu tempo suficiente para que Eyrea fechasse seu braço no pescoço da besta em uma gravata. E com destreza impulsionou o corpo pra frente jogando as pernas para o alto, e quando estas tocaram o chão frente da criatura esta foi arremessada com a uma incrível velocidade, batendo com um estrondo contra uma pedra que ali havia.
Assim apenas uma das criaturas sobrara.
Este se levantava com sofreguidão, sendo que uma de suas patas estava seriamente ferida por um golpe da loira. E sem pressa esta caminhou até a fera menor, que tinha uma de suas espadas enterradas na testa. Ela apanhou a arma e caminhou até a criatura, seguida pelo olhar amedrontado deste. Algo quase inteligente.
Vendo seu destino, a besta rugiu, tremendo o ar, porém a força na pata para atacar lhe faltava. A bocarra se abriu quando a mulher chegou mais perto, e antes de mais um rugido sair da mesma uma lamina entrou pela boca da besta, saindo do outro lado de sua cabeça. Com um olha de puro ódio a loira girou a espada dilacerando a coluna vertebral naquela área.
E com um puxão recolheu a arma, andando até a outra e fazendo o mesmo. As girou e colocou novamente na bainha, que se posicionava em suas costas, olhou para o vestido arruinado por rasgos e manchas de sangue, e por fim fechou os olhos respirando fundo.
– Parece que você perdeu seu medo Eyrea. – Disse que com um sorriso convicto.
~oOo~
Capitulo betado por Persefone Tenou .
Olá,
peço desculpas pelo capitulo atrasado. Irei fazer o possível para que isso não se repita. Espero que tenha valido a pena esperar, ou não. Bom, me digam suas opiniões nas reviews, pode ser?
A pedido da minha beta, eu irei colocar aqui a forma de pronuncia dos nomes dos personagens postados até agora, sendo assim, nos fins dos capítulos postarei a descrição de nomes. Vamos então... Hm... Desde o prólogo.
~~ [As sílabas em maiúsculo denominam as sílabas tônicas.]
Vrael = VraEL (É quase da forma que se lê, porém com mais enfase na sílaba tônica: "EL")
lady Meerliw = Ladi MAERliu ( A pronuncia é parecida com a pronuncia de Merllin.)
Lorde Narienn = Lorde NArem
Samuel: SAmuel (A pronuncia é algo como nos filmes americanos.)
Sessili = SeSSIli
Eratus = ERAtus
Gekai = GUEkai
Saiko = SAIko
Liffaen = LiFIm (Segundo minha beta, Perséfone, este é um dos nomes que mais se tem problema em falar. )
Eyrea = IREa
Bom, acho que é só isso. Á! A tradução dos feitiços está em parênteses na frente da frase, é melhor assim, pois vocês saberão do que se trata o encantamento.
Agora é só. Espero que tenham gostado.
Abraços, Yuk.
Email/MSN: gu21_@hotmail.com
Twitter: @_VEMTOMARNESCAU
Facebook: Gustavo Gomes.
Fale com o autor