As Coisas Como São

2 ♪ Dona Do Meu Pensamento


Notas iniciais
☾ Hey pessoas, mais uma oneshot para vocês, espero que estejam curtindo ;)

"Pois me faz tocar o céu ver você sorrir"...

–-ღ--

"Seremos donos do nosso amanhã

Se estivermos unidos

Em sintonia com os nossos sonhos

Mesmo se não formos iguais

Pois não somos iguais"

Era mais uma fria noite de outono, com a brisa fresca varrendo as folhas amareladas dos galhos das árvores, transformando as ruas em um belo tapete dourado.

Graças ao frio, a cidade durante a madrugada, estava silenciosa e todos estavam abrigados em suas casas quentes e confortáveis.

Bom, menos eu.

Acho que eu era o único louco a sair nesse frio, às três horas da madrugada. Eu com certeza iria pegar um resfriado, mas, valeria a pena. Muito.

Sorri com esse pensamento e puxei o capuz do casaco, cobrindo a cabeça, e apressei o passo até o meu destino.

Alguns minutos de caminhada depois, eu estava parado de frente para uma grande mansão, repleta de seguranças e câmeras. Uma residência um tanto difícil de entrar.

– Natsu... — Uma voz sussurrou contra o vento. Eu reconheceria essa voz em qualquer lugar.

Virei para trás sorrindo instantaneamente.

– Luce... — Sussurrei de volta.

A dona da voz saiu das sombras e ficou sobre a luz do poste da rua. Minha respiração falhou por um instante.

Ela era realmente linda. Cabelos longos e loiros, olhos grandes e castanhos, repletos de inocência e alegria. Corpo esbelto e seios avantajados. Usava um largo casaco com um capuz cobrindo sua cabeça, para se esconder.

– Você veio! — Ela disse feliz e sorriu abertamente, fazendo meu coração acelerar. Caminhei até ela e a abracei fortemente, sendo correspondido.

– É claro que vim. Nunca perderia uma oportunidade de te ver... — Murmurei enquanto descansava minha cabeça no seu pescoço. Afastei um pouco o rosto apenas para enxergá-la melhor.

Seus olhos brilhavam e ela ainda mantinha o sorriso. Coloquei minha mão sobre o seu rosto, acariciando com o polegar de leve.

Devagar, fui aproximando nossas faces até nossos lábios se encontrarem em um beijo necessitado.

Ah, como eu sentia falta disso. Dos seus beijos, do toque de suas delicadas mãos nos meus cabelos. Sentia falta dela.

Encerrei o beijo com um selinho e encostei nossas testas.

– Senti saudades Luce...

– Eu também... — Ela disse com a voz trêmula. Ela queria chorar.

– Ei, ei... Não chore minha luz.... — Falei limpando uma lágrima teimosa. — Eu estou com você, não vou a lugar nenhum, certo?

– Por pouco tempo... — Ela disse triste.

Não pude deixar de ficar triste também. Infelizmente, essa era a única maneira que eu podia ver Lucy, e era apenas por alguns minutos.

– Eu sei que é pouco tempo, mas é melhor termos algum, do que ter nenhum. — Falei sorrindo de leve e beijei o topo de sua cabeça.

Ela afirmou com a cabeça e voltou a sorrir como antes. Suspirei aliviado. Eu detestava ver Lucy triste.

– E então, vamos lá? — Falei pegando sua mão e a levando para uma pequena praça que havia próximo de sua casa.

Sentamos em um banco e eu passei um braço ao redor de seus ombros, puxando-a para perto de mim.

– Você é sempre tão quentinho Natsu... — Ela murmurou e encostou sua cabeça no meu peito.

Eu apenas ri e lhe dei um selinho.

– Como estão suas aulas? — Perguntei puxando assunto.

– Horríveis... — Ela suspirou. — Depois que meu pai me tirou da Fairy Tail, não fui matriculada em nenhuma escola. Eu estou tendo aulas particulares. Eu sinto falta da escola todos os dias. Dos professores, do pessoal, de você...

– A Fairy Tail não é mais a mesma sem você. Depois que você foi embora, aquilo ficou muito sem graça.

– Bom, pelo menos tenho a Erza para me manter informada. E as meninas me visitam de vez em quando. Mas eu nunca mais vi os meninos.

– Eles perguntam por você todos os dias. Inclusive o playboyzinho do Loke. — Falei com irritação na voz. — Eu não suporto aquele cara.

Lucy riu com gosto e olhou para mim, me beijando em seguida.

– Não precisa ter ciúmes, bobo, eu amo só você... — Ela falou e meu interior se aqueceu.

– Também te amo Luce...

Nós passamos os nossos minutos conversando sobre tudo. Minha vida, a vida dela, sobre nós dois.

De repente o celular de Lucy tocou e ela o atendeu.

– Alô?

Maninha, eu sei que você queria mais tempo, mas não vou conseguir segurar mais a barra por aqui. Jude já está desconfiando então vamos, estou te esperando.– Uma voz apressada falou pelo telefone.

– Tudo bem Erza. Tchau. — Lucy falou triste e desligou o celular, olhando para mim em seguida. — Eu preciso ir.

– Eu sei. — Falei desviando o olhar. Eu apenas odiava vê-la indo embora.

– Nos vemos amanhã Natsu... — Ela disse e nos levantamos do banco. A puxei para um último beijo.

– Não se esqueça Luce, eu te amo, ok? — Falei entre seus lábios.

– Também te amo Natsu... — Lucy disse chorando e saiu correndo até a mansão, perdendo-se nas sombras na noite.

Olhei por alguns segundos para onde ela havia corrido e suspirei cansado, virando para o lado oposto, indo para casa.

"Eu caminho no meio da multidão

Eu me sinto à vontade

Pois partilhamos noites, ruas e sonhos

Como se fôssemos iguais"

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Quando cheguei no meu apartamento já era muito tarde. Mais precisamente cinco da manhã. Graças que amanhã era sábado.

Caminhei até chegar ao banheiro. Devagar, me despi e fui direto pra um banho quente. Encostei a testa no gélido azulejo e suspirei cansado.

Como eu amo aquela garota.

No começo desse ano, jamais havia passado pela minha cabeça que eu poderia me apaixonar. Aliás essa possibilidade era praticamente nula. Até eu conhecer Lucy Heartfilia.

Novata, ela entrou para minha turma do terceiro ano. Assim que ela pôs os pés na sala, eu não consegui desviar meu olhar dela.

"Linda", eu pensei de imediato. Eu precisava falar com ela.

E desde que eu a vi, desde que eu ouvi sua melodiosa voz, eu sabia que eu estava completamente perdido.

Não demorou para nos tornarmos amigos. Melhores amigos, devo dizer. Ela fez amizades com todos, foi divertido. Também não demorou muito para eu notar que estava completamente apaixonado por ela.

No meio do ano deixei o orgulho de lado e me confessei para ela. Tamanha foi minha alegria ao saber que ela correspondia meus sentimentos. Logo a pedi em namoro e tudo estava a mil maravilhas.

Até o seu pai descobrir tudo.

Lucy Heartfilia é a herdeira da grande Empresa de Advocacia Heartfilia, comandada atualmente pelo seu pai, Jude Heartfilia, um homem frio, sem coração e egoísta. É a pessoa que mais odeio na face da Terra.

Graças ao trabalho, ele quase nunca está em casa, deixando suas filhas, Lucy e Erza, sozinhas. A mãe de Lucy, Layla, havia falecido já há algum tempo.

Quando Jude soube do nosso namoro, fez o maior escândalo. Disse que sua filha jamais deveria se relacionar com alguém de baixa classe como eu e a proibira de me ver, caso contrário, ele a tiraria da Fairy Tail School.

Porém, minha loira é teimosa demais e disse "não" para seu o pai. O resultado está aí.

Lucy fora da escola, longe de mim e dos amigos. O único modo de nos vermos é assim. De madrugada e escondidos. Menos mal que tínhamos Erza para nos ajudar. Ela era a meia irmã de Lucy. Antes de conhecer Layla, Jude namorava a mãe de Erza. Porém, eles terminaram antes da garota nascer. Infelizmente, a senhorita Scarlet veio a falecer e a guarda de Erza foi automaticamente para Jude, que se viu obrigado a criar a garota.

Como Lucy me contou, ela amava a ideia de ter uma irmã e ela e Erza ficaram amigas muito rápido. Como irmãs devem ser.

Suspirei mais uma vez e encerrei meu banho, desligando a água em seguida.

Devidamente vestido fui até a cozinha e peguei uma maçã no cesto. Meus encontros com Lucy sempre me deixavam assim. Cansado e sem fome. Não que eu me canse de ver ela, muito pelo contrário. Mas eu queria ter mais tempo com Lucy.

Meus pensamentos foram interrompidos pelo toque do meu celular. Sem vontade, peguei o aparelho e o atendi sem olhar para tela.

– Alô... — Falei sem emoção.

Pelo visto você viu a Lucy.– Era Sting, meu melhor amigo.

– Ah, e aí cara. Sim, eu vi ela. — Falei enquanto caminhava pela cozinha.

E como ela está?

– Não tão bem como eu esperava. Ela está tendo aulas particulares e Jude está vigiando cada passo dela. Talvez nossos encontros terão que ser diminuídos.

Aquele desgraçado... Lucy não merece viver assim! Queria que ela pudesse sair daquele lugar... – Sting disse estressado. Ele era bem próximo da Lucy e, para o meu alívio, a considerava sua irmã.

– Eu também. — Falei seriamente. — Mas esse é um pensamento muito surreal.

–----x-----

O sábado amanheceu frio, como esperado. Porém, o dia estava claro e o sol brilhava fracamente. Um belo dia para um encontro com a minha namorada. Se ela não passasse os dias trancafiada naquela porcaria de mansão.

Revirei os olhos e coloquei o rosto sobre o meu travesseiro. Pensar nessa situação sempre me frustrava. Tudo que eu queria era permanecer na minha cama.

Droga, estou parecendo um fracassado.

Meus lamentos são interrompidos por frenéticas batidas na minha porta. Quem seria a pessoa sem amor à vida que me perturbava às oito da manhã de um sábado?!

As batidas continuavam e eu levantei da cama irritado, indo até a porta, a abrindo bruscamente.

– O QUE FO... — Comecei a xingar quem quer que estivesse do outro lado, porém eu fui interrompido, com um doce beijo.

Eu sabia muito bem de quem era esses lábios macios.

– Luce?! — Exclamei quando paramos de nos beijar.

– Bom dia Natsu! — Ela disse animada e sorriu. O sorriso mais lindo do mundo.

"Pois me faz tocar o céu ver você sorrir

Vem lua, vem, vem dançar pra mim

Ninguém em seu lugar

Então deixe a noite seguir

Bom poder brindar que você está aqui".

– O que está fazendo aqui? — Perguntei, feliz por tê-la perto de mim.

– Meu pai viajou a negócios. Vai ficar três meses fora! — Disse sem tirar o sorriso do rosto.

Não pude deixar de ficar feliz com a notícia. Afinal eu teria mais tempo com a minha Lucy. Porém...

– Mas isso não é meio arriscado? Eu não quero que algo dê errado. Eu posso nunca mais te ver... — Falei colocando uma mecha do seu cabelo para trás de sua orelha.

– Eu pensei nisso também. Erza e Virgo estão cuidando de tudo. Irão me alertar se alguma coisa acontecer. — Ela disse colocando a mão no meu rosto e me inclinei apreciando o toque. — Eu só quero poder passar mais tempo com você...

– Eu também, amor... — Sussurrei e a puxei para mim, a abraçando.

Nem nos meus maiores sonhos poderia imaginar ter Lucy comigo agora. Quero aproveitar todo o segundo ao lado dela.

– Bom, vamos aproveitar hoje então. — Falei sorrindo e a puxei para o interior da minha pequena casa, até a sala. Lucy sentou-se no sofá, completamente à vontade.

Ela vinha muito aqui antes do estopim de Jude, então, eu fiquei feliz que ela ainda se sentia em casa.

Sentei ao seu lado e a puxei para mim, colocando-a no meu colo.

– Estou tão feliz por você estar aqui Luce... — Sussurrei no seu ouvido enquanto a embalava lentamente, abraçando sua cintura.

– E eu mais ainda... — Ela falou colocando as pequenas mãos sobre as minhas. Sorri contra o seu pescoço.

– O que quer fazer hoje? — Perguntei de repente.

– Desde que eu esteja com você, podemos fazer qualquer coisa. — Ela falou virando-se de frente para mim, colocando as mãos nos meus ombros. Eu continuei com meus braços na sua cintura.

Sorri abertamente para ela. Pode parecer coisa de garotinho bobo apaixonado, mas eu realmente amo a Lucy demais.

Inclinei minha cabeça e lhe dei um beijo demorado, a abraçando em seguida fortemente.

– Que tal, para começar, um bom filme? Com aquela pipoca amanteigada que só você sabe fazer. — Perguntei baixinho.

– Perfeito... — Ela respondeu no mesmo tom. Sorri para ela e nós nos levantamos do sofá, indo até a cozinha.

– E se você quiser, mais tarde podemos chamar o pessoal... — Falei enquanto pegava os ingredientes necessários para a pipoca.

– Podemos?! Sério?! — Ela exclamou feliz.

– É claro, eles vão adorar te ver. — Falei olhando para ela.

Ela veio até mim e me deu um selinho, me abraçando em seguida, feliz.

– Obrigada, meu doce dragão.

Eu adorava quando ela me chamava assim. Esse apelido tinha história. Um história engraçada, mas para outro momento.

A manhã fora muito boa e divertida. Depois de terminar de fazer a pipoca, nós começamos a assistir o filme, interrompendo às vezes para roubar uns beijos dela, ou para iniciar um pequena guerra de pipoca.

Estava tudo ótimo. Eu tinha Lucy ao meu lado, e isso já tornava o meu dia mais do que especial. A garota que ocupava minha mente dia e noite.

"Dona do meu pensamento, você, nossa história

Dona do meu pensamento, você, nossa história".

Depois do filme terminar, vi que Lucy adormecera nos meus braços. Afastei o cabelo do seu rosto e beijei o topo de sua cabeça.

Peguei meu celular que estava na cabeceira ao lado do sofá e disquei o número de Sting.

– Fala esquentado. – Ele disse ao atender. Havia um barulho de pessoas gritando e xingando. Vozes bem familiares.

– Estão jogando? — Falei um tanto alto, mas diminuí o tom, não querendo acordar Lucy.

– É, mas não fique chateado querida, você mesmo disse que os sábados pertencem a você mesmo!– Sting explicou-se, fazendo uma péssima imitação da minha voz. Ouvi os meninos concordarem.

– Certo, certo. Mas eu estou tendo uma companhia maravilhosa nesse sábado. — Falei sorrindo e olhei para o rosto sereno de Lucy.

Houve silêncio do outro lado da linha. Até o barulho do videogame havia cessado.

– A LUCY ESTÁ AÍ?! – Eles exclamaram juntos.

Eu ri interiormente. Eu já sabia que eles adivinhariam quem era a minha companhia.

– Está. Ela quer ver vocês e as meninas

– POR QUE SÓ DISSE ISSO AGORA, SEU VEADO?! MAS ESTAMOS INDO PARA AÍ AGORA! – Sting gritou. — VOU CHAMAR AS MENINAS!– E desligou.

Olhei para a tela do celular e ri. São um bando de malucos mesmo.

– Natsu...? — A voz arrastada de Lucy chamou-me.

– Hey dorminhoca... — Falei e ela sorriu sonolenta. — Acabei de falar com o Sting. Ele e o pessoal estão vindo para cá.

– Sério?! — Ela levantou-se rapidamente quase caindo do sofá, mas eu a segurei.

– Cuidado Luce! — Falei repreendendo-a, mas depois ri da sua quase queda.

– Não ria! — Ela disse corada, fazendo um biquinho muito fofo.

– Você fica muito fofa com esse seu biquinho, estressadinha. — Falei brincando e lhe dei um selinho.

– Ah, não tem como ficar irritada com você! — Ela disse rindo.

– É o meu charme. — Falei, gabando-me um pouco e Lucy deu uma gostosa risada.

Sem aviso prévio, a peguei pela a cintura, deitando-a no chão, ficando acima dela.

– Você é lindo, sabia disso? — Ela falou acariciando meus cabelos. Fechei os olhos apreciando o toque.

– Acho que estamos invertendo os papéis... — Falei rindo e ela acompanhou-me.

Aproximei-me devagar até ficarmos face a face, e a beijei profundamente. Acho que nunca a beijei tanto quanto hoje.

Porém aquele beijo foi diferente dos outros, que sempre eram calmos e carinhosos. Esse tinha um misto de desejo e não fora nem um pouco delicado.

Passei as mãos pelas coxas de Lucy, fazendo-a soltar um suspiro alto. Fechei os olhos tentando inutilmente controlar-me.

– Natsu... — Ela disse sussurrante e passou as pernas ao redor da minha cintura. Oh, Deus, dê-me forças...

– Está muito provocante hoje, moça... — Falei no seu ouvido, enquanto inspirava no seu pescoço o doce perfume que ela possuía.

– Eu quero você, Natsu... — Ela disse, quase suplicante.

Parei o que eu estava fazendo e a olhei atentamente, observando aqueles olhos castanhos brilhantes.

– O que disse?

– Eu quero você Natsu. Eu preciso de você... — Ela disse sorrindo, apoiando as mãos na minha nuca.

Bom, o controle que se exploda.

A beijei fervorosamente, enquanto ela retribuía com a mesma intensidade. Essa garota ainda iria me enlouquecer.

– Tem certeza disso Luce? — Perguntei com a voz falha, enquanto a erguia do chão, e a abracei, acomodando-a no meu colo.

– Claro que sim... — Ela respondeu.

A encarei sorrindo e passei o dorso da minha mão nas suas bochechas coradas.

– Eu te amo... — Falei depositando um selinho na sua testa.

– Também te amo Natsu...

Quando aproximei nossos rostos para outro beijo, a porta da minha abriu-se com violência revelando um grupo de pessoas que nós dois conhecíamos muito bem.

– Mas o que é isso?! Estão se pegando no meio da sala, esquentadinho?! — Sting gritou, dando uma longa gargalhada.

– Lu-chan! — Uma garota baixinha de cabelos azulados gritou e jogou-se sobre Lucy, tirando a loirinha dos meus braços. Era Levy.

– Hey! — Exclamei fingindo indignação.

– Aprenda a dividir, deixe de ser possessivo! — Levy ralhou brincalhona, sem parar de abraçar Lucy. — Lu-chan! Eu senti tanto a sua falta!

– Também senti a sua falta Levy-chan! — Minha loira exclamou feliz, abraçado Levy de volta.

– Muito bem Levy, largue ela nesse instante. Cadê o abraço do irmão aqui Blondie? — Sting disse puxando Levy para longe.

– Sting! — Lucy disse correndo para abraçar o loiro.

Todos estavam ali, apenas para ver Lucy. Até mesmo Erza viera, o que me preocupou um pouco, mas ela garantiu-me que Virgo, a governanta da mansão Heartfilia, estava vigiando tudo.

É claro que eu estava feliz de ver Lucy sorrindo junto do pessoal novamente. Mas eles precisavam aparecer justo naquele momento?!

Bem, nós teremos tempo, não vou apressar as coisas. Não se preocupe Lucy, posso esperar todo o tempo do mundo, pois eu sempre vou te amar.

"Eu sempre vou te amar

Eu sei que eu sempre vou te amar".

Notas finais
☾ Espero que tenham gostado pessoal :3 ☾ Até a próxima ^^/