As Aventuras Em Óliam - A Montanha Iluminada
2 Dias De Aula
Notas iniciais
Capitulo Atualizado:
Corrigi erros ortográficos, modifiquei algumas falas, e fiz alterações suaves nos personagens. O capitulo que era um só, dividi por dois, então o que falta nesse vai virar um novo capitulo para melhorar a leitura.
Boa leitura.
Quando Heitor foi dar sua primeira aula na universidade, meio que se sentia com medo, e uma leve insegurança, uma insegurança de talvez agradar aos alunos, se iria ser um daqueles professores legais que conseguiria aplicar toda a aula com eficiência e ainda sobraria um tempo para conversar e falar de diversos assuntos ou se os alunos iria ver ele como um professor chato e ranzinza. Bem isso só o tempo iria dizer.
Dirigiou-se a sala 12, seria sua primeira turma daquele dia. Ao entrar na sala deparou-se com essa visão: Cinco fileiras de carteiras que nelas contia 7 carteiras por aluno. Havia janelas grandes por toda a parede do lado esquerdo da sala onde estrava boa luz do sol, e lá ao fundo, no lado esquerdo da sala ficava a mesa onde ele sentaria.Quando chegou na sala todos os alunos já estavam lá, ou pelo menos a grande maioria deles. Eles estavam conversando num tom médio e agradável, mas no momento em que Heitor apareceu na porta da sala, todos olharam para trás e começaram a se questionar se ele era o novo professor. Bem estava na cara que eles conheciam todos os professores da universidade, e logo perceberam que ele era um professor novo antes mesmo que Heitor se apresenta-se, Heitor caminhou por um espaço entre as carteiras que ficavam no meio da sala, e a cada passo que dava ele abria um leve sorriso tentando ser simpático aos alunos, os alunos retribuíram com um ''Olá'' meio forçado, quando Heitor ficou diante deles, rolou um breve e frio silencio. No meio deles uma voz surgiu quebrando o silêncio.— Quem é o senhor?Heitor respirou fundo, quis da o melhor de si e...— Olá alunos! Bom dia. hoje está um lindo dia não acham?Todos em coral responderam um tão já ensaiado “Bom Dia” em coral.— Nossa! Estou vendo que estão bem dispostos não é mesmo? Bem, meu nome é Heitor, serei o professor de vocês de astronomia, vocês podem estranhar um pouco meu inglês, eu vim do Brasil.Assim que ele falou de onde ele veio, os alunos logo começaram a sussurrar uns com os outros. “Brasil! Nossa, eu já ouvi muito falar de lá, dizem que lá é horrível, um lugar muito perigoso e sujo!” Disse uma menina que ficava sentada no meio da sala.E o professor continuou — Vejo que a senhorita conhece muito pouco de onde vim não é mesmo? O Brasil não é esse pais de horror e de pessoas pobres. Não, aliás é um lugar maravilhoso. Bem que sabe eu possa falar um pouco mais de lá em outras aulas.— Então porque não fala agora? Disse um jovem rapaz sentado ao lado da menia.— Vocês querem falar disso agora?— Sim, afinal é o primeiro dia de aula, é de costume ser um dia diferente dos demais. — Tudo bem, por onde posso começar...Tive uma ideia, cada um se apresenta dizendo seu nome e tem direito a me fazer uma pergunta. Claro uma pergunta decente e que eu possa responder sem causar problemas. Vejamos começaremos por você, como se chama e uma pergunta. — Me chamo Elizabeth e eu não sei o que te perguntar.Algum tempo depois já estavam todos apresentados e se sentindo muito bem com aquilo tudo. Heitor falou um pouco da vida dele, falou do Brasil e falou um pouco de como serão suas aulas. Mas ninguém nunca consegue agradar a todos não é mesmo? No fundo da sala havia um aluno, sério, que pouco falou, ele mantinha seus olhos fixos no professor e em suas histórias afim de colocar ele contra a parede em algum momento. Esse é mais um daqueles adolescentes que sempre estragam prazer, um verdadeiro chato, como era conhecido pela turma.E num momento onde todos estavam rindo pra valer, ele em uma voz irônica falou.— E o que o senhor sabe sobre seres de outros mundo?O professor recuperando o folego porque acabava de dar muitas risada com o resto da turma, perguntou— Como meu caro? Desculpe-me, não entendi direito.— Ora, perguntei oque o senhor sabe sobre seres de outro mundo? vida fora da terra, ou vai me dizer que o senhor também é mais um professor que procura ignorar essa ideia.Naquela época muito pouco se sabia sobre esse assunto, e muito menos se falava nisso. O professor se interessou na ousadia do aluno em querer tratar do assunto na frente de todos. Abriu um sorriso sarcástico e perguntou.— Diga-me então, o que você já sabe sobre isso, que eu lhe direi tudo oque sei.Estabeleceu-se naquele momento um silêncio na sala. O aluno pensava no que falar. Todos olhavam para ele esperando uma resposta inteligente. O jovem mexia a boca como quem queria falar alguma coisa, mas logo desistiu.— Então meu jovem? Você não conhece nada sobre o assunto? Perguntou o professor sem tirar os olhos dele.Segundos depois eles ouviram o sinal para trocar de aula, enquanto todos deixavam a sala e se despediam do professor começaram a conversar entre si sobre o que ocorreu na aula. Ele olhou para o aluno que o deixou intrigado. O menino não disse o seu nome ao professor e sumiu na multidão.E em seguida entrou uma nova turma em sua sala, uma nova turma para se conhecer mas essa não era como a turmar que ele acabou de conhecer. A primeira turma foi especial, foram seus primeiros alunos. Uma nova experiência.
Lá para perto da hora do almoço Heitor andava pelos corredores da escola para ir até a sala dos professores, enquanto isso conclui-o que nem as outras turmas seguintes foram tão fantásticas como a primeira, não que as turmas seguintes foram chatos ou antipáticos com ele. Não. Mas a primeira foi realmente especial para ele. No caminho ele avistou aquele aluno misterioso escorado numa parede do lugar menos frequentado da universidade. Ele parou e observou o rapaz e depois seguiu para segui-o seu caminho e mal sabia ele que o aluno o observava ir.Muitos alunos caminhado ao mesmo tempo pra lá e para cá, o professor aterrorizado com a cena, apenas queria chegar logo na sala dos professores. Foi quando em meio a multidão alguém o puxou pelo braço e o carregou para outro local diferente do que ele fazia. Quando ele olhou viu que se tratava do aluno que tinha o puxado, Heitor nada fez, deixou o levar. Queria saber o que ele queria com tudo aquilo. Quando ele se deu conta, estavam num corredor vazio.— Conte-me tudo oque você sabe sobre outros mundos! — Exclamou o rapaz— Opa, vamos com calma! Qual o seu nome?— Não te devo satisfações do meu nome!— Sendo assim não sou obrigado a te falar nada rapazinho.— Rapazinho? Não sou nenhuma criança, meu nome é Oliver.— Rebeldia típico de um adolescente. Sabe Oliver, você me lembra um pouco a mim. Destemido sabe, me puxar e trazer até aqui. O que você quer?— Você sabe. Não respondeu minha pergunta na aula.— Mas você não respondeu a minha também. Respondeu Heitor.— Oras do que está falando? Você é um professor, é pra isso que os professores servem. Responder perguntas!— Veja bem, você está na universidade certo? A essa altura já deveria saber o que um professor faz. Não é só respondendo perguntas que se aprende. E sim questionando-as. Sem o questionamento, não se há uma resposta.— Mas não foi justamente isso o que eu te fiz? — Se você fosse realmente esperto perceberia que não é bem assim. Mas enfim, o que você quer saber exatamente? — Me desculpe senhor, percebo que fui mesmo um tolo. Vamos começar de novo certo? Estou cheio de dúvidas e acho que você é um rapaz jovem como eu e que possa me compreender.— Te entendo, Bem, acho que esse não é o momento de falarmos sobre isso. Irei responder a todas as suas perguntas com maior prazer, mas agora não dá mesmo. Quando as aulas acabarem hoje, me procure.— Melhor, venha no pátio principal estarei esperando, certo? -Respondeu Oliver— Ok. Foi um prazer. Até logo— Até logo
Notas finais
O próximo capitulo está pronto para ser lido. Boa leitura.
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