Arte Da Sedução

14 You Haven't Seen The Last Of Me


Notas iniciais
Oi gente! Muito obrigada pelos reviews! Agora sei que voces se importam comigo. Aquele capitulo estranho que apareceu com uma só palavra eu exclui porque postei na fic errada.

Boa leitura!

Autora aqui! Leiam por favor!

Fiquei muito feliz com os reviews, e quero agradecer! Agora estou motivada a continuar, pois sei que voces gostam de mim!

Vou propor um trato. Eu ainda não tenho ideia de com quantos capitulos a fic vai ter ao acabar, mas, vamos cooperar comigo:

Será que conseguimos termina-la com pelo menos 12 recomendaçoes e 400 reviews? Por favor gente! Uma observação, a fic vai demorar ainda para acabar, então voces vão ter tempo de comentarem e recomendarem. Se todos aqueles leitores que comentaram no capitulo passado comentarem em todos, chegamos rapidinho à minha meta!

Esse capitulo eu escrevi com muito carinho e fui muito chata em relação à escrita dele. Espero que gostem!

Nos vemos lá embaixo e me digam o que acham do trato proposto!

X-

A voz rouca e estritamente sexy de Percy ao proferir tais palavras causaram arrepios no corpo de Annabeth.

Thalia abriu um sorriso malicioso para Annabeth e assentiu levemente com a cabeça, saindo do assento, deixando-o vago para Percy.

Thalia sorriu descaradamente ao ver Percy sentar-se ao lado da amiga. Sabia que aqueles dois estavam escondendo uma paixão reprimida desde quando se conheceram. Caminhou mais um pouco entre o pequeno corredor dos assentos e sentou ao lado do namorado, que também sorria.

– Será que finalmente se acertam? – perguntou Nico puxando Thalia para um abraço.

– Espero que sim, esses olhares brilhantes quando se tocam já estão ficando enjoativos. – ele riu com a resposta dela. Depositou um beijo em sua testa e se separaram quando a comissária de bordo perguntou qual bebida gostariam de beber.

Percy percebeu Annabeth ficar tensa quando ele se sentou ao seu lado. Abriu a boca, mas não foi ele quem falou:

– Suco de laranja, de maça, abacaxi, água ou refrigerante?

– Suco de maça, por favor. – disse Annabeth rapidamente. A comissária encheu o copo com o liquido e entregou à ela.

– Laranja. – falou Percy secamente. A mulher lhe entregou o copo e continuou seu caminho.

Percy analisava cada movimento de Annabeth. O modo como engolia a bebida e depositava o copo na bancada da cadeira à sua frente, eram perfeitos. Lembrou-se de sua conversa com Nico, minutos atrás.

Quando se sentou ao lado de Nico após Thalia praticamente expulsá-lo de seu lugar, Nico já começou a perguntar sobre o que ocorrerá na noite em que dormiu no mesmo cômodo e sofá que Annabeth.

Percy contou ao amigo todo o seu amasso com a loira. E também de quando quase dormiu de tanto sono. Nico riu e Percy se sentiu envergonhado de ter feito isso. Ficara feliz também por não ter passado dos beijos. Annabeth merecia uma primeira vez perfeita, assim como ela.

– Cara. Faz o seguinte, diga que vai esquecer o que fez na noite anterior e pega ela de surpresa à noite. – Percy nem Annabeth sabiam, mas Nico e Thalia haviam combinado as respostas.

– Vamos esquecer o que aconteceu, ok? – ele disse. Ela fica estática, mas logo se recupera.

– Sim, é melhor esquecer. – respirando fundo, ela se vira para a janela, encarando o nada.

Concordará em fazer o que Thalia dissera. Mas e agora? Deveria fazê-lo? Percy deixará claro que só aconteceu por ele estar bêbado. Na verdade, tinha consciência de que só trocara beijos com ele quando ele tinha algum resquício de álcool nas veias.

Tentava controlar as lagrimas que queriam descer. Mas uma conseguiu escapar de sua pálpebra, escorrendo pela bochecha. Limpo-a rapidamente, torcendo para que Percy não tivesse visto.

Mas ele viu. Seu coração se apertou ao vê-la chorar. Como podia magoar um ser tão perfeito como ela? Lutava contra seu coração. Aquele órgão estúpido clamava pelo beijo da loira, mas Percy decidiu seguir sua consciência e o conselho de Nico. Iria fazer uma surpresa para Annabeth.

Já tinha planejado tudo com Nico. Chegariam à casa um pouco tarde. Thalia e Nico passariam na casa de Percy para pegarem sua moto na garagem. Quando os dois fossem embora, insistiria para que Annabeth fosse tomar banho primeiro. Enquanto ela enrolava no banheiro, Percy iria acender velas e fazer fondue de chocolate, para mergulhar bananas e morangos. Nico disse que Annabeth adorava, pelo menos, era o que ela dissera para Thalia.

Atenção passageiros, estamos iniciando os procedimentos de pouso. Por favor, verifiquem se a mesa a sua frente se encontra travada. Apertem os cintos e coloquem a poltrona na posição vertical. Obrigada.

Annabeth se remexeu em sua poltrona, apertando o botão que fazia com que o encosto do assento voltasse na posição original. Percy também se arrumou, apertando o cinto em seguida.

O avião desceu. Percy sentiu um repuxo em seu abdome, aquele famoso frio na barriga. Certo tempo depois, com um pequeno tranco, o avião tocou o asfalto da pista de pouso. A aeronave corria rápido pela pista, e, quase no seu fim, o avião freou. Percy e Annabeth se permitiram suspirar aliviados. Tinham confiança em aviões. Mais sempre existia certo receio na hora do pouso e decolagem.

Senhoras e senhores, bem-vindos ao Aeroporto Internacional de Manhattan. A temperatura varia entre 23° à 25°C. Tenham um bom dia, e agradecemos por escolherem nossa companhia aérea.

O avião se estabilizou o foi permitido que os passageiros se levantassem para o desembarque. Esperaram alguns minutos em pé no pequeno corredor da aeronave. As portas foram abertas e a fila de passageiros fluiu para o aeroporto.

Os quatro amigos caminhavam lentamente pelos corredores, sendo ultrapassados por outros passageiros e vez ou outra por empresários vestindo ternos e carregando maletas pretas nas mãos.

Esperaram por longos e entediantes minutos pelas malas nas esteiras, e, assim que as bagagens foram pegas, saíram andando à procura de um taxi.

Já fora da enorme construção, Nico assoviou alto quando um taxi se aproximou. Colocaram a bagagem no porta-malas e Percy disse seu endereço. Annabeth, Thalia e Nico se espremeram no banco traseiro, enquanto Percy sorria folgado no do passageiro. A viagem seria muito mais confortável se Thalia não tivesse decidido se encostar em Nico, esticando as pernas sobre o colo de Annabeth.

Annabeth permitiu que seus pensamentos vagassem durante a viagem. Não sabia se chorava ou sentia ódio de Percy por pedir por esquecimento. Seria impossível, aquela altura do campeonato, esquecer os beijos trocados em New Haven. Simplesmente não podia. Seu coração teimava a lembra-la do moreno todas as vezes que sua mente pensava em outra coisa. Annabeth sabia disso mais do que ninguém. O coração era um órgão burro que nunca seguia as regras impostas pelo cérebro, a inteligência da relação. Sempre prometera a si mesma que nunca mais se entregaria de corpo e alma num relacionamento sem ter certeza que o que existia ali era amor verdadeiro. Nunca mais sofreria como sofreu nas mãos de Ethan.

Ethan Nakamura. A maior decepção de sua vida. Nunca sofreria daquele jeito novamente. Mas parece que aquilo tinha acontecido novamente. Percy a magoara muito com aquela pequena conversa no avião. Pelo menos, daquela vez, o corte de relacionamento tinha sido rápido. A ferida seria pequena e logo se curaria. Pelo menos, era o que ela achava.

O veiculo amarelo e preto estacionou em frente à tão conhecida casa que Annabeth agora vivia. Percy e Nico dividiram o valor do transporte, enquanto Thalia e Annabeth pegavam as malas.

Esperaram, parados na calçada, o taxi desaparecer de vista. Assim que não era mais possível vê-lo, se viraram para casa. Annabeth respirou fundo. Estava de volta. Tinha certeza que por alguns dias a situação seria estranha entre ela e Percy.

Caminharam lentamente até a escada que levava a varanda. Subiram, pé ante pé, os degraus e Percy abriu a porta. Deixou a mala no corredor e saiu a procura do controle do portão elétrico da garagem. Nico o seguiu para ajuda-lo na busca. Devia estar com saudades da moto.

Annabeth fechava a porta com Thalia ao seu lado. Caminharam sem trocar palavras pelo corredor, e, quando chegaram à sala, Annabeth ficou paralisada.

Nico, estava parado estático olhando a cena. Thalia se encontrava da mesma maneira ao lado de Annabeth.

A loira não queria acreditar. Não podia acreditar. Suas pequenas chances agora haviam ido por água abaixo. Nem mesmo o conselho que Thalia lhe dera daria certo ali. Fechou os olhos com força. Não queria enxergar a cena e tão pouco deixar que as lágrimas rolassem pelo seu rosto.

Mas aquela visão era muito forte. Abriu os olhos e ele ainda estava ali. Percy ainda estava abraçado àquela mulher desconhecida. Desconhecida não. Annabeth sabia quem era, já vira uma foto da mulher, mas não queria acreditar. A única coisa que a trouxe de volta à realidade foi o nome que Thalia sussurrou, demonstrando seu espanto com a cena, confirmando as suspeitas de Annabeth:

– Calipso?

Notas finais
O que acharam? Não me matem! Foi estritamente necessário para o desenrolar da fic!

Bom, eu não deixar voces, fui convencida! Mas espero que me entendam e aceitem o meu trato.

Até logo!