Aquilo que há em meu coração

1 Capítulo 1 - O início da tempestade


Notas iniciais
Boa noite pessoas, bom essa é a minha primeira fic.Espero que gostem da história, comecei a ler muitas histórias recentemente e essa ideia adentrou em mim.Bem neste primeiro capítulo acontecerá um desenvolvimento para o restante da história.Portanto aguardem não haverá lemon nem beijo, mas o restante virá para a frente.p.s: eu coloquei drogas no aviso porque considero o cigarro uma droga, mesmo que lícita para maiores de 18. Boa leitura

Quem poderia acreditar que eu... eu... o cara mais mulherengo de todos, aquele que mais corre atrás de uma barra de saia como se fosse um tesouro, estaria aqui, assim numa situação dessas. Caído no chão com outro homem em cima de mim, e o pior de tudo embaixo de um monte de terra. E adivinhem quem está acima de mim? Ele... o maldito do Zoro.

– MARIMO MALDITO! SAIA LOGO DAQUI!! — esbravejei, enquanto o amaldiçoava por ter nascido em tantos palavrões que sequer imagino onde os possa ter aprendido.

– Cook... eu não sei se você é retardado demais, ou se a queda fez mal para a sua cabeça, mas eu não tenho para onde me mover. RETARDADO! É tudo culpa sua! Você que decidiu que se ficássemos próximos a competição de quem consegue mais comida seria mais justa. — Zoro demonstrava uma cara de ódio tão profundo que até mesmo Sanji se sentiu intimidado, mas ele jamais deixaria que o maldito percebesse o fato.

E os dois permaneceram naquele buraco, soterrados pela terra sem dizer mais nada.

# flashback

Naquela ilha estranha, lugar no qual não importava que horas eram havia uma neblina sinistra, a iluminação era tão escura que era difícil enxergar a mais de dois metros. Chegou o bando dos Mugiwaras e coletivamente decidiram que seria melhor estocar alimentos.


Usop, Chopper, Nami e Brook juntaram-se reclamando. Seguravam todos os tipos de objetos para exorcismo que vocês possam imaginam. Choramingavam proclamando que todos seriam amaldiçoados e que aquele lugar era terrível.

Com todo aquele alarme decidiram se separar em grupos. Usop, Chopper e Nami cuidariam do navio. Luffy, Robin e Franky procurariam por uma cidade, ou algum local onde fosse possível comprar alimentos e outros utensílios necessários. Zoro e Sanji ficaram encarregados de explorar a mata ao outro lado e conseguir frutos e carne.


Como era esperado por todos eles saíram irritados, rebatiam em palavras que pareciam mais chicotadas. Decidiram por fim apostar quem conseguiria mais alimento, e antes mesmo do bando gritar para que eles não se separassem, já tinham desaparecido.

# fim do flashback

Como seria possível? porque justamente no momento em que corriam aquela terra veio por cima deles? Inconformado com o seu destino, de talvez morrer sem poder ver Nami e Robin uma outra vez, o cozinheiro gritava.

– Marimo de merda! Eu estou falando pra você sair de cima de mim de uma vez! Eu quero sair daqui e ver a minha NAMI-SWANNNN e ROBIN-CHWAAAAN!

Zoro estava tão cansado de ouvir os gritos de Sanji que pirou, agora não era mais apenas a face de raiva, todo o seu corpo exalava uma aura de besta com tom roxo, e por um momento o cozinheiro podia jurar que o olho dele estava vermelho.

– EU JÁ FALEI PRA VOCÊ QUE EU NÃO TENHO COMO SAIR DAQUI PORRA! — ao mesmo tempo que gritava, talvez pelo ódio, talvez por ter esquecido que estavam abaixo de um monte de terra ele se levantou com tamanha força que foi capaz de fazer um buraco.

– HAHA! Marimo ao menos pra isso você presta — tentou esconder o medo.

– Kuso cook, saia aqui e vamos resolver de uma vez por todas esse problema!

Zoro saiu do buraco, e logo Sanji também saiu. Os dois estavam sujos, e um pouco despenteados.

Quando o espadachim olhou para trás, viu o loiro tirando o terno e analisando se seria possível recuperá-lo, seu cabelo caía pela face misturado a terra e folhas secas, sua camisa estava um pouco aberta revelando um peitoral pálido. Zoro se viu pensando como seria possível que aquele cozinheiro fosse tão branco, e foi naquele momento que ele se viu pensando em como o cozinheiro era bonito. Estes pensamentos o assustaram e a fim de esconder aquele instante de contemplação gritou:

– Eu disse que iríamos resolver isso! Quando é que você vai vir aqui lutar? Ou está com medo e vai ficar arrumando essas roupas feito mulherzinha. — sua voz parecia um pouco fora do normal, de alguma forma parecia que era difícil xingá-lo, na verdade ele queria dizer coisas bem diferentes.

– Seu espadachim maldito, é hoje que acabo com você, como pode me chamar de mulherzinha? — agora quem emitia uma aura assassina era Sanji, não podia aceitar ser chamado assim, não depois de ter conseguido fugir daquela ilha de travestis sem contaminar-se.

E lutaram. Chutes, socos, sons de espadas cortavam o ar, eles não saberiam dizer quanto tempo havia passado, nem em que lugar estavam agora. O único pensamento que eles tinham em mente era continuar lutando.

E de longe podiam-se ouvir os sons da batalha como se fosse uma tempestade arrasadora.

Notas finais
Bom é isso, espero que gostem da história. Postarei um novo capítulo amanhã mesmo.E aí as coisas vão começar a aquecer.