Notas iniciais
Mals o nome do capítulo, estou sem inspiração.
Bem, deixem reviews

Acordei com os raios de sol invadindo meu quarto. Passei a mão em meus cabelos, estavam todos bagunçados. Deu uma preguiça, ouvi o despertador tocar novamente, bati com toda a força nele, ele desligou, porém minha mão começou a doer muito, ficou toda vermelha. Vi que não havia mais jeito, teria de levantar.

Eram cinco e meia da manhã, minha aula começava as sete e quinze, mas era muito longe daqui o colégio.

Levantei, caminhei até o banheiro, fiz minha higiene matinal e voltei para meu quarto.

Passei a mão em meu cabelo, de modo que fizesse um rabo de cavalo, prendi-o com um rabicó, de modo com que só a franja ficasse de fora.

Coloquei uma calça jeans com alguns rasgados, uma blusa beje, bem claro, com os ombro caídos [foto da capa da fanfic], um salto preto, meia pata, bem alto. Passei um lápis bem forte nos meus olhos, realçando a cor deles. Um batom não muito escuro, vermelho.

- Ino, café está sendo servido – gritou meu pai, lá de baixo.

- Já estou indo. – disse eu.

Olhei-me mais uma vez no espelho. Minha mão doeu, massageei-a.

Desci até o primeiro andar.

- Pai, o senhor irá viajar sexta? – perguntei, sentando à mesa.

- Sim, por quê? – perguntou ele.

- Nada não. – é óbvio que eu não vou contar pra ele que eu vou levar um bando de adolescentes pra minha casa.

- Hunm. – disse ele com um tom de desconfiança. – Vou deixar a Maria [ governanta da casa ] aqui, então é melhor que você não apronte nada, me ouviu? – disse ele, bem bravo. Como é que ele sabe? Mas eu dou meu jeito [ riso do mal, MHUAMHUA]

- Tudo bem então. – disse eu, colocando um ponto final na conversa.

____

Chegando na escola, fui direito para a sala de Redação, já estava praticamente na hora.

Sentei em uma bancada [em algumas salas não eram mesas e sim bancadas, aquelas de mármore [[deve ser u_u]] bem extensas, só algumas salas] não muito no fundo.

Coloquei minha jaqueta com toca, coloquei um fone de ouvido, para que com o outro ouvido possa ouvir quando o professor chamasse.

A aula começou, eu estava praticamente dormindo lá [novidade] quando ouço o professor chamar meu nome.

- Senhorita Yamanaka, pode ler sua redação para nós? – háa, que sarcástico né! Ele sabe que eu não fiz, e se eu falar que não fiz, vou pra diretoria denovo. Deus me ajuda rápido, por favor!

Nossa, pausa dramática aqui.

- Ela não fez a redação por minha causa. – UAU, o Gaara me surpreendeu agora. Tá todo mundo olhando pra ele, inclusive eu, tentando entender o “ato heroico”.

- Porque vocês estavam muito ocupados se agarrando pra fazer a redação senhor Sabaku? – perguntou o professor, com ironia.

Omg. É obvio que ele não vai contar da lama.

- É que antes de ontem a minha irmã foi parar no hospital por intoxicação alimentar e eu tive de ficar lá com ela. Aí eu pedi ajuda a Ino para que cuidasse do meu cachorro, Freddy, ele é um labrador e faz muita bagunça. Ai ela ficou lá enquanto eu fiquei no hospital com a Temari. – disse, com a maior voz de sínico.

Haha, Gaara, to te devendo essa.

— Aé, mas e o que ela ficou fazendo ontem e hoje? – [troll face né professor, valeu.] – disse ele, nossa, a voz ele estava muito irônica.

- Temos jogo no sábado, pode confirmar com o treinador, é o começo do campeonato, e pelo o que eu soube as lideres de torcida tiveram que mudar totalmente a coreografia e o figurino – Nossa Gaara, você deveria apresentar o quinta categoria [haha].

- Senhorita Yamanaka, isso é verdade? – perguntou o professor com a maior cara de “eu não acredito em uma palavra dita”.

— É sim – nossa, minha voz saiu muito trêmula.

— Mesmo eu não tendo acreditado em nenhuma palavra, eu vou aceitar essa desculpa. – disse ele, colocando um ponto final na conversa – Bem, classe, quem vai ser o próximo a ler?

...

- Gaara – gritei no corredor, ele anda muito rápido.

- O que foi? É bom fazer seu texto porque eu posso não pensar em mais nenhuma desculpa esfarrapada momentânea. – disse ele, andando rápido, sem ao menos olhar pra mim.

- Obrigada, mas porque livrou minha pele pela segunda vez?- perguntei, maior inocente.

- Não sei. – disse ele.

TRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM [/onomatopéiafail.

- Agora dá licença que o sinal para a próxima aula já bateu. – disse ele, grosso, saindo.

As aulas passaram entediantes e complemente chatas, como todo dia.

Deu a hora de ir para o almoço.

Para já ficarmos preparadas, eu e as meninas trocamo-nos antes do almoço, sério, dá pra contar quantas pessoas não olham quando a gente passa.

Fui direto ao Buffet da salada, enchi meu prato com as diversas cores e peguei uma agua.

— Você vai sumir se não comer direito – disse Samanta, preocupada comigo.

— Não se preocupa, eu só não estou com fome – sorri. Ela era a única delas que era verdadeira comigo.

— Deixa ela – disse Hikari olhando para Samanta, depois virou para mim, com um sorriso sínico e disse com uma voz, digamos, não garota decente – Amor, está certa você, é bom que não engorda, e seu quadril já é um pouco, digamos, grande. – Nossa, vou voar na cara dela.

Sorri amarelo.

— Já decidiu a roupa pra sábado? Ou nós vamos usar o uniforme normal? – perguntou Tenten

— Eu troquei sim a cor do uniforme, mas mostro a vocês na sexta. – disse.

— OK, ah, vai rolar a festa na sua casa, certo? – perguntou Matsuri, mais uma líder de torcida, qual não havia se pronunciado até agora.

— Sim, estou mega animada – disse.

— Ino, porque não foi na lanchonete ontem à noite? – perguntou Hikari [pra quem não entendeu ler denovo o segundo capítulo ajudará]

Sério, eu esqueci completamente, culpa do Gaara. Peraí, não sei se é culpa dele. Aff, agora fiquei confusa.

— Eu acabei esquecendo, e outra, eu estava com dor de cabeça – sorri amarelo novamente.

Acabamos a almoço e dirigimo-nos até a quadra, onde a Treinadora nos esperava.

— Garotas, tenho uma surpresa pra vocês – disse ela, sorridente.

— Você comprou a fábrica de chocolate do Sr. Wonka e vai dar-nos de presente? – perguntou Matsuri, inocente, quase pulando de alegria.

Oh pai, paciência. [Aff]

— Matsuri, se você não fosse bonita e ágil, seria um zero a esquerda – exclamou Tenten, nojentinha.

— Garotas, chega de briguinhas, e Matsuri- olhou para ela – eu não comprei a fantástica fábrica de chocolate, porque se eu tivesse comprado eu estaria vendendo chocolate e não dando aula de ginástica para cinco garotas representarem a escola.

Uh, sente um coice.

— Qual é a novidade? – perguntei, curiosa.

— Vocês iram competir na regional de lideres de torcida, e se passarem, iram para as Nacionais, ah, e isso valerá pontos academicamente para vocês. – disse ela, sorrindo.

Silêncio total aqui.

Ficamos assim por uns dez minutos.

— Vocês não vão falar nada?- perguntou a Treinadora.

— O que você quer que nós digamos? – perguntei, afinal, eu era a líder.

— Vocês irão, certo?- perguntou a treinadora.

Nós nos olhamos, sorrimos e gritamos.

— Isso é um sim? – perguntou ela, sem entender nada.

— É, mas quando será?- perguntei, sorridente.

— Será em Junho, vocês terão dois meses e meio para treinar para as regionais. – disse ela. – Ah, estão dispensadas, hoje os garotos treinaram desde agora até o final da tarde, então deixaremos os em paz, estão dispensadas.

Todas elas saíram, até a treinadora. Eu fui pegar minha bolsa quando o Kiba chegou, me abraçando por trás.

— Kiba – virei, desfiz seu abraço e o encarei seriamente – eu já disse, acabou.

Ele ficou bravo, segurou meu pulso fortemente, machucando-o.

Eu puxei meu braço, e gritei com ele:

— KIBA, PORQUE ESTÁ FAZENDO ISSO, EU JÁ NÃO FALEI PRA VOCÊ QUE ACABOU? – exclamei, gritando.

— E eu disse que só acaba quando eu quiser, entendeu? – ele gritou, segurou meu braço, virou-o por trás e apertou com força, como se fosse quebrar, enforcou meu pescoço. – você entendeu o patricinha metida ?

-Estouficandosemar- falei, entredentes.

Nesse momento, Gaara chega, vendo Kiba enforcar-a.

— O QUE É ISSO AQUI? – grita ele, aflito.

Kiba com raiva, aperta mais, deixando-a completamente se ar.

Continua.

Notas finais
Espero que gostem.