Notas iniciais
Neste capítulos teriam dois tchucos, porém ficaria muito extenso, então saqué lo segundo. Podem me odiar agora, espero que gostem. Muacks, Ivana samba.

Com as malas, um táxi e o amor partiram para o aeroporto, onde logo chegariam à Acapulco, assim finalmente podendo se amar, com a intensidade que os corroía.

– José Miguel, quando chegaremos?

– Não demorar, meu amor, algumas horas e estaremos no hotel. – Disse ele, abraçando-a. – E você finalmente será minha, só minha.

Passados alguns minutos, José Miguel e Ivana já estavam no avião. Agarradinhos, eles sobrevoaram o México até o destino: A felicidade. Algumas horas depois, Ivana já estava inquieta, embora confortável, já que na primeira classe, queria logo poder se entregar ao seu amado.

– Por que não me entreguei de cara? – Pensava ela, acariciando o ventre. – Se bem que agora posso esperar algo mais quente e prazeroso, como se fosse minha primeira vez.

– Está tudo bem, meu amor? – Perguntou ele, que lia um livro. – Está passando mal? O bebê está bem? Não me esconda nada.

– Acalme-se, amor, está tudo bem. – Disse ela, em meios as gargalhadas.

– Eu te amo e não suportaria te perder, ou perder nosso bebê.

– Eu te também te amo, José Miguel.

A voz da aeromoça dizendo que o voo estava pousando os deixou aliviados, estar naquele lugar era realmente torturante.

– Ainda bem, vamos, meu amor.

Juntos, eles atravessaram o aeroporto com as malas. Os sorrisos trocados eram mágicos e ternos. O táxi os esperava na entrada, enquanto José Miguel ajudava o taxista a organizar as malas, Ivana se instalou no carro.

– Vamos? – Disse José Miguel, entrando no carro.

– Claro que sim! – Retrucou ela, entusiasmada.

Passados alguns quilômetros, eles finalmente chegaram ao hotel. O imponente hotel dava mais ênfase a tudo aquilo. Com as chaves em mão, José Miguel e Ivana subiam de mãos dadas, enquanto conversavam.

– Posso te perguntar uma coisa, Ivana?

– Pode sim, meu amor.

– Porque escolheu Acapulco? Poderia ter escolhido tantos outros lugares, por que justo aqui?

– Estou grávida e não quero arriscar uma viagem internacional.

As escadas pareciam infinitas, o desejo de se amar era muito grande para subir tantas escadas. Finalmente chegando à porta do quarto, ambos suspiraram aliviados. Sem dizer nenhuma palavra, eles apenas se beijaram, enquanto ele ainda abria a porta.

– Calma, meu amor, já estou abrindo. — Entrando no quarto, Ivana o fitava desejosa, enquanto ele os trancava no quarto.

Com todo o cuidado do mundo, ele foi até Ivana e a carregou, levando-a até a cama.

– Neste momento nosso amor se consuma, o amor que aprendemos a sentir um pelo outro e com esse amor passaremos a eternidade.

José Miguel a deitou na cama e com beijos quentes foi deixando-a rendida e completamente dependente dele. O casaco de pele que ela trazia foi arremessado a metros de distancia, os beijos a deixavam ainda mais excitada e desejosa. Os braços fortes de José Miguel a envolviam por completo, com muito esforço ela conseguiu lhe tirar o casaco e a camisa. O corpo de José Miguel fora desenhado por anjos, o abdômen definido fazia conjunto com os braços fortes e as mãos másculas que a faziam pirar. Em um movimento rápido, ele ultrajou-lhe a roupa, usando uma das mãos, assim chegando a sua intimidade, que ainda estava coberta por duas camadas de roupa. Com movimentos acelerados, ele a fazia gemer, aos pouco foi lhe tirando a roupa, até que ficasse somente a pequena calcinha.

Seu membro, já totalmente rígido era afagado por Ivana que o descobria com voracidade. As pequenas e delicadas mãos eram muito eficientes na arte do prazer, elas deslizavam na intimidade de José Miguel, que a respondia com gemidos. Ela apenas se divertia em vê-lo curtir. Em um movimento rápido, ele a puxou para si, sentando-a em seu colo, ele terminava de despi-la, enquanto a mesma insistia nas caricias. Voltando-a para si, José Miguel chupava-lhe os seios, ele deslizava a língua por todo o corpo da amada, quando esbarrou em sua intimidade, fez questão de ‘acariciá-la’ também. Abraçada aos travesseiros, Ivana gemia alto, deixando-o ainda mais empolgado para a tão desejada penetração.

Sem cortesias, ele a penetrou. Com um movimento lento, José Miguel queria apenas senti-la e conforme sua reação a velocidade seria maior. Ivana parecia extasiada, ela gemia cada vez mais alto, as mãos estavam segurando a cabeceira, enquanto toda a estrutura se movia no ritmo de José Miguel. Agarrando-se no pescoço do amado, ela teve impulso para ajudá-lo no movimento prazeroso.

Eles dançavam a mesma dança, na força de José Miguel implicava o movimento e na delicadeza de Ivana o prazer dele. Eram uma máquina perfeita, dois corpos se fundiam por uma única força, o amor. Exaustos, eles diminuíram os movimentos, até pararem por completo, assim repousando um sobre o outro.

– Uau! – Exclamou ela, ainda ofegante. – Você realmente me surpreendeu, meu amor.

– Você também, valeu à pena esperar.

Abraçados, eles adormeceram. Os corpos suados faziam uma escultura, os braços fortes a envolviam, enquanto sua cabeça estava amparada ao seu peito.

Após algumas horas, Ivana começava a despertar, o frio vindo a janela realmente a incomodava, assim como a fome.

– José Miguel, acorde, eu preciso comer! – Exclamou ela, enquanto beijava-lhe o rosto para despertá-lo. Sonolento, José Miguel agarrou-a na cintura e voltou a dormir, deixando-a muito irritada. – Desperte, meu amor, preciso comer!

A súplica fazia efeito, ele começava a despertar e fitando aquela perfeita silhueta despida, ele a tocava com ternura e desejo.

– José Miguel, estou com fome, vamos, peça algo para comer.

– O que quer comer? – Perguntou ele, sentando-se na cama.

– Qualquer coisa, meu amor, o que sei é que quero comer.

Pegando o telefone que ficava ao lado da cama, José Miguel pediu o café, já que 03h00min.

Saltando da cama, Ivana procurava algo para se cobrir, ela estava distraída quando José Miguel a agarrou por trás.

– O que pensa que está fazendo?

– Estou me vestindo, ora.

– Estava. – Ele puxou o roupão de sua mão e antes que ela pudesse contestar, ele a beijou.

Eres muy travieso, verdad?

– Sim, muito, quero que você fique assim, nua, quero te admirar assim.

Eles conversavam despreocupadamente, quando foram interrompidos pelo toque da porta.

– Olhe o que fez, José Miguel! Duas pessoas nuas passarão fome.

– Não, não passarão. – Ele foi até a porta e pediu para que o funcionário deixasse o café na porta, em segundos, José Miguel abriu a porta e pegou a comida.

– Não acredito que fez isso! – Exclamou Ivana, em meio às gargalhadas.

– Fiz, aceita uma maça?

Deitados na cama, eles se deliciavam com o café, a conversa agradável seguia quase que involuntariamente e volta e meia chegavam ao assunto 'bebê'. Terminado o café, José Miguel devolveu o carrinho para o lado de fora, com a mesma nudez de antes.

– Daqui a pouco começarão a reclamar. – Disse Ivana, agarrando-se nele.

– É tão rápido que nem as câmeras conseguem captar, e além do mais sou lindo e nu sou ainda mais irresistível.

– Como sabe? – Ela o beijava apaixonadamente, nunca, em toda sua vida se sentira tão apaixonada, por mais camas que seu corpo houvesse passado, era essa que a pertencia.

Eles deitaram na cama, um para cima e o outro para baixo. Conversaram por horas, sobre coisas da vida e tudo mais.

– Como são lindos seus pés, meu amor. – Interrompeu ele, beijando-os.

– Obrigada, meu bem, sabe que nunca reparei neles?

– Pois deveria, olha que lindos são. – José Miguel conseguira o que nenhum outro homem conseguiu, fazê-la se sentir linda. Ivana cresceu com um conceito de inferioridade, Valentina era a mais bela, a mais inteligente, a mais doce e tinha todos os artifícios de uma boa e linda menina. Por trás do malicioso olhar, se escondia a grande fragilidade, e agora José Miguel convertia em amor próprio e em coragem. Já amanhecia, e Ivana queria conhecer mais do lugar.

– Vamos, meu amor! Quero conhecer tudo aqui. – Ela pegou suas coisas e correu para o banheiro.

Notas finais
~ Comentem e deixem essa autora feliz. :D