Aprendendo a te amar
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Notas iniciais
Ivana foi pendendo cada vez mais, até que juntos, caíram sobre a cama, seus olhares se encontravam, e sem dizer nenhuma palavra sorriam.
– Eu te amo.
Eles sentaram sobre a cama, apenas se fitavam e se acariciavam da maneira mais terna. José Miguel estava sentando sobre a cama, e apenas com os olhos Ivana pedia seu corpo, e claro que ele não negaria um pedido dela, não?
José Miguel foi fechando os braços e dentro deles estava o seu bem mais precioso, sua esposa. Ele a deitou com delicadeza, enquanto ela deixava-se levar, já que o desejava tanto quanto ele. As maliciosas mãos de José Miguel foram entrando pelas costas de Ivana, elas deslizavam sobre todo seu corpo, enquanto ela se estava cada vez mais desejosa. As mãos másculas percorriam todo seu corpo, toda curva e sempre repousavam no mesmo lugar. Ivana não ficava para trás, ela o puxava para si e ele ia sem hesitar, afinal aquele momento era esperado, até mais que a primeira noite de amor.
Eles estavam colados, respiravam o mesmo ar, um em frente ao outro. José Miguel a agarrou para um beijo, um beijo apaixonado e saudoso, um beijo que imprimia tudo que eles estavam sentido. Suas línguas dançavam e quase involuntariamente ele foi subindo sobre ela, deixando-a encurralada e sem mobilidade alguma. As mãos dela estavam agarradas as dele, juntos formavam uma máquina perfeita, a do amor.
José Miguel começou a chupar-lhe o pescoço, e a cada toque de seus lábios, ela vibrava, vibrava como nunca, já que estava com o homem que amava e confiava, isso é o mais importante. Ele continuava descendo e deixando-a marcada, até que chegou a seus seios, que ainda estavam cobertos pelas roupas. Sem hesitar, José Miguel começou a despir-la, a camisola rosa foi arremessada a metros de distancia, assim como a calcinha, enquanto ela colocava suas mãos dentro da calça do amado, que já estava totalmente excitado. Sem a camisola, o espaço era maior para que ele pudesse 'se divertir'. Descendo um pouco mais a boca, ele voltou até seus seios, ele os chupava com força, enquanto ela pressionava sua cabeça para que aumentasse a velocidade. Ivana gemia em seu ouvido, e isso dava motivação para que ele continuasse as caricias, que se intensificavam cada vez mais. Ele voltou a beijá-la, sua boca era a que ele mais desejava, suas línguas se encontravam e bailavam intensamente, eles não queriam que aquilo acabasse nunca. Rápida, ela tentava acariciar o membro do amado, mas as roupas ainda o cobriam. Sem hesitar, ele levantou e tirou a calça, ficando somente de cueca e camiseta. Sentando-se novamente, Ivana tirou-lhe as roupas que faltavam e ver sua silhueta nua a motivou, mas antes que ela pudesse fazer algo, ele voltou-se novamente sobre ela.
Olhos nos olhos, eles se sentiam ao máximo, talvez fosse a primeira vez que se amavam assim. Ivana o acariciava o membro do marido, as pequenas mãos sabiam como o satisfazer, e ele se deixava acariciar. Não contente, José Miguel foi descendo cada vez mais, as mãos deles deslizavam e exploravam o corpo da parceira, que estava totalmente entregue a aquele jogo, o jogo mais prazeroso.
José Miguel finalmente chegou à intimidade de Ivana, ele queria satisfazê-la de todas as maneiras. Seus lábios a acariciava com todo cuidado, afinal era o amor de sua vida. Ela tentava pressionar sua cabeça, mas não tinha força para isso.
– Me ama, meu amor, me ama. — Sussurrou ela, totalmente entregue a aquilo tudo.
Com todo o cuidado, José Miguel sentou-se e colocou-a sobre seu colo, ele queria ser delicado, mas seu desejo não permitia tal coisa. E ele a penetrou. Ivana agarrou-se em seu pescoço, enquanto ele segurava em sua cintura, eles se movimentavam para uma única direção, dando sincronia ao movimento, o movimento que tanto os satisfazia, José Miguel a fitava-a com desejo, afinal ela era o amor de sua vida. Mordendo o lábio inferior, ele dava continuidade a tudo aquilo. Ivana apoiou sua cabeça em seu ombro e juntos chegaram ao ápice do
prazer.
Ofegante, ela tentava falar, mas um sorriso foi o máximo que ela conseguiu dizer.
– Você é o amor da minha vida. — Disse ele, abraçando-a com força. – Não, nunca esqueça que te amo.
Em uma reflexão rápida, Ivana correu até a porta para trancá-la, afinal Isabel poderia surgir a qualquer momento. Em passos lentos ela voltou para a cama e começaram a conversar. José Miguel a envolveu com todo carinho. Seus braços cobriam-lhe os seios, enquanto o resto era coberto pelo fino lençol que havia sobre a cama. Como em todas às vezes, ele não deixou que ela se vestisse, afinal ele amava vê-la nua.
– O que te trouxe aqui, meu amor? – Perguntou ela, beijando-o nas bochechas.
– Horácio foi falar comigo.
– Hein? Horácio? O que ele tem a ver com isso?
– Valentina foi falar com ele para que me dissesse que ainda está grávida e para que eu voltasse contigo.
– Aquela maldita! – Gritou ela, já tomada pela cólera.
– Calma, meu amor, calma. Se não fosse por ela não estaríamos aqui, ela tentou nos ajudar.
– Isso é verdade. – Retrucou Ivana, fitando os lençóis, pensativa.
– Acho que devemos desculpas a ela, meu amor, afinal soube que foi você que a machucou daquele jeito e eu derrubei-a quando ela tentou me dizer isso.
– Ela tentou falar com você?
– Sim, mas a tirei a patadas da fazenda. Estou me sentindo muito mal agora. – Disse ele, beijando-a na testa.
– Mas ela estragou nossa vida, José Miguel!
– Sim, mas creio que se arrependeu.
– Vamos pedir perdão a ela?
– Nunca pensei que fosse sugerir algo assim, Ivana.
– Eu também nunca esperei isso de mim, mas quando se é mãe, se vê o mundo com outros olhos, e eu sei o que é errar, já errei muito, mas quando os vi no despacho juntos, não racionei, simplesmente segui meus impulsos e depois disso não lembro de mais nada.
– Você não sabe o quanto te amo. Vamos, meu amor, vamos tomar uma ducha e vamos reparar nossos erros.
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