Aprendendo a Amar
7 Capítulo 7
Notas iniciais
Aprendendo a Amar
Capítulo 7
Nove anos antes.
Bella.
Aquela sexta feira amanheceu cheia de energia. Britney Spears cantava alto em nosso rádio, enquanto Jane e eu nos arrumávamos para as aulas daquela manhã.
—Você tem que sair do Campus antes das duas horas da tarde, do contrario irá se atrasar e não será atendida. –Jane disse enquanto colocava seu uniforme de líder de torcida.
—Isso é mesmo necessário? – reclamei terminando de amarrar meus tênis, idênticos aos delas por ser parte do uniforme.
—Se você quer estar peluda como um gorila... – ela deu de ombros com a expressão tranquila.
—Sua ridícula! Você sabe que não estou tão peluda assim.
—Que seja! – ela jogou os longos cabelos loiros para trás. – como estou? – deu uma voltinha mostrando a blusa curtinha, e a saia.
—Maravilhosa. Ainda bem que não tem prova hoje, você seria uma distração e tanto. E eu? – imitei seu gesto.
—Gostosa! Será mesmo o nosso penúltimo jogo como lideres?- ela se lamentou. Passei um braço pelos seus ombros.
—Talvez seja o ultimo você sabe, se o time perder... –ela me empurrou para longe.
—Vire essa boca pra lá! – disse como uma velinha. – o time vai ganhar e você e Edward irão transar!
—E quanto a você? – cruzei os braços. Ela fingiu pensar.
—Vou garantir ser o centro das atenções durante a festa de hoje, para a Stácia morrer de inveja.
Rimos juntas. Não havia um motivo especial para não gostarmos dessa garota, só o fato dela ser exibida e esnobar pessoas como eu; pobres que frequentam faculdade de rico. E que fazem sucesso. Afinal, eu tirava boas notas e ainda era líder de torcida! Ela me odiava. Jane apenas a detestava desde a infância, o motivo nunca ficou claro para mim.
Toda Harvard estava animada com o jogo de hoje, era palpável a empolgação e a tensão que o mesmo provocava. Os professores foram bonzinhos, apenas revisando matérias e falando sobre nossos planos para quando nos formássemos, eles sabiam que as turmas estavam dispersas de mais hoje para conteúdo novo.
Edward estava cem por cento focado no jogo de hoje, sendo assim só o vi de longe, cercado pelo pessoal do time. Ele sorriu e acenou para mim, e eu soltei um beijo no ar para ele, que ele pegou teatralmente e levou ao seu coração. Bobo. O meu bobo.
Fiquei livre das aulas antes do almoço, já que a professora Carmen passou mal e havia ido para casa mais cedo. Eu esperava que não fosse nada grave, na verdade esperava que se tratasse da gravidez que ela tanto almejava.
Eu estava sentada na biblioteca terminando uma dissertação quando mãos grandes envolveram os meus olhos.
—Se adivinhar ganha um beijo. – o sussurro no meu ouvido me causou arrepios por todo o corpo.
Entrei na brincadeira.
—Emmett Cullen? – brinquei. Edward tirou as mãos dos meus olhos fazendo som de nojo.
—Não passou nem perto.
—Eu disse ‘’Cullen’’. Isso é passar perto. – ri. Ele revirou os olhos.
—Ok. Você ganha metade do premio; um selinho. – disse se inclinando para me beijar. Sentou-se ao meu lado.
—O que está fazendo?- Perguntou
—A professora dessa aula foi para casa passando mal, então... Estou livre.
—Até o treino?
—Não... Vou chegar mais tarde ao treino. Tenho que ir ao centro.
—O que vai fazer lá? – perguntou com os olhos inocentes brincando com meus dedos.
—Ah você sabe... Coisas de mulher. Quero estar perfeita para esse jogo.
—Você é perfeita.
—bobo. – falei me inclinando para beija-lo.
—Aqui não é lugar amasso. – alguém sublinhou.
—Nem para matar aula, Simon. – Edward revidou. O tal Simon ficou vermelho e se virou.
Edward voltou a mim, tirou uma mecha de cabelo do meu rosto.
—Então só te verei a noite? No jogo? – sua cara era de descontentamento.
—Sim. E trate de ganha-lo.
— Sim senhora. Como se eu já não tivesse pressão o suficiente. – peguei seu rosto em minhas mãos o beijando de novo.
—Você irá se sair bem. O time tem sido ótimo, não irão decepcionar hoje.
—Todos os meus gols serão para você.
—Hum... Gosto disso. – o beijei de novo. Ele se afastou suspirando.
—Tenho que ir. Vou comer algo correndo e depois vamos treinar um pouco.
—Tudo bem. Te vejo no campo.
—Eu serei o jogador mais bonito. – ele se levantou.
—Convencido. Irá entrar com a Stacia? – perguntei. Stacia era a líder das lideres. Ela sempre entrava com o Edward, desde que ele havia se tornado capitão do time.
Ele franziu o rosto.
—Sei que não gosta dela...
—Foi uma pergunta boba. Desculpe, eu sei que vocês entram juntos...
—Posso entrar com você. Ninguém vai ligar pra isso.
—Vai quebrar uma tradição assim? As vésperas de se formar?
—Tenho que deixar uma marca nessa universidade, além do mais... É por uma boa causa. -ele piscou um olho.
Fiquei olhando Edward seguir para fora da biblioteca pensando o que faria até a hora da bendita depilação.
Jasper!
Eu podia almoçar com ele e desejar boa sorte para o jogo! Se corresse o pagaria saindo da aula.
Juntei meus livros os jogando de qualquer jeito em minha mochila, corri pelos longos corredores da universidade que já estava ficando abarrotada de jovens saindo de suas salas de aula. Jasper já estava do lado de fora de sua, falava com uma mulher baixinha, de cabelos pretos. Logo ficou claro que a mulher não poderia ser aluna daqui, apesar de estar usando um terninho preto – coisa que muitas alunas de advocacia usavam-, sua expressão exalava uma certa autoridade que não se encaixa aos alunos daqui, apenas aos professores. O mais estranho era que ela não parecia muito mais velha que nós, talvez um ou dois anos. Desacelerei meus passos para não interromper sua conversa grave. Jasper parecia assustado. Ok era melhor eu interferir.
—Jasper? – o Chamei meio insegura. A mulher me olhou ''gelidamente'' desde meus tênis branco com vermelho, minhas pernas de fora, minha minissaia, e minha micro blusa baby luck. Nem mesmo Stacia já me olhou com tamanho desprezo.
—Se mudar de ideia... Pode me ligar. – a mulher disse estendendo para meu irmão um cartão que eu acreditava conter seu numero.
—Olha... Eu realmente não posso te ajudar. Como já falei não tenho contato com ela há meses.
A baixinha deu um sorriso duro claramente não acreditando em uma palavra do que ele disse.
Me lançou mais um olhar desprezível e seguiu pelo corredor, os saltos altos fazendo barulho.
—Quem era aquela mulher? O que ela queria com você? – logo questionei.
—Shi! – ele sussurrou pegando no meu braço e me puxando para longe dali, para longe dos estudantes afoitos por comida que passavam. Só parou quando alcançamos a parte dos armários, vazia naquele momento.
—Ela é do FBI. – disse no que não passou de um sussurro, os olhos azuis idênticos aos de nossa mãe em pânico.
—O quê?! O que uma agente do FBI quer com você?!- eu sabia que Jasper tinha o costume de Hackear coisas, mas nunca pensei que seria algo serio ao ponto de envolver o FBI.
—Eu não nada! Ela que queria saber da Maria.
—Maria?
Ele esfregou o rosto com as duas mãos. Senhor me ajude.
—Lembra quando voltei do México no verão passado?
—Sim. Vocês bateram com o carro, e você fraturou três costelas. Ficou gemendo por semanas.
—Dias. Reclamei por dias.
—Que seja.
Ele bufou.
—Não houve um acidente. O pai de Maria é um chefão das drogas.
—Jasper! – gritei.
—Não grita!- ele tampou minha boca e me imprensou no armário mais próximo. Fiquei com os olhos arregalados para ele.
—Só solto se você prometer não gritar, ok?
Assenti para ele. Ele retirou a mão de vagar.
—Eu não sabia disso até ir lá e ela me apresentar ao pai dela. Fiquei com medo no começo, mas toda a família dela são pessoas muito boas.
—São traficantes! – sussurrei horrorizada. No que meu irmão havia se metido?!
—Eles têm bom coração. – ele disse com um sorriso. Que Deus me ajude a não matar meu gêmeo.
—Mamãe tinha razão... Disse que não estava com um bom pressentimento com essa viagem e olha só o que deu! Você se envolveu com traficantes procurados pelo FBI!
—Vai me deixar terminar? – ele suspirou.
—Diga. – cuspi.
—Os irmãos dela se envolveram numa briga com uma gangue, e nós estávamos juntos, apanhei um pouco, mas bati muito.
—Três costelas, olho roxo, escoriações... Se isso é sair por cima, como será que ficou o outro cara né? – debochei. Jasper não me ganhava nem mesmo numa queda de braço.
—Machucado. Mas isso nem vem ao caso... O pai da Maria morreu e ela agora comanda tudo.
—Maria tem vinte quatro anos!
—E daí? Agora ela manda em tudo lá. – ele parecia orgulhoso.
—E o FBI está atrás dela. – o olhei seria.
—Sim, esse é o problema, e bem... Ela já esta aqui para o jogo.
—Que porra Jasper! Você mentiu para um agente do FBI!
—Eu não posso delatar a Maria! Ela é minha namorada.
—Eu espero que se torne ex o mais rápido possível!
—Bella...
—Eu sou mais velha que você por tanto me respeite; termine com ela e fique fora disse.
—Bella...
—Mas nada! Se Maria aparecer no jogo hoje, o FBI irá prendê-la, e você também por mentir para um agente. Edward sabe disso?
—Um pouco. – ele estava cabisbaixo agora.
Suspirei o abraçando. Minha cabeça batia em seu peito agora, ele havia ficado muito mais alto.
—Só quero que você fique bem. – falei minha voz abafada pelo sua camisa.
—Vou me afastar da Maria ok? Mas só quando ela estiver em segurança em seu país.
—Jas...
—Sem mais Bella. Eu devo a ela, ela abriu a vida para mim, é o mínimo que posso fazer.
Eu não conseguiria tirar isso da cabeça dele.
—Tome cuidado.
—Tomarei.
(...)
Se antes eu estava ansiosa para o jogo e depois à noite com Edward, agora eu estava agitada. Se Maria aparecesse no estádio da faculdade e meu irmão e ela fossem presos eu nem queria pensar na merda que isso seria.
—Essa noite será a melhor! Vocês irão deixar uma marca nessa universidade, nossa época como lideres será referencia! E nosso time irá trazer o troféu! – eu odiava Stacia, mas ela sabia animar o time como ninguém.
—Ok, ok meninas. De qualquer jeito quero que vocês deem seu melhor, e mesmo que nosso time não nos leve a vitória, todos já são vencedores. – a treinadora a interrompeu.
—Tudo bem? – Jane sussurrou quando fizemos fila para entrar no estádio, eu podia ouvir o publico gritando o nome do nosso time, a musica alta que eu sentia vibrar por todo o meu corpo.
—Tudo. –menti. Ela me olhou em duvida.
—Vamos detonar! – sorri para ela. Ela segurou minha mão a balançando no ar, Jane era a melhor amiga de toda uma vida.
Dessa vez quando entramos em campo, ao invés dos jogadores virem nos pegar em fila, assim como nós estávamos eles vieram correndo em todas as direções e pegando as meninas de forma aleatórias. Edward correu em minha direção lindo de mais em seu uniforme de jogador, me pegou no colo, erguendo-me no ar para delírio dos torcedores. Quando me pôs no chão me beijou.
—Nossa! Quanto folego. Vemos que Edward Cullen hoje não está para brincadeira meu povo!
—É isso mesmo Steven! Só vamos esperar que todo esse fôlego nos leve para a final no campo!
A voz dos comentaristas eram ouvidas em todo o campo, e a torcida ia ao delírio.
—Boa sorte. – sussurrei em seus lábios.
—Você é minha sorte. – ele disse de volta.
O jogo foi algo intenso, cheio de faltas, cartões e um empate de um a um. Jasper estava disperso todo o jogo, e os colegas de time reclamavam. Eu notava ele olhando em volta, para as arquibancadas, em busca de Maria aposto. Esta que eu mesma já havia encontrado escondida na lateral do campo. E pior... A mulher do FBI também estava aqui. Jasper havia sofrido um pênalti, e escolheu bater. Os colegas não gostaram os narradores não gostaram, mas ele e Edward se olharam de forma intensa até que... Edward permitiu que ele cobrasse. Todos ficamos com medo, mas ele marcou. E o time ganhou de dois a um. E assim estamos na final no próximo mês.
No meio de toda a comemoração, Maria correu para os braços de Jasper, e apesar do medo eu vi como ambas estavam felizes com o reencontro. Eles se beijaram com força. E foi ai que a merda aconteceu.
Agentes do FBI entraram em campo dando voz de prisão a Maria.
Meu irmão foi deixado para trás.
—Ele não tem nada haver com isso. – Maria disse seria para a baixinha de cabelos pretos.
—É o que veremos. – um homem enorme ao lado dela disse sorrindo.
—Fêlix. O rapaz não tem envolvimento relevante.
—Mas Alice...
—Vamos. – então o nome da baixinha era Alice...
—Você. –ela me olhou – Mantenha seu irmão longe dessa mulher e ele ficará fora de problemas.
—Ok. – foi tudo o que pude dizer.
De alguma forma a intervenção do FBI não foi tão notada pelo publico, e todos continuaram suas coisas para a comemoração. Jasper ficou muito quieto, então enquanto a festa rolava, Edward, eu, Jane e Tyler, estávamos na calçado em silêncio.
—Sinto muito pela Maria. –Jane falou.
—Tudo bem. – Jasper.
—Quem vai fornecer cocaína pro país agora? – Tyler se lamentou.
—Com certeza darão um jeito. – Edward disse acariciando minhas mãos.
—Não pode procura-la Jasper. – falei incisiva.
—Chega ta bom?! – ele se levantou. – Não preciso da piedade de vocês, Maria dará um jeito de sair e com certeza não irá me procurar e nem eu a ela, então vão curtir a noite de vocês, porque eu vou curtir a minha.
Ele saiu entrando na casa a passos firmes.
—Bom, vocês ouviram o homem. Eu vou atrás dele para curtir e vigiá-lo.- Tyler saiu atrás dele. – Ah, vocês podem pegar meu carro. – ele jogou as chaves para Edward.
—Você ainda quer... – ele me olhou incerto.
—Sim. Jasper vai ficar bem, não vamos mudar nossos planos.
— Vou ficar de olho nos dois ali. – Jane disse seguindo Tyler, se detendo por um momento para piscar para mim.
Edward me abraçou.
—Tem certeza? – sussurrou no meu ouvido.
Relaxei em seus braços.
—Tudo o que eu preciso é de um tempo apenas com você. – ele beijou meus cabelos.
Seguimos para o carro do Tyler, meu espírito ficando mais tranquilo e feliz na medida em que nos afastávamos do Campus.
—Acha que pode rolar algo entre Jane e Tyler? – ele perguntou quando estávamos na rodovia.
—Quem sabe? – dei de ombros. – Seria interessante, eles poderiam fazer bem um ao outro, mas acho que é cedo de mais para isso.
—Então não essa noite? – ele sorriu
—O que você esta tramando Cullen?
Ele riu.
—Nada. Só que Tyler te falado muito nela, então acho que está um tanto apaixonado por ela.
—É melhor que ele guarde para si e não se declare. Jane não está no clima de romance, se deixar acontecer quem sabe...
—Vou dar um toque nele. – ele pegou minha mão a beijando.
O apartamento de Tyler era incrivelmente arrumando para um homem que morava sozinha.
—Quer ir tomar um banho enquanto eu peço comida? – Edward ofereceu.
Senti um frio na barriga.
—Sim. – sussurrei. Ele notou meu estado, veio para perto. Tirou o elástico que eu usava para manter os cabelos presos.
—Amo seus cabelos soltou.
—Quando eu não estou suada. – brinquei.
—Já disse o quanto você é linda?
Passei os braços pelo seu pescoço rindo.
—Só algumas vezes. – fiz um biquinho.
—Você é linda. – disse buscando meus lábios para um beijo afoito. Suas mãos estavam ousadas e levantavam minha saia de líder, as palmas de suas mãos envolveram minhas nadegas com força e ele apertou meu quadril de encontro ao seu, ele estava duro.
—Se continuarmos assim o jantar será eu. – sussurrei em seus lábios. Ele gemeu.
—Por favor.
Sua boca investiu contra a minha mais uma vez, minhas mãos foram para sua camisa buscando livra-lo dela o mais rápido possível. Quando ela finalmente estava no chão, passei as mãos pelas suas costas fortes, o suor por incrível que parecesse não estava me repelindo. Ele tirou minha blusa, e seus lábios agora buscavam meu pescoço.
Eu tinha a vaga noção de que seus beijos naquela região poderiam deixar marcar que me traria arrependimento posteriormente, mas eu só queria mais dele naquele momento. Mais beijos, mais toques.
Ele empurrou meu corpo de encontro à mesa de vidro, algo caiu se quebrando mais não dei muita importância. Me levantou para que eu sentasse nela, seu corpo entre minhas pernas. Minha saia se encontrava na minha cintura naquele momento. Ele me olhou. Respirações fortes.
—Esperamos tanto tempo pra isso? – perguntou.
Eu entendia. Um mês de esperava e iríamos transar assim? Na fome? No desespero?
—Eu preciso de você. – falei. Eu não me importava, poderíamos ser românticos outra hora. O puxei de encontro a mim pela barra do short. Nossas bocas se encaixaram de novo.
—Bella... –tentou me advertir.
—Apenas sinta Edward. Sinta o quanto eu quero você. – levei sua mão de encontro ao meu centro quente. Senti toda minha área vip contrair ao sentir seus dedos ali, mesmo por cima da calcinha. Ele gemeu. Eu gemi.
Seus olhos ardiam de desejos. Seria agora. De qualquer jeito. Não dava para esperar.
Eu pulei da mesa correndo para a pequena sala, joguei as almofadas grandes no tapete e deitei em cima delas. Tirei a saia, ficando apenas de calcinha e sutiã, que pelo menos dessa vez eu havia garantido que seria sexy. Um conjuntinho preto rendado.
—Vamos deixar o romance pra depois Baby. – sussurrei. Ele retirou o short ficando apenas de box preta.
—Onde está meu conjuntinho de algodão com corujinhas? – ele lamentou rindo. Deitou por cima de mim.
—Haverá ocasião para tudo. – sussurrei o puxando para mim.
Suados. Sujos. No chão da sala do apartamento de Tyler nós nos reencontramos. Nossos corpos se reconheceram com maestria e naquele momento eu soube; Edward era mesmo perfeito para mim.
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