Appear
7 Capitulo 6- The Date
Notas iniciais
MAS NÃO PODEMOS ESQUECER da nova recomendação!!!
♥ Duki muito obrigada, esmo, pela recomendação! Amei *O*
No ultimo cap, eu havia falado das perguntas...
E surgiu algumas. Uma que eu vou ate destacar e a da Thays Souza: Quero saber quantos anos ela tem de verdade,quantos anos o Bruce, e se a Poppy tem irmãos.
Me~ Bom, a respeito da idade será respondida no decorrer da fic. (micro spoiler) Bruce ira fazer 44 anos! não Poppy e filha única!
Eu acabo por ter que responder novamente a ultima questão, me corrigindo: ainda não sei.
Porque?
Bom, Appear e começo de uma saga(farei o possível, para que não seja de grande necessidade terem que ler todos por um completo para entender cada uma. Exemplo, se alguém quiser ler apenas Disappear(continuação de Appear) não terá que ler Appear , apenas se quiser ou como um complemento. Porque estou explicando isso? Simples: Appear terá mais duas partes Disappear e o ultimo o titulo ainda esta indefinido assim como a trama completa.
Mas possivelmente, não. Poppy provavelmente não terá irmãs.
Chega de blá blá blá.
Só mais uma coisa. Meio sem sentido se ninguém ficar curioso no porque?
O símbolo de Appear e um trevo de quatro folhas!
Mais um capitulo ai...
Capitulo 6- The Date
Já eram quatro horas da tarde, e eu havia revirado todas as roupas que trouxe e comprei. Nunca me senti assim minha vida toda. Tão insegura como hoje, agora! Não sabia como deveria me vestir, ou como reagir.
Era errado eu estar saindo com a minha... Droga! O que ele havia feito comigo?! Não o via como meu alimento, na verdade isso chegava a me ofender, por ele.
Alimento; Seus olhos passavam diante aos meus, me sentia assombrada por eles, mas de uma forma boa.
Abracei minhas pernas sobre a cama observando as roupas espalhadas pelo quarto. Passei a mão em meu rosto até meus cabelos, puxando a enorme franja. Olhei rapidamente para o iPhone ao meu lado. Não queria recorrer à ajuda. Seria muito suspeito eu ligar em menos de um mês para lá.
A menos que eu tivesse ajuda...
Digitei a mensagem rapidamente e enviei a Santiago, meu escudeiro e segundo melhor amigo dentro daquele castelo. Não demorou muito para que ele respondesse.
“Ele está no salão principal com seu pai e Caius...
Me de alguns minutos!”
Sorri me sentindo um pouco mais calma, mas nem tanto. Alguns poucos minutos se passaram até ele tocar.
–Tio? -murmurei quase num sussurro.
–Algum problema, Bambina?–questionou calmo.
–Não... -me silenciei um tempo. -Tio... Eu... Eu não o… — deixei a frase morrer. Sabia que ele entenderia. Ele suspirou calmo. -E-Eu... Nós... Eu e ele... Vamos sair hoje... -ele soltou algo que me pareceu um suave riso.
–E qual o problema disso?
–Eu não sei o que vestir ou me comportar... Eu... O que esta acontecendo comigo tio? -suspirei.
–Poppy, lembra-se quando disse que queria sair pelo mundo e viver?–fiquei em silêncio em resposta. -Pois então, é isso que esta acontecendo, minha adorável Poppy. Você esta vivendo... Não se preocupe em como vai agir ou se vestir... Seja apenas como sempre foi...–sorri me sentindo melhor.
–Obrigada tio...
–Não agradeça Pop. Não fiz nada demais, apenas a lembrei diante seu desespero.
–Até tio.
–Até Poppy.
Finalizei a ligação e olhei para as roupas espalhadas, comecei a guardá-las novamente. Separei algo básico, uma calça jeans escura, coturnos sem salto, e uma camisa de botões cinza com umas das minhas várias jaquetas de couro. Escolhi brinco de bolinha de ouro puro de quebra o brasão dos Volturi, em ouro e rubis. Também peguei um par de luvas de couro, às vezes, dependendo do sol, as escrituras de meus segredos apareciam até em minhas mãos, assim era melhor prevenir.
Faltando alguns minutos eu já estava me aproximando da torre. Fiquei ali por dois minutos o esperando, me queixei internamente pelo seu atraso. Porém quando o vi, meu corpo vibrou, o coração acelerou, meus sentidos entraram em pane e minha mente deu um olá recebendo a confusão.
Seu coração bombeou mais rápido a me ver. Ele sorriu sem jeito, enquanto se aproximava incerto. Ambos nos constrangemos sem saber como cumprimentar um ao outro.
–Olá Doutor Banner... -sorri, tentando mostrar confiança. Ele pareceu relaxar um pouco.
–Olá... Pode me chamar de Bruce se achar melhor...
–Se assim o quiser... Bruce. -sorri.
–Posso chamá-la de Poppy? -acenei em concordância. -vamos? -chamou ele. O sol estava fraco, porem o vento era frio, devido estar próximos, muito próximo do inverno.
Começamos a caminhar em direção ao central parque. Íamos em silencio, ele parecia travado com muitos pensamentos e pouca coragem. Não queria ser a primeira a falar.
–Não gosta de sol? -riu ele.
–Não. -acenei sorrindo, e novamente seu coração se acelerou.
“O que ele tinha contra (?) o meu sorriso?!”– questionei-me mentalmente desviando o olhar.
Logo avistei a pequena sorveteria onde nos sentamos numa mesa do lado de fora, um de frente ao outro; O observei demoradamente. Calça jeans e um suéter vermelho escuro. Minha mente não deixou de comparar a cor vermelha com o sangue que corria em suas veias.
–V-Você esta muito... Bonita. Como sempre... — o “como sempre”, foi mais um sussurro para si mesmo do que para mim.
–Obrigado... Você também esta muito... — “Suculento, com esse suéter vermelho” minha mente não deixou de gritar a resposta em minha mente. E para não falar baboseiras pensei duas vezes. -Bonito... -ele ficou sem jeito com a minha pausa. Mas se eu não a tivesse feito, com certeza ele pensaria coisas ruins sobre mim, afinal, desde quando elogiar uma pessoa dizendo que ela é suculenta é algo bom?!
O garçom, que aparentava a minha idade, veio e entregou o cardápio. Olhei o cardápio brevemente enquanto ele e Banner ainda me olhavam. O garçom logo saiu para atender outras mesas. Honestamente, de tudo o que eu vi naquele cardápio, nada me chamou a atenção. O fechei sem jeito o pondo sobre a mesa e observei que Bruce já tinha feito sua escolha.
Olhamo-nos sem jeito.
–Você mora com seus pais? -puxou assunto.
–Não, faz alguns anos que moro sozinha. -ele refletiu por um tempo.
–Faz muito tempo? -questionou pensativo. Acenei em concordância. -Me desculpe, mas quantos anos têm mesmo?
–Doutor, é feio questionar a idade a uma mulher... -sussurrei com um sorriso.
–Me desculpe, é que... -começou ele corando. -E-Eu... Você aparenta ser bem nova, e eu... Eu...
–É um homem muito bonito... -completei o cortando, e olhando para os lugares em volta, muito envergonhada. Ouvi seu coração bombear mais rápido fazendo minha garganta queimar.
Por incrível que pareça, e por mais errado que fosse, eu estava me acostumando com aquela ardência, cada vez mais que me aproximava dele. Mordi o lábio inferior ainda sem coragem para olhá-lo, com o meu ato, seu coração acelerou novamente. A ardência veio mais forte, me fazendo arranhar a mesa de ardósia. Deixando a marca de minha força ali.
Voltei-me ao que tinha feito e encarei Bruce, que encarava o tampo de boca aberta. Respirei fundo.
–I-Isso... Eu não... Desculpe-me... -murmurei já me levantando para ir embora, mas ele segurou meu braço.
–por favor... -pediu ele. -Fica... -novamente me senti domada pela a intensidade de seus olhos. Um pouco relutante, me sentei enquanto o observava relaxar-se. -Você não vai mesmo me dar uma explicação? -sorriu inseguro.
–E-Eu, eu não posso...-suspirei. Ele sorriu gentilmente, enquanto o garçom voltava para fazer o pedido.
–Eu quero um sorvete de baunilha com cauda de caramelo... -pediu sem olhar para o garçom. Ele e o garçom me olharam a espera.
–O-O mesmo... -murmurei sem jeito.
O silêncio tomou conta do espaço entre nós. Não havia o que dizer, e o que havia era suspeito e quebrava as leis.
–Você não teve medo do... Outro cara? -começou um pouco sério. Neguei com a cabeça.
–Não preciso de muito para perceber que esse é o tipo de assunto que você evita. -apontei, ele sorriu brevemente.
–Sim, realmente...
–Por causa dele em si ou o que ele causa?
–O que ele causa, principalmente...
–Devo presumir que abomina qualquer tipo de morte...
–É claro que sim... -respondeu sério e de cenho franzido.
Não pude deixar de reprimir um sorriso. “Ter-lo para mim por toda a eternidade, IMPOSSÍVEL!”
–O que foi? -questionou confuso.
–Nada... -Maneei brevemente negando.
Desviei o olhar observando o sol terminando de se esconder dentre os enormes arranha céus. Mais alguns minutos se passaram de silêncio, sabia que ele me observava atentamente, enquanto eu observava as cores pintadas no céu, com um lindo crepúsculo de últimos dias de outono. Voltei meu olhar a ele e sorri brevemente, e a mesma reação se sucedeu, seu coração disparou algumas batidas.
Finalmente o garçom trouxe os sorvetes, percebi que ele me secava descaradamente, e Bruce estava ficando terrivelmente sem graça. Aproveitei que Bruce se voltou inteiramente para seu sorvete, eu olhei para o garçom e deixei que meus olhos mudassem de cor o assustando. O garoto quase caiu no chão e tropeçando enquanto se afastava quase correndo para longe de mim. Me voltei a Bruce, que olhou sem entender o porque do estado do garoto. Eu apenas sorri inocentemente pegando a colher.
Observei o creme cremoso e branco com a calda caramelo por cima.
–O que foi? Nunca tomou sorvete?! -riu Bruce, se voltando a minha cara de paisagem. Corei brevemente, que era o máximo que conseguia e acenei minimamente que não, o deixando abobado. -Mesmo? Nunca?
–O seu tipo de comida tem gosto diferente para mim... -assumi e vi-o franzir o cenho.
–Meu tipo de comida?! -riu repetido. Corei novamente. -Você então é do espaço?
–Não... Eu... Por favor, eu não posso...
–Tudo bem... E-Eu... Eu só fico curioso sobre você... E acabo um pouco confuso... Me desculpe... -pediu sem jeito.
–Você não tem idéia do quanto você me deixa confusa...
–Não há muito sobre mim. Eu sofri um acidente que resultou naquilo que você viu...
–Quem disse que és em relação disso, Doutor? -sorri marotamente enquanto brincava com o sorvete. Ele ficou incrivelmente sem jeito. Ficando tão belo daquela forma.
–Bom, não tem muito segredo sobre o sorvete... É... Doce e bom... -disse mudando de assunto, ou seria retomando?!
Sorri brevemente e levei uma colherada à boca.
Era doce como ele havia dito e bem gelado. Nós, híbridos, tolerávamos comida humana, mas não tinha o mesmo gosto que possuía a eles. Mas, aquele sorvete me soou agradável. Sorri sem jeito a ele, que riu enquanto levava uma mão ao meu queixo e tirava um pouco de sorvete que ficara no canto de meus lábios.
Sorri constrangida, e fechei os olhos sentindo sua mão quente, quando os abri a primeira coisa que vi foi à veia em seu pulso. Como se isso já não bastasse, sua pulsação estava a mil. Engoli a seco fitando a fina carne que me separava de um gosto jamais provado antes.
Desviei de sua mão, e escondi meu rosto em minhas mãos. Senti de imediato meus dentes, fechei os olhos demoradamente buscando todo controle possível. Recordei todas as leis em minha mente tentando me acalmar e relembrar o que aconteceria se eu o atacasse naquele momento.
–M-Me desculpe... Eu...-começou sem graça;
–Tudo bem... -murmurei enquanto sentia meus dentes se “esconderem”. Forcei um sorriso voltando a olhá-lo. “Sabia que teria problemas com seu suéter!”– murmurei mentalmente, enquanto fitava a cor.
–Eu... Eu preciso ir... Ao... -murmurei me levantando quase tremula, quase derrubando a mesa, diga-se de passagem. Caminhei determinada ao toalete, torcendo para ter alguém lá;
Ao chegar lá tinha uma garota, deveria ter uns 13, 14 anos... Teria que servir por hora.
Sorri amigavelmente, a seduzindo e em seguida tomando-a até me sentir quase satisfeita. Limpei o canto de minha boca e lavei minhas mãos que continham respingos. Retornei e vi Bruce olhando e tocando onde havia a marca de meu controle.
Engoli a seco e terminando de me aproximar. Me sentei e fitei o sorvete antes de continuar a tomá-lo. Ficamos em silencio até mesmo após terminarmos o sorvete.
Para o próprio bem dele, eu tinha que me afastar. Nem devia ter aceitado vir tomar sorvete com ele. Odiava-me por querer o manter a salvo e, ao mesmo tempo, querer te-lo ao meu lado.
Observei-o levantar, o olhar e sorrir brevemente.
–Quer dar um volta? -sugestionou. Acenei em concordância não resistindo. Ele se dispôs a pagar a conta. No momento em que saímos descobriram a garota no banheiro.
Começamos a andar ao redor do parque, vendo casais e jovens sorrindo e conversando.
–Você se sente incomodado com minha aparência? Digo, por eu aparentar ser mais nova? -ele riu nervoso antes de responder:
–Um pouco, mas... Você é bem madura e transparece isso... E acaba me deixando a vontade.
Sorri de canto me sentindo por ele não levar tanto em conta minha idade de aparência. Fomos até um banco onde nos sentamos. E ficamos em silêncio. Percebi que ele estava com frio, já que com a noite vieram os ventos mais gélidos.
Achei graça na situação que aconteceria.
–Tome... -sorri retirando minha jaqueta e entregando a ele.
–Não... E-Eu... -ele corou intensamente ficando completamente sem jeito.
–Por favor... -pedi olhando em seus olhos, ele com um pouco de dificuldade e muita insistência minha, acabou aceitando.
Ele observou um canto e foi até lá retornando com um trevo de quatro folhas em mãos. Ele sorriu e me entregou. Não pode deixar de sorrir enquanto o pegava.
–Você acredita nisso?
–Bom, sou um homem da ciência, por assim dizer, mas, como muitos dizem, só porque eu não acredito plenamente não significa que não possa existir...
Olhei-o brevemente enquanto dava um pequeno sorriso.
–Você terá bastante sorte. -sorriu.
–Acredita mesmo nisso? Você, Robert Bruce Banner, sem o que os outros dizem...
–Às vezes... -admitiu.
–Mas, de qualquer forma... -comecei esticando o trevo em sua direção. -quem achou foi você.
–Mas quero que fique com você... -sorriu segurando minha mão e colocando-a de volta, junto com a outra ainda segurando o trevo. -Não preciso mais de sorte... -sorriu desviando o olhar brevemente. Observei-o brevemente, e logo voltei a brincar com o trevo em minhas mãos.
–Uma simples anomalia possui muitos significados. -afirmei. -Algumas partes do mundo, antigamente, diziam que o trevo de quatro folhas, significava várias coisas, alguns diziam que era equilíbrio, outros que você retinha poderes sobre as florestas. -não pude deixar de rir dessa — E o mais próximo da atualidade: esperança, fé, amor e sorte. Levando isso em consideração, seria completamente aceitável eu recusá-la. -afirmei.
–Por quê? Você já tem esperança, fé, amor e sorte? -questionou inseguro olhando no horizonte.
–Não, porque isso é algo que eu não posso ter... -sussurrei.
–Toda pessoa pode ter isso. -alegou se voltando a mim.
–Acredite. Eu fujo da regra... -ele me encarou demoradamente, confuso. -Eu tenho que ir agora...
–Mas já? -acenei que sim me pondo de pé e estendendo a ele o trevo.
–É sua... -começou se pondo de pé e fechando minha mão mantendo o trevo para mim. -Talvez com isso você consiga esperança fé, amor e sorte... -sorriu ele, não consegui me conter e sorri de volta.
–Vejo você por ai... -sussurrei me afastando, enquanto ele dizia o mesmo.
Eu particularmente nunca acreditei em sorte. Sorte era como um ser como humano ou vampiro, que não pudesse “praticar” mágica, conseguisse o fazer. Ou senão como o Papai Noel. Era estúpido acreditar, mas no começo você o fazia...
Encontrar Bruce Banner: Destino ou sorte?
Notas finais
Ainda vou continuar esperando por mais perguntas, e responderei a todas ok?
ate proxima quarta e desculpa qualquer coisa '-'
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