Notas iniciais
Mais um cap pessoal!
bjus bjus!
Obrigado por lerem! estou adorando postar minhas fics aki no nyah! Não tem nada como o meu povinho! :)
Jessica Dias não vai postar nenhum review?
Bjus te amooooooooooooooo pra sempre morrendo de saudades!



POV SIMON KANNE

Acordei pela manha com o som de Josh estourando a cabeça de um walker com seu taco de beisebol, ta certo que não precisávamos gastar balas com aquelas coisas mas o modo que ele arranjou pra fazer isso me incomodava. Levantei e sai da barraca ele já arrastava o corpo pra dentro da mata. Rachel preparava um chá sob a fogueira era a única coisa que tínhamos em abundancia já que ela conhecia muito bem plantas que podiam ser usadas pra cada problema que tivéssemos.
_Bom dia!
_Bom dia, respondeu ela.
Andei ate a garota deitada imóvel, ela parecia um pouco mais corada.
_Acho que ela vai viver, falei pegando a caneca de chá das mãos de Rachel.
_Do jeito que o mundo vai nem sei se posso dizer que isso é bom, provavelmente os corpos que você viu la eram o grupo ou a família dela. Afinal é assim que eles fazem não é matam e devoram os mais velhos e deixam os mais novos de reserva.
_Eu nunca mais vou comer carne depois de ver aquilo, a não ser que seja um coelho eles ficam tão gostosos assados, um ou um veado cozido, quem sabe um javali, uma vaca seria bom mas acho que esses walkers desgraçados comeram todas, faz anos que não vejo uma, só de lembrar de picanha no ponto...hummmm
_ E to vendo que seu momento vegetariano não vai passar disso.
_Tem uma cidade aqui perto, vou ver se arranjo gasolina e comida por lá estamos quase sem nada. Falei.
_Tome cuidado.
Eu me aproximei dela tentando um beijo mas ela virou o rosto e eu beijei sua bochecha.
_Nunca vai me dar uma chance?
_Sabe que eu amo você Simon, mas não desse jeito. Desculpa.
_Tudo bem, mas ta perdendo um partidão e olha que o mercado ta concorrido homens como eu tão sendo devorados vivos por ai! Falei sorrindo.
_Com Certeza!
_Tenta dar uns goles de água pra ela. Vou nessa! Até mais Rachel e até logo aprendiz de serial killer!

Ouvi Josh perguntando a Rachel o que era serial killer, depois do apocalipse assassinos em serie viraram tão comuns que nem recebiam um nome diferenciado. Caminhei por uns dois km até chegar a cidade rezando pra que tivessem poucos walkers pois minhas balas estavam acabando e não teria como me safar se ficasse encurralado.
Cheguei a Midleville, uma pequena cidade deserta com ruas largas e muitas arvores enfeitando as calçadas, eu teria gostado de morar num lugar como aquele. Vi uma montanha de corpos queimados, já deviam estar ali a um bom tempo. Andei até um supermercado havia dois walkers lá dentro eu os golpeei com a faca, o supermercado estava totalmente vazio. Talvez eu tivesse mais chance nas casas. Entrei e sai em diversas casas, nenhuma comida. Consegui algumas facas e roupas pra garota nova ela ia precisar. Eu tinha jurado que não ajudaria mais ninguém depois que um cara que salvei enfiou uma faca em mim, mas como eu iria deixar aquela menina tão novinha morrer naquele lugar horroroso? Queria que alguém tivesse feito o mesmo pela minha irmã anos atrás.
Continuei caminhando o posto de gasolina estava vazio, eu teria que caminhar até a próxima cidade. Vi um bar cairia bem uma bebida agora, quem sabe eu não conseguisse uma arma la? ‘‘Donos de bares sempre tem armas’’ Pensei
Entrei no bar havia alguns walkers caídos no chão estavam todos com flechas nas suas cabeças, e mais a frente um homem sentado no balcão do bar usava um colete com asas bordadas. Dei alguns passos pra trás tentando sair sem que ele percebesse, eu não gostava de matar gente viva a menos que fosse necessário.
Ele virou-se pra mim apontando-me uma Crossbow.
_Eu não quero confusão, já to indo embora. Eu to desarmado cara!
_Ahham se você ta desarmado eu sou o Led Zeppelin _ falou ele aparentando estar visivelmente bêbado.
_Quer uma bebida? Disse ele colocando a crossbow sobre o balcão.
_Eu me aproximei um pouco.
Ele serviu-me uma dose grande de wisky.
_Sabe o lado bom do apocalipse? As bebidas grátis eu teria que trabalhar uns dois meses pra comprar uma garrafa dessas.
_Não é uma atitude muito inteligente ficar bêbado com esses mortos vivos andando por ai...
_Dane-se eu não tenho mais nada a perder.
_ Boa sorte cara! Falei e fui saindo em direção a porta.
_Hey, não vai nem tentar me roubar? Que sobrevivente de merda você é!
_Eu não faço esse tipo de coisa.
_Oh um dos caras bonzinhos.
_Nem tanto. Respondi colocando a mão na minha arma. _Só que ta ficando cada dia mais difícil encontrar munição é melhor deixar pra usa-las quando se faz realmente necessário.
_Esperto, mas não adianta cedo ou tarde todos morrem e você fica sozinho. Eu não costumo falar muito acho que eu devo ta muito bêbado.
_Eu tenho que ir, boa sorte.
_Hey fica com isso. Disse ele me jogando uma pistola e dois cartuchos de bala.
_Isso é algum truque? Ninguém faz isso por nada.
_Não vou precisar mais dela.
Com certeza depois que passasse o porre aquele bêbado ia se arrepender amargamente de me dar aquela arma, bom mas isso não era problema meu , eu não roubei nada. Olhei pro homem que agora bebia o wisky a própria garrafa e vi a Crossbow sobre a mesa. Eu tive uma daquelas quando menino ela seria muito útil já que a munição estava se findando.
‘Estarei fazendo um favor a ele’ pensei
peguei a arma e apontei pra cabeça do home no balcão.
‘o que estou fazendo? Vou matar o único estranho que encontrei que não tentou me roubar ou matar-me em meses.
Guardei a arma antes que ele percebesse e voltei ao balcão sentando ao lado dele.
_São dias difíceis não é mesmo?
Ele continuou bebendo com a cabeça baixa pude notar um mecha de cabelos presa a seu colete com uma rosa cheroke. Naquele instante lembrei do meu avó e das lendas que ele me contava sobre nossos antepassados. Pendurar fios de cabelo significava luto e respeito por um guerreiro morto. Fiquei pensando como ele sabia daquilo ele não tinha nenhum traço nativo e todos os brancos que conheci limitavam seu conhecimento nativo- americano a história da Pocahontas.
_Perdeu alguém? Perguntei olhando pra flor e a pequena mecha de cabelos.
_ Minha filha...
Ele retirou a mecha e encostou-a no seu nariz. Pude observar os fios louros com outros cor-de – rosa.

‘Não poderia ser? Aquele bêbado seria o pai da menina que eu encontrei noite passada? Não, não poderia ser, estávamos a mais de 600 kms do lugar que a encontrei, viemos de carro ele não podia ter nos rastreado até aqui mas e se fosse? Eu deveria contar que a filha dele estava comigo? Qual seria a reação dele?’
Me afastei um pouco ele poderia pensar que fui eu quem a levou, era melhor ser cauteloso, pra ele ter acabado com um grupo de walkes grande como aquele do bar significava que era perigoso demais ficar próximo a ele.
_Estive num hotel ontem a noite, encontrei uma menina ferida com mechas cor de rosa no cabelo.
Ele virou-se na minha direção rapidamente apontando a Crossbow pra minha cabeça. Eu peguei a pistola e também apontei na direção dele.
_Cadê ela, o que você fez com ela?
_Abaixa essa coisa, eu não machuquei a menina pelo contrario eu tirei ela daquele lugar salvei a vida dela! Se me matar não vai encontra-la.

Simon Kanne

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