Apocalipse – Born In Hell

29 Ep29- Assassino interno Part IV


Notas iniciais
Mais um cap pessoal, nao deixem de comentar!
Fatasminhas que tal deixarem um review hoje enh?
Boa leitura!

POV RUBY Q. SALIB

_Onde está o Louis? Gritou Melissa adentrando minha sala furiosa.

_O amante é seu, porque eu deveria saber onde ele está? Respondi sem levantar os olhos da lista com os nomes dos moradores da colônia da qual eu acabara de riscar o nome de Louis.

_Se você fez alguma coisa com ele Ruby eu juro que...

_O que? Que vai me matar? Pode tentar. Vamos ver se consegue.

_Ruby, você o expulsou não foi? O colocou pra fora da colônia, ele era muito útil aqui como pode fazer isso? Disse ela já com lagrimas escorrendo pelo rosto.

_Seu amado Louis, tentou me matar pra evitar que a esposa dele soubesse sobre você. E sabe por que ele fez isso? Porque ele jamais pensou em largar a mulher pra ficar com você. Disse calmamente.

_Está mentindo, meu Deus o que fez com ele?

_Devia se preocupar em cuidar da sua cria, não em saber onde estão os maridos das outras, acredita que a mulher dele ainda nem deu falta do infeliz?

_Você o matou não foi? Assassina! Assassina! Gritou ela enquanto avançava na minha direção.

Ela me empurrou jogando-me ao chão junto com a cadeira eu imediatamente deferi-lhe um soco no rosto e bati sua cabeça contra a mesa de carvalho, deixando-a completamente tonta.

_Melissa, por favor, saia daqui e vai cuidar daquele garoto que é só pra isso que você presta, a esqueci também é uma excelente vagabunda! Esqueça Louis e a memória dele será imaculada como um pai de família honesto e prestativo pra Colônia. Agora se resolver abrir essa sua boca imunda, eu juro Melissa que vou fazer todo mundo aqui querer te dar de almoço pros errantes! E pode esquecer de brincar de mamãe com o filho de outra!

_Jimmy é meu filho, é meu! Disse ela levantando-se com um pouco de dificuldade

_Seu bebê está morto e enterrado, aquele é da Anna e embora a ideia de ela querer aquele menino de volta não me agrade nenhum pouco, eu sei que ela quer e está esperando um motivo pra pega-lo de volta, e ela ia odiar deixar o filho com a cúmplice de um infanticida.

_O que? Louis não machucou nenhuma criança sabe disso!

_Eu sei, mas ele caberia perfeitamente nesse papel, ele tem acesso ao veneno, e as únicas crianças da faixa etária da preferência do assassino que não foram atacadas foram o filho da amante dele e o sobrinho dele. Não é perfeito?

_Você é um monstro! Gritou ela com os olhos arregalados.

_Sai daqui Melissa antes que eu perca a paciência com você...

Ela saiu, chorando e soluçando pelo corredor. Se existia um tipo de mulher que eu odiava eram as como Melissa, dependentes, volúveis e tão cegas a ponto de não enxergar a verdade na frente de seus olhos.

Voltei a minha mesa e arrumei a cadeira, ainda não havia tido nenhum sinal do assassino, talvez realmente ele estivesse fora da Colônia durante meu discurso. E se isso fosse verdade era um dos integrantes do grupo de busca. Timothy era muito jovem e inquieto ele não conseguiria arquitetar um plano tão bem feito, o filho de Allan foi uma das vítimas, acho que ele não seria frio o suficiente pra matar o próprio filho e depois chorar no seu enterro. Restava Stuart, John Stuart misterioso, não falava com quase ninguém, nunca questionava uma ordem, nunca levantava a voz, mas mesmo assim nunca consegui confiar nele, meus instintos nunca falharam. Stuart era o assassino.

Narrador

Melissa voltou ao seu quarto perdida entre lágrimas e pensamentos. u

_ O que foi Mel que aconteceu? Perguntou Dina enquanto ninava a criança quase adormecida.
_Ruby, aquela desgraçada matou o Louis. Só porque ela é incapaz de amar alguém ela quer que todo mundo seja infeliz como ela!
_Mel, calma eu não acho que ela tenha feito isso só porque descobriu sobre vocês dois...

_Ela disse que se eu não ficar de boca fechada vai culpar Louis pelos assassinatos, e dizer que eu fui sua cúmplice!
_Ruby enlouqueceu de vez... disse Dina colocando o bebê sobre a cama.
_Vamos falar com Anna quando ela voltar, ela é muito diferente da Ruby não vai permitir uma injustiça dessas. Fique tranquila. Eu tenho que ir cuidar da Sr. Dumont mas por favor se acalme, eu deixei a papinha do Jeremy pronta ele não quis comer mas quando acordar vai ter fome.
_Obrigada você é uma amiga de verdade.
_Tente se acalmar, pelo seu filho ele precisa que você seja forte.
_Eu vou tentar. Disse Melissa enxugando as lagrimas com a manga da blusa.

POV DINA WAYNE
Caminhei até a sala de Ruby ela estava sentada próximo a janela olhando o movimento do pátio.
_Posso entrar?
_Ja entrou não é mesmo? Respondeu ela secamente.
_Melissa está arrasada, olha Ruby não pode culpa-la por ter se apaixonado.
_Dina, não pretendo fazer nada contra a tonta da Melissa, agora se já terminou de defender sua amiguinha pode ir embora. A e mais uma coisa, não se pode servir a dois senhores uma hora eles descobrem e você vai se ferrar...
_Do que está falando.
_Não se faça de desentendida, você se faz de amiguinha da Anna e da Melissa, vive cutucando pra Anna arrancar o menino dela e depois diz pra Melissa que ela é a melhor mãe do mundo. Bela amiga você é.
_Ruby eu não quero confusão, só vim pedir pra você colocar a mão na consciência e não fazer uma injustiça. Eu vou nessa...
Sai da sala e caminhei até o quarto da Sr. Dumont, uma idosa já um pouco senil que Ruby e Anna encontraram a seis meses vagando sozinha pela estrada. Até hoje ninguém sabe muito sobre ela, nem mesmo seu verdadeiro nome, pois ela já se apresentou com dezenas de nomes diferentes, então acabou conhecida como Sr. Dumont devido a um casaco com um desenho do 14BIS, quando a encontraram.
_Bom dia Sr. Dumont
_Bom dia querida, acho que vou ao jardim hoje estou me sentindo tão bem.Disse ela enquanto penteava os cabelos com certa dificuldade.
_Hoje não vou poder leva-la até o jardim, preciso que a Sr fique quietinha pois eu tenho um assunto pra resolver...
_Outro anjinho? Perguntou ela.
_Sim outro anjinho.

POV EMMA H. DIXON
Acordei com os raios do sol atravessando a janela do caminhão e batendo forte contra meu rosto, abri os olhos lentamente rezando pra que a noite anterior não fosse apenas um sonho.
Ela não estava ali, apenas papai cochilava no banco da frente. Abri a porta com cuidado e sai devagarzinho pra não acorda-lo.
Vi mamãe conversando com algumas pessoas armadas e estranhas, Josh estava fazendo uma fogueira e deu um sorriso largo e veio na minha direção quando me viu.
_Você está bem?
_Estou. Respondi sem tirar os olhos da minha mãe e daquele grupo.
_Quem são eles?
_São do grupo as sua mãe, Rachel e Simon decidiram que vão pra esse lugar que a sua mãe falou.
_A Rachel não vai fazer falta nenhuma, e o idiota do Simon me deu um tiro!
_Relaxa Emma, foi tudo um mal entendido. A sua mãe ta viva, você é imune ao vírus não é todo mundo que tem essa sorte.
_Você ta certo...
_Deixa eu ver esse machucado, disse ele afastando o cabelo do meu rosto ainda um pouco sujo de sangue. Senti uma coisa estranha no meu estômago não era uma sensação ruim mas muito esquisita, ficamos nos encarando um tempo como se nossos olhares estivessem presos um ao outro.
_Emma! Vem! Ouvi a voz do meu pai chamando-me de volta ao caminhão.
Virei a costas e voltei ao caminhão sentindo meu rosto aquecer.
Ele me pegou pela cintura e me colocou sentada no banco do motorista e ficou me olhando com uma mão encostada na gabine e a outra coçando a nuca.
_Vamos com a sua mãe viver com o grupo dela, ela me disse que é um lugar bom, seguro, vamos ter uma vida um pouco mais normal.
_Normal pra mim é matar Zumbis todos os dias. Falei
_Bom vai conhecer um normal diferente então, disse ele sorrindo.
Ele pegou uma garrafa de água, umedeceu um pano e passou no meu rosto.
_Pronto, bem melhor. Acha que isso precisa de um curativo?
_Se for como o que você fez no meu braço melhor deixar assim mesmo...
_Engraçadinha.
_Emma ta com fome? Disse mamãe se aproximando e me alcançando uma sacola com maças.
_Nossa que delicia, disse mordendo uma delas. Vou dar uma pro Josh. Disse enquanto descia do caminhão.
_Emma! meu pai me chamou a atenção colocando o dedo próximo ao seu olho. Indicando que ele estava de olho no que eu fazia.
Continuei andando e balançando a cabeça, eu queria deixar meus pais sozinhos queria que conversassem que se beijassem e que Rachel visse o quanto se amavam. Eu não era idiota eu via o jeito que ela olhava pro meu pai, e ele demonstrava um certo afeto por ela, mas ele amava a minha mãe e a mim só a nós duas!

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Notas finais
e aI MERECE REVIEWS?