Notas iniciais
Oi gente linda!!!!! Espero que gostem. Segunda-feira posto mais um.

Pov – Judith

O grupo todo fica no pequeno alojamento que temos exclusivamente para receber forasteiros, algo que não acontecia há muitos anos. Ajudo Maggie a providenciar roupas e comida. Toalhas, material de higiene.

Fico curiosa por conhece-los, os quatro parecem vindos de um mundo muito diferente do meu. Um mundo que as vezes quero conhecer e entender ao mesmo tempo quando vejo o estado físico e mental com que as pessoas chegam aqui eu apenas tenho medo.

Maggie e Rosita ficam conversando sentadas na porta do alojamento, são só camas uma ao lado da outra, um guarda-roupa de canto e a porta para dois banheiros conjugados. Um feminino e um masculino.

Caleb é o primeiro a sair de lá. Os cabelos escuros estão meio crescidos e ele parece bem magro, mas é bonito, não como Scott ou Seth, mas tem um ar misterioso e um jeito irritado que me faz me perguntar quem ele é.

─Ainda aqui? – Ele pergunta passando a toalha pelos cabelos úmidos, depois joga sobre a cama do canto e veste uma camiseta.

─Estou esperando a Nina e a Ashley, quero saber se as roupas ficaram boas.

Sua risada ampla e debochada me espanta um pouco, ele me olha cheio de desprezo ou qualquer coisa parecida.

─É uma princesinha tola mesmo. Está mesmo preocupada com as roupas? É o que? Uma consultora de moda? Acha que elas se importam em como está a aparência delas? Estão vivas. Isso basta.

─Não causei o apocalipse, quando nasci ele já tinha começado. – Aviso para o caso dele ter alguma dúvida, se comporta como se a culpa fosse minha.

Ele olha em volta cheio de desdém, parece achar tudo péssimo e não consigo pensar o que pode ser tão ruim, temos comida, cama, amigos, é um ótimo lugar.

─É aqui que vou viver? Nessa porcaria de lugar cercado de garotas?

─O lugar é muito bom, não vejo nada de errado com ele.

─Eu morava numa ótima casa, com uma piscina gigante, tinha uma suíte só para mim. – Não tenho a menor ideia do que é uma suíte, mas finjo ter entendido. – Livros, música, vocês vivem como selvagens.

─Selvagem ou não esse lugar está de pé. Já sua piscina está cheia de zumbis, meu irmão e meu pai deixaram claro que podia tentar a sorte lá fora. – Ergo eu queixo e ele simplesmente me sorri.

─Sabia que não era só uma simples moradora, é mesmo a princesa do lugar.

─Trabalho como todo mundo. Não tenho nenhuma vantagem se é o que pensa.

─Devia, não teria nada de errado nisso.

As garotas finalmente saem do banheiro, Nina sorri para mim em gratidão, os cabelos vermelhos úmidos e escorrendo pelos ombros, Ashley usa uma toalha prendendo os cabelos. Troca um olhar irritado com Caleb.

─Tem noção? – Diz para ele que dá de ombros. – Todo esse tempo na estrada seguindo Rosita e acabamos aqui.

─Minha mãe fez o melhor que pode por todos nós. – Nina se apressa. Depois me olha e sinto seu constrangimento. – Desculpe Judith, eles são dois ingratos, mimados e acostumados com coisas que não existem mais, coisas que não existiam antes, quando vivíamos em nossa vila. Se as pessoas lá tivessem se preocupado em sobreviver realmente, o lugar não teria caído.

─Vai dormir Nina, seu mal é sono! – Ashley diz a ela.

─Acho que é o mal de todos vocês, melhor eu ir. Se precisarem de qualquer coisa é só dizer.

Dou meia volta e começo a caminhar para a porta, depois de umas horas de sono despreocupado eles devem começar a enxergar a sorte que tiveram.

─Judith! – Caleb me chama e me viro para ele. – Obrigado.

Não respondo, ainda não tenho uma ideia formado sobre ele e não quero ser legal demais, mas também não quero descarta-lo como se não valesse nada, sobreviveu, não pode ser de todo ruim.

Maggie fica de pé quando me vê. Passa um braço sobre meu ombro.

─Vamos? – Me convida e afirmo. – Vá descasar Rosita, só durma sem medo. Estamos bem seguros. Amanhã te mostro tudo.

Seguimos eu e Maggie e escuto a porta do alojamento se fechar. Vamos caminhando de braços dados.

─Cadê o Glenn e o Hershel?

─Em casa à minha espera. – Maggie me diz com um sorriso. – Glenn ainda não está podendo andar muito depois daquele tombo, o coreano acha que é ninja.

─Ninja? – Pergunto e ela suspira. Balança a cabeça em negação.

─Esse mundo de vocês. Ninja é como uma arte marcial, um tipo de luta comum aos orientais. Ao menos podia ler os quadrinhos do seu irmão. – Faço careta. – O Scott gosta.

─Não gosto de todas as coisas que o sorvetinho gosta.

─Devia, são grudados. Parecem irmãos siameses.

─Ele não é meu irmão! – Odeio quando dizem isso. Somos amigos, Carl é meu irmão e sei bem a diferença.

─Desculpe! – Maggie ri.

─Maggie o que é uma suíte? – Agora o riso se alarga.

─Um quarto com banheiro.

─Só isso? – Aquele idiota ficou se gabando porque tinha uma privada no quarto?

─O que pensou que era? Quem falou sobre isso?

─Caleb disse que tinha uma suíte e piscina.

─Jovem demais para tanta arrogância. Não sei se gosto dele, mas Rosita me disse que ele perdeu toda família, que ficou jogado de um lado para outro por muito tempo até ir viver com ela e Abe, parece que Abraham era o único que ele respeitava.

─Entendo. E a Ashley? Acha ela bonita?

─Amanhã é que vamos saber, limpa, alimentada e descansada, mas achei sim. Rosita disse que é uma menina forte, sabe se defender, viveu lá fora por um bom tempo antes de chegar até eles e lá ajudava muito na segurança. Tem dezenove anos. Caleb vinte e dois e a Nina fez quatorze há umas semanas.

─A idade do Seth. – Eu comento.

─Não diz isso para ele. Seth diz que tem quase quinze. – Rimos as duas, ele é louco para crescer. – Mas só falta umas semanas para seu aniversário, então vamos dar um desconto.

─Verdade. – Paramos na entrada do nosso prédio, são pequenas divisões que formam casinhas simples, dois quartos e uma cozinha. – Tchau Maggie.

Ela entra na dela, sigo em frente e entro na minha. Meu pai e Carl conversavam na cozinha. Sentados lado a lado tomando café. Mich cozinha qualquer coisa e todos me olham quando entro.

─Boa noite! – Sorrio, me sento ao lado do meu pai, Rick Grimes é sério fora dessas paredes, mas sempre foi um pai carinhos, ele me puxa e beija minha testa. – Cadê sua mulher Carl?

─Em casa. Já estou indo embora. Só vim ter uma palavra com o pai, e você? Estava com Scott?

─Não. Estava no alojamento ajudando a Maggie. – Os dois trocam um olhar.

─Não disse pai! – Carl comenta e suspiro.

─Judy, não fica tão perto. Dá um tempo, deixa ao menos eles se mostrarem um pouco mais.

─Nossa Carl, toda vez isso. Se lembra quando a Kim chegou aqui? Disse o mesmo, e hoje ela é sua mulher.

─E talvez essas pessoas sejam ótimas, mas pode ser que não, então cuidado, não sabe o que as pessoas fazem.

─Achei que conheciam Rosita.

─Conhecemos por umas horas, há dezessete anos. Muita coisa aconteceu depois disso. – Meu pai me avisa.

─Judy vai tomar cuidado. – Minha mãe diz remexendo as panelas.

─Obrigada Mich. – Ela pisca sorrindo. Nunca aprendi a chama-la de mãe embora a ame como uma. Ao menos não todo tempo, as vezes digo mãe, as vezes Mich, Carl também é como eu, mas o que importa é como nos sentimos e amamos Mich e ela nos ama acima de tudo.

─Mas afinal, o que achou deles? – Meu pai pergunta curioso.

─Que precisam dormir e descansar para achar qualquer coisa, mas Nina parece uma bonequinha. – Sorrio me lembrando de como ela é delicadinha e gentil. – Vou tomar banho e dormir na Beth hoje, se não ela fica reclamando.

Scott sempre reclama que tenho duas casas e ele nunca sabe direito onde me achar e sempre me procura primeiro no lugar errado, mas não posso fazer nada sobre isso, amo minhas duas famílias.

Beijo meu pai, Carl que se esquiva e me faz rir e depois Mich e sigo para o pequeno banheiro que dividimos porque somos selvagens, rio da ideia.

A noite está fria quando deixo minha casa fechando o casaco. Scott surge do nada com seu rifle e para diante de mim.

─Que susto sorvetinho! Onde vai?

─Portões. Render o Tom para ele jantar e depois ele volta, aí estou livre.

─Vou com você. – Caminhamos lado a lado. – Não vai dizer?

─O que?

─O mesmo que meu pai e o Carl?

─Não vai me dar ouvidos e sei que eles já disseram. Conversou com aquele Caleb?

─Mais ou menos. Por que? – Scott dá de ombros. Helen e Jordan passam correndo um atrás do outro.

─Vão para casa, já deu a hora de crianças entrarem. – Scott exige e eles afirmam correndo para casa.

─Se lembra quantas vezes fugíamos do toque de recolher para brincarmos mais um pouco? – Pergunto a ele.

─Sim. E sempre terminamos encrencados. – Ele ri.

─Lembra quando o Flame ficou perdido na terra perto do muro e voltamos no meio da noite para cavar e encontra-lo? – Ele afirma, sinto um calafrio percorrer meu corpo. Foi a primeira vez que fiquei cara a cara com um zumbi. Um senhor que havia se transformado sem ninguém perceber depois de um possível ataque cardíaco. – Ficou na minha frente quando o velho surgiu. Ele teria te mordido se seu pai não tivesse nos seguido e acertado uma flecha na cabeça dele.

─Um mês de castigo. – Ele me lembra.

─Podia ter ficado um ano, estava morrendo de medo de tudo. – Eu me lembro de chorar no colo de Beth e Mich e meu pai e todo mundo que eu via. – Mas você não, você estava todo corajoso com uma pedra na mão. Achou que podia pega-lo.

─Não iria morrer sem tentar. – Ele diz tranquilo. Por isso é o cara que cuida da segurança, mais do que qualquer outro, Scott é o homem forte do grupo.

Chegamos ao portão. Tom nos vê e vem a nosso encontro.

─Tudo tranquilo. Um deles está rondando o muro. Deve ter vindo atrás do rastro dos novos membros, logo cai numa das armadilhas.

─Tudo bem Tom, fico de olho.

─Não demoro. – Tom se afasta. Scott ajeita o rifle, olha pela fresta do portão e depois se encosta na parede ao lado do muro.

─Me acha uma princesinha mimada?

─Ahm? De novo isso? Essas suas crises existenciais são tão bobas. De onde as tira? – Agora da cabeça daquele Caleb, mas não digo a ele, só dou de ombros. – Não te acho uma princesinha. Aposto que é capaz de fazer tudo que for preciso para sobreviver, mas no momento não precisa.

─O que achou deles?

─Nada. – Ele responde, Scott tem o poder da síntese.

─Nina pareceu ser uma fofa.

─Tomara que sim. O Seth está encantado pelos cabelos vermelhos. – Ele me conta. Posso até imaginar os dois juntos e ficam bem bonitinhos.

─Os dois combinam. – Vou até o portão e observo a escuridão além dos portões, o farfalhar de árvores e seus sons assustadores, me dá calafrios. – E pensar que já estivemos lá fora. Dois bebês. Como que não chorávamos de medo o tempo todo?

─Acho que não entendíamos o que estava acontecendo. Acho que é mais assustador quando olhamos do lado de dentro. Se estou lá fora não penso muito nisso.

─Odeio quando está lá fora de noite. Simplesmente quero arrancar seu pescoço.

─Tem coisas que não dá para escolher. Alguém tem que ir.

─Você escolhe ir. Eu é que não escolho nada. Um dia....

─Não se eu puder evitar. – Ele me corta. – Ficaria com medo de você lá fora.

─Você e todo mundo. A vila deles se foi, um dia pode acontecer com a gente e eu ter que estar lá fora.

─Por isso eu vou lá. Para evitar isso. – Ele me sorri. Empurro seu ombro.

─Você é todo protetor. Até que gosto disso. – Tom retorna, vem caminhando tranquilo, ajeita um boné na cabeça e se posiciona.

─Pronto. Agora aguento a noite toda.

─Se o Denis atrasar de novo me avisa. – Scott diz acenando e depois me puxa pela mão. Vamos caminhando lado a lado.

─Quer jantar comigo na Beth?

─Não. Já jantei, amanhã faço a primeira ronda.

─Claro que faz, sempre ocupado. Me chama quando voltar. – Paro em sua porta, ele aponta o caminho.

─Vou te levar. – Reviro os olhos, nem adianta discutir, ele não vai abrir mão disso. Seus olhos correm por mim. – Cadê sua faca Judy?

─Esqueci em casa.

─Não consegue nunca se lembrar dela? Meu Deus Judith que coisa irritante.

─Que chato sorvetinho, esqueci, nunca acontece nada aqui.

─Acontece, as pessoas morrem, elas tropeçam caem de cabeça. Morrem e voltam para nos perseguir. Se der de cara com um zumbi...

─Eu corro gritando por você. Sorvetinho, sorvetinho. – Desato a rir da sua cara de bravo.

─Seria ridículo você sair gritando sorvetinho de novo.

─Isso foi há muito tempo. Eu tinha doze anos, achei que o homem sujo de lama era um zumbi.

─Doida, sorte a dele que não estava armada. – Paramos na porta de Beth. Abraço Scott. Ele retribui. – Até amanhã. Bravinha.

─Dá um beijo nele por mim. – Ele sabe que falo de Daryl.

─Boa noite. – Scott me espera entrar. Beth diz que é um cavalheiro. Digo que é meu sorvetinho e só.

─Chegou! – Beth me abraça. Arthur lia sentado a luz de uma vela e Beth servia a mesa com sopa de porco e legumes.

─Quando o gerador vai ficar bom para ser usado o tempo todo? – Pergunto a Arthur que fecha o livro ao me ver.

─Scott está organizando uma pequena viagem para conseguir uma peça que precisamos. Quando trouxer tudo fica em ordem.

─O safado não me disse nada. – Reclamo cruzando os braços. – Quanto tempo?

─Eu disse organizando, significa que ainda não sabemos. – Ele aperta meu nariz. – Não fica preocupada. Já basta Mary apavorada.

─Coitada. Nunca teve paz, antes era o Daryl, depois os dois e agora só ele. Não sei realmente o que é pior.

─Não tem o que temer. Já estive lá fora com ele, não sabe o que seu sorvetinho é capaz. Não tem homem como ele. Já teve. Dois apenas que eu tenha visto. Rick e Daryl.

─Só consigo ver meu sorvetinho, não conheço esse matador impiedoso que todos falam que ele é lá fora.

─Tomara que nunca precise ver. – Beth se senta. – E agora vamos jantar. Pode começar a falar docinho, como são todos os novatos?

Ela nos serve de uma fumegante sopa, começo a comer porque amo qualquer coisa que Beth cozinhe. Mich ainda é melhor com sua katana, mesmo que agora quase não use.

─Não sei direto. – Digo entre uma colherada e outra, mas com eles posso ser sempre honesta. – Achei Ashley meio antipática, Caleb arrogante e Nina uma graça.

─Cirúrgica. – Arthur comenta. – Está uma delícia amor. – Ele diz a Beth que sorri toda carinhosa.

─Não gostou então? – Beth me questiona.

─Muito cedo para saber. Acho que tudo pode mudar com o tempo. Quem sabe são legais? As pessoas são sempre meio esquisitas. Achei a Kim insuportável quando chegou. Hoje nos damos muito bem.

─Mas isso porque estava morrendo de ciúme do seu irmão. – Beth me lembra e faço careta.

─Não sou ciumenta coisa nenhuma! – Odeio ser acusada disso, embora eu seja um pouco. – Achou ela bonita Arthur? – Pergunto e ele me olha com uma ruga na testa. – Ashley. A moça que veio com Rosita. Achou ela bonita?

─Não sei dizer, é só uma mocinha. Além disso tenho uma princesa aqui. – Ele e Beth se beijam. – Mas ela não parava de olhar para o Scott. Acho que o garoto pode se dar muito bem. – Arthur diz e faço uma careta, depois olho para Beth esperando por uma negação. Ela só se mantém calada.

─Scott não pensa nela assim. Ele... ele não acha nada dela. Trabalha demais para pensar essas coisas, e me diria, tenho certeza. Não diria Beth?

─Vocês dois não se desgrudam, acho que se ele tiver que dizer a alguém é com certeza você, são como irmãos. Eu sei que não são irmãos, eu disse como irmãos. – Ela completa sabendo que vou dizer que não somos irmãos.

─Não quero mais falar dessa gente nova. Nem gostei muito de ter vindo gente nova, agora fica todo mundo no meu pé para não me aproximar. – Fecho a cara e continuo comendo em silencio. Depois lavo a louça. – Me quer toda hora aqui só para lavar louça. – Reclamo com Beth que está sentada no colo de Arthur e ri do meu comentário.

─Eu te criei ingrata, que custa me lavar uns pratos. Golfou em mim, troquei suas fraldas. Cantei para você dormir. Ainda canto. – Sorrio afirmando com a cabeça, adoro dormir com a cabeça em seu colo enquanto ela canta com sua voz suave.

─Obrigada! – Digo me aproximando com o pano de prato secando as mãos. – Agora me faz uma trança para meu cabelo amanhecer bem bonito que depois vou dormir.

Ela sai do colo de Arthur, fica de pé atrás de mim e me sento em uma cadeira. Beth trança meus cabelos, depois segura meu rosto com as duas mãos, me faz olhar para cima e beija minha testa.

─Boa noite docinho. – Fico de pé, aceno para Arthur e vou para meu quarto, todo mundo tem dois quartos em suas casas. Então tenho o meu na casa de Beth que só usa uma e o meu na casa do meu pai e quando era criança as vezes dormir na casa de Daryl com Scott e Seth, mas agora somos grandes e perdemos essa mania.

─Boa noite. – Me deito encarando o teto. Não consigo gostar da ideia de Scott namorando aquela Ashley, ela não serve para ele, é muito metida. Talvez eu deva alerta-lo, assim ele fica logo longe dela.

Agora mais essa de sair para longe. Odeio isso, odeio quando ele vai longe. Não durmo e não saio do telhado esperando voltarem. Mais de uma vez tivemos baixas e se um dia um grupo sair e ele não...

─Sai pensamento ruim! – Falo em voz alta. Suspiro e serro os olhos. Não quero pensar nessas coisas é hora de dormir.

Notas finais
BEIJOSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS Comentem, quero saber o que estão achando.