Apocalipse - A Era Dos Mortos
34 Capítulo 34 - Inteira de novo
Notas iniciais
Primeiro queria agradecer a Vivi Pimenta pela recomendação simplesmente linda que recebi, fiquei impressionada e muito feliz, obrigada!!
Agora vamos a fic! Eu sei que nesse ponto da história tem muitas coisas acontecendo, o governador muito louco depois de Michonne dar fim a Penny, Rick e seu encontro com Morgan e Michonne e Carl naquela emocionante aventura num bar em busca de uma foto, mas acontece que essa é uma fic sobre como Daryl e Mary enfrentam o apocalispe e a relação deles em meio a isso, então por opção esses outros fatos ficam em segundo plano já que nenhum dos dois esteve envolvido, por isso, o capitulo de hoje é leve, mas ainda teremos ação, prometo.
Pov – Mary
Quando achei que tudo estava acabado, quando perdi todas as esperanças de um dia ser feliz de novo ele me estendeu a mão me convidando e eu simplesmente aceitei, não perguntei nada, não discuti ou duvidei, eu apenas aceitei porque era ele, e Daryl é tudo que quero, e foi a melhor coisa que fiz, porque ele ainda me ama e nada mais me importa, do modo como eu o amo essas coisas de perdão são irrelevantes, só quero ficar com ele, não preciso de explicações, não mudaria nada, eu perdoaria qualquer que fosse o motivo então porque me desgastar, tem muita coisa ruim lá fora para me prender a isso, nem mesmo sei quanto tempo ainda temos.
A gente sempre acha que vai ter mais tempo e então o tempo acaba e se isso acontecer não quero carregar nenhuma culpa, nenhum arrependimento, se posso ser feliz não vou reclamar.
Daryl sempre foi gentil comigo, e carinhoso, e sempre achei que fazia isso muito mais por mim do que por ele, mas agora quando fizemos amor ele foi perfeito, suave e delicado e dessa vez acho que foi mais por ele do que por mim, ficou o tempo todo me dizendo que me amava e que sentiu minha falta e não quero e não posso duvidar disso.
−No que está pensando? Ele me pergunta.
−Que foi tudo perfeito, que não podemos mais dominar o tempo e que por isso só quero aproveitar o que temos!
Gosto quando ficamos assim, ele apoia a cabeça na mão suas pernas ficam enroscadas nas minhas e ficamos pertinho nos olhando e falando baixo, porque de noite é o único tempo que temos para ficar realmente juntos e sozinhos.
−Por que sempre me perdoa?
−Por que eu te amo! Eu respondo simplesmente – Mais do que qualquer coisa, se lembra quando disse que não era inteira e você me disse que também não era? Eu pergunto a ele que me beija de leve antes de responder.
−Me lembro, me lembro de tudo!
−Quando estamos juntos eu me sinto inteira.
−É assim que me sinto também, foi muito difícil dizer aquelas coisas na estrada! Ele não gosta de lembrar, eu sinto pelo seu olhar – Mas me sentia em dívida com o Merle e não podia deixar ele para trás mais uma vez, não podia viver com isso, e não queria te levar para mais um inverno como o que passamos, estava nervoso e de cabeça quente, não pensei em nada, acho que quis te proteger, ser justo com você, pensei que preferiria ficar com o grupo, com a bravinha, mas estou feliz que me enfrentou e foi junto!
−Fiquei morrendo de medo do Merle me dizer não!
−Acho que se não estivesse comigo eu não teria voltado!
−Foi porque eu estava com você que voltou? Eu nunca pensei que pudesse ser isso.
−Não estava aguentando ver como estava difícil para você, depois aquela família na estrada o comportamento do Merle e o seu desmaio, só queria te trazer para casa e ficar aqui com você! Eu acaricio seu rosto, tantas coisas para dizer, gosto tanto de como podemos simplesmente dizer coisas um para o outro, conversar sem medo, aprender mais sobre como somos e o que sentimos.
−Achava que estava louco para se livrar de mim, acreditei em cada palavra que me disse!
−Sou bom em magoar as pessoas! Ele me diz triste.
−Mas é melhor ainda em se redimir, fiquei quase petrificada lá em baixo quando do nada veio e me estendeu a mão, foi lindo!
−Beth merece os créditos, a música, seu olhar abatido e a saudade louca que estava de você, ficou tudo misturado quando ela começou a cantar e não consegui resistir mais.
−Estava pensando em nós dois, com medo de como seria ficar aqui sozinha de novo!
−Não jogou minhas roupas para fora, porque? Ele me pergunta e eu o beijo, fico envergonhada.
−Eu nunca poderia colocar um fim, se acabar é você quem vai ter que fazer isso, tirar suas roupas seria como... não consigo, depois que o Merle me acordou com aquela delicadeza dele! Eu acabo rindo me lembrando – Eu peguei seu poncho e fiquei abraçada a ele!
−Eu devia ter pensado nisso! Ele me beija – Dormi jogado no corredor, abandonado e culpado!
−Pobrezinho! Eu rio e ele beija meu pescoço e volta a me olhar.
−Como Merle te acordou?
−Ei ex cunhada! Eu imito a voz grossa dele – Para de gritar feito uma louca que está incomodando os zumbis. Tudo isso me chacoalhando como se eu fosse de plástico é claro!
−Ele gosta de você! Daryl me diz meio surpreso – Não entendo muito o modo Merle de ver a vida, mas ele gosta de você!
−E eu dele! Admito.
−Por que está chateada com todos e não só comigo? Ele brincava com uma mecha do meu cabelo.
−Tantas coisas confusas! Respondo depois de um suspiro – Por que fico pela metade sem você e me sinto atirada no passado onde todo mundo pode me machucar, por que achei que eles tinham que ter aceitado o Merle, por você, pelo que fez por todos e por mim, por saber o quanto você é importante para mim, me senti traída, esquecida.
−Acho estranho que seja eu a te dizer isso, quero muito que meu irmão fique aqui que eles o perdoem e o aceitem, mas precisa entender que Merle quase matou o Glenn, e entregou a Maggie para aquele monstro, que não pensou em mim, que só pensou em vingança e em se dar bem com o tal do governador.
−Eu sei, nem quero pensar no que aquele monstro fez com a Maggie, sei que o Merle foi um... nem sei como chama-lo, mas foi tudo uma confusão para mim, depois que me disse que eu não ia com você que mentiu o tempo todo achei que tudo na minha vida era mentira, que ninguém gostava mesmo de mim e descontei em todo mundo, mas vou me desculpar com todos.
−Nem deixou o Hershel cuidar de você!
−Não foi nada! Eu o tranquilizo – Estou completamente bem!
−Falei com a Carol! Ele me diz buscando algo em meu olhar encontra alguma angustia, eu ainda tenho medo de ela me tirar ele – Pedi a ela que te deixasse em paz, disse que voltei por você.
−Amo quando faz coisas assim, mas não vamos nos preocupar com ela, eu sou só o modo de ela extravasar a raiva que sente de tudo, não quero criar um problema interno.
−Está certa! Ele me beija mais uma vez – Vamos deixar o Merle criar todos os problemas internos!
−E ele vai criar muitos eu acho! Ele concorda com um movimento de cabeça – E se não parar de me chamar de ex cunhada o próximo vai ser comigo!
−Amanhã você diz a ele que não tem nada de ex! Ele está sorrindo, mas está com uma carinha de sono que chega a dar pena, nem sei quando foi a última vez que descansou de verdade.
−Acho que você precisa dormir! Eu digo e ele sorri.
−Como no CCD? Seus olhos brilham como aposto que os meus estão brilhando – Você tem pesadelos sem mim e eu não consigo dormir sem você, não tem outro jeito, vamos ter que ficar juntos!
−Parece que sim! Ele me beija mais uma vez e depois nos arrumamos para dormir.
−Merle chegou rápido para te acordar? Ele me pergunta quando já estávamos prontos para dormir.
−Eu só dormi porque ele estava sentado na escada, acho que ficou preocupado, mas não diz nada senão ele vai ficar bravo.
−Acha errado sentir ciúme do irmão? Ele me pergunta e eu o puxo mais para perto de mim.
−Acho! Respondo – Acho uma grande tolice!
−Não sei não, vou pensar mais sobre isso, boa noite bruxa!
−Boa noite! Tive tanto medo de nunca mais o ouvir me chamar assim.
Acordo e fico um tempo sem entender o que está acontecendo, onde estamos, depois me lembro de tudo, que estou nos braços de Daryl que ele ainda me ama e que não estamos mais brigados, um sorriso se forma no meu rosto e acho que nunca mais vou parar de sorrir.
Nem quero pensar em guerra e Governador, só quero fingir que estamos todos seguros e ter um dia feliz.
−Bom dia bruxa! Ele sussurra no meu ouvido e fico toda arrepiada, as coisas que Mary gosta, ele sabe como se aproveitar disso.
−Bom dia! Respondo sorrindo e me viro, ele me beija de leve.
−Queria ficar aqui um pouco, mas tenho medo do Merle colocar fogo na prisão, vamos descer?
−Vamos! Eu digo com muito pesar – Ele é bem capaz de começar uma rebelião.
Merle está no refeitório, batendo uma caneca na mesa de ferro e criando um barulho chato que aposto ele fazia só para irritar Carol que mexia nas panelas, como posso não amar Merle?
−Olha ai minha ex cunhada toda cheia de sorrisos! Merle me diz quando entro.
−Pode parar de me chamar de ex? Eu peço me sentando com ele.
−O molenga enfim tomou uma atitude de homem! Ele diz e Daryl surge. Ele faz um movimento leve de cabeça para cumprimentar Carol, e depois se senta com uma xicara nas mãos.
−Merle se quiser posso pegar uma roupa do Daryl para você! Eu o aviso.
−Você tem uma mania de cuidar de mim ex.. Quer dizer, cunhadinha, acho que acabo me acostumando com isso!
−Espero que sim! Respondo e ele sorri de má vontade.
−Além de roupas podia me arrumar vodka, o que acha?
−Isso não temos! Eu respondo.
−É eu sei, são os puritanos do apocalipse, todos bonzinhos e de bom coração, igual o meu irmãozinho aqui! Ele se levanta – Vou ver o que acho de bom por ai, afinal prisão é um lugar que realmente conheço!
Merle some para dentro da prisão, eu e Daryl nos olhamos e o resto do grupo entra.
−Eu vou sair! Rick anuncia – Daryl cuida da coisas por aqui, principalmente Merle! Ele olha para Daryl que concorda – Fiquem atentos, vou levar o Carl e a Michonne comigo, quero ver se encontro armas, ninguém fica desarmado e ninguém fica sozinho! Ele pede antes de sair, Glenn segue para abrir e Daryl vai junto para dar cobertura.
Beth está com Judith no colo e caminho até ela, faço um carinho na nossa Bravinha e Beth me sorri entregando o bebê em meus braços.
−Desculpe pelo modo como me comportei Beth, sinto muito! Ela sorri.
−Não precisa se desculpar nem me explicar, eu entendi tudo direitinho, te entendo, deve ter se sentido traída e sozinha.
−Acho que sim! Ela toca o rostinho do bebê – Mas agora me sinto inteira de novo!
−Vamos para minha cela conversar um pouco? Me chama e concordo.
Maggie nos encontra no caminho, parece triste também e eu tomo a iniciativa de abraça-la.
−Desculpa! Peço e ela me responde com um sorriso triste.
−Claro, ainda quero matar o seu namorado pelas coisas que ele te disse, mas eu sei que era tudo mentira então tudo bem! Ela me diz.
−Vem com a gente conversar um pouco, vamos deixar os homens cuidando das coisas.
−Acho que vai ser bom! Ela concorda e seguimos as três para a cela de Beth, merecíamos uma conversa de amigas, um tempo de garotas, eu nunca tive isso até encontrar as duas e adoro o tempo que ficamos juntas, mesmo que hoje eu quisesse passar cada segundo com Daryl, elas mereciam isso depois do modo como me comportei.
−Desculpe Maggie, por tudo, ficaram preocupadas e fui injusta, sinto muito.
−Não tem problema, agora me diga, como foi a noite, me deu até palpitação quando ele te estendeu a mão no meio da música da Beth!
−E eu? Respondo sorrindo feito uma idiota – Nunca mais vou esquecer disso, o dia mais perfeito da minha vida, na verdade o dia foi terrível, mas aquele minuto salvou tudo!
−Foi bonito mesmo, ele ama você! Beth me diz – Fiquei com pena dele, passou o dia triste, ele é sempre meio carrancudo com todo mundo, mas ontem estava triste e não bravo!
−E agora a senhorita ganhou uma fã! Eu digo – Quando eu pensar nele vou ouvir sua voz cantando aquela canção!
−Não sei se gosto de estar entre vocês! Ela brinca e rimos um pouco, mas o sorriso de Maggie se desfaz.
−Maggie, quer falar? Eu pergunto.
−Me senti um lixo nas mãos daquele homem, um trapo velho, sei que sabe como é, ele não fez nada, só queria me humilhar, me mandou tirar a blusa e se encostou em mim, nada além disso, mas foi o bastante, mais do que poderia suportar, e pior mais do que o Glenn pode suportar, ele está revoltado, parece que tudo e todos são culpados inclusive eu!
Eu sei como ela se sente, sei como é valer nada diante de um homem, mas também sei como é ser importante para alguém e ela é muito importante para o Glenn.
−Acho que você, mesmo estando muito triste e magoada com o que aconteceu devia dar um desconto a ele, eu sei que queria que ele agisse diferente, mas acho que ele está se sentindo meio culpado, como se não tivesse cuidado de você direito!
−Eu sei que é isso, mas mesmo assim está difícil!
−Já conversaram?
−Contei o que aconteceu porque ele estava pensando que foi mais do que realmente foi, nem gosto de usar a palavra.
Nem eu, passei uma vida com ela presa na garganta, essa conversa me lembra coisas que não suporto lembrar, mas é Maggie e se ela precisa falar posso suportar.
−Então mostre que está tudo bem entre vocês, acho que ele precisa disso, quem sabe para um pouco, ele está meio fora de controle não acha?
−Acho! Ela me diz – Vou tentar, dormimos juntos e ele nem me tocou, numa cama minúscula como a nossa isso é meio impossível, acho que por ele nem estaria mais perto de mim.
Maggie chora um pouco e ficamos consolando ela, outra novidade para mim, eu estar mais feliz que qualquer outra pessoa, ela por fim se acalma.
−O que acha que vai acontecer agora? Beth pergunta.
−Não sei Beth, mas somos uma família e vamos passar por mais essa!
Depois quando estamos todas calmas e apenas conversando Carol entra na cela e pega o bebê, me olha de má vontade e sai, as duas me encaram preocupadas.
−Acham que ela ama o Daryl? Eu pergunto.
−Ela estava toda felizinha para o lado do Axel, acho que só quer alguém para ela.
−Sério Beth! Eu pergunto.
−Sim, quando saíram e ficamos só nós aqui ela ficou cheia de coisa com ele, não se desgrudavam! Diz Beth – E se recuperou bem rápido quando soube que vocês tinham ido embora.
−Nesse caso acho que o problema sou eu! Comento sem saber muito como lidar com ela, eu gostava dela na pedreira, era tão gentil comigo.
−Um grupo nos encontrou quando estavam fora! Ela me conta – Entraram pelos fundos da prisão, uma mulher o irmão e um pai e um filho, recebemos eles, mas quando o Rick chegou ele surtou!
−Receberam estranhos? Eu nem imaginava que algo assim tivesse acontecido.
−Sim, uma mulher que estava com eles foi mordida e morreu aqui dentro, eles a enterraram no nosso cemitério, gostei deles!
−O Rick os mandou embora? Eu pergunto, seria bom ter mais gente para lutar agora.
−Acho que ele anda vendo coisas! Maggie comenta – Ele não anda muito normal!
−Coisas do tipo fantasmas? Eu pergunto meio assustada.
−Acho que sim! Beth concorda com a irmã – Foi meio assustador de assistir ele gritando e expulsando os quatro, me deu pena também.
−Puxa! Eu fico sem saber muito o que dizer, mas decido prestar atenção, quem sabe ajuda-lo, já passei por tanta coisa acho ele um cara tão legal.
Nos separamos, Maggie está decidida a falar com Glenn e eu quero ficar com Daryl aproveitar cada segundo do dia.
−Oi! Ele me diz quando o encontro sentado na escada do nosso bloco de celas mexendo em suas flechas – Foi boa a conversa de garotas?
−Foi, eu me desculpei com elas, agora estamos bem!
−Elas não estavam bravas com você! Ele me diz quando me sento do seu lado e passo meu braço pelo dele.
−Não, eu sei, mesmo assim quis me desculpar, acha que o Rick está bem lá fora, não devia ter levado o Carl!
−Estão se cuidando, não se preocupe! Ele larga as flechas – O que conversou com a Andrea.
−Ela me perguntou se estávamos bem e eu disse a ela que não, contei o que tinha acontecido e ela me deu conselhos.
−O que ela disse?
−Que eu devia falar com você, que você me amava que devia ter feito isso para me proteger, que era insuportável com todo mundo menos comigo!
−Ela tinha razão, mas você nunca viria falar comigo!
Eu acho que está triste com isso, eu queria ser diferente e dizer que iria, mas ele tinha razão, eu nunca faria isso, sempre aceito tudo, me despedaço por dentro, mas aceito calada.
−Um dia eu vou ser diferente! Prometo a ele.
−Não quero que seja diferente bruxa, gosto de como é! Ele me beija – Tem uma coisa que quero dizer.
Fico tensa só de pensar no que pode ser.
−Andrea marcou um encontro entre o Rick e o Governador, se decidirmos ir, quero que fique aqui e cuide do Merle e mais do que isso, preciso que fique calma!
−Por que não posso ir?
−Imagina o que o Merle não iria aprontar, com você por perto ele vai se controlar, e acho que não é muito errado ter ciúme do irmão! Ele diz do nada acabo rindo.
−Pare de ser bobo, é o Merle!
−Não é não, tem o Merle e tem o cara que fica todo bonzinho perto de você querendo parecer legal!
−Meu amor você está sendo ridículo! Eu não consigo não rir disso.
−Do que me chamou? Ele me puxa para seus braços, fico corada, eu o chamei de amor e nem percebi.
−De Daryl! Respondo tentando fugir dele, mas ele me segura.
−Nada disso! Ele beija meu pescoço e fico toda arrepiada ainda tentando fugir dele, sem muita convicção é claro – Admita, me chamou de amor!
−Não chamei! Ele continuava me provocando e fica bem difícil resistir.
−Confessa! Eu estava presa a ele e estava adorando isso.
−Certo! Me rendo – Eu chamei você de amor, foi sem pensar, você não é fofo, não é amor, é um cara muito mal! Eu sei que ele não gosta dessas coisas que acha bobagem e se sente ridículo – Um demolidor!
−Eu posso ser um cara muito mal, e ser seu amor, não me importo, desde que ninguém ouça! Ele me beija, está feliz, nem sei como podemos estar assim, temos uma guerra a caminho e nem mesmo sei o que isso quer dizer, mas o fato é que Daryl está feliz.
−Eu já disse, os zumbis não te respeitam! Ele me beija e me recosto nele.
Daryl fica leve quando estamos sozinhos, não tem medo de se mostrar, de ser gentil, esse é o verdadeiro Daryl, Merle tem razão quando diz que ele tem bom coração, mesmo que isso o irrite é assim que ele é um homem bom.
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