Apocalipse - A Era Dos Mortos

33 Capítulo 33 - Pegue minha mão


Notas iniciais
Oi pessoas queridas, este é o capítulo de sabado, mas quem me conhece sabe que depois que escrevo fico ansiosa e não resisto, mas agora o próximo acho que só domingo, se der tempo de ficar pronto eu posto antes!kkkk
Espero que gostem.

Pov – Daryl

Entrar não foi fácil, zumbis nos cercando e tentando nos abocanhar, mas chegamos e Maggie nos abriu o portão o único que restara, Axel estava morto, nunca pararíamos de perder gente. Fico feliz de ter voltado, Rick estaria morto se não tivéssemos chegado à tempo e nem sei como seria para eles.

Merle é separado do grupo, não me importo, era só uma maneira de se sentirem seguros, por enquanto tudo bem, eu mesmo estava querendo manter alguma distância dele. Minha cabeça fervia, Mary estava abatida e me odiava, tentei protegê-la e acabei por perder Mary para sempre, ela nunca mais vai me perdoar pelo que fiz e é exatamente isso que mereço, não sei como fui capaz de achar que ela ficaria bem e não se importaria com minha partida, mas acho que agora ela adoraria que sumisse para sempre.

Estamos no nosso bloco de celas, Beth sorri quando a vê, mas Mary não corresponde, não olha para o bebê, apenas caminha para nossa cela, não sei mais se ainda é nossa.

−Mary, você está bem? Maggie pergunta me olhando feio, Mary para de andar e a olha, fico o tempo todo prestando atenção em cada passo dela, com medo de me aproximar e ser rejeitado.

−Quem se importa? Ela diz dando de ombros, Maggie se aproxima junto com Beth que tenta segurar sua mão mas ela a afasta.

−Nós! Maggie responde – Não faça isso, Beth chorou muito quando chegamos sem você, meu pai ficou arrasado.

−Sinto muito! Ela diz subindo as escadas e deixando as irmãs perplexas, ganho dois pares de olhos de condenação, mereço e então apenas desvio o olhar.

−Hershel, a Mary desmaiou na floresta, pode dar uma olhada nela? Eu peço muito preocupado, ele faz que sim com a cabeça.

−Mary passou por muitas coisas, não precisa ser muito esperto para saber disso, vai ter que consertar as coisas! Ele me dá as costas, não sei consertar coisas, sei estragar, é só por as malditas mãos Dixon e está tudo estragado, mas consertar nunca foi meu forte.

Hershel sobe as escadas e faço o mesmo, ela pode me odiar se quiser, mas vou estar por perto, eu a mandei embora e ela não foi então agora vai ter que viver com isso.

−Daryl disse que passou mal na floresta! Hershel diz entrando na cela, fico no corredor apenas assistindo, ela estava encolhida na cama, não chorava, estava apenas quieta os olhos abatidos, me lembrando a Mary que salvei a muito tempo a trás – Como se sente?

−Não foi nada! Ela responde sem olhar para ele.

−Está a muito tempo sem comer, andou muito, não bebeu muita água bebeu?

−Não quero nada Hershel, obrigada! Ela está muito frágil.

−Um desmaio é alguma coisa!

−Hershel isso não foi grande coisa, não se preocupe, já aconteceu antes, muitas vezes.

−Já desmaiou outras vezes? Ele demonstra preocupação.

−Muitas vezes está bem, já apaguei de tanto apanhar, já apaguei para não ver, para não sentir mais nada, fome? Sede? Tolice, eu sei o que é isso, então não se importe porque ninguém se importa! Ela deixa Hershel e passa por mim sem me olhar, quero ir atrás dela, mas não sei como fazer, ouço ela pedir a Carl que abra para ela e então o portão range e ela segue para fora, me viro e Hershel me encarava.

−Temos muitas coisas acontecendo! Ele me diz como se eu não soubesse – Acho que precisa resolver essa sozinho!

−Não sei como!

−Você não é como seu irmão, não deixe ele te estragar, foi bem longe sem ele.

Eu desço e meu irmão estava sentado, ele me olha irritado, será que até Merle está contra mim?

−Qual é? Eu reclamo e me sento com ele.

Beth serve comida depois de comer fico sentado com ele, Mary passava por nós quando Carl se aproxima dela com a irmã no colo, eu fico observando sua reação, aquele bebê era tão importante que duvido que pudesse resistir a ela.

−Mary! Ele a chama sorrindo – Eu escolhi um nome, queria ter feito isso junto com você, mas conversei com meu pai e ela se chama Judith! Mary dá um passo até eles, toca o rosto do bebê.

−Escolheu um lindo nome! Ela diz e depois deixa os dois e sobe para a cela, eu vou para fora, a noite estava agradável e o melhor a fazer era montar guarda, não temos a menor ideia do que fazer, Rick está completamente perdido e decidimos nos reunir na manhã seguinte.

−Vai ficar de olho no seu irmão que faço a guarda! Rick me diz e quando entro Merle descia as escadas do nosso bloco ele caminha furioso até mim.

−Você é um babaca! Me empurra – Quando uma coisa boa assim acontece tem que agradecer e o que faz é isso?

−Ficou louco? Eu não entendo a reação dele.

−A garota estava gritando por você e é isso que faz se esconde feito um covarde, vai perder a única coisa boa da sua porcaria de vida?

−Não ouvi! Me defendo.

−Por que estava longe, se estivesse perto dela não teria acontecido, eu a acordei, mas ela nem me deixou chegar perto, vai matar a garota de tristeza antes de fazer alguma coisa como um bom Dixon! Merle segue para o refeitório e apenas me sento no corredor escuro da prisão, ele tinha razão, mas ela nem olhava para mim, como podia consertar isso, além de ela me odiar eu tinha que pensar que Rick estava louco, todos odiavam meu irmão, uma mulher desconhecida estava entre nós e eu tinha de cuidar de tudo e não surtar, é muito até para mim.

Me sinto cansado, tenho medo de machucar Mary ainda mais, tenho medo dessa guerra matar todos que estão aqui e me sinto sozinho.

Amanhece sem que me mexa do lugar, talvez tenha dormido, mas não tenho certeza, o grupo se reúne no corredor entre as celas, vejo Mary abatida descer. Subo e me troco, pelo menos ela ainda não atirou minhas roupas pelo meio da prisão, talvez nem tudo esteja perdido.

−Acho que se você pedir desculpas as coisas se acertam! Beth me diz quando eu saia da cela – Ela está triste, Maggie me contou as coisas que disse a ela, eu posso entender que queria que ela ficasse segura, mas acho que Mary está muito ferida sabe, Maggie não quis me contar, mas acho que coisas ruins já aconteceram com ela.

−Obrigado Beth! Eu respondo sem saber muito o que dizer, o grupo se reúne, trancam Merle do lado de lá das grades como se isso fosse impedi-lo de participar da reunião, Mary sobe, acho que não me vê no andar de cima ou nunca teria subido.

−Vai dizer que ele voltou por você também? Carol diz a ela e fico perplexo com suas palavras.

−Não Carol, você esteve certa o tempo todo, nunca nada foi por mim! Ela responde para o sorriso vitorioso de Carol, quero dizer que está enganada, mas Rick chama a atenção de todos.

−Precisamos decidir! Ele diz – Ficamos ou partimos.

−Rick, eu não me importo, o que decidirem para mim tudo bem, então eu vou só ficar lá dentro! Mary dá as costas a reunião e entra na cela.

−Vamos ficar! Rick diz.

−E se tiver outro atirador, madeira não é suficiente! Maggie reclama.

−A gente nem pode sair! Beth continua.

−Rick diz que não vamos fugir e não vamos! Glenn comenta.

−Mas devíamos, vamos ficar e morrer como ratos! Merle comunica.

−Não temos medo dele! Eu esbravejo, odeio aquele canalha e o que está fazendo com a minha vida.

−O que sugere? Rick pergunta a ele.

−Devíamos ter partido ontem à noite e viver para lutar um outro dia, agora ele já deve ter batedores fechando as estradas, esse caminhão de zumbis foi só o jeito de tocar a campainha.

−Coloca ele em outro bloco de celas! Maggie reclama.

−Não, ele está certo!

−Foi você que começou isso! Ela grita para Merle, que porra essa troca de acusações não vai acabar nunca?

−Que diferença faz quem começou? Beth interpõe.

−E o que vamos fazer, eles são muitos! Hershel pergunta e Rick simplesmente dá as costas – Volte aqui! Hershel reclama – Uma vez disse que isso não era uma democracia, então honre o que disse, coloquei minha família em suas mãos!

Essa merda de mundo enlouquecia todos, eu podia entender isso, mas tudo tinha um limite, e esse limite era agora, nosso grupo é feito de mulheres e crianças, um velho com uma perna só e no momento estamos brigando feito loucos, mais separados que juntos.

Rick sai um pouco para respirar eu acho, fico onde estou sem saber bem o que fazer, quero falar com Mary, mas estou assustado como um garotinho.

−O campo está cheio de zumbis, Maggie vai ficar de vigia, não vi nenhum atirador! Rick diz voltando um tempo depois, eu desço para me reunir a ele.

−Posso chegar a uma torre e limpar o pátio, assim concertamos o portão.

−Ou colocamos o ônibus na frente! Michonne, esse era o nome da mulher, dá a ideia.

−Vamos precisar de muita munição! Hershel comenta.

−Estamos presos aqui, é isso? Glenn está revoltado e posso entender, mas não era hora para isso – Temos pouca comida, água.

−Vamos dar um jeito já passamos por isso antes!

−Isso foi antes de termos um espião! Ele reclama, me acusa e estou cansado disso.

−Vamos discutir isso de novo? Eu o encaro, estou de saco cheio, essa prisão é tão minha quanto deles, lutei por ela junto com eles, arrisquei minha vida e deixei Mary arriscar a dela quando tudo que queria era que ela ficasse segura não vou aguentar os ataques de Glenn, eu aguentei firme quando meu irmão foi deixado para trás – Merle fica!

Me afasto deles, que se virem.

−Não subestimem a lealdade de Merle para com o irmão, e com Mary também, eles são uma família! Eu escuto Hershel dizer e queria que fosse verdade, mas acho que Mary me expulsou dessa família, na verdade eu sei que parece que fiz isso antes.

Preciso tomar coragem e falar com Mary, mas o dia segue sem que me arrisque a fazer isso, ela não sai da cela, não fala com ninguém e nem mesmo comeu o dia todo, Carol parece muito satisfeita e decido que primeiro vou resolver com ela.

−Carol! Eu chamo e ela me olha sorrindo.

−Que bom que voltou!

−Foi por Mary que voltei, ela passou mal e percebi que não posso deixar minha namorada vivendo assim, então decidi voltar.

−Achei que ela não era mais sua namorada, vi que dormiu no corredor, nem mesmo pegou um colchão, achei que tinha acabado.

−Não se depender de mim, preciso que pare de magoar Mary, temos uma coisa maior aqui e é disso que temos que cuidar então eu quero que fique longe.

Nunca fui tão educado em toda minha vida, faço isso em respeito a Sophia, e minha busca por ela, Carol me olha.

−Então vai correr atrás dela?

−Parece que sim! Eu me afasto e então a confusão começa, Andrea se aproximava e como não sabíamos se estava sozinha, todos nos agitamos, Mary surge nesse momento, com uma arma na mão, ela passa por mim e segue para perto de Merle.

−Larga essa coisa ex cunhadinha, eu cuido disso! Merle reclama, mas ela não lhe dá ouvidos e saímos para fora armados e preparados para uma emboscada.

Andrea está sozinha e depois de todo aquele clichê de policial de mãos na cabeça e fique de joelhos, Rick deixa ela entrar.

Assim que entra abraça Carol, depois é aquela cena deprimente de contarmos sobre nossos mortos, ela se emociona com tudo, quer se aproximar de Rick quando sabe de Lori, ele se afasta, Rick ainda não estava pronto para isso.

Andrea está completamente iludida sobre o governador, acusa Merle quando sabe que ele foi só o lacaio, tenta nos convencer a entrar num acordo, mas não tem acordo, com aquele caolho maldito.

−Quando encontrar o Phillip avisa a ele que vou arrancar seu outro olho!

Mary está sentada e vejo que me olha, mas quando olho ela desvia rápido, estava decidido a falar com ela e mais uma confusão começa, isso parece não ter fim.

−Já aguentamos muito e por tempo demais, ele quer uma guerra é o que vai ter! Glenn quer vingança e tenho medo que isso o cegue demais e acabe por deixa-lo fraco.

Andrea continua a tentar nos persuadir, usa todos os argumentos, pede um diálogo quando todos sabemos que o canalha não quer conversar.

−Quer ajudar, coloca a gente lá dentro! Rick pede.

−Não, tem pessoas inocentes lá!

−Então não temos nada para conversar! Ele a deixa e o grupo se dispersa.

Mary segue para cela e Beth vai junto com Judith, eu suspiro, quem sabe elas conversam e isso me ajuda.

Michonne e Andrea conversam sozinhas, Merle me acusa de ser um molenga e babaca mais uma vez e fico lá fora esperando Andrea ir embora, antes de sair ela conversa um pouco com Mary e queria muito saber o que falam, mas acho que não posso perguntar sem receber um olhar de indignação da velha feminista.

Andrea nos olha antes de entrar no carro, é uma despedida de verdade dessa vez, estamos em lados opostos, isso é estranho, já lutamos juntos, procuramos por uma menininha perdida, matamos zumbis num celeiro, dividimos a mesma carne e agora ela pertence a outro mundo, um mundo que quer nos destruir.

−Bom se cuidem! Ela nos diz antes de entrar no carro.

Rick entrega a ela uma arma, velhos hábitos não mudam eu penso, mas dessa vez não me importo.

−Toma cuidado! Ele pede a ela.

Merle abre o portão e ela nos deixa, Mary me olha e depois volta para dentro.

−Ele tem muitas armas, se está treinando os moradores vai chegar aqui com tudo, pega sua garota e cai fora! Merle me diz.

−Não vou deixar essas pessoa Merle! Eu aviso – Olha em volta, temos um lugar, um bebê, ficamos nas ruas, um inverno nas ruas, não tem ideia do que é isso!

−Não conheço mais você! Merle me deixa, eu também não me conhecia mais.

Era noite, entro e Mary está sentada com Beth, estamos todos reunidos e só quero ficar perto dela, Mary voltou a ser a garota silenciosa assustada e sozinha, sinto meu coração doer, quero ela por perto.

Rick se aproxima, trazia a bravinha no colo.

−Belo encontro! Eu digo a ele.

−Andrea é persuasiva!

−O cara está armado e é perigoso! Hershel comenta.

−O que vamos fazer? Pergunto, a verdade é que estou com Rick, o que decidir está decidido, confio nos instintos dele.

−Vou dar uma busca, tentar encontrar armas, vou levar a Michonne e o Carl comigo, ele está pronto!

−Confia nela?

−Vou descobrir! Ele diz – Você fica e cuida de tudo aqui, estou feliz que tenha voltado, feliz mesmo, mas seu irmão é problema seu, tem que controlar ele.

−Pode deixar! Volto meu olhar para Mary, Beth tenta segurar sua mão, dar força a ela, mas Mary reage como antes puxa a mão muito rápido se defendendo e então a voz doce de Beth ressoa pela prisão, nos uni mais uma vez, Merle e Michonne observam aquela união que acho que desconheciam, somos poucos, mas o que construímos não se desfaz por conta de desentendimentos.

Gosto da voz doce de Beth a canção fala sobre aguentar firme, ela sorri para Mary, canta para ela, e só quero dizer que a amo como sempre amei, que ainda é minha garota, que preciso dela, dos doces olhos de Mary.

−Pegue minha mão, eu estou bem aqui, você tem que aguentar bem firme! Beth canta e chega de ficar longe, é minha Mary, caminho decidido – Pegue minha mão, eu estou bem aqui, você tem que aguentar bem firme! Estendo minha mão a ela, estou diante dela e estou rendido, ela me olha – Pegue minha mão, eu estou bem aqui, você tem que aguentar bem firme! Beth cantava enquanto Mary segura minha mão e eu a ajudo a ficar de pé, não dizemos nada quando subimos para nossa cela ainda ouvindo a voz delicada de Beth – Pegue minha mão, pegue minha mão! Nossas mãos nunca mais vão se soltar eu decido quando beijo minha garota longamente enquanto a envolvo em meus braços no momento em que ficamos sozinhos.

−Amo você! Eu conto a ela quando nos afastamos – Não quero ficar longe, desculpe ter machucado você! Ela me olha, tão frágil e confusa, quis tanto proteger Mary e doeu tanto dizer a ela que era tudo mentira – Queria que ficasse segura!

−Todo mundo sempre me machuca! Ela me diz enquanto acariciava seu rosto quero que aquele olhar triste e assustado vá embora para sempre – Me sinto tão sozinha e tenho tanto medo!

−Não está sozinha, nunca mais vou repetir esse erro – Pego sua mão ainda entrelaçadas a minha, beijo seus dedos – Segurou minha mão, eu estou bem aqui, nós vamos aguentar firme!

−Fico fraca sem você, fico assustada, eu amo você! Ela me diz e sinto todo meu corpo relaxar – Achei que só queria se divertir, que estava cansado de mim.

−É tão delicada, merecia um homem que soubesse lidar com isso, mas agora é minha e eu vou aprender, não vamos mais brigar eu prometo, foi a última vez!

−Mas eu nunca briguei com você, é sempre você que briga, tenho medo de brigar com você e te perder.

−Nesse caso vou comemorar no dia que brigar comigo, por que ai vou saber que realmente acredita que te amo!

−Eu senti saudade, Merle me acordou de um pesadelo, quando gritei e não veio, quando vi que era o Merle e não você...

Mary não continua, a voz está embargada pelas lagrimas.

−Eu estava lá fora de guarda, não te ouvi gritar eu juro, mas Merle me deu uma boa bronca!

Ela sorri e sinto um alivio que é inexplicável, não é só um sorriso, é o sorriso de Mary que eu esperei muito para ver, aquele que precisava ser contado no começo.

−Senti falto do seu sorriso, é a melhor coisa que tem nessa porcaria de era dos mortos!

Mary se recosta em meu peito e a envolvo, sinto o perfume suave que vem dela e depois a coloco na cama, a prisão está silenciosa, estão todos dormindo e não sei se teremos mais um dia assim, então eu a beijo.

−Vai ter que dizer todas as palavras! Ela me diz sorrindo e eu a beijo mais uma vez, eu podia dizer, podia dizer para sempre, era só o que queria dizer.

−Eu te amo Mary e quero que faça amor comigo! Sussurro em seu ouvido, depois de respirar no seu pescoço e morder seu lábio, as coisas que Mary gosta.

Notas finais
A música que Beth canta é do Tom Waits Hold on, para quem quiser saber, adoro essa canção, adoro na verdade toda trilha sonora de TWD.
Aguardo comentários e sim eu sou uma romântica, para os sanguinários hoje foi só romance mil desculpas!