Apocalipse
5 Voz rouca e sexy.
Notas iniciais
Agora, só amanhã :c
Boa Leitura e até as notas finais.
Pov Stefany
– Calma Calma, quieto – Shane continuou a falar
– É melhor me soltar! – O Gato do Da... STEFANY! Não pense nisso!
– Não, é melhor eu não te soltar. – Shane voltou a falar.
– O Merle era um problema, ou eu fazia aquilo ou todos estavam mortos. – Rick falou.
– A Culpa não é do Rick, é minha! Eu deixei a chave cair. – T-Dog se manifestou.
– Não dava pra pegar? – o Daryl falou.
– Ela caiu num ralo. – falei.
Ele me olhou e abaixou a cabeça.
– Se a intenção de vocês era me deixar melhor... Não adiantou. – ele se levantou.
– Talvez isso faça, Eu acorrentei a porta do telhado pros zumbis não chegarem nele. – T-Dog falou.
– PRO INFERNO TODOS VOCÊS. – Daryl gritou. – ONDE É QUE ELE TÁ? Eu vou buscar o meu irmão.
– Eu vou voltar para Atlanta. – Rick falou.
– Querem que eu vá? – perguntei.
– Não, dessa vez sou eu! – Emily se manifestou.
– Não, fiquem aqui. É muito perigoso. – Gleen falou.
– Eu sei lutar! – Emily queria mesmo ir.
– Sabemos disso, mas será mais seguro se você ficar aqui Emy. – Gleen falou Emy? Que intimidade é essa?
– Não tem essa, eu vou e ponto final. – ela bateu o pé, quando a Emily cisma de uma coisa...
– Stefany, fala alguma coisa! Não deixe a Emily ir. – o Gleen falou.
– O que você quer que eu faça? Coloque-a em um cantinho a fazendo pensar no que fez? Ela já tem idade suficiente para decidir o que quer.
Emily sorriu vitoriosamente, Gleen me fuzilou com o olhar.
– Emily, você vai com uma condição. – falei.
– Qual? – ela perguntou.
– Me devolva o meu Sneaker, se você morrer eu ainda quero ter ele. – falei.
– Idiota – ela me empurrou.
Ela me deu o Sneaker e eu dei o All Star para ela.
Rick e Shane estavam discutindo.
– Rick! Eu não entendo cara, você... você pode facilitar para mim? – Eles começaram a andar – Pode me dizer por que você vai se ariscar por um saco de estrume como o Merle Dixon?
– Olha como você fala do meu irmão. – Daryl se manifestou.
– Desculpe, Saco de esterco. Merle Dixon, um cara que não ti daria um copo de água se você estivesse morrendo de sede.
– O que ele faz e o que ele não faz não me vêm ao caso, só sei que eu não deixaria um homem com sede, com sede e desabrigado. – Rick se manifestou.
– Então vai você, o Daryl e a Emily? – Lori falou. – Então é esse, o grande plano?
Rick olhou para o Gleen.
– Ah, qual é? – Gleen falou, ele não queria MESMO ir.
– Você conhece o caminho, já esteve lá antes. Entro e saiu sem problemas... Você mesmo disse isso. Não é justo eu pedir isso, eu sei, mas me sinto melhor com você junto.
– Ah, que ótimo agora vamos arriscar quatro homens. – A Emily tossiu – Desculpe três homens e uma mulher. Ne?
– Cinco. – T-Dog falou
Daryl resmungou. – Argh, meu dia fica cada vez melhor...
– Tá vendo mais alguém aqui para salvar seu irmão branquelo?
– Por que você? – Daryl perguntou
– Você não entenderia... Não falamos a mesma língua.
– Então vão cinco pessoas... Vocês não entende né? Vocês estão colocando cada um de nós em... – eu interrompi o Shane.
– AAH, CALA A BOCA SHANE! Já entendemos seu sermão, estamos arriscando cada um de nós ao irmos Blá blá blá blá blá... Se eles querem ir salvar aquele saco de esterco, que vão. Nós vamos ficar bem! – falei e eles me olharam boquiaberta.
Shane não falou mais nada.
– Também deixei cair uma mala de armas. – Rick falou e olhamos para ele.
– Pera ai, que armas? – Shane falou.
– Quatro escopetas, dois rifles de peso e mais de uma dúzia de pistolas. Limpei a sala de armas da delegacia. Deixei cair quando fui atacado. Elas estão lá, no meio da rua esperando por nós.
– E munição?
– 700 balas variadas.
– Que se dane as armas, o Shane tá certo. Merle Dixon? Ele não vale a vida de nenhum de vocês mesmo com essas armas.
Pov Emily
Meu deus, como a Stefany ficou respondona. Finalmente estou indo para Atlanta.
O Ben veio até mim.
– Você quer mesmo ir? – ele perguntou.
– Quero. – respondi
– Então, boa sorte – ele falou e me deu um beijo na testa.
– Brigada, é... Você cuida da minha mãe enquanto eu estiver fora? – perguntei. – Se o acampamento for invadido, tome conta dela. Não deixe nada encostar nela, por favor. A Stefany vai ter que proteger os outros, deixe o Andy, a Ashley e o Jason sempre perto da barraca. Não saia de perto deles.
– Mesmo você não pedindo isso Emy, eu iria fazer isso. – Nos abraçamos – Posso fazer uma pergunta?
– Claro que sim.
– Você e o Gleen... – o interrompi.
– Somos apenas amigos seu ciumento. – apertei suas bochechas.
– Boa Sorte – ele me deu outro beijo e me abraçou
Entrei no caminhão, sentei no banco da frente. Gleen sentou no banco do motorista.
Daryl apertou a buzina com o pé.
– ANDA! VAMO LÁ! – ele gritou.
– O Rick, tem munição? – Shane perguntou.
– Não. – ele quase sussurrou.
– Dá ultima vez que entramos em um tiroteio tenho certeza que acabei usando umas balas suas.
– Eu não sei se vou querer disparar uma bala na cidade, não dá ultima vez.
– Você que sabe. Bom... Cinco balas... Cinco homens. – tossi sinicamente. — quatro homens e uma mulher.
– Obrigada – falei alto.
Rick e o T-Dog entraram no caminhão e o Daryl fechou a porta.
Gleen ligou o caminhão e fomos em direção a tão famosa Atlanta.
Pov Stefany
Eles acabaram de sair do acampamento, eu entrei na barraca da Lily.
– Muito bem filha – minha mãe falou e eu mi assustei, achei que ela estivesse dormindo.
– Pelo que mãe?
– Por tomar as atitudes certas. – ela falou e começou a tossir.
– Mãe, você tem que descansar, vou fazer algo para a senhora comer.
– Não precisa filha – ela tossiu – Tudo que eu como, logo vomito. – ela tossiu novamente, dessa vez saiu sangue.
– Vou ir até a cidadezinha mais próxima. – falei – Vou pegar vitaminas para você.
– Não filha... – eu a interrompi.
– Mãe, a senhora via ficar melhor, agora eu vou. – dei-lhe um beijo na testa e sai da barraca.
– Shane! – falei alto
– Oi?
– Vou ir até East Point. – falei
– Para?
– Buscar vitaminas para minha mãe. – falei – ela não está si alimentando direito, vomita tudo que come. – falei. – Cuide de meus irmãos.
– Tudo bem, você que manda. – ele se virou.
– E... Shane, — falei – Sinto muito por ter falado daquele jeito, eu não estou muito bem esses dias...
– Não tem problema – ele falou e deu um sorriso de lado.
– Vou indo, vou levar o Arco e flecha da minha mãe, vou pegar um carro também. Precisa de algo?
– Não, e também não demore.
– Antes do por do sol eu volto.
Entrei em meu carro e o liguei.
Logo cheguei a East Point. Desço do carro sem fazer muito barulho e deixo uma flecha preparada.
Entrei em uma farmácia, ela estava com as portas abertas. Parecia deserta. Olhei por lá rapidamente e peguei inúmeros remédios e as vitaminas da minha mãe, tudo estava normal. Nada fora do lugar.
Peguei tudo que precisava e entrei no carro. Avistei, de longe dois zumbis e liguei o carro. Ele não queria ligar.
– DROGA! – falei alto.
Logo dois zumbis, viraram 20. E os vinte viraram 50.
– MERDA! VAI! LIGA! – gritei.
Os zumbis estavam se aproximando do carro, cada vez mais. Até que ele ligou. Pisei fundo e dei o fora de lá.
Cheguei ao acampamento rapidamente. Desço do carro com paços apressados.
– O que aconteceu? – Andrea perguntou – Está tudo bem?
– Está sim, só não vá a East Point. Ela foi domada. – falei – Quase fui atacada, o carro não queria pegar. – falei e a Andrea arregalou os olhos.
– Você não foi mordida ou arranhada né?
– Não, ainda bem que não. Tome aqui – Le entreguei a cesta – Tem vários remédios, tem curativos, seringas tem várias coisas, a farmácia estava normal, nada faltando. Vou levar as vitaminas para minha mãe. – Peguei os 6 potes de vitaminas – Isso deve durar uns 5, 6 meses.
– Ah, estava precisando de um remédio de dor de cabeça, tem aqui?
– Tem sim. Só procurar.
– Ah, brigada Stefany.
– Que isso, me deixa ir lá.
Andei até a barraca da minha mãe, lhe dei as vitaminas e voltei para fazer minhas tarefas.
– Lori, vamos lá, é o dia de lavar roupas, vamos aproveitar esse sol. – falei
– Claro, deixe só me ver com o Dale onde o Carl está.
– Ah, claro vai lá.
Fui até o lago, onde a Andrea, a Amy, a Jacqui e a Carol já estavam.
Arregacei as mangas e comecei a lavar as benditas roupas.
– To começando a questionar a divisão do trabalho por aqui... – Jacqui falou. Observamos o Shane e o Carl brincando na água – Alguém me explica porque sempre sobra para as mulheres?
– O mundo acabou não recebeu o memorando? – Amy falou irônica.
Carol olhou para trás e viu Ed com a mesma cara de quem comeu e não gostou de sempre.
– As coisas são assim – ela falou.
Pov Emily
Chegamos em Atlanta já faz um tempo e agora estamos correndo, passamos por uma grade.
– Primeiro o Merle ou as armas? – Rick perguntou.
– Primeiro Merle, ninguém questionou isso antes – Daryl falou.
– Que tal agora? – Rick falou – Gleen, você conhece o local, a decisão é sua.
– Primeiro o Merle, ele está mais perto. Depois pegamos as armas.
Continuamos a correr.
Pov Stefany
Continuamos a lavar as roupas.
– Sinto falta da minha máquina de lavar... – Carol comentou.
– Sinto falta do meu carro. Do meu GPS. – Andrea falou.
– Eu sinto falta da minha cafeteira com filtro duplo e moedor embutido. – Jacqui falou com uma cara de quem se recordava de momentos bons.
– Meu computador... Celular – Amy falou.
– Sinto falta da minha geladeira... Minha cama... Meu chuveiro com água quente – falei
- Sinto falta do meu vibrador. – Andrea falou e olhas como uma cara maliciosa para ela.
– Ai meu deus! – Amy falou e começamos a rir.
– Eu também. – Carol sussurrou.
Começamos a rir.
– Qual é a piada? – o Inútil do Ed falou.
– Só estamos fofocando Ed. – Andrea falou.
Ed andou por trás de nós e fumava junto.
– Algum problema? – perguntei
– Nada que seja da sua conta. – ele respondeu grosseiramente. Alguém me segura ou esse idiota leva uma na cara. – É melhor fazer o trabalho direito, isso não é clube de comédia.
Continuamos a lavar a roupa em silêncio.
Pov Emily
Entramos na loja de departamentos e logo avistamos um zumbi.
– Credo, você é mais feia que a bruxa do 71. – Daryl falou se preparando para atirar uma flecha na cabeça do zumbi.
Voltamos a andar, subimos até o telhado.
Pov Stefany
Continuamos a lavar a roupa e o Fred olhava para nós.
– Tá incomodado com algo? – falei – Não gosta do jeito que lavamos a roupa? – me levantei – Então vai, lava ela. Toma. – joguei a camiseta nele. E ele jogou de volta, e com mais força, em mim.
– Isso não é trabalho meu moça. – ele falou
– Qual é o seu trabalho então Ed? – Andrea levantou á voz e veio até mim.
– Andrea não! – Amy falou mais Andrea nem deu bola.
– Seu trabalho é ficar o dia inteiro sentado e fumando? – eu falei
– Concerteza não é ficar ouvindo vadias presunçosas e linguarudas o dia todo, saco? – ele falou, eu e a Andrea ficamos caladas – Vamo embora vamos Carol.
– Ela não precisa ir com você. – Andrea se rebelou
– Isso não é problema seu. Vamo embora você ouviu. – ele se referiu a Carol.
Carol começou a andar com a cabeça baixa.
– Carol, você não precisa ir. – falei
– Stefany, por favor. Deixa pra lá. – Carol falou
– Ei, e não pensa que não dou um corretivo pra vocês, só por que vocês são idiotas que fizeram faculdade. – Ficamos espantadas pelo que ele disse – Vamos embora Carol, ou... – ele foi interrompido pela Jacqui.
– Ou ela aparece aqui toda machucada. Agente já viu isso.
Ele deu uma risada.
– Vamos embora, quer saber, isso não é assunto de vocês. Não vão querer me provocar. Chega dessa conversinha, acabou vamos embora. – Ed falou e segurou a Carol pelo braço
– Não Carol, não, Ed para. – falamos.
– NÃO O QUE? – ele gritou e deu uma tapa no rosto da Carol.
Começamos a empurrar o Ed e dar tapas nele. Peguei em seu braço, e com minhas unhas enormes dei-lhe um beliscão, o local onde belisquei ficou vermelho, bem vermelho. O Ed me deu um soco na barriga. Cai no chão e desmaiei.
Á única coisa que ouvi foi a uma das meninas chorando e o som de alguém levando socos. Também tinha gente gritando ‘’ Shane para!, Vai mata-lo, Para! ‘’
Pov Emily
Subimos até o telhado, o Rick e o T-Dog abriram a porta com o Porta-Medalhão do Dale. O Daryl deu um chute na porta que logo se abriu, entramos no telhado e nada do Merle.
– MERLE! MERLE! – Daryl gritava.
A única coisa que vimos foi uma algema ensanguentada, uma serra também ensanguentada, com uma poça de sangue, em cima da poça havia uma mão.
– IRMÃO! IRMÃO! – Daryl continuou a gritar quase chorando. – NÃO! NÃO!
Andamos um pouco mais e o Daryl apontou o Arco pro T-Dog, e logo o Rick apontou a arma pro Daryl
– Não me importo se todos os zumbis da cidade ouvirem. – o Rick falou e o Daryl abaixou o arco.
– Você tem um pano para me emprestar? – o Daryl perguntou ao T-Dog.
T-Dog tirou um pano do bolso e entregou a Daryl, que logo pegou a mão no chão. E colocou a mão na mochila do Gleen
Seguimos o rastro de sangue e começamos a descer as escadas.
– Merle! Você tá aqui? – Daryl perguntou alto.
Descemos as escadas e Daryl acertou uma flecha em outro zumbi.
– Ele ainda conseguiu matar esses dois desgraçados... com uma mão. – Daryl falou apontando para dois zumbis no chão – Meu irmão é o cara mais durão que conheço.
Pov Stefany
Acordei e assim que abri os olhos vi a Jacqui.
– Já acordou? – ela perguntou
– O que aconteceu? – perguntei
– Você deu um beliscão no Ed e ele te deu um soco na barriga, está melhor?
– Muito. Só minha barriga dói.
– Tome esse remédio que irá passar – Ela me entregou um comprimido e um copo de água. Tomei e saímos da barraca.
Vi Andrea e Amy andando com um monte de peixes na mão.
– Olha só isso. – Morales falou.
Eu e a Lori começamos a bater palmas
– Moças, hoje minha família vai comer bem. Obrigado. – Morales continuou a falar.
– Agradeça ao Dale – Andrea falou – as tralhas são deles.
Pov Emily
– MERLE! – Daryl gritou mela milésima vez, ele não cansa?
– Não estamos sozinhos, não esqueça – Rick falou.
Andamos mais um pouco e entramos em uma cozinha, tinha um fogo ligado e um metal com algo grudado.
– O que é isso queimado? – perguntei
Rick examinou bem o que tinha lá.
– É pele, ele cauterizou o ferimento. – ele completou.
Gleen virou para mim, parecia que ia vomitar.
– Eu disse que ele é durão, ninguém mata o Merle se ele não quiser. – Daryl falou.
O Rick e o Daryl começaram a discutir. Não prestei atenção. Até que me infernizei e falei.
– Daryl – ele olhou para mim – Vamos ir atrás de seu irmão, e tudo, vamos ajudar a achar ele. Mas precisamos de Armas. Não quero andar por Atlanta com boas intenções.
Pov Stefany
Ficamos conversando sobre como a Andrea e a Amy pegaram tanto peixe até que o Dale chega.
– Eu não quero alarmar ninguém, mais acho que temos um problema – ele apontou para cima da montanha, onde o Jim fazia algo, acho que cavava um buraco.
Subimos montanha acima e vimos o Jim cavando um buraco, um não, vários.
– Ei Jim, para um pouquinho. – Shane falou.
– O que vocês querem? – Jim respondeu grosseiramente.
– Dale disse que você está aqui há horas. – Morales completou.
– Idai? – ele respondeu
– Por quê? – Shane perguntou – Tá querendo chegar à China?
– Quem se importa? Não estou machucando ninguém.
– Só á você mesmo. Está uns 38 graus aqui. – Dale falou.
– Jim, eles não vão falar mais eu vou. Você está assustando as pessoas, esta assustando meus irmãos, o filho da Lori, a da Carol. Os filhos do Morales.
– Eles não precisam ter medo de nada. – olhamos reprovadamente para o Jim – Ah, que coisa pessoal, eu to aqui quieto me deixem em paz!
Jim e Shane começaram a discutir.
Não prestei a mínima atenção, até que o Jim tentou bater na pá no Shane. Shane se jogou no Jim e os dois foram pro chão.
– Vai ficar tudo bem Jim ninguém vai te machucar. – Shane falou.
– Isso é mentira! Eu disse o mesmo para mim família, e eles apareceram eram dúzias. Tiram minha família de minhas mãos Sabe a única razão de eu ter escapado é que os zumbis estavam ocupados comendo minha família.
Pov Emily
– Gleen, eu não vou deixar você ir. – falei – Você não vai sozinho.
– Se nós fomos em grupo, vamos chamar atenção. Eu vou sozinho. – o fuzilei com o olhar – Se eu for sozinho, posso me mover rápido. Olha, — ele começou a mexer no esquema que havia feito – Esse é o tanque. Cinco quarteirões daqui. – ele colocou um papel no esquema, em frente ao ‘’ tanque’’ – Essa é a bolsa de armas. – ele colocou o dedo em uma rua ao lado do ‘’ tanque ‘’ e da ‘’ bolsa de armas ‘’ – Esse é o beco em que eu te puxei você lembra? – se referiu ao Rick que assentiu. – Esse é o beco onde eu e o Daryl vamos.
– Por que eu?
– Por que a sua arma é mais silenciosa. Enquanto o Daryl espera aqui no beco, eu pego a bolsa. – ele colocou mais alguma coisa no esquema.
– E onde nós vamos ficar? – Rick perguntou
– Você e o T-Dog – ele pegou uma borracha e colocou ela no esquema – Vocês vão ficar aqui.
– A dois quarteirões, por quê? – T-Dog perguntou.
– Eu posso não voltar pelo mesmo caminho, os zumbis podem me bloquear. Se isso acontecer, eu não vou voltar pelo Daryl, ao invés disso, eu vou pra frente, eu vou pela rua até o beco onde vocês se encontram. Qual quer direção que eu vou, tenho vocês dois. Depois disso, agente se encontra aqui.
– Ei cara, o que você fazia antes disso? – Daryl perguntou ao Gleen.
– Eu? Entregava Pizza.
– Só não entendi uma coisa. – Falei
– Qual? – Gleen perguntou
– Onde eu me encaixo nisso?
– Bom você vai ficar aqui.
– Até parece. Eu vim aqui para matar uns zumbis e resgatar o seu irmão e não esperar que nem uma idiota.
– Emily, é muito ariscado. – Gleen falou.
Revirei os olhos e concordei em ficar. Sentei-me em uma das cadeiras e eles saíram.
Pov Stefany
Eu fiquei para cuidar das crianças. Junto com a Lori e a Carol.
– Desculpe se eu assustei seus irmãos – o Jim falou – E o seu filho e a sua filha.
– Você teve uma insolação, não podemos te culpar. – Lori falou.
– Não estão com medo agora, não é?
– Não senhor – Sophia respondeu
Eles voltaram a brincar.
– Então tá... Quem ai tá a fim de me ajudar a limpar uns peixinhos? – Shane falou
– Legal! Vamos gente. – o Carl falou e as crianças se levantara me correram até o Shane
Pov Emily
– Aquele homem com quem você estava, para onde foram? – Rick perguntou ao garoto.
– Ai meu deus. – falei e coloquei a mão na cabeça – Que droga aconteceu lá?
– Já te falei, esse idiota e seus amigos chicanos apareceram e me atacaram. – Daryl falou levantando a voz.
– Foi você que me atacou Perro. – o garoto falou – Ficou gritando em achar o irmão dele como se fosse culpa minha.
– Levaram o Gleen, podem estar com o Merle – falei.
– Merle? Que nome caipira é esse? Parece nome de cachorro. – o garoto falou, agora sim ele pediu para levar uns tapas do Daryl.
Daryl tentou ir para cima do garoto.
– Para Daryl, sai pra lá! – o Rick segurou o Daryl e falou.
O Daryl começou a mexer na mochila do Gleen.
– Quer ver o que aconteceu com o ultimo cara que me irritou? – o Daryl ameaçou. Ele tirou o pano com a mão da mochila do Gleen. Pegou a mão e jogou no colo do garoto.
O garoto estremeceu, tirou a mão de seu colo e caiu no chão.
– Agora eu vou arrancar os pés. – o Daryl falou colocando as mãos no pescoço do garoto
Rick pegou pela gola da camiseta do Daryl e o puxou.
Rick tentou falar com o garoto, mas não conseguiu. Ele veio até mim, junto do Dixon.
– Emily, tenta falar com ele. – Rick falou.
– Por que eu?
– Porque se eu for ele morre. – o Daryl ameaçou.
– Porque você é garota... É bonita... Ele é um garoto... É jovem... – ele falou obviamente.
– Vocês me pagam. – falei e me levantei
Fui até o garoto.
– Oi – falei e sorri. Ajoelhei-me ao seu lado.
– Oi, — ele falou.
– Você e seus amigos pegaram um dos nossos. – falei com uma voz rouca e sexy. – Gostaríamos de falar com eles... E resolver as coisas. – Dei uma ajeitada no cabelo. E coloquei a mão por cima da barriga dele. E comecei a deslizar minhas unhas por cima da sua barriga. – E precisamos que você nos mostre o caminho. – falei mordendo o lábio inferior.
[...]
Não acredito que deu certo. – pensei.
Estávamos andando, já faz um tempo e finalmente chegamos a um portão grande e na cor vinho.
– Se tentar alguma coisa. – o Daryl falou – Você vai ver.
O Garoto estava sentado no chão, me sentei ao seu lado.
– Ele não vai tentar nada. – ele olhou para mim e eu sorri. Ele sorriu de volta.
– Tá bom então, vamos ver o que eles querem. – Rick falou e eu me levantei. Junto do garoto. Ficamos em frente ao portão – Vai – ele sussurrou e deu uma leve empurrada no garoto. – Qual o nome do cara que manda?
– Guillermo.
Peguei uma das escopetas e mirei na porta. O garoto ficou de frente para a porta que logo foi aberta. Tinha vários homens lá dentro, somente um saiu de lá.
– Que foi irmãozinho? – o homem, negro perguntou. Esse devia ser o tal Guillermo.
– Eles vão cortar os meus pés. – o garoto respondeu
– E policiais fazem isso?
– Não, ele não. Esse peno caipira – o garoto se referiu ao Daryl – Ele cortou a mão de um homem! E mostrou para mim.
– Cala a boca. – sussurrei
– AI! FOI AQUELE CARA ALI! – um homem, dessa vez branco gritou. – Foi ele que atirou a flecha na minha bunda! Qualé a sua?
– Calma irmãozinho! – o Guillermo falou. – Calma! Calma. É verdade isso? Querem arrancar os pés do Miguelito? Isso é coisa de louco cara.
– Por que estaríamos mentindo? – perguntei
– Você não é meio nova para segurar uma escopeta?
– Com oito anos eu segurava uma, acho que já estou na idade de segurar uma bazuca. – falei e ele riu.
– Agente só tá a fim de conversar. – Rick comentou. – Numa boa.
– Aquele caipira atacou o primo do Felipe, bateu nele, ameaçou cortar os pés dele. Felipe levou uma flechada na bunda, e você quer conversar numa boa? Vocês são muito caras de pau.
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