Notas iniciais
oooi, fiquem sabendo, que eu QUASE não postei hoje! Se quiserem saber o motivo eu conto! Vocês que sabem, bom, o capitulo é meio que... Hum... Chato. É kkkk todos os capitulos agora para mim são chatos! KKKK AF, Boa leitura e até lá em baixo.

* > ( Pov Ashley ) < *

Oito meses. Oito dolorosos meses. A escassez de comida, as pessoas não falam mais como antes sabe? Eles não ligam para mais nada. Rick e Lori estão sem se falar a meses, Andy está tristonho, não come. Emily e Ben estão sem se falar também. O pior de tudo é a dor que vejo nos olhos de Daryl. Sabe, ele tentou mudar. Tentou esquecer-se da Stefany, mais ele não consegue. Deve ser difícil amar alguém que nem se sabe se está vivo.

Toda vez que passo por Daryl, na maioria das vezes, ele suspira. Me aperta o coração sabe? Daryl não é o mais simpático, o mais gentil, mais amigável, mais ele é bom. Ele tem um grande coração, que agora, está amassado, cortado e dobrado em vários pedaços. Imagine como seria pior se Stefany não tivesse se separado com ele antes disso. Ele ia morrer!

O grupo está dividido. A meses não rimos como aquela vez no CCD, a meses não falamos só: ‘’ Zumbi ‘’ ou ‘’ Para os carros! ‘’; A meses eu me sinto separada do grupo.

Rick é um grande líder, mais ele tem que parar de se culpar. Não é fácil cuidar de várias pessoas em meio a um Apocalipse mais ele quis essa responsabilidade. Então, agora ele vai ter que ser responsável.

Que Stefany esteja viva, precisamos dela. E muito.

* > ( Pov Stefany, Fúria. ) < *

Estávamos andando em silêncio até próximos ao helicóptero que caiu, estávamos em silêncio até que ouvimos aquele som agonizante que mais estremecer o corpo.

Chegamos no helicóptero, onde um homem que virou zumbi pela metade estava pedindo por carne. Três corpos. O do zumbi da metade, um outro homem morto ( provavelmente ) e mais um, que respirava com dificuldade.

- Ele está vivo. – Governador sussurrou e logo depois enfiou o machadinho que segurava na cabeça do homem morto. Espirrando seu sangue para ambos lados. – Vamos leva-lo para Woodbury.

Todos assentimos e os homens pegaram o Homem vivo. Fui até o outro homem, que parecia inteiro. Mais estava morto. Dei-lhe uma machadada na cabeça, o decepando e jorrando seu sangue na parede do Helicóptero.

Entrei em um dos jipes e o liguei. Um homem entrou ao meu lado, ele é moreno cabelo carapinha. Merle entrou atrás. Acelerei o jipe e puxei o freio de mão, acelerando mais e mais o jipe.

- Vai mais devagar. – Merle exigiu.

- Devagar o caralho Merle! – falei em meio os risos – Eu quero é viver a vida! – Fui acelerando mais.

- Mais para isso, você precisa viver!

Bufei.

- Ah Merle, você é tão estraga prazer! – exclamei derrotada.

- É para o seu bem. – Ele ironizou vitorioso.

Logo chegamos a Woodbury.

Desci do jipe e peguei meu arco. Meu arco continua igual, mais foi melhorado. As pontas ficaram metálicas, pontiagudas. A madeira foi reforçada. As flechas são de madeira com a ponta metálica e muito afiada.

Woodbury é um lugar bom, com seus altos e baixos. Com seus defeitos. Mais é segura, mais é um bom lugar para viver.

Andei em direção ao prédio em que vivo, subi os milhares de andares e assim que cheguei no ultimo, ofegante, abri a porta do meu apartamento, entrei e fechei a porta. Trancando-a. Me joguei no sofá e olhei para o teto.

Um teto verde meio azul, um verde água? Não sei. Ele é um teto velho, com seus defeitos. Uma rachadura aqui, outra ali. Faz parte.

Respirei fundo.

- Eu não quero me lembrar. – Falei – Eu sei que se me lembrar vou sentir ódio. Raiva. Eu sei que vou sentir medo. Eu vou me sentir fraca. – Eu não quero sair daqui. Nunca. Woodbury é o meu lugar. – Desejei rapidamente, sem respirar entre as palavras. – Nunca. Não quero me lembrar.

Mais uma vez, respirei fundo.

Eu tenho segredos.

Um passado.

E eu não quero lembra-los.

Se eu lembrar? Vou sofrer, saberei que minha família está morta. Saberei quem são, saberei de tudo. E pra que isso? Se eu estou curiosa sobre o meu passado? Estou me contorcendo, mais eu penso no futuro e sei que se me lembrar, vou sofrer muito.

E eu não quero sofrer.

Fechei meus olhos delicadamente e adormeci ali mesmo.

... Eu estava correndo. Estava em uma fazenda, ela foi tomada. Havia zumbis por todas as partes, os barulhos agonizantes e tiros tomavam conta dos meus ouvidos.

- JASON! – gritei sem motivo, olhei para traz e um garotinho dos cabelos morenos havia sido pego. – JAAASON! – gritei novamente.

Voltei a correr, mais dessa vez em uma estrada. Havia carros para todos os lados, estava seguindo uma trilha de sangue. Até que havisto um chinelo verde que me faz ficar parada. Um arco milagrosamente apareceu na minha mão, sem motivo algum coloquei uma flecha nele. Assim que cheguei no final havia uma enorme poça de sangue com um bilhete em cima. Como ele não ficou molhado? Não me perguntem!

‘’ Caro leitor ingênuo que adoraria saber onde está à mamãe Lily...

Eu peguei a sua doce e inocente mãe e em troca dela, quero as armas, os carros e os suprimentos que lhe restam. É só gritar que sua mamãe vai até vocês.

Com amor Infinito.

Sara e Fred. ‘’

Meu chão caiu. Não é nem hipótese. Meu chão simplesmente sumiu, eu estava caindo dentro de um abismo escuro, a minha única luz que tinha era umas... Não sei como dizer é algo tão diferente. É como uma lousa com uma foto. Todas diferentes, uma de uma garota morena, dos cabelos longos beijando um homem loiro.

Foi essa que me chamou mais atenção.

Havia outras, como um garoto com a camiseta levantada olhando para o seu cinto, que estava levemente amassado.

Uma garota que foi transformada, loira, andando até mim.

Um zumbi pendurado com as pernas comidas.

Uma barreira de feno, baixa com algumas pessoas segurando bexigas, parecendo que iam atacar em mim...

Abri meus olhos lentamente, pela primeira vez, a claridade não me cegou. Estava tudo escuro. Já devia ter escurecido, está tudo preto. Não enxergava nada. Andei em direção a onde pensava que é o interruptor, bati o dedo mindinho do meu pé, na quina de alguma coisa.

- AH! – gritei me sentando no chão e alisando meu dedinho.

Assim que recuperei as forças, me levantei e fui em direção ao interruptor. O liguei e o apartamento foi clareado.

Tudo está... Normal. Fui até as janelas e abri as cortinas. Assim que abri, as pessoas brincavam, riam.

- Está na hora do jantar. — falei e assim que terminei, meu estomago exigiu que o alimentasse.

Fui até meu quarto, peguei uma camiseta mais solta, rosa clara de renda. A vesti e fui em direção a porta. A abri e logo fechei, a caminho dos milhares degraus até o térreo.

Desci as escadas ofegante, abri a porta principal e a claridade novamente fechou meus olhos. Governador veio me receber.

- Oh, vejo que acordou! – ele festejou. – Estávamos a sua espera. – ele me serviu uma garrafa da minha preciosa Vodka.

- Oh! Obrigada. – agradeci e bebi um gole dela. A bebida desceu ardendo em minha garganta. Do jeito que gosto.

- Gostaria de mais alguma coisa?

- Não, só vou avisar que eu fico de guarda essa noite. – o avisei que arqueou uma sobrancelha e assentiu.

- Como quiser. – Ele falou e se retirou.

Andei até os caminhões. Merle estava de guarda junto com o mesmo homem de antes.

- Boa Noite Fúria. – O homem falou – Vai ficar aqui? – Assenti – Se não se importar, vou ficar com a minha família.

- Aproveita. – falei sorrindo de lado.

Peguei a arma que ele deixou encostada no caminhão e coloquei sobre meu colo.

- Amanhã, vamos voltar aonde o helicóptero caiu. O homem que resgatamos nos avisou que tinha algumas armas no banco de trás e que eles têm um acampamento. – Merle puxou assunto.

- Vamos... – não completei esperando Merle completar.

- Fúria, você sabe. Assim que sobrevivemos. Vai com agente?

- Eu não perderia isso por nada.

[...]

O tempo se passou rápido eu fiquei os dois turnos de boa. Não tive sono, fiquei no primeiro turno com Merle e no segundo com outra mulher.

Já amanheceu e estamos nos preparando para sair.

- Pegou a Sniper Fúria? – Governador perguntou. – Você vai ficar mais longe, não queremos arriscar você.

- Sou tão preciosa. – falei rindo, Governador riu pelo nariz. – Peguei.

- Metralhadoras? – assentimos. – Munição? – assentimos novamente. – Então vamos.

Ele entrou no jipe preto que dirija no dia anterior. Entrei em outro, junto com o mesmo homem de ontem e Merle.

Chegamos até um acampamento, ficamos longe deles. Um grupo vamos dizer... forte.

Dois caminhões, uns quinze homens. Fortes.

O pior é: Estavam de costas para nós.

Porra, pelo menos é bonito.

Andei silenciosamente até um arbusto alto e me deitei ali. Passei a frente da Sniper pelo arbusto, deixando só a ponta e o visor para fora.

Mirei em um dos homens.

Governador saiu do carro e andou até eles, todos se viraram e o olharam.

Eles falaram sobre algo que não prestei muita atenção. Até que ele olhou para mim e fez o sinal, ele passou a mão no cabelo e riu. Respirei fundo e puxei o gatilho, fazendo o homem cair de primeira.

Mirei em outro, mais um foi esperto e atirou em direção ao meu arbusto, me abaixei mais e voltei a olhar pela Sniper. Voltei ao meu alvo e puxei o gatilho. O homem caiu.

Logo, todos os homens foram derrubados.

- Vocês quatro, levem os caminhões. – Governador falou com alguns dos homens – Fúria, Merle, Cronely e Tim. Vocês vêm comigo.

Todos assentiram e foram para os carros. Eu e Cronely fomos em um dos carros. Merle, Tim e Governador foram no outro.

Logo chegamos zumbis estavam próximos do local, coloquei uma flecha na ponta do meu arco e fui atirando nos zumbis, os outros, os matavam no bastão, machado. Faca.

Ouvimos outros ruídos, mais longes, mais ao mesmo tempo, mais pertos. Olhei para onde presumia que o som vinha, logo o som parou com alguém se levantando e logo se abaixando novamente. Olhei para Merle e fiz um sinal com a cabeça, iríamos encurrala-los. Fui em frente, Merle foi por traz e o encurralamos. Eram duas mulher, uma negra, se assim posso dizer e uma branca com o cabelo loiro cacheado, meio liso, meio crespo.

- Ora, ora. O que temos aqui. – Merle falou.

Minha respiração do nada acelerou, flashes e mais flashes tomaram conta da minha visão.

- EU NÃO QUERO ME LEMBRAR PORRA! – gritei colocando a mão na cabeça e caindo de joelhos no chão. – PORRA! – Mais foi em vão.

A imagem de um homem. Um homem Loiro. Com os olhos azuis. Malditos olhos azuis. Eu conheço esses olhos azuis. Eles estão em meus sonhos.

Outro flash veio, uma mulher Loira. Cabelos levemente cacheados. Se nome tinha algo haver com A. Pele pálida.

Eu respirava ofegante.

Mais um flash veio, mais dessa vez nomes.

Stefany

Andrea

Ashley

Andy

Jason

Annabelle

Taylor

Sara

Lily

Albert

Ben

Rick

Lori

T-Dog

Dale

Jim

Beth

Patrícia

Otis

Shane

Jimmy

Sophia

Eu voltei a respirar, mais soluçando. Isso acontecia toda vez que me lembrava de algo. SÓ QUE EU NÃO QUERO ME LEMBRAR!

Porra se aconteceu deu perder a memória significa que meu passado foi uma bosta. Caralho, tão difícil entender isso cérebro?

A dor de cabeça bateu, forte. Na região occipital da minha cabeça, algo como uma pancada. Algo forte, como se um bastão batesse na minha cabeça.

Eu respirei fundo. As pessoas falavam na minha volta, mais eu não entendia nada.

Não é a primeira vez que acontece deu ter um ataque, ter dor de cabeça e não ouvir mais nada.

- Fúria! Fúria! Não feche os olhos! Não feche os olhos. – alguém falava, mais as palavras se passavam em câmera lenta em minha mente.

Meu estomago embrulhou, sentia minhas pernas fracas. Praticamente não as sentia.

Outro flash veio. Eu estava em pé, de frente há um penhasco. Estava segurando uma arma.

Minha mente ficou confusa.

Eu tenho um irmão. Chamado Jason. Uma irmã, chamada Emily. Minhas melhores amigas dez que o apocalipse começou são Carol e Andrea. O Líder do grupo que estava é Rick, ele é casado com Lori que está grávida e tem um filho, Carl. Tenho uma prima chamada Ashley que é irmã adotiva da Andy. Meus pais, Albert e Lily. Lily foi sequestrada por Sara e Fred meu pai morreu. A fazenda de onde vim é de Hershel. Ele tem duas filhas, Beth e Maggie. Maggie esta em um rolo com Gleen. Também a Dale, T-Dog. Annabelle e Taylor são irmãos e o cão estúpido e Spike, o cão estúpido de Annabelle.

Eu me lembro de quase tudo. Como sei que é quase?

Falta algo. Em meu coração.

Notas finais
Chato né? Stefany mudou muito, mais no final. HUUUUUMMMM. Como ela vai reagir depois disso? Segredo que só vai ser falado no sábado ><'' Mano, to postando muito pequeno os capítulos e muito pouco por semana! Deuses! Estou sem muita criatividade sabe? Bom, Beijinhos e até sábado!