Apenas Meu.

17 Um Mar de Rosas.


Notas iniciais
Espero que vocês não me matem.
É que não resisti, mas depois de toda rosa, sempre tem um pouco de espinho.
Trilha Sonora:
- Give me Love - Ed Sheeran
- The Scientist - Coldplay
- To Build a Home - The Cinematic
Boa leitura!
PS.: Liguem um ventilador, a coisa vai ficar quente!

Alguns dias se passaram depois de todo o transtorno. Fiquei sem ir ao apê de Christian por um bom tempo. Apenas refletindo no sofá do apê de Cary.

O apê que dividiríamos estava quase pronto, só faltava alguns ajustes na parte elétrica e eu estava mais animada que nunca. Nada de me preocupar para onde ir no final do dia.

Durante algum tempo, quando eu saia das aulas na Jimks eu ia andar de moto por Manhattan. Passei por alguns bistrôs, algumas lojinhas com bugigangas legais, outras lojas de roupas. Fiz tudo aquilo apenas para espairecer e pensar um pouco em tudo o que havia ocorrido.

Chrisitan entrou na minha vida. Não apenas apareceu como um telespectador. Ele, realmente, entrou nos meus dias e aquilo me fez tão bem.

Nossas risadas me fez um bem danado. Suas provocações e até seu modo dominador. Eu precisava de Christian, isto estava tatuado na minha testa. Não comia direito há dias. Só caminhava pela cidade, procurando-o em cada encruzilhada. Mas tudo era tão confuso, ao mesmo tempo em que eu queria correr para seus braços, eu queria fugir deles. Pois, de alguma forma, ele trazia tudo a tona. Trazia tudo o que eu queria esquecer e eu me sentia uma traíra quando estávamos juntos. Eu tinha de contar, não podíamos ter um relacionamento com omissões. Mas eu não estava pronta para abrir a boca depois de anos e botar tudo – de novo – para fora. Eu teria de esperar e com isso, teria de fazê-lo esperar. Se ele me esperasse por mais algum tempo.

A porta do apê de Cary abriu com um empurrão e ele entrou trancando a porta atrás de si.

— Docinho?

Enxuguei as lágrimas com os dedos e me sentei no sofá, encontrando-o olhando para todos os lados.

— Olá. – Sorri.

Ele me avaliou com entusiasmo, a procura de algo.

— Estava pensando em ir buscar o restante de suas coisas no apê de Christian, assim já fica mais fácil para levarmos para o apê novo.

Ponderei e Cary notou minha expressão. Acenei em positivo e ele caminhou em direção aos quartos. Isso significava ver Christian e ter de encara-lo com tudo – e mais um pouco – rondando meus pensamentos.

Eu aguentaria aquela pressão?

— Vamos? – Cary indagou, agora abrindo a porta da sala.

Caminhei vagorosamente até a porta, pensando no que este súbito reencontro poderia dar.

Chegamos ao apê de Christian e aquele ar que eu conhecia tão bem amoleceu as minhas pernas. Kate se levantou subitamente do sofá, notando minha presença e abandonando uma bacia com muita pipoca. Um filme de comédia coloria a televisão. Elliot levantou os olhos em minha direção e sorriu, em um cumprimento.

— Olá, baby. – Ela cumprimentou dando um beijo no meu rosto, ela estava sorridente demais. Olhos puxados, bochechas erguidas.

— Oi, Kate. – Sorri em sua direção, sendo diretamente preenchida por aquele companheirismo evidente em tudo que vinha da mesma.

— Venha ver um filme. – Ela convidou, já tocando meu pulso.

— Não, Kate. Vamos pegar as roupas. – Cary disse, me puxando delicadamente por um ombro.

Kate levantou os olhos e acenou em positivo, pendendo a cabeça um pouco para um lado. Sorri, pois ela sempre fazia aquilo, desde o primeiro dia que nos vimos. Repentinamente, era como se eu tivesse visto a mesma com trancinhas e pendendo a cabeça assim.

— O.K. Acho que Christian levou para outro quarto. Tá tendo uma reforma louca aqui. – Kate se exasperou jogando a cabeça para trás, enquanto seus olhos rolavam nas órbitas.

— Por isso todo esse pó. – Notei olhando ao redor.

— Vai lá dar uma limpadinha, Kate. – Cary deu uma piscadela.

Caminhamos em direção ao corredor, ainda rindo um pouco por conta da piada que deixou Kate exasperada, voltando para o sofá e pisando duro pelo caminho.

— Docinho, vou pegar uma coisa no carro. A mala, é claro. – Ele deu um tabefe em sua própria testa, demonstrando ter esquecido. – Vá separando nossas coisas.

— Vai lá. – Incentivei, sorrindo até que o mesmo saísse pela porta de entrada.

Ao menos Christian não estava em casa. Devia estar em algum pub há essa hora. Ou com Mia. Ou com... Corinne.

Suspirei, momentaneamente abalada. Deixando transparecer a tristeza dos últimos dias, ou semanas, já perdi as contas.

Caminhei lentamente em direção ao quarto que dividia com Cary, fiquei momentaneamente alarmada quando abri a porta e a mesma não se moveu.

— Baby? – Me virei ao som da voz de Kate, erguendo as sobrancelhas. – Está no último quarto, Christian e Elliot decidiram arrumar esse aí. – Ela deu de ombros.

Nossa. E se Cary ou eu precisasse ficar aqui? Aí sim, dormiríamos no sofá, mas tudo bem, nunca se pode abusar muito da bondade de outras pessoas.

Caminhei o mais lentamente possível até o último quarto, reconhecendo-o. Era o quarto de diversões de Christian.

Encarei a porta mais branca que o normal diante de mim. Notei que a maçaneta era dourada, com um brilho bem polido, diferenciando-se das demais de todo o apartamento. Apoiei minha mão na maçaneta e senti o frio contra o suor da minha mão.

Abri a mesma com impulso jogando minhas pernas para dentro e tentando terminar com aquilo o mais rápido possível. A luz se acendeu e arfei, não consegui impedir que me queixo ficasse levemente caído. Os lábios formando um “o” pequeno.

Senti algo tocar minha cabeça e se espalhar em torno de meus ombros. Levantei os olhos e o ventilador de teto girava bem rápido, espalhando pétalas de rosas vermelhas sobre mim. Sorri, animada com todo aquele tratamento. A porta se fechou atrás de mim e só então me virei. Notando todo o cômodo repleto de pétalas vermelhas e rosas pelo chão.

Christian estava diante da porta. Cabelos penteados, seus músculos adornados sob um suéter verde e apenas uma rosa entre seus dedos; do jeitinho que eu gostava.

Fiquei estarrecida. Olhando-o por muito tempo, sem saber o que fazer, para onde olhar e até mesmo onde colocar minhas mãos trêmulas.

Olhei ao redor novamente. Vendo aquela quantidade de fotos e pequeninas telas com vídeos repetitivos, como gif. A cama era nova. Pois estava com o plástico e lençóis delicadamente dobrados na beirada.

E então uma música lenta e suave começou a soar.

Era de Ed Sheeran, a voz suave daquele ruivinho soando por todos os lados. Me aproximei de uma parede. Eram tantas fotografias. Minhas com Christian. Eu sozinha. Christian a sós. Mas só havia nós dois. Havia fotos que nunca pensei que realmente existiam e reconheci algumas daquela caixa na sala.

Havia algumas em especial.

Uma de Christian e eu dormindo no sofá, em preto e branco. Minhas meias brancas ganhando destaque. Deitados de lado e um de seus braços segurando em minha cintura. Outra de Christian jogando Xbox e eu deitada ao seu lado, toda enrolada em um lençol até o queixo. Eu me lembrava daquele dia. Sorri, lembrando que tentava atrapalha-lo em seu jogo.

Havia uma de Christian correndo atrás de mim pela Jimks. Outra de quando chegamos à festa da piscina da Mansão do rapaz. Meus cabelos despenteados e um sorriso aberto no rosto de Christian.

Havia umas momentâneas, que nós próprios havíamos tirado. Uma de ele deitado sob mim, cabelos bagunçados, olhos inchados e vidrados na câmera, sorrindo.

Eram tantas. Tantos momentos. Tanta felicidade.

Havia uma foto 3x4 de Christian pequeno, com uma janelinha onde deveria ser um dente. Passei a ponta do dedo por ela.

Em um dos vídeos, passava o que Christian filmava meu rosto de perto e eu beijava a câmera no final.

Havia dois do elevador. Ele me carregando em nosso primeiro dia e outro de ele me levando a festa na piscina.

Algum dos rapazes tirou aquela foto. Reconheci, aproximando meu rosto. Fora no dia mais feliz e mais triste de toda a minha vida. Christian me erguendo do chão pela cintura, enquanto sorríamos ao longe. A música adornava os momentos, unindo-os e meu coração se amoleceu. Sendo embalado por aquela sensação de ser amada. Prensei os olhos ao ver uma foto minha de marinhas “chiquinhas” com os braços para trás e vestido rosa.

As lágrimas já lavavam minhas faces. Era impossível não chorar diante daquilo tudo. Durante todo o tempo de averiguação, Christian ficou próximo à porta, na mesma posição.

O que tudo aquilo significava? A porta dupla do closet era diferente e sorri com a mensagem imposta. Uma era azul e outra rosa bebê. O que significava que aquele era um quarto de casal.

— Olhe para cima. – A voz de Christian se fez ouvir, invadindo todo aquele entorpecer.

Obedeci e arfei ainda mais forte, me desequilibrando um pouco. Uma última pétala caiu em minha testa e escorreu por meu rosto. Era uma foto enorme. Minha e de Christian e era a que mais revelava sentimento.

Eu me lembrava daquela foto. De tudo o que ocorrera antes, durante e depois. Meu coração se lufou. Minhas pernas oscilaram. Uma coisa tão simples que sabíamos que demonstrava muito por ambas as partes. Eram meus pés sobre o colo de Christian, enquanto este dirigia em direção ao almoço dado por seus pais. Os braços musculosos de Christian segurando o volante e ele rindo, enquanto eu tentava dispersar sua revelação.

Repentinamente a música se alterou, indo rapidamente para uma música do Coldplay. Daquele tipo em pedido de desculpas. Eu amava aquela música, era a minha predileta daquela banda incrível. “The Scietist” um certo tipo de perdão oculto.

Estava tudo tão perfeito que só o notei abraçando-me por trás, quando o mesmo estendeu a rosa diante do meu rosto.

— Ficou tudo... – Minha voz estava embargada e as lágrimas de emoção pingavam em minha blusa. – Você é muito irritante, Chris. – Ri em meio ao choro, sendo acompanhada por seu som gutural.

Ele suspirou, pesando suas próximas palavras.

— Ah, Chris. – Me virei, passando meus braços ao redor de seu pescoço. – Eu amo tanto você. Como eu o amo. – Disse, as lágrimas escorrendo enquanto eu passava meus dedos por seu rosto. Mexendo em seu cabelo sedoso.

Ele acenou em positivo, mas não retribuiu aquele fato. Aquilo me fez murchar um pouco, mas esqueci o pequenino sentimento.

— Obrigada...

— Não agradeça. Por favor. Não agradeça. Isso tudo é nosso. É nosso quarto agora. O outro ficará para quando Mia vir aqui. E este é nosso. Tudo bem? – Ele indagou, rápido, misturando um turbilhão de emoções, apoiando com força sua testa contra a minha.

Seus lábios vieram tão sedentos pelos meus, que só senti o beijo lento e apaixonado, quando nossas línguas se encontraram. Se movendo uma sobre a outra, explorando bem lentamente. Como se tudo aquilo pudesse se dissipar como neblina.

Suas mãos pressionaram minha nuca, aprofundando o beijo, esfregando-se contra mim.

Me moldei ao seu corpo. Me entregando de todas as formas. Me derretendo de dentro para fora. A minha paz era que com toda a certeza o pessoal sabia, ninguém veio atrás de nós, então me entreguei com profundidade. Com toda a dignidade que ainda tinha por aquele homem. Por aquela atitude de homem que teve. Reconstruindo todos os cacos, provavelmente cortando os dedos durante o projeto.

Obrigada, Deus. Obrigada por me dar parte do Seu céu.

— Eu quero você em volta de mim. – Ele rosnou, quando abandonou meus lábios e passou os dentes pela minha orelha.

Deixando-me tonta, fazendo com que meu ventre saltasse, clamando por mais toque, mais palavras e expressões duplas.

— Quero você em mim, também. – Suspirei contra sua boca, sentindo seu gosto, seu sabor me invadir.

Ele foi me empurrando delicadamente até a cama. Deixamos os sapatos pelo caminho, atrapalhados, sorrindo e tentando a todo custo se tocar de qualquer forma.

Ele girou nos calcanhares e seu corpo caiu sob o meu. Meus cabelos nos rodeando e rodeei sua cintura com as pernas, uma de cada lado de seu quadril. Levantei o rosto, sorrindo para os olhos verdes mais belos e sinceros que já vira em toda a minha vida.

Suas mãos instalaram-se apressadas em minha cintura. Subiu pela pele, suas unhas em uma carícia quente, deixando um rastro de fogo por onde passava.

Minha blusa saiu pelos meus ombros, sendo jogada para o lado em um baque surdo.

Seus olhos sedentes se instalaram em meus seios, admirando-os. Seus dedos subiram, puxando o lacinho decorativo com força e soltando-o em seguida.

Christian se sentou, aconchegando-me entre suas pernas, aprofundando os toques e me beijando com pressa.

Seus dedos faziam um passeio lento e prazeroso pelos meus braços. Descendo por ambos até chegar ao cotovelo. Nossas línguas se encontrando e formando estalos gostosos de ouvir. Seus dedos apertaram meus seios e seus dentes seguraram meu lábio inferior, puxando-o e soltando-o em seguida.

Senti a extensão de seu membro, longo e duro apertando meu sexo já sedento por ele. Rebolei contra ele e Christian arfou, sentindo-me mais perto.

Seus dedos desceram ansiosos por minha cintura e abriram com agilidade o botão e o zíper do meu jeans. Finquei meus pés no chão e desci a calça, saindo de dentro dela em seguida. Me aproximei de Christian apenas de roupas íntimas e toquei meus dedos na borda de sua blusa. Puxei-a, deixando seu torso nu e jogando-a em qualquer lugar próximo. Tirei a bermuda de Christian, deixando meus dedos arranha-lo pelo caminho. Enquanto meus olhos admiravam todo aquele torso nu, diante de mim. Meu. Apenas meu.

Christian me puxou, deitando-me sobre seu torso e rolou nossos corpos na cama, ficando facilmente sobre mim.

Ele me beijou. De forma carinhosa e cuidadosa. Sua língua estava paciente, passando lentamente sobre a minha; fazendo com que sentíssemos o sabor um do outro. Os lábios de Christian eram macios e quentes e faziam manobras incríveis enquanto nos beijávamos. Seus dedos causaram arrepios, quando foram até minhas costas, abrindo o fecho do sutiã, deixando-me nua da cintura para cima. Expondo meus seios já sensíveis pelo desejo de tê-lo o mais depressa possível.

Christian parou de me beijar assim que arremessou o sutiã para qualquer lugar do quarto e admirou meus seios. Passou os dedos bem lentamente por cada um, abocanhando-o logo em seguida. Transferindo-me mais prazer do que antes, fazendo com que eu fechasse os olhos e arremessasse meu quadril em sua direção; em um modo mudo de mostra-lo meu desejo.

Christian terminou sua carícia com línguas e dentes e subiu com os lábios pelo meu busto, até morder meu queixo. Desci meus dedos por suas costas, pressionando-o contra mim e ouvi uma falha em sua respiração.

Ele me ajudou a tirar sua boxer e só o que nos impedia agora era a minha peça íntima inferior.

Mas ele estava sem pressa. Desceu com beijos até minha orelha, mordiscando meu lóbulo.

— Diga que toma remédio. – Rosnou em um sussurro ao pé do meu ouvido.

Sim, eu tomava, por precaução, sempre tomei.

Acenei em positivo e aquela foi a deixa para que seus dedos descessem quentes e apressados ao longo do meu corpo, enganchando seus polegares nas laterais de minha calcinha, ele destruiu a última barreira.

Christian se abaixou, até que senti ele começar a entrar em mim. Comecei a me moldar a ele, ao seu tamanho, grande e duro.

Christian entrou em uma estocada longa, permanecendo daquele jeito apenas movendo os quadris.

Então abracei sua cintura com minhas pernas, empurrando, com o pé, para mais dentro de mim.

Sentindo-o em todos os lugares do meu corpo. Sentindo-me arrepiar. Sentindo-me preenchida pelo meu Chris.

Gemi ao pé de seu ouvido, mordiscando sua orelha e descendo até seus ombros.

Seus quadris começaram a se mover em um ritmo constante. Me desconcertando no início. Mas, em um movimento cúmplice, meus quadris começaram a ir de encontro ao seu, fazendo-o entrar por completo. Gemi alto, sentindo-o inteiro em movimentos circulares. Christian apoiou sua testa na minha, respirando forte, tentando beijar meus lábios, mas nosso desejo não permitia esse simples afeto. Então ficamos olhando nos olhos um do outro, enquanto nos levávamos à loucura completa.

As estocadas ficaram mais longas e precisas. Mais fortes. O som do sexo batia nas paredes e voltava, deixando-me ainda mais sedenta por ele, mais excitada, com mais calor.

Abracei sua cintura com mais força, sentindo que algo estava me levando para cima. Sentindo-me mais propícia a chegar ao meu alívio...

— Espere. – Seu rosnado se fez ouvir. Seco, grave e sua voz me excitou ainda mais.

Uma de suas mãos agarrou meu cabelo, bem forte, mantendo-me presa na cama. E toquei seus glúteos com meus dedos, aproximando-o mais. Eu sabia o que ele queria.

Uma mão de Christian desceu até meu sexo e acariciou meu ponto de prazer com o polegar. Forte e duro. Senti que Christian inchou dentro de mim e soltei um gemido alto.

— Eu... Preciso...

Christian não me interrompeu e desmontei em torno dele, tremendo todo meu corpo e sentindo-o entrar uma última vez em mim, desabando de todas as formas, grunhindo meu nome de maneira prazerosa e suspirei seu nome ao pé de seu ouvido, dando um beijinho delicado em seu ombro. Sentindo nosso cheiro de suor. Christian saiu de dentro de mim, deixando-me vazia por um instante. Só então notei que nossa primeira noite de amor fora feita sobre o plástico da nova cama e ele estava completamente escorregadio pelo suor. Christian deitou nu ao meu lado. Minhas costas tocaram seu peito nu e ele beijou meu ouvido, fazendo-me dormir entre seus braços, sorridente. Mais sorridente que nunca.

Notas finais
Ficou muito surreal? Achei que ficou curto, mas beleza. Como muitas aqui sabem, estou morrendo de vergonha agora, morro de vergonha de escrever isso x.x
Mas, podem dar opiniões, ok? Acharam ele legal? E a atitude extremamente fofa? Será que dessa vez vai? Até depois de amanhã!
PS.: Responderei os comentários em breve!