Apaixonado Como Fogo, Frio Como Gelo
1 Uma Experiencia Nova, Ela Disse
Andava de cabeça baixa, rumo à minha cafeteria preferida, estava perdido em pensamentos. Cheguei ao local e me dirigi à mesa de sempre, a mais afastada de todas, pedi um café e fiquei olhando pela janela, observando a chuva que caía, as pessoas que por algum motivo pareciam felizes, outros que corriam procurando abrigo, outras que nem ligavam por estarem molhadas. No meio dessas pessoas percebi que uma era familiar, era a Zoe, minha colega de trabalho, tinhamos combinado de nos encontrar. Ela me viu e acenou, pouco depois estava sentada na minha frente com um grande sorriso nos lábios.
— Olá!!— ela disse, toda animada
— Oi! — falei meio sem expressão
— Nossa, que desanimo! Anime-se!— que irritante
— Você sabe que isso não adianta. Fala logo o que que você quer.
— Nós vamos sair hoje!!— ela disse decidida. Será que ela se lembrava de com quem ela tava falando?
— Como assim vamos??— eu disse irritado.— Você sabe que eu não gosto desse tipo de coisa.
— Você fala isso mas aceitou se encontrar comigo aqui.
— Isso é diferente! Eu pensei que fosse sobre algo importante, algo sobre o trabalho, por exemplo, que por sinal voltamos amanhã!— disse irritado
— Eu sei que esse é o nosso último dia de férias, por isso quero sair com você! — ela segurou as minhas mãos. — Vaaamooosss! Amanhã começam as aulas e não vamos ter outra oportunidade de sair assim.
— Por que você quer tanto que eu saia com você — perguntei, mas já sabia da resposta
— Você sabe que eu sou curiosa, não sabe? E eu nunca te vi numa festa. Quero ver como uma pessoa fechada e emburrada como você se comporta num lugar desses.
— Nem eu sei, por que deixaria você saber? — perguntei
— Peraí! Então você nunca foi a uma festa? Você é virgem de festas então? Sério? Com 32 anos, e você nunca foi a uma festa? — será que ela nunca ia parar? — Deve ser por isso que você é tão emburrado assim! Esse é outro motivo pra você ir!
— E o que eu faria numa festa, Hanji? — perguntei, estava analisando a proposta, mas só analisando, não queria ir.
— Está interessado agora, é? — ela me lançou um sorriso de canto — O que todo mundo faz ué! Dançar, beber, dar uns pegas em alguém, ou seja, se divertir pra caralho!
— Eu não me vejo nesse tipo de lugar — isso seria realmente estranho. — Eu não danço e nem tenho vontade de sair pegando qualquer um.
— Não me diga que você é virgem, puta que pariu, heim!! — ela disse jagando as mão para cima e rindo.
— Não! Eu não sou, você sabe disso!
— É mesmo, tinha esquecido dos seus casos! Qual era o nome da última mesmo? Kamila?
— Sim, era isso mesmo.— eu realmente não queria falar sobre isso. — Mas não deu certo.
— Claro, quem iria aguentar ficar perto de um baixinho estressado que nem você? — o que ela não aguentava era outra coisa — Mas — ela continuou — já faz mais de um ano que não vejo você com ninguém. Não acha que já ta na hora?
— E você acha que eu quero sair pegando geral numa festa estupida? Olha a nossa idade!
— Ihh, nem vem! Não somos velhos só por que estamos na casa dos 30. Não tem idade máxima pra ir em festa não! E também com esse seu tamanho todo mundo acha que você tem 19, 20 anos, para de desculpa! — isso era verdade, mas ainda não estava com vontade de ir — Ir numa festa será uma experiencia nova pra você! Vamos, você vai gostar!
— Não, eu já disse!! — ela sabia ser chata quando queria.
— Então vamos fazer assim, se você ficar na festa por duas horas eu faço ou te dou qualquer coisa que estiver ao meu alcance. — isso era tentador, e duas horas não seria muita coisa se eu bebesse um pouquinho.
— Tudo bem então! — falei meio contrariado
— Issoooo! Te pego às nove, esteja arrumado! — normalmente é o contrário, mas ela é doida, então...!
— Então tá! — falei sem animo.
— Tchau!
— Tchau!
Uma experiência nova, ela disse. Provavelmente seria como estar no inferno. Terminei meu café e saí, ainda com aquela coisa de festa na cabeça, acho que no fundo, beeeem no fundo, eu estava com vontade de ir.
***********
Ela estava atrasada! Por que mulheres demoram tanto pra se arrumar? Eu só tomei banho, coloquei uma calça preta, blusa cinza e uma jaqueta vinho por cima, nó pé um cuturno. Me olhei no espelho e percebi que realmente estava parecendo ter vinte anos. Eu estava desanimado, torcendo para ela não aparecer, não queria ir, mas trato é trato. Algum tempo depois hanji chegou. Eu realmente teria que ir naquele lugar.
Saí de casa e encontrei ela parada perto do carro, ela estava linda, usava uma blusa de botão vermelha com mangas até o cotovelo, um short preto, meia -calça e bota. Seus cabelos estavam presos como sempre. Ela nem parecia ter 30 anos.
— Humm, está bonito, vai arrasar na festa — ela falou enquanto eu entrava no meu carro.
— Ihh, não enche, você sabe que eu nem quero ir!— falei irritado, ela me iritava
— Relaxa, vai ser legal, você vai ver!
— Duas horas, hein! — eu disse a lembrando do trato
— Claaaro, duas horas, depois você está livre — ela disse sarcástica — Tente não se perder no caminho. — disse ela antrando em seu próprio carro.
Depois de uns dez minutos chegamos ao local. A música era alta e repetitiva. Como alguém podia gostar daquilo? Haviam várias pessoas na porta e provavelmente muito mais lá dentro, como eu já imaginava, todas deviam ter seus dezoito anos, por aí, ou até menos. Me senti um velho naquele lugar.
— Vamos,!! — ela pegou minha mão e me puxou para a entrada, vários garotos mexeram com ela e pude notar que algumas garotas ficaram me encarando, será que espantadas por um velho como eu estar na festa?
Entramos e pude constatar que o barulho e a quantidade de pessoas eram muito maiores que no lado de fora. Tive vontade de ir embora, aquilo estava me deixando mal, mas consegui me segurar e segui em frente, até finalmente chegarmos no bar.
— O que vão querer? — perguntou o barman. hanji pediu um drink estranho cujo nome eu não entendi. Logo o barman apareceu com dois copos de uma mistura colorida. Eu nem sabia o que tinha alí. Hanji pegou um dos copos
— Não pense que eu vou beber isso! — disse assim que ela me empurrou o outro copo
— Vai sim, faz parrte da experiência — ela disse
— Em nenhum momento eu concordei em beber coisas estranhas — falei contrariado
— É só uma bebida à base de vodca — ela disse — eu sei que você já bebeu coisa mais forte.
— Hum — falei desconfiado olhando para aquela bebida estranha na minha mão — Tudo bem, mas se acontecer alguma coisa comigo, você vai ver!
— Tudo bem, se acontecer alguma coisa depois que você beber esse drink, eu arco com as consequencias — ela falou rindo
Fiquei encarando o drink ainda meio relutante, mas acabei tomando um gole. Até que não era tão ruim e nem era tão forte quanto imaginei.
— E aí? — ela perguntou
— Até que não é tão ruim e é bem fraco. Você tem razão, já tomei coisas mais fortes!
— Então eu to livre?— perguntou animada
— Sim, nada vai acontecer se eu beber isso — falei dando um sorrizinho
— Wow!! Levi dando um sorriso?? Acho melhor você não beber mais não, hein!
— Não enche! — disse, irritado com o comentário
— Ihhh, tava errada, ainda tá sóbrio — falou brincando — tô zuando, Levi, tenta se divertir. Eu vou dançar, vem comigo!
— Vou terminar esse drink! — disse tomando mais um gole
— Isso é desculpa pra não ir. Mas vou deixar você terminar, depois eu volto, provavelmente você já vai estar um pouquinho mais solto. — ela saiu em direção á pista
Continuei bebendo meu drink estranho que nunca imaginei que fosse tão bom. Até que esse negócio de drink era interessante, acho que vou provar mais alguns depois.
Fiquei observando as pessoas dançando, Hanji estava muito animada, parecia muito bêbada, mas eu sabia que esse só era o normal dela, "imagina ela bêbada", pensei. Ela estava muito alegre, parecia uma adolescente. Alguns meninos se aproximaram e ficaram dando em cima dela, logo outras pessoas apareceram, tampando minha visão.
Percebi que tinha terminado meu drink mas não estava nem um pouco alterado então decidi pegar outro, um diferente dessa vez. Pedi uma dica ao barman e ele me recomendou um outro também a base de vodca, mas esse, segundo ele, era mais forte.
Uma hora depois, eu já estava alterado e Hanji também , nós estavamos dançando como loucos ao som daquela musica ensurdecedora que já não parecia mais tão ruim.
— UM BRINDE AO ÚLTIMO DIA DE LIBERDADE! — Ao nosso lado, havia um grupo de meninos com bebidas na mão, eles gritavam como loucos e Hanji se juntou a eles. Fui para o bar, deixando hanji na pista, provavelmente eu estava atrapalhando a paquera deles.
Decidi pegar mais um drink diferente. Me sentei num dos bancos e olhei a lista de drinks, bom tentei, já que minha visão estava meio turva.
— Esse aqui é muito bom. — disse um menino sentado ao meu lado, que logo reconheci daquele grupinho — Bem, eu acho que é esse, não consigo ver direito, to muito bêbado.
Ele era até atraente para um homem, devia fazer sucesso com as mulheres, tinha olhos grandes e verdes, que chamavam a atenção, era mais alto do que eu, tinha a pele morena clara e cabelos escuros bagunçados.
— Somos dois, então! — disse com um sorrisinho de canto — Você parece entender mais disso do que eu, então eu deixo você escolher. Eu pago.
— Sério? Ele disse sorrindo! — ele chamou o barman e fez o pedido, logo depois estavamos com nossas bebidas na mão. Ele realmente tinha feito uma boa escolha.
— Valeu pela bebiba, cara! Até mais! — ele saiu em direção a Hanji e os outros meninos e agora, ás outras meninas que tinham se juntado a eles. Pouco depois eu fui também.
Passou-se mais uma hora, nessa hora já estavamos todos triloucos.
— E aí, já deram suas duas horas — disse Hanji — se você quiser ir, tá liberado
Ela estava certa, eu realmente estava me divertindo. Eu com certeza não iria embora. Resolvi não falar nada, apenas continuei pulando.
Percebi que as luzes do local estavam mais fracas e as pessoas mais amontoadas, tinha enchido bem mais desde que chegamos. Não conseguia mais distinguinr as pessoas, só dançava. Hanji havia sumido, mas eu não me importava, estava me sentindo vivo como ha muito tempo não me sentia. `Percebi alguém se aproximar de mim e começar a dançar bem perto, ás vezes até encostando em partes que não devia, mas como estava bebado não liguei, na verdade comecei a provocar a pessoa tbm, mas não conseguia enxergar direito, a única coisa que vi, foram seus olhos verdes. Nos aproximávamos cada vez mais, ele passava a mão pelo meu corpo e eu pelo o dele, nossas bocas se roçavam, mas nunca chegando a um beijo, passava meus lábios pelo seu pescoço, sentindo ele se arrepiar com isso, ele dava leves arranhadas nas minhas costas, mordisquei sua orelha e pude ouvir um fraco gemido vindo dele. Nossos corpos se encontraram e pude sentir algo duro encosantando na minha barriga, ele estava excitado e eu também. Nossos lábios finalmente se encontrarm e começamos um beijo, um beijo lento e envolvelte, ficando mais feroz a cada segundo. Já nem percebiamos que estavamos no meio de uma festa, tudo que queríamos era explorar o corpo um do outro.
Senti a mão dele deslizando pelo meu corpo e apertando de leve meu membro que já estava duro.
— Não aguento mais — ele sussurou no meu ouvido — eu quero você. Vamos sair daqui! — disse um pouco ofegante.
Assenti com a cabeça e fomos meio cambaleantes até meu carro. Mal entramos nele e já voltamos a nos pegar.
— Vamos para minha casa primeiro — eu disse, interrompendo o beijo e ligando o carro.
— Eu não aguento esperar — disse ele passando a mão pelas minhas pernas
— Não é tão longe — disse — só dez minutos.
Acelerei o carro, eu também não estava me aguentando.
Mal comecei a dirigir e ele já veio, pousando sua mão na minha perna, chegando cada vez mais perto do meu membro pulsante. Ele começou a massagear por cima da calça, estava muito bom, não pude conter e soltei um gemido. Ele me olhou com uma cara sexy de aprovação e foi lentamente abrindo minha calça e tirando meu pau pra fora, ficou olhando por alguns segundos e logo o agarrou, lentamente fazendo movimentos pra cima e pra baixo. Eu não estava mais aguentando, estava quase gozando,até que ele parou. Ele ficou me observando, meu rosto estava suado e eu estava ofegante. Ele abriu a própria calça e tirou seu membro pra fora, que pude perceber que era um pouco maior que o meu.
Ele começou a beijar meu pescoço, e foi descendo cada vez mais, até chegar ao meu membro e abocanhá-lo com vontade. Comecei a soltar uns gemidos roucos, sua boca era quente e ele parecia saber o que estava fazendo. Enquanto me chupava, massageava seu próprio pau, aquilo estava muito bom, eu não estava mais aguentando, eu ia g...
— AAHHH — gozei dentro da boca dele, que engoliu tudo.
— Mas, já?— ele disse, fazendo beiço, claramente me provocando — Nem esperou chegar em casa!
Ele continuou se masturbando lentamente, enquanto eu dirigia até em casa.
Assim que parei o carro já voltamos a nos beijar ferozmente.
— Vamos entrar — falei.
Arrumamos nossas roupas mais ou menos e entramos em casa, tirando os sapatos antes. Mal fechei a porta e ele já veio me agarrando. O empurrei.
— Minha casa, minhas regras!!— falei autoritário — Agora você vai fazer o que eu mando.
Para a minha surpresa, ele assentiu. "Interessante", pensei.
— Vamos para o quarto! — eu disse e ele me seguiu — Agora tire toda a roupa! — disse me sentando na cama
Ele começou a se despir, primeiro tirou a blusa, revelando um corpo todo definido, extremamente sexy. Logo começou a tirar a calça, revelando uma cueca boxer cinza, pude ver o contorno de seu membro atravez do tecido, aquilo estava muito sexy.
— Pare!! — eu disse, e ele me fitou — Vem aqui!
Ele se aproximou e pude admirar seu corpo mais de perto, ele era muito gostoso. Comecei a massagear seu membro por cima da cueca, mas o tecido estava atrapalhando, então logo me livrei dela, ficando frente a frente com seu pau.
— Vou te recompensar por ter me chupado no carro!! — disse com um sorriso de canto.— Goze apenas quando eu disser que pode!!— Falei autoritário.
Comecei a chupar lentamente, nunca tinha estado com um homem antes, mas parecia que estava fazendo direito, já que ele não parava de se contorcer e gemer.
— Se você gozar agora, você vai apanhar.
Continuei o chupando e parecia que ele já estava no seu limite, mas queria torturar ele ainda mais. Quando percebi que ele não ia mais aguentar eu parei. Levantei e fui atá minha comoda, onde peguei uma camisinha.
— Vai pra cama!— falei, tampando a camisinha pra ele
Tirei minha roupa e subi na cama, meu pau já estava totalmete duro de novo, Fiz ele colocar a camisinha em mim e depois deitar de barriga pra cima. Comecei a lamber a sua entrada e logo depois, a penetrar a lingua. Ele ofegava e gemia baixo, com os olhos fechados.
— Abra os olhos! — disse, dando um tapa em sua perna
— Aaaahh!! — ele deixou escapar um grito, parecia que ele gostava de apanhar.
Fiquei parado na frente dele massagenado meu pau, pronto para penetra-lo, mas queria que ele implorasse por isso.
— O que você tá fazendo parado aí? — ele disse — vá em frente!
— Implore! — eu disse, superior
— Eu quero você dentro de mim!
— Não é o suficiente!!
— Por favor!! Eu quero você!! — ele disse, desesperado por mais
— Mais!!
— Por favor, me fode! — ele disse, um pouco alto de mais — Me fode logo!!
— Quem disse pra você gritar?! — falei — Fique de quatro!!
Ele me obedeceu, rápidamente ficando na posição mandada.
— Essa é sua punição por gritar comigo!!
Comecei a dar tapas em sua bunda, a cada tapa ela ia ficando mais e mais vermelha, e ele mais e mais excitado, gemendo a cada golpe que levava. Dei dez tapas em cada nádega, deixando ele todo vermelho.
— Volte para a posição de antes!! — eu disse e ele me obedeceu — Implore! Dessa vez, sem gritar!
— Por favor! Me fode! — sim, era isso mesmo que eu queria ouvir
Comecei a penetra-lo lentamente, enquanto masageava seu membro, logo estava todo dentro dele, ele não reclamou nenhuma vez, já devia estar acostumado. Iniciei os movimentos de vai e vem acelerando cada vez mais, ao mesmo tempo que o masturbava, vi que ele ia gozar logo.
— Goza pra mim!! — disse, com uma voz rouca.
Não demorou muito e ele gozou, seu liquido escorrendo pela sua barriga. Aquilo era muito sexy. Eu acelerei ainda mais, e quando percebi que estava quase gozando também, saí de dentro dele e tirei a camisinha. Me posicionei na frente dele e comecei a me masturbar, até que não aguentei e gozei na barriga dele.
Acabamos desmaiando cansados na cama.
*************
Acordei com o barulho do despertador, minha cabeça doía e eu estava enjoado e pelado. Percebi que o quarto estava bagunçado demais. Fui meio tonto até o banheiro e tomei um remédio para a dor. Não me lembrava de nada da noite anterior. Como eu cheguei em casa? Não é possível que eu tenha dirigido até aqui naquele estado. O que aconteceu? Me olhei no espleho e percebi que minha cara não estava muito boa. Me enrolei numa toalhe e fui até o quarto.
Minha cama estava toda suja e desarrumada, não suportava esse tipo de coisa, então arrumei tudo rápidamente. Ao que parece eu tinha levado alguém pra casa e provavelmente nós transamos, afinal eu estava pelado e minhas roupas jogadas num canto; e pra cama estar daquele jeito... Provavelmente era isso que tinha acontecido, apesar de eu não me lembrar. Pelo menos ela saiu antes de eu acordar, menos uma coisa pra me preocupar.
Hoje eu voltava ao trabalho, mesmo nesse estado eu teria que ir. Arrumei tudo que tinha que arrumar e fui tomar um banho. Fique tentando me lembrar da noite anterior, mas as únicas coisas que vinham na minha mente eram flashes mim a da Hanji dançando, bebendo e coisas que não faziam sentido nenhum. Bom, eu eu sou um homem adulto, então coisas como essas podem acontecer, só espero não ter feito uma merda muito grande, com ter engravidado alguém.
***********
Eu era professor de história no Internato Wings of Freedom havia dez anos e foi onde eu conheci a Hanji. Nós entramos naquela escola no mesmo dia e desde então viramos amigos, bom, na verdade aquela doida meio que me perseguia e com o tempo eu me acostumei com isso.
Cheguei na escola e fui logo para o meu quarto. Sim, nós professores também dormiamos no colégio durante a semana. Tirei a poeira e arrumeir tudo, não suportava sujeira. me dirigi até a secretária para pegar meus diários e papeis e ncessário, na volta encontro Hanji.
Ela não parecia melhor que eu. Usava óculos escuros, apesar do tempo nublado, seu cabelo estava desarrumado e ela não parecia muito bem.
— Oi, Hanji — eu disse
— Oh! Levi! Nem tinha te visto! — ela disse surpresa
— Você está bem? — perguntei
— Não muito. Minha cabeça parece que vai explodir! — ela disse massagendo as temporas
— Estou na mesma situação e pra piorar não me lembro de nada.
— Bom, eu não posso te ajudar muito, afinal eu saí antes de você. — ela disse — Mas eu me lembro que você estava se divertindo muito.— ela falou dando um sorriso
— Provavelmente. Mas não pretendo repetir esse tipo de coisa, não lembrar de nada é horrível.
— Não se preocupe, você não deve ter feito nada de mais, Sr. Certinho. — ela disse rindo. — É melhor nós irmos, as aulas já vão começar.
Era meio de ano, então todos os alunos já eram conhecidos, e a maioria deles já tinham se ajustado, ainda bem que não teria que lidar com encrenqueiros. Entrei na sala e comecei a dar aula. Alguns minutos depois fui interrompido por uma batida na porta. Abri e era o Sr. Smith, diretor do Internato.
— Bom dia, professor Levi. — ele disse
— Bom dia, Diretor Smith.
— Desculpa interromper sua aula, mas temos um aluno novo. — saco, e eu pensando que tava livre de delinquentes. — Ele é um daqueles casos extremos, então quero que dê atenção especial a ele.— por que sempre me botam pra cuidar dos piores? — Como pode ver, ele chegou atrasado no primeiro dia e se recusa a usar nosso uniforme. — olhei para o menino de costas atrás dele. — Aqui está a papelada dele, deixo ele em suas mãos! — ele foi embora, me deixando com o novo aluno.
— Bom, classe, parece que teremos um novo aluno na nossa turma. — todos olharam curiosos para o menino parado na porta. — Seu nome é Eren Jaeger. Pode entrar — eu disse
Ele se dirigiu para dentro da sala, olhando feio para os outros alunos. Ele se vira e olha para mim também, pude perceber uma cara de supresa, mas logo dando lugar a um sorriso de canto, que ele me lançou antes de se virar. Não entendi nada, mas eu tive a impressão de que conhecia aquele menino de olhos verdes de algum lugar.
Fale com o autor